O Lago Do Futuro
27 Capítulo 27 - Foi por pouco
Notas iniciais
Franja os levou até o elevador, apertou um botão e começaram a descer. Logo as portas se abriram novamente, e puderam observar um tipo de garagem enorme.
Mônica – Uau!
Haviam ali vários transportes inventados por Franja, carros, motos, patins, mochilas á jato... Entre outras coisas, e umas um tanto difíceis de descobrir com eram utilizadas.
Cascão – Nossa! Tem muitas invenções maneiras aqui!
Franja – Obrigado, eu mesmo as inventei.
Pedro – Sério? Por que têm alguns aqui que me parecem familiares.
Franja – Bem, eu aproveito alguns transportes já inventados para melhorá-los.
Pedro – Ah...
Franja – Venham aqui.
Eles chegaram perto de um painel de controle. Franja apertou um botão vermelho, logo o chão começou a abrir, e saiu de lá o mesmo jato que tinham visto no monitor do andar de cima.
Franja – O Robô-piloto já esta no jato, vocês tem que ir agora.
Magali – Agora?
Franja – Sim, antes que escureça.
Mônica – Ta bem, Franja muito obrigada pela ajuda.
Franja – De nada, agora subam e tenham uma ótima viagem.
Eles começaram a subir.
Franja – Boa sorte! E tenham cuidado!
Cebola – Ta, valeu Franja!
Logo, todos já estavam dentro do jato.
Julio – Caramba, que jato legal!
Diana – Adorei!
Robô-Piloto – Atenção: Todos os passageiros devem se sentar e colocar os cintos de segurança para podermos decolar.
Todos fizeram o que ele mandou o jato não demorou muito á decolar e logo já estavam sobrevoando á área. Já fazia meia hora que estavam no jato, e eles estavam começando a ficar um pouco entediados... E famintos.
Mônica – Que foi Maga?
Magali – Ai... To morrendo de fome! Cadê a aeromoça?
Pedro – É verdade! Ta demorando demais! E minha barriga ta roncando pra caramba!
Bruna – Gente ela saiu daqui só tem dez minutos, daqui a pouco ela trás a comida.
RONC!
Diana – Meu Deus! Acho que eles estão com muita fome mesmo, deu até pra ouvir o estomago deles!
Magali – Não fui eu que fiz esse barulho.
Pedro – Pedro Nem eu.
Bruna – Então... Se não foi vocês quem foi que...
RONC!
Um pouco mais atrás, Cascão estava dormindo e roncando pra caramba (Acordem ele pelo amor de Deus! O ronco dele ta começando a me assustar e... Eca, agora ta até babando).
Diana – Claro... Tinha até me esquecido que o seu pai ronca.
Bruna – Afe, tinha que ser ele...
RONC!
Julio – Dá pra alguém acordar ele?
Cebola – Ta difícil de concentrar no jogo com esse barulho.
Cebola e Julio estavam disputando uma corrida em um jogo.
Mônica – Acorda ele você, por mim ele pode ficar assim a viagem toda.
Cebola – Como é?
Cebola olhou pra Mônica, ela estava provocando-o, afinal, a briga que começaram não havia terminado (E isso já faz anos...).
RONC!
Cebola – Ta bem, Diana, me passa essa garrafa de água?
Diana lhe entregou a garrafa.
Bruna – Acho que não é uma boa idéia acordar ele com isso...
Cebola – Vai por mim, sei o que estou fazendo.
Cebola chegou perto de Cascão e o molhou com a água. Quando Cascão acordou levou um susto.
Cascão – Ahhhhh! Água!
Pow!
Todos – Ahhhh!
(MEU DEUS! Depois que o Cebola jogou a água no Cascão, ele acordou com uma cara de susto, levantou e saiu correndo que nem um doido pelo avião gritando: ‘Água, água!’. Depois disso o retardado entrou na cabine e num sei como, empurrou o robô da cadeira que caiu no chão e ficou preso com um equipamento. O avião perdeu o controle. E agora o povo todo ta desesperado!)
Pedro – A gente vai morre! Pelo amor de Deus! Alguém faz alguma coisa!
Bruna – Deixa que vou!
Bruna, com muito esforço foi pra cabine onde estaria o piloto. Quando chegou viu a situação e depois voltou pra falar com os outros.
Bruna – Gente eu acabei de vir da cabine, o robô ta preso no chão e o Cascão ta tendo um ataque de pânico lá dentro.
Todos – Ahhhh!
Bruna – Ó, quem acredita em Deus começa a rezar, quem não acredita bora repensar seus conceitos!
Todos – Ahhh!
Mônica – Quietos! Deixa isso comigo!
Mônica (Com muita luta) conseguiu chegar á cabine.
Cascão – Ai meu Deus! Eu vou morre! E na água! Por que eu? Ó vida cruel!
Mônica – Cala a boca Cascão!
Mônica chegou perto do robô e conseguiu solta-lo, o mesmo voltou rapidamente para os controles e antes que o jato caísse com tudo na água, ele subiu rapidamente. Quando voltaram á altitude normal, Mônica e Cascão saíram da cabine e voltaram com os outros.
Julio – Ai meu Deus! Eu to vivo!
Pedro – Eu também!
Julio e Pedro – Uhuu!
Diana – Afe...
Cebola – Ufa, ainda bem que nós conseguimos.
Mônica – ‘Nós’?
Mônica se aproximou de Cebola.
Cascão – Vish!
Magali – Agora ele vai se dar mal.
Mônica estava com muita raiva de Cebola, o que ele fez por pouco não matou todos ali.
Mônica – Como assim ‘nós’ conseguimos? Se foi você que provocou isso? E fui EU quem soltou o robô e ele pôs o avião voando normalmente de novo!
Cebola – Foi sem querer eu não sabia que ele iria reagir daquele jeito.
Mônica – Você deveria manter o Cascão roncando que nem um motor de carro velho do que matar todo mundo!
Cascão – Eu não ronco!
Todos olharam pra Cascão, o mesmo entendeu.
Cascão – Bem... Não muito.
Cebola – Tanto faz, mas eu não entendo por que esta brava comigo se quem quase matou a gente foi o Cascão!
Mônica – Você sabe muito bem que ele tem medo de água! Por que não o acordou de outro jeito?
Cebola – Por que esse é o único jeito de acordá-lo!
Mônica – Se eu soubesse que você traria tantos problemas, não teria trago você junto quando vi a caverna.
Cebola – Ah, agora a culpa é minha por tudo o que aconteceu?
Mônica – Não, o que eu quis dizer...
Cebola – Quer saber? Se você não fosse tão idiota, desastrada e distraída à gente nunca estaria aqui!
Mônica – Agora a culpa é minha?
Cebola – Pelo que eu me lembre, foi você quem nos trouxe pra cá, foi você que nos meteu nessa confusão, e não venha me culpar por tudo sabendo que você sempre é a culpada por todas as vezes que nos metemos em confusão! Eu não sei o porquê de um dia me casei com alguém tão mandona e besta como você, deveria estar desesperado o bastante pra me casar com uma qualquer!
Depois de Cebola pronunciar as últimas palavras todos ficaram em silencio, principalmente Julio e Diana. Mônica ficou arrasada com as palavras de Cebola. Sem saber o que fazer, Mônica correu para o banheiro e começou a chorar.
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