O Jogador e a Jornalista_Perina
43 Capítulo 43
Notas iniciais
43° Capítulo.
Pov Karina
Certo, ainda falta uma semana e três dias pro aniversário do Pê.
Mais, posso afirmar que tudo está nos conformes.
Já alugamos e planejamos a decoração que não é nada detalhado, graças a mim, porque se dependesse da Bi, ia tá mais enfeitado do que arvore de natal..
Vai ficar bem a cara do Pê.
Deixamos pra arrumar as coisas na quarta feira atarde, depois do trabalho.
Resumindo minha semana pra vocês, que foi bem corrida, quase não vi o Pê..
Na quinta de manhã, vi a mensagem do Pê, em agradecimento, sobre a mensagem que eu deixei o parabenizando.
No trabalho, o meu primeiro turno antes do almoço, foi corrido, editar matéria aqui, editar matéria lá. Matérias essas para serem passadas em programas de tv, que sempre compram autorizações da Classic para passar em seus programas esportivos.
Almoçamos Bi e eu no refeitório mesmo.
O resto do meu turno, foi tranquilo.
Fim de expediente, Bianca foi direto pra casa do namorado dela, e eu fui pra nossa casa, nada melhor que um banho tranquilo, e descansar o resto da noite.
De banho tomado, e em quanto preparava o meu jantar, liguei pros meus Pais.
Sei lá, me bateu uma saudade tão forte deles. Que ao finalizar a chamada, comecei a chorar forte, e soluçava quem nem uma criança, que acabou de ralar o joelho pela primeira vez.
A campainha toca, sem vontade alguma de me levanta pra atender, respiro fundo e tento secar as lágrimas.
Do nada meu sorriso se abre, porque sem mesmo cruzar a linha da sala de estar, eu sei que é o Pedro, afinal, só ele e o Duca, tem passagem livre, e autorizada por mim, e pela Bi.
E o Duca não é, porque a Bi tá com ele, e ela tá com a chave. Então só pode ser?...
_Minha Loira! –ele disse assim que abri a porta.
Nosso Abraço é forte, e muito carinhoso.
Parece que cada célula de mim quer morar dentro desse abraço gostoso do Pedro.
_Entra. –eu disse depois de um selinho demorado...
_Pra você! –ele disse, me entregando uma rosa de cor de rosa.
Eu nem tinha reparado que ele havia me trazido essa linda rosa..
Estou encantada, olhando que nem uma boba, pro lindo presente que acabei de ganhar.
Seu sorriso é infinito, meus olhos sorri, assim como meus lábios.
Antes de mais nada, o beijo com vontade e delicadeza.
Nos encaramos com intensidade.
Amo, essas provas de carinho, e de amor do Pedro pra mim.
E é esse também o significado da rosa cor de rosa, Amor e Carinho. Li isso uma vez em um site.
Depois de fechar a porta, eu puxo o Pedro, com a mão esquerda, enquanto levo a Rosa com muita delicadeza em minha mão direita.
Depois de pegar uma jarra de cristal, e colocar a rosa nela.
Me viro pro Pedro, que observou tudo.
Sorrimos..
_Aconteceu alguma coisa? –ele perguntou, mudando seu semblante de feliz pra preocupado.
_Não, nada, porque? –eu disse me aproximando, puxando a cadeira e me sentando ao lado dele
_Olhos vermelhos, carinha de choro. –ele disse passando seus dedos pelo meu rosto.
_Ah, é isso, não é nada é que eu estava realmente chorando, saudades dos meus pais, estou quase a um ano, sem ver eles, o máximo que eu passei longe deles era um mês. –eu disse e ele sorriu me puxando pro colo dele.
_O meu anjo, fica assim não, logo mais estamos chegando no Rio, e você vai poder matar saudade deles. –ele falou e eu sorri.
_Sabe o que me ajuda ficar bem? –eu disse passando uma perna de casa lado do corpo dele, e meu braços já rodados em seu pescoço.
_Posso deduzir. –ele falou sorrindo, me puxando pela nunca e atacando meus lábios.
Um beijo desejado, demorado e intenso, sua língua invadia com muita liberdade a minha boca, nossas línguas se tocavam, o calor começou subir...
_Pê... –sussurrei.
_Hum? –ele resmungou.
