O Lado Escuro do Sol

15 Ajuda! / Surpresa!


Notas iniciais
Demorei eu sei... mas o tédio esta me torturando.... Nem coca ta me ajudando mais.... Tenho de conseguir outro vicio ^^.
Bem mais um capitulo ae...

***

O Vinicius falou para mim que eu não sou sozinha no mundo que eu tenho a ele, mas a verdade é que eu tenho mais uma pessoa… Alexis. Minha única amiga naquele lugar terrível.

-Eu tenho que te contar uma coisa. Eu falei parando abruptamente e ficando para trás no meio da rua.

-O que foi? Vinicius falou voltando para ficar perto de mim.

O bom de ser de madrugada é que você não precisa se preocupar com onde você para ou com as coisas que você faz porque não tem ninguém acordado sem ser você.

-Eu tenho mais alguém no mundo sem ser você.

-Quem? E porque você nunca comentou nada comigo? Vinicius me perguntou soando surpreso o que me deixou um pouco mal por não ter falado para ele antes.

-Se chama Alexis foi à única pessoa que falou comigo nestes séculos. Eu disse para ele o encarando com lagrimas nos olhos.

-Você realmente se apegou muito a ele. Vinicius disse me abraçando com uma cara tristonha.

-Como assim “ele”? Ela, a Alexis é ela. Eu falei sorrindo torto para ele ainda em seus braços.

-É um nome um tanto diferente. Mas porque você não falou dela antes? Vinicius perguntou afagando meus cabelos.

-Ela é uma respeitável doutora, ela que ajudou nas pesquisas para eu me tornar digamos… assim. Se eu sobrevivi a essa pesquisa maluca foi graças à ajuda dela, mas infelizmente eu não tive tempo nem transporte para ajudá-la a escapar. Eu não falei dela para você porque eu me culpo, porque eu tenho raiva de ter a deixado lá sozinha a própria sorte com aquele monstro do Marcus. Eu disse me apertando ainda mais nos braços dele e sentindo o aconchego e proteção que há muito tempo eu não sentia.

-Você já me contou, está tudo bem Nyx. Vinicius disse levantando delicadamente meu queixo e olhando em meus olhos.

-Posso te fazer uma pergunta? É que eu realmente estou muito curiosa quanto a isso. Eu disse ainda sem me soltar de seus braços, mas agora já sorrindo.

-Claro nobre senhorita. Vinicius falou sorrindo em resposta. Às vezes eu me esqueço que ele é mais velho do que aparenta.

-Como você consegue me agüentar? Eu sou realmente muito chata, e toda hora tenho… essas mudanças repentinas de humor.

-Porque você é o amor da minha vida, e eu faço qualquer coisa por você. Vinicius falou arrumando uma mecha do meu cabelo e a colocando atrás da minha orelha.

-Bem… Eu… Eu… Eu acho melhor nós irmos se não é capaz de chamarmos a atenção de alguém ou algo parecido. Eu falei me soltando com dificuldade de (ambas as partes) de seus braços.

Eu nunca havia ficado tão tentada em fazer algo como fiquei agora. Minha maior vontade era de beijá-lo, ali no meio da rua, sem ligar caso alguém nos visse. Eu queria tanto esquecer tudo e só ficar ali... com ele. Mas isso teria de esperar, eu preciso me focar na minha vingança, e arrumar uma maneira de salvar a Alexis.

-Sim, é melhor. Vinicius falou segurando a minha mão e saindo do meio as rua, andando do meio da rua ao meu lado.

Olhei a sua mão segurando a minha e não disse nada, mesmo que eu não quisesse chamar a atenção, ou que isso futuramente me fizesse muito mal, era bom saber que ele estava ali… ao meu lado.

-Entre! Eu fiz um gesto mandando o Vinicius entrar sem nem bater na porta.

-Nyx você realmente demorou e… Hm, você trouxe companhia. Zack falou saindo de um corredor e olhando diretamente para nossas mãos que ainda estavam entrelaçadas.

-Este é o Vinicius. Agora podemos tratar de negócios? Eu disse sorrindo e mostrando minhas presas para ele.

