O Lamento Do Vento

1 Capítulo I — As Lágrimas Do Vento.


Notas iniciais
Olá, pessoal, tudo bem com vocês? Bom, eu espero que sim! Bom, apesar de fazer anos que não assisto Inuyasha, decidi criar essa pequena fanfic de poucos capítulos em homenagem a Kagura, a personagem que mais sofreu nas mãos do Naraku depois da Kikyou. Eu não sei se retratei devidamente a personalidade dela, pois faz tempo, como eu disse acima, que não assisto o anime. Contudo, analisando toda a trajetória da mestre dos ventos, percebi que ela não era má, apenas precisava fazer o que Naraku lhe ordenava para que pudesse ser livre algum dia de sua tirania. Outra coisa que eu gostaria de dizer é que eu não sei se minha escrita está boa ou com erros, pois faz tempo que não escrevo por causa do lol. Então, queridos, espero que ajudem-me a melhorar minha escrita com criticas construtivas, aonde com carinho onde eu cometi erros de coerência, pontuação, Linguística. etc... Bom, chega de tomar o tempo de vocês. Boa Leitura!

“Quando se nasce para ser livre para viver intensamente o supro da vida, ser aprisionado é o mesmo que a morte.”

Seus olhos em tons rubis fitavam com tristeza o horizonte alaranjado à sua frente, apreciando os pássaros que voavam livremente pelo céu, talvez retornando para seus ninhos após mais um dia vivido com liberdade.

Ela era o próprio vento, mas não podia viver com liberdade, tão pouco sonhar fugir de sua sina. A mestra dos ventos era uma prisioneira. Ela tentara fugir algumas vezes, até mesmo deixar de cumprir com as ordens dadas por seu dono. Contudo, todas suas tentativas foram em vão, levando-a à quase morte.

“Quem sabe a morte não seria o inicio da liberdade que a senhora dos ventos tantos buscava?”

Por muito tempo Kagura manteve essa questão em sua mente, mas, aos poucos, quando encontrava-se com aquele youkai de olhos frios em tom âmbar, a jovem acabava por desistir de encontrar sua liberdade na morte, já que seu coração apossado por Naraku, seu criado, pulsava fervorosamente pelo príncipe dos youkais cachorros mesmo não estando em seu peito.

Um suspiro saiu de seus lábios cor carmesim, enrijecendo-se com a mudança drástica do vento calmo que soprava levemente sobre sua face bela e jovial.

— Liberdade... — Murmurou para si mesma, deixando escapar, sem perceber, algumas lágrimas silenciosas de tristeza. — Será que viverei até alcançá-la?

Notas finais
Mereço comentários?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.