_Meu arroz vai queimar. –eu falei, tentando me levantar.
_Certo. –ele disse dando mais um selinho em mim, e me soltando.
Voltei ao meu fogão pra desligar a panela, onde continha um delicioso arroz com cenoura. Um feijão, já estava maravilhosamente pronto com calabresa.
Pedro me observava atentamente, meio sério.
_Para. –eu disse sentindo-me corar.
_Porque? Eu gosto tanto de fazer isso. –ele falou ainda sério.
_Você gosta é de me deixar sem graça. –eu falei colocando a concha na panela de feijão.
_Não, eu gosto de deixar você vermelhinha. –ele falou se levantando e vindo até mim.
_Pedro...
Ele começou rir e me abraçou apertado.
_Senta lá deixa que eu faço a carne. –ele falou me emburrando de leve.
Eu tinha temperado filezinhos de frango.
Ele pegou a grelha, e ligou na tomada.
Eu fui arrumar a mesa pra nós.
Os filés prontos ele colocou em cima do balcão.
_Salada? –ele perguntou me olhando.
_Tema alface, e tomate na geladeira.
Ele assentiu,
Foi a geladeira pegou a alface, e depois de temperada, e como uma cara ótima, colocou em cima da mesa
Depois ele pegou um dos pratos foi até o balcão.
E colocou comida.
_Pra você. –ele falou colocando na minha frente e sorrindo pra mim, com suas covinhas a mostra.
_Que lindo, Obrigada Ramos. –eu disse sorrindo.
Ele fez a mesma coisa com o prato dele e se sentou de frente pra mim.
_E ai, quero saber como foi o seu dia. –ele afirmou, após uma garfada á boca.
_Bom... Nada de mais, editar, escrever, analisar, pesquisar... –eu falei sem ânimo. _E como foi o dia do Grande Pedro Ramos? –eu perguntei, e comecei a comer logo em seguida.
Pedro soltou o garfo e de uma risada gostosa.
_Aquecimento, treino, academia, e por último banho de gelo. –ele falou sorrindo.
_Realmente, seu dia foi mais corrido que o meu. –eu falei sorrindo.
....
Jantamos e fomos pra sala. Nos deitamos no grosso e grande tapete branco da sala.
Estamos de frente um pro outro, e estamos nos encarando profundamente.
_Adorei seu feijão, minha mãe fazia desse mesmo jeitinho, com Tempero baiano e calabresa. –ele falou mudando do nada nossa intensidade e com pensamento longe.
Eu fiquei alguns minutos em silêncio, assim como ele.
Relutei entre entrar no assunto, ou não..
E...
_Fala pra mim dos seus pais, Pê? –perguntei cautelosa, e minha voz saiu quase que como um sussurro.
E respirou fundo, e puxou meu corpo mais pra perto do corpo dele, fazendo com que minha cabeça encostasse em seu peito, onde eu podia ouvir tranquilamente, as fortes e super rápidas, batidas de seu coração.
_Minha mãe conheceu meu pai, no Rio, ela tinha ido com uma amiga num parque de diversões, e meu Pai, bom, ele morava em São Paulo, ele tinha vindo passar férias no Rio com o irmão dele, o Tio Rene. Ai conheceu minha mãe no parque.
Minha mãe deveria ter uns 16 anos, e meu pai uns 19.
Os dois, foram o primeiro amor um do outro.
Desde de então, começaram a namorar, um ano e meio depois, meu pai pediu minha mãe em casamento, e se mudou pro Rio. E começou a trabalhar em um restaurante, e minha mãe em um escritório. Alguns anos depois nasceu Pedro Ramos. –ele me contou a história dos pais dele, de olhos fechados, e meu coração se apertava com isso.
_Nada de irmão? Eu falo, depois de você ter vim pra cá, porque seus pais são novos. –perguntei acariciando os cabelos dele.
Ele sorriu.
_Que eu saiba não, e também não sei o porquê de não.
_Sabes que penso a mesma coisa? Eu queria ter irmãos, pra partilhas as coisas, as conversas, as responsabilidade, as diversões, o amor dos meus pais. –eu disse, enquanto ele me observava agora, e com um sorriso calmo nos lábios.
_Né, realmente, isso seria muito bom. –ele falou me dando um selinho.