Vi o Zack estremecer após minha ação, um tanto precipitada. Senti o olhar de reprovação do Vinicius se cravar em mim e eu ri novamente, não por crueldade e sim por achar a situação realmente engraçada.

-Entrem vocês dois, acredito que vocês não querem chamar a atenção de ninguém. Zack falou um pouco mais pálido e com a voz rouca para nós e eu não contive o riso novamente.

Entramos na casa dele, desta vez ela parecia mais sombria do que eu jamais tinha visto nas duas vezes que estive aqui, ela estava com uma cara de que algo daria muito errado. Tentei disfarçar essa sensação que pela aparência dos dois era apenas minha e voltei a prestar atenção no que eles estavam conversando.

-Espere um momento! Você está me dizendo que há tuneis embaixo da Vamcorp e que seria muito fácil passar por ali? Vinicius falou com a sua expressão de estrategista novamente em seu rosto e desacreditando do que acabara de ouvir daquele humano imbecil.

-Isso que eu acabei de te dizer. Como eu expliquei antes, meu pai trabalhou na Vamcorp, por isso eu tenho acesso a algumas coisas realmente interessantes. — Zack falou mostrando alguns papéis para o Vinicius.

***

A cada minuto que eu passava naquela casa, meu coração se alarmava ainda mais como se algo ruim fosse acontecer a qualquer momento e que se eu estivesse ali eu nunca poderia me salvar.

-Zack. Nós precisamos ir, temos coisas pra resolver. Um dia antes de ir para a Vamcorp nós viremos aqui. Agora adeus. Eu falei levantando subitamente e arrastando Vinicius junto comigo para fora.

-Certo. Até mais. Zack falou se levantando e indo atrás de nós.

Quando nós já estávamos longe o suficiente daquela maldita casa eu respirei e senti a sensação aliviar, era como se o peso que antes me comprimia para perto do chão fosse tirado por uma mão invisível de cima de mim.

-O que houve? Sei que o cara é realmente muito chato, mas o modo como você saiu correndo de lá… parecia que alguém queria te matar. Vinicius falou se aproximando de mim.

-Eu realmente não sei. Senti algo estranho lá, vamos para casa que eu te conto quando chegarmos lá, aqui não é seguro para falarmos sobre isso. Eu falei calmamente já que a sensação já havia se esvaído por inteiro.

Foi uma caminhada silenciosa para o hotel, ele pensando na forma mais pratica de nós escaparmos vivos da Vamcorp depois da vingança e eu perdida em pensamentos absurdos a respeito da misteriosa sensação.

-Senhora Night, espere um momento. O recepcionista do hotel me chamou quando entravamos.

-Sim? Eu falei cansadamente para ele e indo ao seu encontro.

-Desculpe incomodar senhora, mas é que a pouco veio um jovem a procura da senhora dizendo se tratar de um assunto de total interesse da senhora e do seu… hm… namorado. Aqui esta o papel que ele deixou para que eu o entregasse para a senhora. O recepcionista me entregou e voltou para a recepção.

-Obrigada! Eu gritei para ele e voltei a andar rumo ao quarto onde Vinicius já devia estar.

Mal fechei a porta do quarto atrás de mim e abri o envelope com uma sensação de terror percorrendo todo o meu corpo. Sim, era o que eu realmente temia um recado direto e seguro da Vamcorp, o desenho de dentes de um vampiro, o que seria mandado apenas por eles.

-Como eles me encontraram tão fácil? Eles estão de alguma forma me espiando esse tempo todo, estão jogando comigo, estavam me dando à ilusão de segurança. Merda como eu pude ser tão tola. Eu disse dando um chute na cadeira e a fazendo ir para o outro lado do quarto com toda a fúria que eu tinha, se quebrando na parede.

-O que houve Nyx? O que o rapaz da recepção queria com você? Porque você está tão transtornada? Se acalme, sente-se para que possamos conversar.

Vinicius entrelaçou as mãos ao meu redor, e me guiou para que eu me senta-se na cadeira mais próxima.

Eu tremia de fúria, eu estava com tanta vontade de pegar o Marcus e arrancar a cabeça dele e depois jogar pedaço por pedaço em uma enorme fogueira.

