O Jogador e a Jornalista_Perina
56 Repostandoo : Capítulo 53 -Comemorando o Novo Ano... Piranha... Zoo
Notas iniciais
53° Capitulo
Pov Karina
Depois de momentos intensos, com o Meu Noivo, dormimos felizes, e suados de amor...
No momento, eu estou curtindo a deliciosa banheira.
Os sais de banho com seus cheiros, Bons de mais, inunda não só a banheira, mais também, o banheiro todo.
Repouso minha cabeça, no borda da Banheira, onde se tem um acochoado próprio pra apoiar a cabeça, e me permito fechar os meus olhos...
As bolhas da banheira, faz com que eu possa descansar, refletir, e apenas curtir.
Hoje começa um novo Ano, e eu espero que ele me traga coisas boas...
Olho a aliança em meu dedo, e sorrio que nem boba, me lembrando de momentos, antes, momento, em que eu fui pedida em casamento...
Lembro me da música de Luan Santana, de seus olhos perfeitos de chocolate me observando, de seu ato de ter se ajoelhado, dos meus olhos cheios de agua, coração acelerado, pele arrepiada e pernas banbas..
E seu delicioso Pedido
“Casa Comigo Esquentadinha?”
Lembrando me de cada detalhe da meu delicioso Pedido de casamento, sorrio...
Depois de minutos na agua, me cubro com um roupão, e volto pro quarto.
Meu Menino, está deitado na cama, olhando pro teto.
Me deito na cama sobre ele, e o encaro.
—Bom Dia, Pê. –Abraço, meu noivo, com carinho.
Ele ri.
—Bom Dia Pequena... –sua voz rouba, bate em meus ouvidos com sinos suaves. Sorrio..
—Faz tempo que acordou? –ele pergunta, deslizando sua mão direita sobre meu rosto.
—Não muito..
—Hum..
—Tem planos pra Hoje? –pergunto.
Ele suspira fundo, se despreguiça, e me olha..
—Nada.. Pode ficar a seu critério. –ele disse com um sorriso preguiçoso, delicioso.
Sorri.
—Certo, primeiro, vamos ligar, pros meus sogros e a Pra Linda da Bete. –eu disse.
—Boa! –ele concordou de imediato, e pegou seu celular.
...
—Bom Dia Dona Delma? –Pedro diz e sorri.
Eu peço pra ele colocar no viva voz, e ele faz.
—Bom Dia? Pedro Já são 12:37, meu Filho. –Diz Delma. E pelo tom de voz, está séria.
Pedro me olha com cara de “Socorro”.
Mais em seguida ouvimos os risos de Delma e Marcelo.
—Feliz Ano Novo, meu querido, Que seu Novo Ano, possa Ser repleto de coisas ótimos e pra Você também Ka, Feliz Ano novo. –Diz minha sogra, e eu rio.
—Obrigada Delma, Feliz Ano Novo...
Ok, Depois de desejarmos, Feliz Ano Novo, aos pais do Pê, Contamos que estamos noivos. Foi mais ou menos Assim.
“Adivinham quem está Noivo”?
Pedro diz.
Minha sogra gritou do outro lado da linha feliz, e eu e o Pê rimos.
“Sim, Mãe, o Duca e a Bianca”.
—Pedro falou, e eu e ele rimos que nem
Dois idiotas.
Só paramos as risadas, quando minha sogra, começou a falar um monte de palavram. Acho que ela estava pensam sobre Pedro e eu.
“Brincadeirinha Minha Mãe, O noivo da vez, é o seu Filho”.
—ele completou, e ouvimos minha sogra gritar mais uma vez.
Seu Marcelo se manifestou, e assim como Delma, nos desejaram felicidades, e que estão felizes por nós dois...
Minutos depois, Foi a Vez da Nossa Querida Bete, Saber sobre nós.
—Bete, Meu Amor, Boa Tarde, Feliz Ano Novo! –Pedro disse sorrindo, e empolgado.
