Ao chegar em casa descemos do táxi e o paguei, pedi para os pais da Pâmella irem na frente, pois queria falar com ela sozinho.

Eles entenderam o que eu disse e foram na frente quando entraram e fecharam à porta eu a abracei e então me ajoelhei na sua frente e ela me perguntou.

-Amor o que você ta fazendo? Vai sujar sua roupa.

-Eu quero lhe pedir uma coisa.

Ela me olhou sorrindo e eu comecei a falar.

-Pâmella você aceita ser minha namorada pra sempre, e que nada nesse mundo irá nos separar e que vai me amar pra sempre.

Ela quase chorando ao ouvir o que falei me puxou e me abraçou e disse.

-Eu aceito meu amor. Eu aceito.

-Não chora amor, vai estragar sua maquiagem, vamos entrar porque já devem está nos esperando.

-Claro amor vamos sim, estou ansiosa pra conhecer sua mãe.

Fomos entrando e minha mãe venho logo abraçando a Pâmella e disse.

-Nossa que moça linda meu filho.

-Mãe não faz eu ficar com vergonha.

-Desculpa filho, vamos entrem logo pra nós cantar parabéns e comer porque devem estar todos com fome.

Entramos e eu entreguei a câmera a Pâmella pra tirar as fotos, cantamos os parabéns e eu cortei a primeira fatia de bolo e disse.

-Esse primeiro pedaço de bolo quero entregar a uma pessoa que sempre esteve comigo quando eu não acreditava que conseguiremos chegar aonde chegamos hoje, mãe esse pedaço é pra senhora.

Minha mãe pegou o bolo toda emocionada e me deu um beijo no rosto e eu falei.

-Mãe vai deixar á Pâmella com ciúmes.

Todo mundo deu risada e fui entregando os pedaços de bolo e pedi para que se sirvam, eu ouvi alguém bater na porta e fui logo atender, quando abri a porta era o Sr. Vanguardia.

-Que prazer Sr. Vanguardia.

-O prazer é todo meu Mateus, e feliz aniversário aqui está seu presente.

-Muito obrigado Sr. Vanguardia, entre por gentileza e venha comer a com a gente e conhecer o pessoal.

-Claro Mateus.

-Pessoal esse aqui é o Sr. Vanguardia dono da editora La Vanguardia.

Todos os cumprimentaram e pedi para que se sentisse em casa. Fui ao meu quarto e encontrei a Pâmella sentada em minha cama, fui a sua direção ela e a beijei, me sentei ao seu lado e ficamos abraçados por um tempo até que ela disse.

-Amor eu posso dormir em sua casa hoje?

-Claro que pode amor, mais seus pais irão deixar?

-Acho que sim, mas vamos esperar o Sr. Vanguardia ir embora para nós falar com eles.

-Ta bom meu amor.

Voltamos para sala pra se degustar com os doces e salgados que minha mãe fez e ficamos na cozinha até a hora do Sr. Vanguardia ir embora.

Quando já estava ficando tarde o Sr. Vanguardia estava de saída quando me despedi dele fui falar com a mãe pra deixar a Pâmella dormir aqui hoje e ela deixou e foi falar com os pais da Pâmella.

Fui ao meu quarto e encontrei a Pâmella dormindo e temendo de frio fui ao meu roupeiro pegar um cobertor e tapei-a, e fui pra sala e disse aos pais da Pâmella.

-Ela está dormindo no quarto e tava tremendo de frio, acho que deve ta com febre, acho melhor deixa — lá dormir aqui, eu dormirei na sala, pois tenho que escrever uma nova história.

-Está certo Mateus, deixarei a Pâmella sobre sua responsabilidade. –disse o pai da Pâmella.

-Podem contar comigo, pois cuidarei da Pâmella.

Os pais da Pâmella ficaram felizes ao ouvir o que eu disse e ao sair agradeci por a deixarem dormir aqui em casa e chamei um táxi para eles e entreguei um dinheiro para eles.

Quando entrei fui dar um abraço na minha mãe e disse.

-Muito obrigado mãe por deixar a Pâmella dormir aqui em casa.

-Não precisa agradecer filho, eu sei o quanto você a ama e quer ficar sempre ao seu lado.

-É verdade mãe eu sempre quero estar ao lado dela, quero sempre amar a Pâmella.

-Leva esses docinhos pra você e pra Pâmella comerem, pois ela está acordada, eu falei pra ela deitar na sua cama e fingir que está dormindo pros pais dela deixarem dormir aqui.

-Obrigado mãe.

Fui ao meu quarto e encontrei-a sentada na minha cama, me sentei ao seu lada e lhe dei os doces que minha mãe nos deu e disse.

-Eu vou estar na sala caso precisar de algo.

-Não vá amor, fique aqui comigo do meu lado, dorme aqui comigo amor.

-Mas amor...

-Nada de mas, durma aqui comigo, eu quero dormir abraçado com você, e acordar ao seu lado.

-Eu também quero isso meu amor, eu sempre sonhei com isso.

-Então fique aqui amor. Por favor.

-Ta bom amor eu fico, vou pegar mais doces pra nós comermos.

-Ok amor vai lá, mas não demore.

Fui pra cozinha e peguei mais doces pra nós, e quando voltei encontrei ela vestida com uma camiseta grande que tinha e que ficou até os joelhos e ela disse.

-Eu encontrei essa camisa aqui porque não gosto de dormir de vestido.

-Tudo bem meu amor eu também vou trocar de roupa depois.