_Mais a vida, nos deu irmãos de coração. –eu falei apertando ele, em um abraço com bastante força.
_Concordo. –ele finalizou.
Beijando minha testa e sorriu.
_Sente falta deles? –perguntei.
Ele ficou uns bons minutos sem responder, até achei que esse silencio tinha dado a pergunta por vencida.
_Você não imagina o quanto... Faz praticamente 5 anos que não tenho informação alguma. –ele disse.
_Mas Pê, e dentro desses anos, você não teve recursos pra chegar até eles?
_Sim, até tive, mais não quis, acho que se eles, não estão nem ai pra mim, porque eu ei de estar. –ele disse e eu senti uma mágoa profunda em sua voz.
Sei que essa ferida que se abriu em seu peito, vai demorar pra ser curada, mais eu vou me dedicar pra ajuda-lo a curá-la.
_Pê, eu entendo perfeitamente, a situação, e concordo com você, mais são seus pais, será que você não pensa em dar o braço a torce? –eu falei acariciando seus cabelos.
_Não sei... –foram as últimas palavras do assunto “Pais”.
Eu tinha mil perguntas pra fazer á ele, mais não queria deixa-lo irritado. Afinal, pra tudo tem sua hora...
_Sabe linda, eu quero construir uma família, quero ter filhos. Quando isso acontecer, eu quero ser o melhor pai do mundo, me dedicar, dar amor e carinho, apoiar. E... Ensinar jogar futebol. –ele falou. E com suas ultimas palavras saíram risos.
Eu ri que nem boba olhando pra ele, que sorria.
_Ah isso sim, com certeza. –eu falei beijando seu lábios que eu tanto adoro.
Ele sorriu.
_Quero seus olhos, em uma cópia nossa. –ele falou se sentando no tapete e me puxando, pra me sentar também.
Ele fez um coque em meus cabelos soltos, e os fios que escaparam, ele colocou atrás da minha orelha.
Seus olhos eram sério. Eu estava derretida.
_Pê... –sussurrei.
_Karina, você quer s...
Barulho de chave, porta se abrindo.
_Boa noite amores. –Bianca disse sorrindo.
_Oi Bi. –respondemos juntos.
Meu olhar foi pra minha prima, mais senti os olhos do Pê em mim.
_Bom, o que fazem de bom? –ela perguntou se deitando no sofá.
_Conversando. –respondi.
_Ah sim. –ela falou.
_Bom, amanhã tem treino cedo, já vou indo. –Pedro falou se levantando. Em seu rosto parecia um descontentamento, tipo algo que queria falar, mais algo, ou alguém estragou.
Arqueei a sobrancelha com cara de dúvida. Bianca de olhos fechado nem se ligou de nada.
Meu olhar de dúvida se instalou. Ele sacou e sorriu.
Me deu a mão pra levantar, e me abraçou.
_Vamos almoçar amanhã? –ele perguntou.
_Vamos. –respondi de imediato, faz tempo que não almoçamos juntos.
_Ok, eu mando mensagem hora que sair do treino. –ele falou ainda abraçado a mim.
_Certo, mais eu quero a comida da Bete. –eu falei e ele riu.
_Certo, comida da Bete. –senti seus dedos nos meus cabelo. _Me leva até a porta? –ele perguntou cheirando meu pescoço.
_Eu quero te levar pra minha cama.
_Eii, eu estou na sala. –Bianca disse se sentando no sofá e nos olhando.
_Ah desculpa mocinha virgem. –eu falei e Pedro gargalhou.
_Insuportável, não sei como o Pedro te aguenta. –ela falou se levantando passando por mim, e dando um tapa no meu braço, que estava em laçado na cintura do Pedro.
Eu ri.
_Só pode se TPM. –eu gritei.
_VAI SE FERRA KARINA. –ela gritou batendo a porta.
Pedro gargalhou.
Nos olhamos.
Seus dedos contornaram meus lábios.
_Beijo? –sussurrei.
_Beijos! –ele falou atacando meus lábios.
Após um beijo vantajoso.
Nos separamos. Depois de mais um abraço apertado Pedro foi em bora.
Após um banho demorado, alguns minutos depois... Dormi.
...
Acordei com o Toque do meu celular, avisando-me, que mais um dia começou...