—Oi Meu Menino, Feliz Ano Novo, muita saúde, muita felicidade. –ela disse animada. _Manda Beijos pra Ka, e...
—Feliz Ano Novo Bete! –Eu disse.
—Oi Ka, Feliz Ano Novo.
—Obrigada Bete, Pra você também!
Ok, Pedro e eu contamos a Bete, que Pedro se reconciliou com seus Pais.
E Ela ficou feliz por demais, e o parabenizou pela atitude.
Ai, o Pê, pregou a mesma peça na Bete, que tinha feito com seus pais.
Sobre o nosso Noivado.
Obvio, que primeiramente Bete, nos xingou, e logo depois, Gritou e gritou, e nos parabenizou bastante...
..._Ok Meus queridos, agora vou curtir meu resto de dia de Ano, com os meus Amigos, e vocês se divirtam bastante e voltam logo, porque eu estou com saudade. Viu. –ela diz, e eu o Pê sorrimos. E dissemos que quando ela menos perceber, estamos chegando...
...
—Bom, missão cumprida, já liguei pra pessoas mais importantes da minha vida. Agora, eu só quero dar minha atenção, pra minha futura esposa, e sim, uma das pessoas mais importantes da minha vida. –ele me olha com aquele olhar caloroso, e com um sorriso preguiçoso delicioso.
Eu como sempre, me derreto que nem uma boba apaixonada.
—A é mesmo.. –arfo, enquanto ele desfaz o nó do meu roupão.
Minha pele se arrepia toda.
Ele sorri, e beija meu ombro.
Depois, desliza, sua língua sobre minha clavícula.
Com suas mãos fortes, me deita melhor na cama, e deita sobre mim.
Com aquele olhar intenso, dele, que me queima inteirinha, e me ascenda fácil, fácil, ele desse sua língua sobre o vale de meus seios, até que alcança o seio esquerdo, onde o devora, com avidez.
Suga o bico, desliza, a língua, enquanto sua mão belisca meu mamilo direito com força, e eu arfo.
Sua boca carnuda, deliciosa, que estava sobre meu seio esquerdo, agora, possui meu seio Direito como posse, com devoção, com leves mordiscadas, que me arrepia inteirinha.
Respirando com dificuldade, e não consigo, e nem quero, desgrudar meus olhos dos dele, que queimam sobre os meus.
—Minha Delicia cheirosa... –ele fala me cheirando e me arrepiando toda.
Voltando uma trilha, com sua língua, do vale do meus seios, ele sobe até meus lábios, onde toma posse da minha boca, com uma sede.
Nossas línguas nadam no nosso prazer...
Minhas mãos desse sobre seu corpo nú... E o massageio.
Suas mãos, afundam em meus cabelos, me puxando cada vez mais pros seus lábios.
Minhas mãos, vagam sobre seu corpo... Seus ombros largos e com músculos, são o ponto cheio, de minhas unhas passearem, enquanto nossas bocas se devoram.
Mexemos nossos corpos, intimidade com intimidade.
Nossas peles, estão arrepiadas.
Nossos corações acelerados.
Pedro me Penetra, sem sombra de aviso prévio, e eu gemo baixo, mais querendo gritar, de prazer. Do mesmo jeito, que ele abafa um gemido sobre meus lábios...
Suas mãos seguram firme em minha cintura, e sinto que bem mais tarde, marcas dessa nossa consumação, vai ficar sobre meu corpo, mais eu estou pouco me importando, sobre esse fato.
Minhas pernas por extinto, se prendem sobre suas pernas, bem abaixo da cintura, e faço com que, suas estocada, aumentem sobre mim.
Minhas unhas ainda estão sobre seus ombro, onde não quero que elas saiam,
Pedro arfa, enquanto vai mais fundo e rápido.
Sua boca, abafa seus gemidos sobre suas sugadas em meu pescoço.
Seu corpo cola bem apertado sobre o meu. E seu peito espreme meus seios.
