O Jogador e a Jornalista_Perina
47 Capítulo 47 - Olá Rio. Como é Bom estar em Casa de Novo !!!
Notas iniciais
47° Capítulo
Pov Karina
Bom, minha semana seguinte, foi corrida, pois fui a última semana de trabalho antes das férias.
E outra porque estava faltando apenas uma semana pro natal.
Sim, saiu em quase todos os jornais e revistas, tanto de fofocas de famosos com os jornais esportivos, sobre o golaço do Pedro na final, que foi dedicado A sua musa inspiradora. Claro, eu era motivo de conversar, risadas e invejas das pessoas que trabalham comigo e principalmente das meninas.
Mais confesso que, quem mais tirou sarro do meu rosto vermelho de vergonha, Foi o Pedro e o João.
No fundo, eu fiquei feliz pela vitória do Meu Menino, e orgulhosa pelo Gol.
...
Como a essa altura do Campeonato não conseguimos comprar passagens pro Rio. Por isso vamos nós 6 no Jatinho do Cobra.
...
Editar matérias pra última semana no trabalho, arrumar as malas pra viagem, comprar lembrancinhas pra família e amigos.
Curtir meu Menino Grande de noite...
...
Ufa, tudo Concluído..
No momento estamos já dentro do Jatinho do Cobra esperando pra Decolar.
A nossa animação, e ansiedade está a mil.
Só de saber daqui á algum tempo, estaremos chegando á minha cidade natal, faz o sangue em minhas veias ferverem de felicidade.
Por ser de madrugada, exatamente 5h da manhã, tanto o Cobra com o Duca estão dormindo.
João e Bianca Jogam Uno, pra ver se o nervosismo passa.
Pedro está calado ao meu lado, e eu só consigo pensar nos meus país.
—Tá feliz Linda? –ele pergunta, depois de minutos.
—Bastante, to com muita saudades dos mais dos meus pais. –eu digo. Pedro me olha e tenta sorrir, mais eu sei que fiz coisa errada. Falei de Pais...
—Desculpa Lindo, é que...
—Não, não foi nada mesmo. –ele diz colocando um dedo nos meus lábios me impedindo de falar.
Eu pego sua mão e entrelaço a minha.
—Ei, nunca se esqueça que eu estou por você e pra sempre estarei, não se esqueça. Ok. –eu digo e dou um beijo em sua mão.
Ele sorri, e acaricia meu rosto com sua outra mão.
—Nunca. –ele diz sorrindo.
Nos beijamos com vontade.
Ficamos um bom tempo nos beijando, e ouvindo Bianca gritar Uno, repetidamente.
Pedro me puxa mais pra perto dele, e eu encosto minha cabeça em seu peito, onde eu escuto seu coração batendo rapidamente e eu sorri, fico sempre toda derretida, quando escuto seu coração, assim, acelerado, e sei que o motivo sou eu.
Sorrindo e recebendo seu delicioso cafune nos cabelos durmo..
Não sei quanto depois, eu acordo. Pedro está ouvindo música.
Cobra, João e Duca conversam, e a Bi dorme.
—Dormi bastante? –pergunto pro meu Menino.
—Sim. –ele disse e eu sorrio.
Começamos conversar, e os meninos se juntam a nós.
A pauta da nossa conversa, foi o grande jogo da final.
Sério, o tempo passou que eu nem percebi.
Logo o Copiloto nos avisou que estamos próximos do campo de parada, e que logo vamos pousar. Meu coração quase sai pela boca.
É 12 horas, se passaram rápidos.
20 minutos depois, quando o avião está parado, descemos, as escadinhas.
Sério, estou em casa de Novo.
Por ter sido um voo particular paramos em um lugar próprio pra aviões pequenos. Pra jatinhos.
Assim que meus pés entram em contado com o chão, eu sorrio que nem uma boba.
Assim que estamos todos, em terra firme. Cobra se despede do Piloto e do copiloto.
Bianca liga pra companhia de táxi e pede dois táxi. Pra nós seis, e nossas bagagens.
E minutos depois chega os dois táxi pra nós.
Depois de colocarmos nossas bagagens no porta malas, e já dentro do táxi, eu do o endereço da minha casa, o outro táxi vai João e Cobra.
