O Legado da Fênix

8 O Ataque das Gárgulas


Notas iniciais
Oiii pessoal, desculpem a demora, estivem meio ocupada durante a semana passada e essa semana é a minha semana de revisão antes das provas, então ela vai ser corrida. Boa leitura!!!

Nós quatro nos entreolhamos, vi de soslaio Rick tirar de sua mochila três barras de ferro, deixou uma no chão e segurpu as restantes uma em cada mão, as mesmas adquiriram um brilho cinzento e as barras começaram a ganhar a forma de duas longas espadas, uma delas entregou a Levy.

Verei-me e fui até Seth que mantinha sua expressão mais séria que o normal.

"A coisa tá feia mesmo!" -pensei.

– Vamos atrás da fonte desse alvoroço todo mesmo Seth? — Perguntei.

– Sim, e eu tenho quase certeza de que alguns monstros invadiram Pandemônio. — Respondeu pensativo.

– Eles já estão invadindo as dimensões?! — Minha pergunta foi retórica, mas não deixei de me assustar. Segundos depois Rick empurrou contra o meu peito um arco, eu o segurei e encarei Rick confusa, mas o mesmo só falou:

– Me agradeça depois burrita. — Rick se lembrou de mim? Que estranho. Mas e Seth? Ele ficaria desarmado?

– Rick, e o Seth?-perguntei.

– Ele é um mestre, não precisa de armas, nós sim! — Respondeu com desdém.

Dei de ombros e me posicionei ao lado de Levy, esperamos por uma ordem de Seth e a mesma veio poucos minutos depois de termos nos posicionado, corremos em direção ao local da confusão sempre atentos a tudo o que acontecia, no entanto tudo o que víamos eram pessoas correndo por todos os lados desesperadas procurando algum lugar para se esconder do que estava por vir.

Finalmente havia chegado a hora de eu agir, finalmente eu iria fezer alguma coisa e não iria ficar parada assistindo a morte de todoE concluindo essa missão talvez Mestre Chang permitisse que eu fosse investigar o que aconteceu com o meu antigo lar na dimensão Ômega, afinal, aquele era o real motivo de eu ter me voluntariado para esta missão, os pergaminhos de meu pai estarem envolvidos nisso fora apenas uma coincidência, ter lembrado de que aquele pergaminho escondido na floresta das sombras foi um tremendo golpe de sorte, mas entre algumas páginas antigas e amareladas das prateleiras da biblioteca da sede haviam algumas poucas informações sobre os meus pais, eles eram bem famosos, porém eles preservavam suas privacidades, tanto para protegerem eles mesmos quanto para protegerem à mim. De fato algumas coisas da vida nós nunca esquenos, principalmente a ressurreição de um passarinho aos cinco anos de idade, fora uma das poucas lembranças que eu tinha de meus pais.

Quando chegamos no início de Pandemônio vimos enfim o que iríamos enfrentar. Dezenas de monstros estranhos vagavam pela cidade, eram todos de uma mesma espécie, eu já havia lido sobre elas, eram gárgulas demoníacas, tinham corpo de pantera, asas semelhantes as de um morcego gigante, olhos tão vermelhos quanto o sangue e brilhavam vorazes e furiosos e vagavam por todas as pessoas da cidade.

O vento soprou contra o meu corpo uma forte brisa na qual fez com que o cheiro dos "humanos" presentes se manifestasse no ar fazendo com que as gárgulas percebessem a nossa presença.

Duas vieram ao meu encontro mas antes que me alcançassem eu crie Flechas de gelo, as ajeitei no arco e atirei, mais cinco vieram ao meu encontro e tiveram o mesmo fim, mais quanto mais gárgulas eu matava mais apareciam.

Eu mirava somente na cabeça e no coração das estranhas criaturas, minha roupa estava cheia de sangue, que espirravam dos monstros que eu matei, e isso de certa forma atraia a atenção da maioria das criaturas para mim, o cheiro forte de sague coagulado nas minhas vestes me faziam sentir enjoo e isso me desconcentrou por um breve momento, fazendo-me baixar a guarda.

– HAZEL ATRÁS DE VOCÊ! — Berrou Levy, mas antes que eu pudesse reagir longas garras fincaram nos meus ombros o perfurando sem dó, a dor aguda e latejante dos ferimentos me fez gritar, gritei tão alto que por um momento pensei que fosse perder a minha garganta. A gárgula me suspendeu do chão e por causa de meu pouco peso a cabei por ser levada por alguns metros de onde eu estava antes do monstro se atingido por um imenso chicote de luz e ter caído junto comigo no chão.

Queria poder me levantar porém a dor me impediu, eu iria se atacada denovo mas surpreendentemente eu fui pritegida por um imenso escudo de ferro. O Arco que estava milagrosamente sendo segurado pela minha mão havia se transformado no escudo, incrível o que Rick podia fazer com uma simples barra de ferro.