Meus gemidos, escapam de mim, sem querer (Sem querer acordar alguém). E Pedro ri, sempre que isso acontece, e me mete mais forte.
“Adorei essa Cama...”—Sussurro.
Ele se vira pra mim, e me dá um olhar, de que não intendeu o que eu disse, e eu sorrio.
“Não dá pistas, do que estamos fazendo nela”. —sussurro mais uma vez, e continua rindo.
Ele pisca um olho pra mim, e sorri, sorrindo mostra-me suas convinhas, que eu reparo com dedicação.
Suas estocadas em mim são fortes e intensas.
Meu corpo se apega ao dele com uma facilidade incrível.
....
—Karina! –Bata alguém na porta.
E pela voz familiar, é minha mãe
Eu paraliso, mais Pedro continua me penetrando..
—Pê.. –sussurro com a boca em seu ouvido.
—Pê... –sussurro, mais uma vez em seu ouvido, e ele parece estar imerso, e em um mundinho só dele, enquanto nos dá prazer.
Chupo seu pescoço que está mais perto de mim, com bastante força, e ele me olha.
“Minha Mãe está do outro lado da porta”
Ele sorri, e diminui nossa velocidade.
—Fala com ela. –ele sussurra em meu ouvido.
—OOOII, MÃÃÃEE. –digo como um alivio por soltar um gemido, sem ser percebido.
—Tudo Bem?
—CLAROO.
—Filha, você está lembrada do almoço de Ano novo, na casa de uns amigos, da Tia Ana, né? E Vamos todos nós. Você e o Pê vão também né? –ela pergunta.
Dou sinal ao Pê, de o que responder.
Ele me olha.
“Diz, que sim”.. –Ele sussurra.
—SIM. –respondo.
—Certo, já estão prontos? –ela pergunta.
Pedro me olha e sussurra um Não.
Sim, ele tem que falar pra mim responder, porque eu estou em choque,
Pois, minha mãe está do outro lado da porta. Porta essa, que pertence a um quarto. Quarto esse onde estou deitada sobre a cama. Cama essa, onde estou fazendo amor com meu noivo. Noivo esse que não para de me dá prazer com suas estocadas.
—NÃO. –respondo.
—É que já estamos indo, e .. Mais Então vamos fazer o seguinte, Vou deixar o endereço anotado em cima da mesa de centro na sala de estar, está bem filha? –pergunta minha mãe com aquela voz gostosa de Proteção comigo.
Eu sorrio.
—Tá Bom.
No momento, Pedro está com suas estocadas lentas, e isso está me torturando. E seus lábios passeiam sobre meus pescoço.
Minutos depois, escutamos barulhos, de carros saindo.
Pedro aumenta suas estocadas com força.
Minhas pernas ainda entrelaçadas as suas coxas, se movimentam com sucesso.
Um gemido/grito, escapa dos meus lábios, e em seguida, mordo seu ombro sentido meu prazer inundar seu membro, e Pedro geme com isso.
Suas duas mãos sobem sobre meu rosto, e ele me faz encara-lo, e chupa meus lábios com força, onde suas estocadas estão super rápidas.
Meu corpo mole, pós liberar orgasmos, se inunda com o prazer jorrado dentro de mim, cujo o dono, é esse Homem gostoso, com o corpo super definido e com músculos, o Homem que eu amo, o Homem que está devorando meu pescoço com seus lábios.
Estamos á minutos assim.
Pedro ainda está com sua Beldade chamada de corpo, sobre o meu.
Seu membro ainda está sobre mim.
Sua cabeça está sobre meus seios.
E seus braços acariciam um de cada lado dos meus braços.
Meu queixo está apoiado sobre sua cabeça.
Nossas respirações estão voltando ao normal.
...
—Amor, o almoço.. –digo com a voz falha.