No caminho, estamos animados com nossas férias.
—É Pedrão, vai se preparando pra conhecer o sogrão. –Duca falou rindo, e Bi e Eu também rimos.
—É seu Duca, não ri muito Não, porque meu pai também vai vir pra cá viu. –Bianca disse e quem ri agora é o Pedro.
Passamos pelas ruas, vemos pessoas feliz e rindo, vemos o Mar, o meu Mar, do Meu Rio de Janeiro, cara como senti saudades.
—Amanhã, você me espera ok? –Bi disse rindo apontando pro mar, e nós rimos.
Quando chegamos no meu bairro, só falta cair lágrimas de tanta emoção que eu estou.
Assim que chegamos á minha rua, e eu vejo a linda praça que tem na frente da minha casa.
Logo que pagamos e descemos, pego minha mala, assim como cada um pega a sua.
Olhando pra minha casa, eu chego no portão, e sem demora, eu bato palma, mesmo tendo campainha.
Minha mãe é a primeira a sair no portão e quando me vê, chora, chora, do mesmo jeito que estou chorando.
Assim que ela abre o portão me abraça tão forte e eu devolvo o abraço com tanta devoção.
—Que saudade da minha loirinha. –ela diz sorrindo.
—Mãe. –eu digo emocionada.
Depois de um lindo momento mãe e filha, sorrimos.
—Oi Titia. –Bi disse abraçando minha mãe.
—Oi minha querida.
Sorrimos as três, enquanto os quatro estão quietos apenas nos observando.
—Mãe, esse é o Pê. –eu digo puxando o Pedro pra perto de mim. _Pê, essa é minha Mãe Dandara.
Os dois sorriem
—Então você é o famoso Pedro? –minha mãe pergunta olhando Meu Menino. _Você me lembra alguém... –ela fala olhando firme pro Pedro, que ri.
—É um prazer conhecer a Sra. –Pedro fala sorrindo e estendendo a mão pra minha mãe. E mudando de assunto...
O Pedro, Lembra quem pra minha mãe????
Mais conhecendo ela como eu conheço. Ela o puxa pra um abraço, que riu e fez o mesmo.
—O prazer é meu. –Pedro disse.
—Quando nos comunicamos, Karina parece que só sabe falar de Pedro. Pedro isso, o Pê aquilo. Resumindo a minha loirinha só fala do tal Pedro, até quem fim nos conhecemos. –minha Mãe diz rindo junta do Pê, me fazendo morrer de vergonha. E todos começa rir de mim.
Pedro me abraça e beija meu obro.
—A Ka, também fala bastantes dos Pais dela. –ele disse rindo.
—Ok, e vocês são...? –minha mãe perguntou olhando de mim pra Pedro e de Pedro pra mim.
—Então... é... –eu ia dizer mais Bianca me cortou.
—Titia, esse é o meu namorado Duca. –ela disse apresentando ele, (me salvando de responder) que deu um abraço na minha mãe.
—Duca.. –Minha mãe encarou ele. _Eu te conheço de algum lugar...
—Sério de onde? –ele disse olhando pra minha mãe.
(Cara, minha mãe conhece todo Mundo, é isso?)
—Não faço ideia, mais você não me é estranho. –ela falou e os dois riram.
—Bom, e esses são amigos nosso, João e o Ricardo. –eu disse puxando os dois.
Minha Mãe cumprimentou os dois.
—Bom, mais vamos entrando. –minha mãe disse puxando minha mão, fazendo nossas mãos se entrelaçarem.
Entramos em casa.
Minha casa, é um sobrado de terreno inteiro, em cima tem os quartos, quatro, e uma pequena sala com Tv, onde eu fazia as minhas festas do pijama, com a Bi e minha amigas.
Em baixo, tem a copa, a sala de estar, a sala de jantar, a cozinha, um banheiro, e mais nos fundos, tem um quartinho de lavanderia, e na varanda, tem uma churrasqueira e um pequeno cantinho de churrasco do meu pai, com a pia, a mesa, os utensílios de churras, e o que nunca poderia faltar a mesa de sinuca. Os meninos riram pacas quando á viram, e o João disse que nós somos a família da sinuca, eu a Bi e a Minha mãe rimos.