Estava escuro dentro do escuro, eu tentei controlar a minha respiração porém o pouco ar daquele local me sufocava e o imenso escuro me desesperava, eu tinha medo do escuro, de ficar sozinha,De acabar num imenso vazio e passar a minha eternidade pagando pelos neus pecados. O meu coração acelerou, comecei a suar e quando percebi eu já chorava descompassadamente. Gritei o primeiro nome que me veio em mente, espero que ele me atenda:

– LEVYYY!!! — Gritei o mais alto que pude, fui fraca, fracassei denovo, mas por mais inútil que eu fosse eu precisava dele, precisava que ele me tirasse daqui. No momento ele era tudo o que eu tinha, minha única esperança, mas quando finalmente o escudo foi retirado de cima de mim e a luz finalmente veio ao meu encontro eu me rendi ao cansaço e desmaiei.

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Um imenso escudo de ferro protegia o corpo da menina da equipe, Rick embora tivesse feito o ato a contragosto não deixou de zoar um pouco com a morena e fez questão de deixá-la no escuro, pois sabia que era uma das coisaa que ela mais temia, mesmo que ela não soubesse fora Rick que havia a alcalmado em todas a s noites nas quais ela tinha pesadelos e gritava em agonia e terror, mergulhando nas mais profundas trevas de seu passado mal julgado, ele se recordava de todas as palavras que ela murmurava à noite na esperança de poder usá-las contra ela algum dia, e esse dia havia chegado. Um pequeno sorriso de canto brotou nos lábios do moreno ao perceber isso, mas este logo desapareceu quando avistou perto de si três gárgulas enormes e famintas, sem pensar duas vezes desferiu um golpe na primeira, atravessando a espada desde a sua clavícula até o topo de sua cabeça, a outraTentou capturá-lo por trás mas em apensa um giro ágil o garoto golpeu a espada em cheio no pescoço da criatura decepando a sua cabeça num ato violento e sádico. Mas a morte da terceira foi a pior, ela voava sobre a sua cabeça pronta para atacar, esperto ele pulou sobre os corpos inertes das gárgulas recém assassinadas tomou um impulso e voou em uma altura um pouco mais alta que a do monstro que voava perto de sua cabeça e enquanto caía posicionou a espada e em um rápido movimento partiu o monstro em dois, e para finalizar o seu movimento pousou no chão agachado segurando a espada atrás das costas.

Seth era o que mais se divertia, fazia tempo que não lutava, e não ficou para trás, já haviam quarenta corpos inertes sobreos seus pés e ele não tinha sequer um arranhão. Suas mãos estavam envoltas de uma estranha luz amarelada, elas se esticavam como chicotes e cortavam tão bem quanto um machado, mas não se contentava só com aquilo. Ficou por alguns segundos inerte no que no momento era um campo de batalha e esperou por mais inimigos e quando estes o alcançaram foram ferzmente repelidos por uma imensa e terrível explosão de luz. Ofegou cansado, ele havia extrapolado no uso de sua magia, por isso estava um pouco fraco.

Mas um certo albino se encontrava em apuros, atraia mais monstros do que podia matar, tinha que agir rápido senão ele seria o próximo a morrer, e sua preocupação com a pequena menina de olhos e cabelos castanhos quase confundido com o negro não amenizava a suaPreocupação, precisava tirar Hazel daquele escudo o mais rápido possível, mas sua fraqueza não contribuía com o seu desejo, estava quase caindo no chão de tanto cansaço, sua espada e suas roupas estavam ensopadas de sangue, ele sabia que não iria mais aguentar, Sath e Rick eram mais bem treinados do que ele e Hazel, embora tenha que admitir que a morena atirava muitíssimo bem.

Depois de ter matado a última gárgula perto de si caiu de joelhos no chão e largou a espada ao seu lado, já pensava em desistir até que em um terrível silêncio que se seguiu ouviu um grito, era sufocado e choroso, estava banhado em puro s

desespero e pavor, mas o seu coração fraquejou ao perceber de quem pertencia aquela voz e principalmente o que ela gritava, o seu nome.

Uma onda de fúria preencheu Levy por completo, saber que Hazel estava com medo já o irritava bastante, mas saber que a sua pequena amiga estava apavorada e em pânico o deixava furioso.

"Comos essas criaturas fedorentas e ridículas ousam fazer a Hazel chorar? Ninguém, ninguém machuca os meus amigos e saem impune! BESTAS MISERÁVEIS!!! — Pensava.

O vento cortava o local furiosamente e devastava tudo por onde passava, as belas construções de pedras preciosas se despedaçavam aos montes, cacos e mais cacos dos brilhantes eram soprados furiosamente por todos os cantos e matava todas as gárgulas que estavam por alí, os ventos rodavam em torno de Levy em uma dança voraz e feroz deixando um grande rastro de destruição por todo o lugar.

–MORRAM CRIATURAS MISERÁVEIS!!! — Berrou Levy extravasando sua fúria,

Rick se protegiam com um escudo semelhante ao de Hazel e Sath se protegia com o restante de magia que ainda tinha.

Quando os ventos se dissiparam Levy caiu de quatro no chão cansado, o suor molhava os seus cabelos agora sujos te poeira brilhante, lentamente rastejou até o escudo de Hazel, seu corpo tremia protestanto o esforço do albino, quando o mesmo tirou o imenso ecudo de ferro de cima de sua companheira só teve tempo de ver aquelas lindas orbes castanhas inchandas e ainda lacrimosas se fecharem aparentando alívio, então Levy desmoronou ao lado da amiga finalmente se permitindo decansar durante aquele dia.

Notas finais
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