-Agora me conte, porque você está desse jeito? O que aconteceu? Vinicius falou me olhando preocupado, enquanto eu continuava a encarar o chão.

-A Vamcorp nos encontrou. Eu falei entregando a carta que eu nem terminei de ler. Aquele maldito, ele vai morrer pelas minhas mãos, eu terei o prazer de arrancar cada membro e queimar lentamente para poder vê-lo sofrer. Ele me pagará por cada coisa que me fez passar. Eu falei levantando e andando de um lado para o outro do quarto, eu estava furiosa.

-Certo, mas quem você vai matar? Vinicius disse ainda observando a figura de dentes de vampiros.

-Marcus… ele merece morrer. Eu disse dando um soco na parede a quebrando.

-Calma, não desconte sua raiva aqui. A mais uma coisa dentro do envelope leia. Vinicius disse me dando o envelope sem nem tocar no que ainda restava dentro dele.

Peguei a carta da mão dele esquecendo toda a minha educação e comecei a ler o bilhete que estava lá dentro.

-Sua querida amiga esta de férias o que quer dizer que você não contará com a ajuda dela… por enquanto. Outra coisa minha general, espero que goste da surpresinha que eu mandei para você. Assinado: Marcus Night, futuro imperador da Terra. Eu li em voz alta.

-Se ele encostou na Alexis, não existira nada nesse mundo que afaste minha ira dele, porque eu me vingarei. Eu disse ainda andando de um lado para o outro e fechando as unhas na palma das mãos.

-Ele não ousaria. Sei que é arriscado, mas venha, vamos dar um passeio. Vinicius disse segurando a minha mão me chamando para sair dali.

-Nós fomos achados Vinicius, eu serei facilmente reconhecida. Não posso sair por ai, eu nos colocaria em risco. Se você quiser sair fique a vontade. Eu falei um pouco mais calma sentada na cama.

-Vamos você tem de se acalmar, e eu também tenho uma longa estória para te contar. Ele me disse se aproximando de mim.

-EU já disse ELES VÃO ME RECONHECER. Eu disse sem me virar para ele.

-Depende do ponto de vista. Vinicius disse colocando um boné em minha cabeça.

-Certo, vamos logo antes que você me vista de homem. Eu falei sorrindo sem vontade para ele.

-Essa seria a minha sugestão, mas acho melhor não insistir nela. Vinicius falou sorrindo para mim.

-Concordo, eu já usei farda que serve pelo resto dos meus dias. Só pegarei uma coisa e vamos. Eu disse indo remexer nas minhas coisas.

Vinicius me olhava curioso, enquanto eu procurava nas minhas coisas. Depois de alguns estantes eu encontrei o que eu procurava… uma adaga.

-Porque disso? Vinicius falou olhando para a adaga.

-Como eu já disse, eu não posso sair por ai com uma espada mais uma adaga e muito mais fácil de transportar e de se esconder, e depois que a Vamcorp deu o ar da vossa graça eu acho melhor me prevenir. Eu disse colocando a adaga dentro do meu coturno.

-Eu esqueço que te conheci usando farda, o problema é que chega a ser estranho para mim a ver dessa maneira usando roupas normais. Vinicius me falou analisando o meu jeans surrado e camiseta preta.

— Isto foi um elogio ou…? Eu acho melhor você contar logo a estória. Eu falei encarando as pessoas na rua por onde passávamos.

-Bem, eu conheço o Marcus há muito tempo como eu já te disse antes. Só que ele é um vampiro com cede de poder, como a própria carta mostra isso. Aposto que desde o principio ele estava usando você para conseguir manter as suas experiências a salvo, ele fez algo parecido comigo logo depois da morte da Anne eu entrei para o exército dele ajudando na proteção do clã. Mas como acredito que você deve desconfiar, eu sou um guerreiro normal, não com habilidades excepcionais como as suas, logo que vi o perigo aumentar tratei de arranjar uma desculpa pra sumir do campo de batalha e assim acabei por salvar a minha pele, porque os outros do clã que continuaram a lutar por ele morreram... Vinicius disse enquanto andávamos.

