O Jogo Do Anjo
8 Capítulo 8
Ao chegar em casa descemos do táxi e o paguei, pedi para os pais da Pâmella irem na frente, pois queria falar com ela sozinho.
Eles entenderam o que eu disse e foram na frente quando entraram e fecharam à porta eu a abracei e então me ajoelhei na sua frente e ela me perguntou.
-Amor o que você ta fazendo? Vai sujar sua roupa.
-Eu quero lhe pedir uma coisa.
Ela me olhou sorrindo e eu comecei a falar.
-Pâmella você aceita ser minha namorada pra sempre, e que nada nesse mundo irá nos separar e que vai me amar pra sempre.
Ela quase chorando ao ouvir o que falei me puxou e me abraçou e disse.
-Eu aceito meu amor. Eu aceito.
-Não chora amor, vai estragar sua maquiagem, vamos entrar porque já devem está nos esperando.
-Claro amor vamos sim, estou ansiosa pra conhecer sua mãe.
Fomos entrando e minha mãe venho logo abraçando a Pâmella e disse.
-Nossa que moça linda meu filho.
-Mãe não faz eu ficar com vergonha.
-Desculpa filho, vamos entrem logo pra nós cantar parabéns e comer porque devem estar todos com fome.
Entramos e eu entreguei a câmera a Pâmella pra tirar as fotos, cantamos os parabéns e eu cortei a primeira fatia de bolo e disse.
-Esse primeiro pedaço de bolo quero entregar a uma pessoa que sempre esteve comigo quando eu não acreditava que conseguiremos chegar aonde chegamos hoje, mãe esse pedaço é pra senhora.
Minha mãe pegou o bolo toda emocionada e me deu um beijo no rosto e eu falei.
-Mãe vai deixar á Pâmella com ciúmes.
Todo mundo deu risada e fui entregando os pedaços de bolo e pedi para que se sirvam, eu ouvi alguém bater na porta e fui logo atender, quando abri a porta era o Sr. Vanguardia.
-Que prazer Sr. Vanguardia.
-O prazer é todo meu Mateus, e feliz aniversário aqui está seu presente.
-Muito obrigado Sr. Vanguardia, entre por gentileza e venha comer a com a gente e conhecer o pessoal.
-Claro Mateus.
-Pessoal esse aqui é o Sr. Vanguardia dono da editora La Vanguardia.
Todos os cumprimentaram e pedi para que se sentisse em casa. Fui ao meu quarto e encontrei a Pâmella sentada em minha cama, fui a sua direção ela e a beijei, me sentei ao seu lado e ficamos abraçados por um tempo até que ela disse.
-Amor eu posso dormir em sua casa hoje?
-Claro que pode amor, mais seus pais irão deixar?
-Acho que sim, mas vamos esperar o Sr. Vanguardia ir embora para nós falar com eles.
-Ta bom meu amor.
Voltamos para sala pra se degustar com os doces e salgados que minha mãe fez e ficamos na cozinha até a hora do Sr. Vanguardia ir embora.
Quando já estava ficando tarde o Sr. Vanguardia estava de saída quando me despedi dele fui falar com a mãe pra deixar a Pâmella dormir aqui hoje e ela deixou e foi falar com os pais da Pâmella.
Fui ao meu quarto e encontrei a Pâmella dormindo e temendo de frio fui ao meu roupeiro pegar um cobertor e tapei-a, e fui pra sala e disse aos pais da Pâmella.
-Ela está dormindo no quarto e tava tremendo de frio, acho que deve ta com febre, acho melhor deixa — lá dormir aqui, eu dormirei na sala, pois tenho que escrever uma nova história.
-Está certo Mateus, deixarei a Pâmella sobre sua responsabilidade. –disse o pai da Pâmella.
-Podem contar comigo, pois cuidarei da Pâmella.
Os pais da Pâmella ficaram felizes ao ouvir o que eu disse e ao sair agradeci por a deixarem dormir aqui em casa e chamei um táxi para eles e entreguei um dinheiro para eles.
Quando entrei fui dar um abraço na minha mãe e disse.
-Muito obrigado mãe por deixar a Pâmella dormir aqui em casa.
-Não precisa agradecer filho, eu sei o quanto você a ama e quer ficar sempre ao seu lado.
-É verdade mãe eu sempre quero estar ao lado dela, quero sempre amar a Pâmella.
-Leva esses docinhos pra você e pra Pâmella comerem, pois ela está acordada, eu falei pra ela deitar na sua cama e fingir que está dormindo pros pais dela deixarem dormir aqui.
-Obrigado mãe.
Fui ao meu quarto e encontrei-a sentada na minha cama, me sentei ao seu lada e lhe dei os doces que minha mãe nos deu e disse.
-Eu vou estar na sala caso precisar de algo.
-Não vá amor, fique aqui comigo do meu lado, dorme aqui comigo amor.
-Mas amor...
-Nada de mas, durma aqui comigo, eu quero dormir abraçado com você, e acordar ao seu lado.
-Eu também quero isso meu amor, eu sempre sonhei com isso.
-Então fique aqui amor. Por favor.
-Ta bom amor eu fico, vou pegar mais doces pra nós comermos.
-Ok amor vai lá, mas não demore.
Fui pra cozinha e peguei mais doces pra nós, e quando voltei encontrei ela vestida com uma camiseta grande que tinha e que ficou até os joelhos e ela disse.
-Eu encontrei essa camisa aqui porque não gosto de dormir de vestido.
-Tudo bem meu amor eu também vou trocar de roupa depois.