—Quer mesmo ir? –ele pergunta enquanto estala um beijo sobre meu mamilo esquerdo, e seu apoiando nos cotovelos, e ainda com seu corpo sobre o meu me olha.
Meus olhos capturam, cada pedacinho de seu rosto, e eu como sempre, fico cada vez mais encantada.
Ele percebendo isso, sorri. Sim, com aquele sorriso que me derrete, que desconcerta toda.
—Amor, não fica me olhando assim que eu fico com vergonha. –ele diz com a voz extremamente rouca. Me provocando.
—Bobo-digo e sinto minhas bochechas esquentarem, enquanto ele ri, e acaricia minhas bochechas.
Aproximando seu corpo do meu, ele beija meus lábios, com carinho, com amor...
Suas mãos descem pros meus seios, cortando nosso beijo doce, pra um beijo prazeroso.
—Amor! –digo separando o beijo.
Ele me olha e ri.
—Quer mesmo, ir num almoço, na casa, de pessoas, que não conhecemos, comemorar um almoço de ano novo? –ele pergunta.
Eu rio.
—Pê, não é bem assim, primeiro que pessoas que amamos, nossos familiares (Já nos consideramos todos uma família), vão estar lá, e outra, os donos da casa, não devem ser tão estranhos assim, afinal, são amigos do tio Jorge e a tia Ana, e pra ser amigos deles, são pessoas boas. Vai vamos lá, prometo que depois do almoço, iremos onde você quiser. –digo sorrindo e acariciando seu rosto com carinho.
Ele não resiste ao meu convencimento, e me beija.
—Eu vou pequena.. –ele diz por fim.
Momentos mais tarde, estamos de banho tomado (tive que tomar outro...), e arrumando.
Na mesinha de centro, á um endereço, e ao lado, um molho de chave. Obviamente, pela aparência, é uma chave de um meio de transporte, e deduzimos, qual é esse meio de transporte, pois em cima do sofá tem dois capacetes...
...Já na moto, eu seguro bem firme no meu noivo, que nos leva de acordo com o endereço do papel.
Quando enfim chegamos, nos demos de cara, com uma casa, extremamente chique.
Assim que desci da moto olhei para o Pedro, e logo depois pro segurança.
Pedro para a moto, e juntos vamos pra entrada da casa, onde tem um guarda roupas, Opa, um segurança que nos barra.
—Pois não? –ele diz ao som de uma voz grave.
—Sim, meu nome é Karina e esse é o meu Noivo Pedro, e eu sou sobrinha do Jorge e Ana, eles são amigos dos donos da casa. A Marcia e o Garcia. –digo tranquilamente.
O homem de terno a nossa frente, não muda de expressão.
—Vou avisar.
Pegando seu rádio, ele conversou com alguém, e nos liberou pra entrar.
Já na moto, estacionamos na garagem, onde já tinha bastantes carros, inclusive o do meu Tio.
Uma moça uniformizada, nos levou até o local, próximo á piscina, onde estava tendo o almoço.
Uma linda varanda, por sinal.
Mesas, pessoas felizes, comidas, churrasqueira...
Assim que minha mãe me viu, ela se levantou e me chamou.
Agarrada á mão do Pê, fui até ela.
Minha mãe passou o braço sobre meus ombros e me virando á uma mulher bonita, que deduzo ser Marcia.
Ela Aparenta ser bem metida. Mais não vamos tirar conclusões precipitadas.
—Karina. –a mulher diz sorrindo pra mim e se levanta e me abraça.
—É um prazer conhece-la, sou Marcia. –eu sorrio de volta.
— O prazer é meu. –digo.
—E esse lindo rapaz? –ele observa Pedro, com um olhar de querer devorar meu noivo.
E eu não gostei nem um pouco disso.
Pedro me olhou, e ficou sem graça.
—Não, não precisa me dizer, você é Pedro, Pedro Ramos. –a mulher diz sorrindo pro meu noivo, e logo em seguida, chama o marido, que conversa tranquilamente com alguns homens, incluindo Meu Pai e meu Tio.