-Eu sempre soube que ele era louco. Esse cara realmente merece morrer. Eu falei apertando as unhas na palma das mãos.

-Agora você me entende porque eu me preocupo? Porque eu tenho medo por você? Aquele cara é um monstro, como você conseguiu agüentar ele durante todos esses anos? O Vinicius perguntou pra mim enquanto dávamos outra volta ao redor da cidade.

— EU já disse, eu nunca parei muito tempo na mesma Vamcorp, eu recebia ordens por meio de porta vozes dele, não que eu sempre obedecesse às ordens, porque obedecer é algo que eu realmente não entendo muito bem, o que acabava sempre dando muitas discussões, mas deixa pra lá. Eu disse tentando não lembrar aqueles momentos que eu particularmente não gosto nada.

-Vocês dois brigavam muito? Tinham muitos conflitos de opiniões? Ou algo assim? Vinicius perguntou olhando em meus olhos.

-Desavenças apenas, opiniões diferentes sobre as mesmas coisas. Foram poucas as vezes que eu fiquei frente a frente com ele para podermos discutir. Porque da pergunta? Eu rebati tentando entender onde o Vinicius queria chegar.

-Curiosidade apenas. Quem você acha que ele colocou atrás de você? Você acha que ele pode ter colocado a sua amiga, tentando assim forçar você a se entregar? Vinicius falou parando a caminhada para encarar o estrago que a sua pergunta “curiosa” me fez.

-Eu não sei, e ele nunca, jamais colocaria a Alexis atrás de mim seria ter certeza do fracasso da missão. Ela não é uma guerreira é uma cientista, e uma vampira muito jovem pra ser mandada para a luta assim de uma maneira tão brusca, mandá-la atrás de mim mesmo ela sendo minha amiga é ter certeza de sua morte. Eu falei olhando para o horizonte, tentando não pensar muito no que eu acabei por falar, a verdade é que eu acredito que o Marcus jamais colocaria a sua melhor cientista atrás de mim, ele não iria querer mexer no time que esta ganhando.

-Ele não teria medo de perdê-la e sim de que ela não conseguisse te capturar, ele deve ter colocado alguém realmente muito bom para ficar atrás de você. Vinicius falou continuando a andar e eu fui atrás dele.

-Sim. Mas isso não me preocupa agora, tenho medo por ela, e apenas isso me preocupa. Eu deveria ter a trazido junto, eu fui uma imbecil por não ter a procurado e ter a trazido arrastada. Merda, merda, merda, eu deveria ter ido atrás dela e… Eu falei com raiva ainda parada no mesmo lugar.

-E sido pega e sabe se lá feito mais o que. Não, Nyx você fez a coisa certa, agora que você está aqui é muito mais fácil de você resolver tudo. Se acalme não adianta você ficar desse jeito, assim você só vai piorar a situação. Vinicius disse estendendo a mão para mim.

-Você está certo. Mas o fato dela estar lá com aquele maldito me deixa fora de si, o que eu daria pra ter conseguido a salvar, só lhe digo uma coisa... Se ele encostou em um fio daquela cabeça ruiva eu acabo com ele, entendeu? Não existira nada neste universo que consiga conter a minha fúria. Eu disse continuando andando em sua direção sem tocar a mão que ele me estendeu.

-Acho melhor nós voltarmos, esta ficando tarde e ainda por cima teremos de sair à noite para nos alimentar, e não é uma boa coisa começar a chamar a atenção agora. Vinicius falou recolhendo a mão e indo atrás de mim.

-Concordo por isso você vai voltar para o hotel, e eu vou ir me alimentar e depois você sai e vai fazer o que for necessário. Eu falei andando mais rápido pela rua em direção sabe se lá deus para onde.

-Eu não vou te deixar ir sozinha, não quando o Marcus quer você entregue em uma bandeja de prata. Vinicius falou me puxando pelo braço e me fazendo parar.

EU estava transtornada com a idéia de que Marcus sabia onde eu estava, e poderia estar com a Alexis como refém para me obrigar a voltar, eu perdi toda a linha de raciocínio.

Ficar sozinha, ir para longe. Essas eram as ordens dadas pelo meu cérebro, e eu estava realmente interessada em cumpri-las sem discussão alguma.