Minha manhã foi bem corrida na Classic. Amanhã tem alguns jogos do campeonato Inglês, por isso tenho que postar as informações desses jogos no site, e enviar pros jornais.
No período da tarde, tenho que colher informações dos clubes que vão jogar no Domingo, para serem passados por sites, jornais, e enviados pros programas esportivos de tv, que compram nossa matérias.
...
12: 15, minha cabeça não funciona mais pra nada, só penso no Pedro.
As 12: 23, Pedro me manda sms, avisando que está me esperando na entrada da Classic.
Meu horário de almoço começa as 12:30.
Arquivo rapidamente as matéria, pra terminar de editar depois.
Desligo o not.
Fui até a sala da Bianca.
Não sei não, mais acho que ela ficou brava comigo por causa de ontem, acredita que ela saiu tão mais sedo que eu de casa, que hoje eu ainda nem á vi.
Bati á porta e ouvi um “Entre”.
Delicadamente abri a porta, ela levantou os olhos de sua câmera e me olhou, sem animou algum.
_Áh é você. –voltou seu olhos pra câmera.
_Desculpa por ontem Bi, foi só uma brincadeira, não achei que iria ficar chateada. –ele nem me olhou.
_Porra Karina, precisava falar uma coisa daquela na frente do Pedro? Eu me senti uma idiota. –ela falou, me olhando séria agora.
_Desculpa Bi, não achei que fosse magoar você, prometo rever minhas respostas antes de dizê-las.
_Fazer o que né, já falou o que não devia falar. –ela falou.
_O que posso fazer pra me redimir? –perguntei, e ela ficou um tempo pensando.
_Pode começando pelo jantar, e bem feito, depois, Bom, quero minha sobremesa preferida, e quem vai fazer é você.
E depois, Bom, quem sabe não assistimos um filme. –ela disse séria, mais eu sei que sorri por dentro, conheço essa menina como a palma da minha mão.
Sorrindo a abracei. Ela sorriu.
_Agora vai, você não ia almoçar com o Pedro?
_Como sabe?
_Ele te perguntou ontem a noite. –ela diz com voz de obvio.
_Ah sim, é mesmo. Então tchau Bi até de noite. –eu disse beijando seu testa.
_Aproveita e pergunta pra Bete, sobre o presente. –ela falou.
_Nossa é mesmo! Eu tinha até esquecido. –eu falei. _Tchau.-finalizei fechando a porta.
Sorte a minha que o elevador tinha acabado de abrir.
...
Assim que entrei ao carro.
Pedro me abraçou apertado.
_Mesmo assim, estou bravo, está atrasada, 7 minutos. –ele falou lingando o carro enquanto eu colocava o sinto. _Avisei ontem a Bete, que iriamos almoçar.
_Desculpa Pê, mais é que tinha uma Bianca super brava comigo. –eu falei e ele riu.
O caminho até sua casa foi rápido.
No momentos, já estamos degustando a maravilha da comida da Bete.
Entre risos e conversas, terminamos o almoço e a sobremesa.
_Bom, agora eu vou escovar meus dentes. Vamo Ka?
_Vai indo Pê, eu já vou.
Ele concordou e subiu.
_Bete, eu queria te pedir uma ajuda. –ela me olhou e sorri.
_Diga menina.
_Me dá uma dica de presente pro Pedro? –assim que terminei de falar Bete riu.
_Ah Karina, isso é um grande problema, você acredita que até hoje eu nunca acertei um presente. Esse menino tem de tudo.
Mais, porque você não pergunta pra ele o que ele quer ganhar?
_Mais Bete, eu queria fazer uma surpresa. –eu disse.
_Então dê algo que seu coração concorde, após que ele vai gostar tudo o que você der, até uma bala de iogurte. –ela falou e eu ri.
_Obrigada mesmo assim Bete. –eu disse sorrindo. _Bom, vou lá escovar os dentes também.
Ela sorriu pra mim.
Subi ao banheiro do quarto do Pê, e lá, ele arrumava o cabelo.
Escovei meus dentes com ele me observando.
Ainda tínhamos 35 min, de lazer.
_Quer fazer o que, linda? –Ele perguntou enquanto eu penteava meus cabelos
_Varanda. –eu falei e ele concordou, me puxando pela mão, até lá.
Estamos deitados numa das poltronas.