—Olhe querido, quem está em nossa Casa, Pedro Ramos, o Que faltava pra fechar o quarteto. –diz a mulher.
Pedro sorri.
—Meu Marido, eu e os meus filhos somos seus fãs. –ela diz, e abraça meu menino.
—É um prazer conhecer você. –ela diz toda sorridente.
PIRANHA!
Seu marido César Garcia, Mais conhecido por Garcia, forte sobrenome, se aproxima e também diz que é fã do meu Amor e o comprimente.
Me viro em volta, e comprimento as pessoas que estão no local. Com um sorriso que tenho que forçar.
Não sendo falsa, mais também não quero bancar a ciumenta.
Me sento junta de Bianca, minha mãe e tia Ana.
A Marcia, se senta junta de nós.
Pedro começa a conversar com os meninos.
Marcia não tira os olhos do meu noivo, e isso está me incomodando.
Tento focar em um assunto com minha prima mais está difícil.
Algumas moças se aproximam de nós e consigo me concentrar na conversa.
—E você Ka, o que faz da vida? –pergunta Marcia, com o mesmo sorriso de galinha exibida.
—Sou jornalista de esportes. –digo sorrindo.
—Ah sim. E você o Pedro são amigos de profissão? –pergunta.
—Não, somos noivos. –mostro com orgulho minha aliança a ela.
Pegando minha mão, ela observa minha aliança.
—Sério? –me olha com cara de pouco caso.
—Sim. –digo mais uma vez com orgulho.
A partir daí, Marcia mal me olha, e só conversavam com as outras mulheres que estavam com nós.
Titia, Bi, mamãe, entre outras.
Certo se a dondoca dona da casa não queria falar comigo, paciência, eu é que não iria falar com ela.
Isso pra mim, significava inveja, e por isso nem liguei.
O Almoço estava muito bom, e as sobremesas, Divinas.
Eu estava sentada sozinha em uma poltrona de dois lugares, comendo um pudim.
—Oi moça...
Disse uma voz atrás de mim.
SIM, aquela voz deliciosa que eu tanto amo.
—Oi Pê. –sorri me virando pra ele, que se sentou ao meu lado.
—Tá quietinha Pequena.. O que houve? –ele perguntou.
Bem pertinho de mim, acariciando meu rosto e cheirando meu pescoço.
—Nada não Pê. –tentei sorrir.
—Fala amor, não mente pra mim. –ele diz.
—Não estou mentido, só não estou me sentido bem aqui nessa casa. –digo.
Ele continua com suas caricias e sorri.
—Mor, não liga pra essa Mulher, não notou que ela está com inveja de você, porque nunca vai me ter? –ele disse me olhando com intensidade, e eu sorri como boba apaixonada.
—Então você notou que, ela te comeu pelos olhos, assim que chegamos? –perguntei.
Ele sorriu e concordou com a cabeça.
—Mais eu nem dei bola. –ele falou beijando meus lábios.
Nosso beijo era romântico, e ao mesmo tempo invejado por quem olhasse.
—Amor, eu quero sair daqui.. –disse.
Ele me olhou e concordou.
—Lembra quando você me disse que eu poderia escolher o lugar que iriamos quando saíssemos daqui. –ele perguntou deslizando seu polegar sobre meu lábios e olhando para os mesmos.
—Sim Pê, me lembro. –disse sorrindo.
—Vamos no Zoológico? – ele fala.
—Mais amor, hoje é dia de Ano novo, será que vai estar aberto? –perguntei.
Ele deu de Ombros, emburrado parecendo uma criança pequena, e eu ri.
—Não custa tentar. –ele diz.
—Não Lindo... Não custa tentar, vamos? –perguntei sorridente. –ele concordou.
Nos levantamos e fomos nos despedir do pessoal.
Marcia deu um abraço tão forte em meu noivo, que me deu vontade de voar no pescoço dela, com todas as minhas garras.