Eu fui indo para a floresta, pouco me importa o que eu vou beber eu só quero ficar longe de tudo e todos.

-Você vai voltar, devem estar te procurando também. Não colocarei mais ninguém em perigo por minha causa, agora volte para o hotel. Eu falei me virando e o vendo parado bem atrás de mim.

-Irei com você, não a deixarei sozinha. Vinicius falou e veio parar ao meu lado em questão de segundos.

-Você vai voltar. Eu falei, mas ele nem se moveu, então tive de tomar medidas drásticas. Peguei a adaga do meu coturno e a apontei para ele.

-Por favor, Vinicius se você realmente me ama tanto quanto diz volte para aquele hotel e me espere lá se não… se não… eu me obrigarei a terminar tudo aqui. Eu falei ainda segurando a adaga em forma de defesa.

-Você realmente teria coragem? Você realmente me mataria depois de tudo o que nós passamos juntos? Ele me disse com um olhar triste que só ele sabia fazer combinado com aqueles lindos olhos azuis, e eu amoleci, mas rapidamente voltei ao normal, afinal a vida dele estava em risco, eu havia sentido a presença de mais alguém ali.

-Eu realmente não sei… mas saiba que minha alma não tem escapatória e eu estou pagando por tudo o que eu fiz então uma coisa a mais ou a menos para eu me arrepender não fará a mínima diferença. Eu falei contendo lagrimas.

-Eu sei que você não teria coragem de me matar. E eu vou, eu volto para o hotel… mas, por favor, se cuide. Vinicius falou vindo para perto de mim e me beijando e depois indo embora.

Fiquei em estado de choque por alguns segundos, e quando voltei a mim tinha alguém na minha frente.

-Quando Marcus disse que não era para eu me enganar com a sua cara de anjo ele estava certo e… O rapaz que estava na minha frente me disse parado perto de uma árvore.

-O que você quer? Eu disse o interrompendo enquanto eu parava próxima o bastante para poder dar um soco nele sem ter de me mover muito.

-Calma, eu só estou aqui para conversar… por enquanto. O Marcus quer que você se entregue, poupará sofrimento para todos e uma briga totalmente desnecessária. O rapaz falou ainda me encarando.

-Eu jamais me entregarei. Eu disse pegando a adaga e a posicionando para poder atacar.

-Porque sempre dificultam tudo? Olha Nyx, sei que você é uma ótima guerreira e que esteve prestes a acabar com o rei dos lobisomens e, blá, blá, blá… Eu simplesmente não quero ter de brigar com uma mulher. O rapaz disse indo em instantes para longe de mim.

-Que tipo de monstro você é? Eu falei tentando imaginar se ele era um ancião, o que definitivamente era a pior suposição que eu tinha, mas nenhum outro monstro poderia ter tantas características de um vampiro, mas se ele não é um ancião ele só pode ser… Eu não acredito que mais alguém possa ter sobrevivido aquilo. È impossível.

-Eu sou um vampiro, como você. A única diferença é que você é uma anciã até onde me consta e eu um vampiro normal que obteve a graça de poder sair no sol sem morrer. Ele me disse andando diretamente para o sol e ficando lá por alguns instantes para comprovar que o que ele falava era a verdade.

-Amigo quem te passou essa informação sobre mim estava completamente equivocado. Eu não sou uma vampira anciã. Sou uma vampira normal como você, na verdade se formos parar para pensar bem eu, você e o Vinicius somos os únicos com tais habilidades. Agora vai embora logo porque eu tenho que me alimentar. Eu falei indo em direção ao meio da floreta onde eu havia avistado alguns animais.

-Bem, não atrapalharei a sua refeição. Apenas saiba que a mim você não engana e que este não foi nosso último encontro. E por falar nisso meu nome é Diego, e lembre-se disso. Ele falou isso e foi embora, o que me deixou mais confusa do que eu já estava.

Alimentei-me o mais rápido que consegui, eu não conseguia parar de imaginar aquele cara, invadindo o hotel e matando o Vinicius.

***

Notas finais
Reviews?
Duvidas?
Recomendações?
Sapatos?
Coca?
Doces?