Minha cabeça está em seu peito, e seus dedos me acariciam.
Nossas pernas estão entrelaçadas.
_Pedro?
_Diga.
Apoiei meus dois braços em seu peito e olhei em seus olhos que também me encaravam.
_O que você quer ganhar de presente, porque sinceramente, é difícil dar presente pra quem tudo. –eu falei séria e ele riu.
_Sério isso? –ele perguntou, depois de rir.
_Sim, é sério Pedro. –eu disse e ele continuou rindo.
_Ka minha linda, você já é o meu melhor presente. –ele falou acariciando meu rosto.
Tem como não beijar..
Passamos boa parte do tempo livre se beijando.
...
No carro..
_Mais é sério Pedro, me diz o que eu te daria de presente de aniversário?
Ele sorria enquanto dirigia.
_Linda, o que quiser me dar, tenho certeza de vou gostar. –ele falou sorrindo tranquilo e me olhando rapidamente.
É, acho que vou ter que fazer o que a Bete me disse seguir o coração e o meu bom gosto.
_Tá certo. –eu disse mexendo no cabelo dele.
Logo chegamos á classic.
Nos despedimos com beijo...
Depois de terminar de editar matérias, e abrir novas edições, enviei-as, para Margarette.
Depois de aprovadas, postei-as nos site para o público lê-as amanhã, e enviei também as emissoras.
Ufa dia conturbado.
As 6:37, eu estava em meu carro me dirigindo pro super mercado.
Afinal tenho um jantar e uma sobremesa pra fazer.
Dei graças, que o mercado estava com poucas pessoas. Comprei o que precisava, e fui casa.
Bianca estava tomando banho quando eu cheguei.
Corri tomar um banho.
E me arrumei rapidamente.
Voltei pra cozinha, e comecei a preparar..
Polenta, com queijo e carne moída. –uma das comidas que a Bi mais gosta.
A polenta ficou pronta, bem fininha só o caldo mesmo.
O molho ficou bem caprichado.
Com carne moída, cebolinha e salsinha, milho, azeitona, e pimenta dedo de moça.
Enquanto eu preparava o molho, ouvi a tv ligar.
Molho pronto.
Enquanto isso cortei a mozarela em cubo e joguei sobre a polenta.
Arrumei a mesa e coloquei as duas panelas.
Ouvi a tv se desligar.
_Hummm, Polenta. –Bianca adentrou a cozinha.
_Pois é, eu sei que você gost...
_Gosto não, eu amo sua polenta com carne moída. Agora me diz...
_Sim, coloquei cubos de mozarela. –eu falei e ela riu feliz.
Nos sentamos a mesa e começamos a comer.
_Sabe Bi, eu conversei com a Bete. –falei.
_Ah sim, e ai? –ela perguntou animada.
_Ela me disse que nunca acertou um presente pro Pê, e disse pra mim perguntar pra ele.
_É, foi o que eu te falei, mais você queria fazer surpresa. –ela disse com uma voz de boba.
_Sim, e eu falei a mesma coisa pra ela. Ai ela disse pra mim seguir o meu coração pra compra o presente. –eu disse.
_Certa Ela. –Bianca falou.
_Sim, mais eu acabei perguntou pro Pê.
_E ele?
_Ah, ele veio com aquelas palavras que me deixa derretida. –eu falei sorrindo igual boba, e a Bi riu junto de mim.
_Tipo? Eu gosto de detalhes Duarte Karina.
_O meu melhor presente, é você, ou, tenho certeza que vou gostar do que for me dar. –eu falei e ela gargalhou.
Passamos o resto da noite em riso.
Fiz o tal morango com leite condessado que a Bi ama, e assistimos filme.
...
Passei o sábado inteiro com a Bi. Faxina de manhã, e diversão o resto do dia.
A noite, liguei pro Pê e ficamos conversando, por um bom tempo.
E terminamos o sábado Bi, e eu do jeito que mais gostamos, assistindo filme, e comendo guloseimas...
Domingo, Bi e eu, cobrimos um jogo do Campeonato Inglês, pra Classic.
Pós jogo em casa, editei as informações, e narrativas do jogo e envie para Margarette, e a Bi fez o mesmo com as fotos.
O Real fico no empate, sem gols.