Já na moto, seguimos rumo ao zoológico.
E assim que chegamos, Nos certificamos de que estava fechado (Obviamente) Mais o menino é teimoso.
—E ai Pedroso, onde vamos agora? –perguntei.
Ele sorriu.
—Não sei, vamos pra casa dos seus tios? –ele perguntou dando de ombros.
—Ah, sei lá, vamos dar uma volta, não conhece outro lugar legal por aqui? –perguntei.
—Eu conheço só o zoo, porque eu já vim aqui pro Guarujá, algumas vezes, em férias com os meus Pais, eles sempre me traziam aqui pro zoo, eu adorava esse lugar..–ele disse. _Fora isso, tem... Bom, tem uma pracinha, que minha mãe gostava de ir, fazer piquenique. Vamos lá? –ele perguntou me olhando.
Eu sorri,
—Vamos..
O lugar é realmente lindo, e tem bastante gente, em mesas de cimentos que ficando em um lado do parque.
Pessoas felizes e que estão se divertindo com seus familiares.
Pedro e eu, nos sentamos ao lado de uma arvore.
Eu estou entre suas pernas, ganhando um delicioso carinho nas cotas.
Nós dois observamos, algumas crianças que jogavam bola, no campinho da praça.
Me virei olhando pro Pedro, e sorri.
—Não vejo a hora do campeonato começar. –ele diz com aquele brilho nos olhos.
Eu sorrio...
Quando de repente a bola das crianças, vem até nós.
—Não aguento amor. –ele diz rindo, me dando um selinho e se levantando.
Pega a bola, e começa a bater balãozinho.
Logo as crianças, donas da bola, chegam onde estamos.
—Olha, é o Pedro Ramos. –diz as crianças juntas, e com brilhos nos olhos olhando para o Pê, e eu sorrio.
—Vocês conhecem esse cara? –pergunto como que não sabe a resposta.
—Claro! –diz as crianças em único som.
—Quem é ele? –pergunto, enquanto escuto Pedro rir.
—O melhor jogador do mundo. –diz as crianças.
—Ah, sim. Então porque, vocês não chamam ele pra jogar futebol? –perguntei olhando para as crianças, que me olharam e sorriram.
—SIM !!! –Gritaram.
—Primeiro eu quero saber o nome de você. –Pedro disse feliz olhando para as crianças.
Os meninos se apresentaram para Pedro, e logo em segui o chamarão para jogar Futebol com eles.
Passamos boa parte da tarde com as crianças... Acreditam, que eu até joguei junto? Pois é.
Pedro comprou sorvete pra todo mundo. E só paramos de jogar, quando os pais das crianças, os chamaram para irem embora.
Pedro e eu, também decidimos ir pra casa.
Assim, que chegamos, me joguei sobre a cama.
É por volta, das 18:17, não tem ninguém em casa.
Bianca já tinha me mandado um sms, avisando que Marcia tinha os convidado pro jantar, e que não tinham hora pra voltar.
—Preciso de um banho. –Pedro disse se juntando a minha na cama.
Eu me jogo sobre seu corpo, e encaro seus olhos.
—Amor, se acredita que eu já estou com saudades de casa? –pergunto e ele ri.
—Calma Pequena, depois de a amanhã, estaremos no Rio de volta. –ele diz, fazendo um cafuné gostoso em meus cabelos.
—Não Pê, eu estou falando de Londres. –eu falei.
—Sério? Sabe que eu também. –ele falou beijando meu queixo.
Eu sorri.
—Mais logo, logo estamos de volta...
Ficamos mais alguns minutos na cama, e depois, abusamos de uma deliciosa chuveirada compartilhada....
Depois de colocar uma roupa confortável, eu me deitei na cama, seguida de meu noivo.
—To com fome... –sussurrei.
Pedro me olhou e sorriu.