Terminamos de comer os doces e fui trocar de roupa e me deitei ao seu lado de frente a ela e a abracei colando seu corpo no meu e começamos a se beijar e trocamos carinhos à noite toda até que ela adormeceu puxei o cobertor para cobrir ela, e fui pra sala abrir meu presente que o Sr. Vanguardia me deu.

Ao abrir meu presente eu vi um livro com o titulo que tinha escrito “Perdido nas ruas”. E tinha um envelope com uma carta escrito assim.

Sr. Martín

Venho comunicá-lo que esse livro fará muito sucesso nas livrarias já foram milhares de exemplares de sua história e aqui está uma pequena parte dos lucros de seu livro e uma chave do seu próprio carro, passe segunda-feira na concessionária e pegue o seu carro. Tenha um feliz aniversário Sr. Martín.

William Vanguardia

Ao terminar de ler a carta peguei a chave mais não consegui identificar a marca, peguei o livro e o dediquei á Pâmella, quando eu ia pegar o dinheiro encontrei Pâmella na porta da sala e fiz sinal pra que ela se sentasse do meu lado e ela começou a falar.

-Está sem sono?

-Sim. Mais não queria te acordar.

-Tudo bem eu acordei agora pouco e fiquei olhando o quarto a tua procura.

-Olha só o que eu ganhei do Sr. Vanguardia.

-que chave é essa? –perguntou ela com toda curiosidade.

-É de meu novo carro que ganhei e esse aqui é meu livro que eu tinha escrito e que agora estou dedicando a você, e aqui está uma pequena parte do lucro das vendas, eu já ia contar quanto tinha quando você apareceu.

-Então conte amor.

-Me deixa pegar um cobertor porque você ai só com uma camiseta comprida minha vai passar frio, já volto.

Fui pro meu quarto e peguei o cobertor e voltei pra sala cobrindo eu e a Pâmella e se beijamos longamente.

-Então vamos contar juntos, essa metade pra você e essa para mim.

-Claro meu amor.

Começamos a contar o dinheiro e ao terminar uma lágrima dos olhos da Pâmella caiu e a olhei preocupado e perguntei.

-O que houve porque está chorando?

-Eu estou feliz por você que está melhorando a cada dia e por eu ter o melhor namorado da minha vida comigo, toma amor cem mil reais aqui.

-Pode ficar amor esse dinheiro é seu.

-Não, não posso aceitar esse dinheiro, é seu você que ganhou com seu esforço.

-Mas eu quero que você fique com esse dinheiro, pois sua família também necessita de ajuda, e o que eu contei vai sobrar muito ainda.

-Não sei como lhe agradecer, muito obrigado por tudo. Eu irei te amar para sempre.

-Eu também irei te amar para todo o sempre, o que acha da gente voltar pra cama e ficar debaixo das cobertas?

-Claro seria perfeito.

Fomos pro quarto abraçados e eu fechei a porta e a abracei por trás e comecei a beijar o seu pescoço até que ela disse.

-Não faz assim que arrepia.

-Não ta gostando? –perguntei curioso.

-Estou sim, mais está arrepiando.

Ela se virou de frente e tirou minha camisa e passou sua mão. Abracei-a e a beijei na boca, nos deitamos de frente um pro outro e começamos a se beijar novamente até que ela me puxou pra cima dela e me fazendo encaixar minha cintura entre suas pernas onde ficamos sentindo o corpo um do outro esquentando até que ela deu iniciativa e tirou a camisa que ela pegou em meu roupeiro, ao tirar começou a desabotoar minha calça até nós ficar com as roupas intimas, e ficamos nos tocando toda parte de nossos corpos.

Então paramos porque estávamos indo longe demais e me deitei ao seu lado e olhei em seus olhos e então ela começou a falar.

-Desculpa amor eu me empolguei demais.

-Tudo bem amor só vamos nos controlar. Mais fora isso tava bom não é?

-É verdade estava bom sim, fiquei até excitada sentindo você todo coladinho em mim.

-Eu também fiquei, mas vamos mudar de assunto que é melhor ou ficamos se beijando até dormir.

-Vamos ficar como antes e nos beijar.

Ela subiu em cima de mim encaixando suas pernas em minha cintura e ficou bem colada em mime começamos a nos beijar por um longo tempo ate que ela abriu seu sutiã e começou a se movimentar sua cintura, e ela com um movimento as mãos tirou minha cueca e sentiu meu membro todo ereto e eu com a mão em seu bumbum puxei sua calcinha pro lado e enfiou meu membro dentro dela aonde que um leve gemido saiu e eu disse.

-Você quer mesmo fazer isso amor?

-Tenho sim amor, eu sempre quis fazer isso com você.

Ela começou a gemer em meu ouvido pra me deixar mais excitado e ficamos nessa posição até que chegamos ao orgasmo juntos.

Ela se deitou do meu lado e me beijou e disse.

-Nunca consegui chegar ao orgasmo com um cara, você foi o primeiro.

-Nossa tenho o privilégio de ser o primeiro então, e eu tenho algo pra te confessar amor.

-Então me confesse.

Olhei para ela e uma lágrima de meus olhos caiu, e ela ficou preocupada e disse.

-Você tem AIDS?

-Não amor eu não tenho, é que com você eu perdi a virgindade.

-Nossa amor eu me senti especial por ser á primeira e espero ser a ultima também, pois irei ficar pra sempre com você.

Beijamos-nos e logo fomos derrotados pelo sono, dormimos por um bom tempo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.