Depois de um banho e o jantar, ligue pros meus Pais, e ficamos boa parte do domingo conversando, e já planejando minhas férias.
Depois, fui dormir.
Segunda passou muito corrida.
Terça, Depois de um longo dia de trabalho, com matérias e coletivas de impressa pra cobrir e editar, pois quarte haverá jogo, Bi e eu fomos até o shopping comprar o Presente do Pê.
Como disse Tarefa Difícil.
Depois de “Finalmente, presentes comprados”, resolvemos jantar no Shopping.
Encontramos Fabi, e ficamos conversando um bom tempo...
Aproveitei e convidei ela pro aniversário do Pê, e ela disse pra contarmos com a presença dela.
Bi perguntou, se ela poderia nos ajudar, amanhã com a decoração.
E ela concordou de imediato, e disse também que adora decorar.
Fiquei muito feliz com isso.
Antes de dormir, ligue pra Bete, e Pedi sua Ajuda com os Preparativos, e ela super disse sim, e ainda falou que levaria a Soraia, pra nos ajudar também.
Quarta, depois de finalizar as últimas edições, e final de expediente. Como não teríamos que cobrir nenhum jogo, tínhamos a quarta livre, o resto da noite.
Depois fomos ao Bufê.
João já tinha mandado pra mim o número de convidados.
Fizemos uma lista do que queríamos pra festa.
O Bolo que eu escolhi, é de chocolate com maracujá, uma cama de cada recheio, e o bolo de chocolate.
Bianca me avisou que o Duca tinha mandado fazer um Bonequinho do Pê com o uniforme do Real. Ele enviou uma foto pra nós ver, e parecia um mini Pedro, e essa miniatura iria ficar na mesa de decoração em cima do Bolo de mentira.
No dia que fomos alugar as decorações.
Eu pedia pra moldurar em quadros três fotos do Pê. Um Quadro bem grande De corpo interior e outros dois quadros menores.
Três lindas fotos que eu adoro.
Eu havia conversando com Cobra, e disse que iriamos na quarta fazer a decoração. Para que ele avisa-se Carlos para levar as chaves pra nós, podermos entra, no grande salão.
As 19:32, chegamos em frente ao Salão.
Ficamos esperando nossas amigas chegar pra nos Ajudar, e o Carlos com a chave. E ele chegou primeiro que as meninas.
Descemos do Carro, e fomos até ele que estava acompanhado de uma mulher que pela aliança em abas as mãos esquerdas demos conta que são marido e mulher.
Nos cumprimentamos com sorriso, e a mulher super simpáticas.
Chaves entregues. Carlos nos avisou também, que nossa encomendas, (as caixas, com os acessórios que tínhamos alugado), haviam sido entregues, hoje sedo, e que o segurança Carvalho tinha recebido, e que estavam dentro do Salão Já.
Concordamos e nos despedimos.
Minutos depois chegou Fabi, e nos cumprimentamos.
Alguns instantes depois Bete chegou com Soraia e mais uma das Empregadas da Casa do Pê.
Entramos No salão.
Realmente lindo.
Sinceramente, é uma lugar já todo decorado, não precisa de muita coisa á mais.
As mesas já haviam de ser decoradas e enfeitadas amanhã, sedo pela companhia do Bufê.
O lugar já tem ilustres em toda parte.
Áh uma enorme pista de dança, e em voltas as mesas e cadeiras, Em um dos cantos, onde tem um enorme ilustre iluminando bem essa parte, tem uma enorme
e mesa de vidro, onde logo mais ficaram o bolo de mentira, alguns enfeitas, e os docinhos que serão postos momentos antes da festa começar, mais ai ficam por conta do Bufê arrumar.
Arrumamos a mesa, deixando espaço pros doces, e Penduramos os três quadros.
Um pouco mais á entra, do lado de dentro claro, colocamos um grande telão, bem editado com algumas fotos do Pedro, e seu nome escrito bem grande com letras bonitas, e em vermelho, sua cor preferida.
Depois de organizarmos tudo, o que tinha pra ser organizado.
Agradecia de coração as ajudas que ganhei, nos despedimos e fomos em bora.
São 23:12, quando chegamos, Bi fez um lanche pra nós.
Depois de comer e com um dia cheio, estou cansada de mais, só quero minha cama...
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Continuaa...
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