—Como sempre... –ele disse e eu olhei de cara feia. _Estou apenas Brincando minha Linda, Vamos preparar alguma coisa então, Pra matar a Fome da Minha Noiva Linda. –ele falou se levantando, e eu subi em suas costas...
Depois de fazermos uma bagunça na cozinha, nos alimentarmos e arrumarmos tudo, voltamos pro quarto...
No momento, estou com meu corpo inteiro em cima do Pedro com minha cabeça em seu peito, ouvindo seu delicioso coração, que bate forte...
—Já falei que adoro, ouvi seu coração... –sussurro já com a voz embargada de sono..
—Sim... –ele diz com sua deliciosa voz rouca, enquanto suas mãos deslizam sobre meus cabelos.
Nossos pés se acariciam, é uma delicia..
Assim, com cafuné nos cabelos, enquanto a outra mão do meu Pê desliza sobre minhas costas nua, e nossos pés trocando carinho, Durmo com uma facilidade....
Quando meu olhos lentamente se abriram, me remexi e senti o corpo do meu Noivo sobre o meu.
Sorri.
Me equilibrando sobre meus cotovelos, observeis cada detalhe de seu rosto, e beijei cada pintinha que pude..
Aos poucos meu Amor abre os olhos, e sorri pra mim.
Suas duas mãos envolvem o coro cabeludo dos meus cabelos, e seus lábios me devoraram com desejo...
As coisas começaram a esquentar entre nós, e nos entregamos mais uma vez, uma ao outro..
Sábado, sim, hoje é sábado.
Pedro e eu Levantamos, depois de um “Bom Dia” de Amor.. Fomos a padaria, e não só o pão, mais alguns doces e os frios, compramos pra nosso café da manhã.
Já na casa dos meus Tios, as pessoas que jantaram fora, e que não tiveram hora pra voltar ontem, no momento, estão dormindo...
Ok, Nosso Sábado, foi mais tranquilo para mim e Pedro, e uma ressaca monstra para os demais.
Domingo em fim, Pedro e eu fomos ao zoológico.
Assim que entramos, Pedro fez questão como sempre, de entrelaçar nossos dedos com carinho. Pedro pode me ter pelo Resto da Vida, e vai sempre se orgulha de andar comigo de mãos dadas, e isso deixa meu coração em alegria...
Caminhamos, pelo Zoológico inteiro, e olha que ele é bem grande.
Minhas pernas estão moles de tanto andar, mais a felicidade estampada no rosto do meu Menino, que está com brilho nos olhos, compensa todo o cansaço. E o vendo feliz, me deixa feliz também.
Vimos todos os Animais desse Zoo.
Me sentei em um banco, enquanto Pedro foi comprar sorvete pra nós. (http://www.artmoldados.com.br/arquivos_loja/12149/Fotos/thumbs3/produto_Foto1_3153760.jpg)
Quando voltou, passou uma perna de cada lado do banco e me entregou um delicioso sorvete de uva, enquanto já devorava seu cascão de Brigadeiro, e eu ri...
Por termos andado Zoológico inteiro, se deduz, que passamos a manhã toda por lá..
Depois, Pedro me levou pra almoçar, como um lindo cavalheiro.
—Amor... –Pedro disse depois de um tempo.
—Fala Pê.. –falei enquanto devorava minha sobremesa, torta de maracujá... Divina..
—Eu estava aqui pensando... Que tal irmos hoje no Estádio do Santos? –ele perguntou após limpar os lábios no guardanapo.
Eu sorri..
—Afinal, não fica muito longe daqui, e pelo que eu consultei no GPS, Fica á uns 10km daqui. –Pedro disse.
—Opa, então vamos sim, Afinal, iremos nada mais, nada menos que à Famosa Vila Belmiro, Estádio, onde Jogou Pelé, nosso Rei do Futebol. –eu disse sorrindo e eufórica, Afinal, Eu Karina, sou a doida por futebol lembram?