Terminamos de comer os doces e fui trocar de roupa e me deitei ao seu lado de frente a ela e a abracei colando seu corpo no meu e começamos a se beijar e trocamos carinhos à noite toda até que ela adormeceu puxei o cobertor para cobrir ela, e fui pra sala abrir meu presente que o Sr. Vanguardia me deu.
Ao abrir meu presente eu vi um livro com o titulo que tinha escrito “Perdido nas ruas”. E tinha um envelope com uma carta escrito assim.
Sr. Martín
Venho comunicá-lo que esse livro fará muito sucesso nas livrarias já foram milhares de exemplares de sua história e aqui está uma pequena parte dos lucros de seu livro e uma chave do seu próprio carro, passe segunda-feira na concessionária e pegue o seu carro. Tenha um feliz aniversário Sr. Martín.
William Vanguardia
Ao terminar de ler a carta peguei a chave mais não consegui identificar a marca, peguei o livro e o dediquei á Pâmella, quando eu ia pegar o dinheiro encontrei Pâmella na porta da sala e fiz sinal pra que ela se sentasse do meu lado e ela começou a falar.
-Está sem sono?
-Sim. Mais não queria te acordar.
-Tudo bem eu acordei agora pouco e fiquei olhando o quarto a tua procura.
-Olha só o que eu ganhei do Sr. Vanguardia.
-que chave é essa? –perguntou ela com toda curiosidade.
-É de meu novo carro que ganhei e esse aqui é meu livro que eu tinha escrito e que agora estou dedicando a você, e aqui está uma pequena parte do lucro das vendas, eu já ia contar quanto tinha quando você apareceu.
-Então conte amor.
-Me deixa pegar um cobertor porque você ai só com uma camiseta comprida minha vai passar frio, já volto.
Fui pro meu quarto e peguei o cobertor e voltei pra sala cobrindo eu e a Pâmella e se beijamos longamente.
-Então vamos contar juntos, essa metade pra você e essa para mim.
-Claro meu amor.
Começamos a contar o dinheiro e ao terminar uma lágrima dos olhos da Pâmella caiu e a olhei preocupado e perguntei.
-O que houve porque está chorando?
-Eu estou feliz por você que está melhorando a cada dia e por eu ter o melhor namorado da minha vida comigo, toma amor cem mil reais aqui.
-Pode ficar amor esse dinheiro é seu.
-Não, não posso aceitar esse dinheiro, é seu você que ganhou com seu esforço.
-Mas eu quero que você fique com esse dinheiro, pois sua família também necessita de ajuda, e o que eu contei vai sobrar muito ainda.
-Não sei como lhe agradecer, muito obrigado por tudo. Eu irei te amar para sempre.
-Eu também irei te amar para todo o sempre, o que acha da gente voltar pra cama e ficar debaixo das cobertas?
-Claro seria perfeito.
Fomos pro quarto abraçados e eu fechei a porta e a abracei por trás e comecei a beijar o seu pescoço até que ela disse.
-Não faz assim que arrepia.
-Não ta gostando? –perguntei curioso.
-Estou sim, mais está arrepiando.
Ela se virou de frente e tirou minha camisa e passou sua mão. Abracei-a e a beijei na boca, nos deitamos de frente um pro outro e começamos a se beijar novamente até que ela me puxou pra cima dela e me fazendo encaixar minha cintura entre suas pernas onde ficamos sentindo o corpo um do outro esquentando até que ela deu iniciativa e tirou a camisa que ela pegou em meu roupeiro, ao tirar começou a desabotoar minha calça até nós ficar com as roupas intimas, e ficamos nos tocando toda parte de nossos corpos.
Então paramos porque estávamos indo longe demais e me deitei ao seu lado e olhei em seus olhos e então ela começou a falar.
-Desculpa amor eu me empolguei demais.
-Tudo bem amor só vamos nos controlar. Mais fora isso tava bom não é?
-É verdade estava bom sim, fiquei até excitada sentindo você todo coladinho em mim.
-Eu também fiquei, mas vamos mudar de assunto que é melhor ou ficamos se beijando até dormir.
-Vamos ficar como antes e nos beijar.
Ela subiu em cima de mim encaixando suas pernas em minha cintura e ficou bem colada em mime começamos a nos beijar por um longo tempo ate que ela abriu seu sutiã e começou a se movimentar sua cintura, e ela com um movimento as mãos tirou minha cueca e sentiu meu membro todo ereto e eu com a mão em seu bumbum puxei sua calcinha pro lado e enfiou meu membro dentro dela aonde que um leve gemido saiu e eu disse.
-Você quer mesmo fazer isso amor?
-Tenho sim amor, eu sempre quis fazer isso com você.
Ela começou a gemer em meu ouvido pra me deixar mais excitado e ficamos nessa posição até que chegamos ao orgasmo juntos.
Ela se deitou do meu lado e me beijou e disse.
-Nunca consegui chegar ao orgasmo com um cara, você foi o primeiro.
-Nossa tenho o privilégio de ser o primeiro então, e eu tenho algo pra te confessar amor.
-Então me confesse.
Olhei para ela e uma lágrima de meus olhos caiu, e ela ficou preocupada e disse.
-Você tem AIDS?
-Não amor eu não tenho, é que com você eu perdi a virgindade.
-Nossa amor eu me senti especial por ser á primeira e espero ser a ultima também, pois irei ficar pra sempre com você.
Beijamos-nos e logo fomos derrotados pelo sono, dormimos por um bom tempo.
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