Pedro e eu visitamos a Vila Mais Famosa, (Estádio Urbano Caldeira, mais conhecido com Vila Belmiro, localizado em Santos. Sim, o estádio do Peixe, a Casa do Santos), vimos o museu, onde tem os troféus e títulos conquistados pelo Santos, vimos muitas fotos de jogadores atuais do clube e os mais antigos, e até o que já se foram..
Por último, fomos até o campo, onde Pedro e eu assistimos, um treino do time sub 15 do Santos..
...
Quando enfim chegamos em casa, já era tarde, meu dia hoje foi cheio, e eu adorei cada segundo dele.
O pessoal, estavam todos reunidos na sala de Tv, e conversavam animados.
Minha mãe me olhou e sorriu.
—Onde vocês estavam? –ligamos várias vezes pra você. –ela perguntou.
—Esquecemos os celulares. – Pedro disse.
Mais é mentira, deixamos os celulares no quarto de propósito, pois o dia seria só nosso.
—Mais me contem, como foi o dia de vocês hoje? –perguntou minha mãe vindo até mim, e dando um beijo em meu rosto e fazendo o mesmo no meu noivo.
—Conto, conto sim, mais só depois de um bom banho relaxante... –falei e todos riram.
Subi as escadas levando meu noivo junto de mim.
Assim, que adentramos o quarto, fui direto pro banheiro com meu menino, liguei a torneira da banheira.
Em seguida, a enchi de sais de banho, e estuma é o que mais tem.
Pedro riu.
—Amor... –ele sussurrou quando meu vestido rodado florido, foi parar no chão assim como minha lingerie vermelha rendada.
Logo as roupas do meu Menino, também estavam no chão ao lado do meu vestido, sorrimos sapecas, e quando em nossos corpos já não havia mais vestígios de roupas, entramos na banheira, bem de frente um pro outro.
Minhas pernas passaram por cima das suas, e isso fez com que nossos corpo se aproximassem mais.
Eu olhou meu menino nos olhos, naqueles olhos de chocolate que eu tanto amo.
Pedro sorri, aquele sorriso gostoso que me arrepia, e que me deixa toda derretida.
Minhas mãos passam por seus ombros, onde eu o puxo mais ainda pra mim, e lambo seu lábio esquerdo, que está extremamente quente, e minha pele se arrepia mais uma vez.
—Eu te Amo tanto Ka. –Pedro sussurra com a voz extremamente rouca, a voz que eu sou extremamente apaixonada..
Pedro diz com sua boca acpouco milímetros, longe da minha, até
devorá-la.
Suas mãos acariciam cada parte que ele encontra do meu corpo enquanto nosso lábios se devoram..
—Amor... –Separo nossos lábios, e os do Pê vão para o meu pescoço.
—Hum.. –ele sussurra.
—Eu quero comida, estou com fome.. –sussurro, mesmo estando com fome do corpo dele também.
Mais a minha barriga está dando muitos sinas evidentes de que quer comida.
Pedro ri, e me dá um selinho delicioso.
—Ok, Pequena, vamos terminar nosso Banho e te alimentar. –ele diz com riso na voz.
Pegando uma espoja bem macia, Pedro me deu Banho, enquanto eu fiz o mesmo, começando por seus cabelos..
Depois descemos pra jantar, na sala de jantar, onde todos já nos esperavam.
Contamos a todos como foi nosso dia.
Um dia divertido, e um dia onde conheci lugares novos.
Enquanto o restante ficou de resseca em casa mesmo...
Os meninos e a Bi ficaram morrendo de inveja de Pedro e eu, por termos conhecido a Vila Belmiro, e nós rimos...
Por fim, ao final da noite, eu só queria uma cama pra descansar e relaxar.
E Abraçada ao meu Homem, dormimos tranquilo, e com sorrisos nos rosto. Sorriso estes por termos vivido mais uma dia de vida, mais um dia Um ao Lado um do outro. Sorrisos por termos passado um dia inteirinho juntos, Um dia delicioso...
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Continha...
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