Nessa mesma varanda, tem um cantinho de jardinagem da minha mãe que está lindo, com suas lindas flores, e tem uma piscina média de fibra, mais o suficiente pra caber 12 pessoas tranquilo, que nós sempre enchíamos quando meu pai fazia churrasco e chamávamos os amigos.
Ao lado tem um pequeno banheiro de saída da piscina, com uma ducha ao lado.
—Mãe, cade o Pai? –perguntei.
—Na academia, você não avisou que vinha hoje, então ele foi pra lá, porque se tivesse avisado seu pai estava aqui. –ela falou, e eu ri.
Conhecendo meu Pai como eu conheço, teria ido me buscar no lugar que paramos.
—Eu quis fazer surpresa. –eu falei.
—Sua cara né. –ela falou me abraçando. _Ai que saudade do meu Bebe.
—Ai que meigo. –João falou rindo.
Minha mãe sorriu.
—Pelo visto, ele é o pateta da turma? –minha mãe perguntou, e todos nós rimos.
E em coro nós 5 respondemos um “SIMMM”.
—Bom mãe mais, não avisa o Pai, que eu cheguei, quero fazer surpresa. –eu falei.
—Ok. –minha mãe disse rindo.
Fiquei conversando alguns minutos com a minha mãe.
Foi só um pouquinho, porque eu sei que ela vai me encher de perguntas, tanto do Pê, como do meu trabalho, como é Londres, e resumindo, como foi minha vida nesse 1 ano longe de casa.
..
Depois de apresentar minha casa ao meninos, eu só quero um banho.
Aqui em casa tem banheiro nos quatro quarto, segundo meu pai, é coisa chique, e se é coisa chique temos que ter. Segundo minha mãe, “Falar é fácil, não é você que vai lavar 5 banheiro, né”.
5 porque lá em baixo tem o um banheiro.
Mas...
Antes que minha mãe pudesse me contrariar, eu puxei o Pedro pro meu quarto.
E assim ficou:
Em casa como tem quatro quartos, 1 meu e 1 dos meus Pais, os outros dois é de hospedes, então ficou um pro Duca e a Bi, e o outro pro João e o Cobra.
Agora adivinham, onde o Pedroso Vai dormir?
Sim, no meu quarto. Bom até meu pai descobrir e fazer ele dormir na sala. Kkkkkkkkkkkkk.
Bom, todos loucos por banho, João desceu pro banheiro de baixo, Duca e Bianca no quarto deles, e o Cobreloa no quarto que ele vai dividir com o Jhony.
As 19:15, provavelmente daqui a pouco, seu Gael chega e que saudade que eu estou do meu Pai.
Combinei um plano com o pessoal aqui.
Apagamos as luzes e ficamos em silêncio, e assim que ele abrisse a porta e acendesse a luz eu apareço e o abraço.
Sério meu pai vai ter um troço, mais se é de felicidade, tudo vale.
Assim que dá 19:30, provavelmente minutos depois meu pai chega.
Mais meu coração dispara quando escuto o barulho do portão se abrindo.
Tum, tum, tum... Porta se abre luz se acende, e eu estou bem no centro da sala de estar, bem de frente pra porta, bem de frente pra onde meu pai está.
Assim que ele me olha..
—Minha loirinha. –ele sorri.
—Paiii. –eu corro abraçar ele, pulando em seu colo. –Que saudade Pai. –eu digo abraçada a ele.
—O minha filhinha. –ele diz
me olhando. _Como você tá? –ele pergunta me colocando no chão.
—Eu to ótima. –eu digo sorrindo.
—Ah meus amores. –minha mãe diz vindo até nós e nós três nos abraçamos.
—Que família linda. –Disse Bianca nos fazendo rir.
_Minha sobrinha linda. –meu pai estende os braços pra minha Prima que o abraça.
—Oi titio. –ela disse.
Em seguida os meninos estrão na sala. _Tio, esse é o Duca meu namorado. –Bianca disse puxando o Duca pra Perto do meu Pai, que deu um forte aperto de mão nele.
Eles sorri.
—Duca, Duca... Nós já nos conhecemos certo? –meu diz olhando pra ele.
Eu rio.
—Mamãe teve a mesma impressão. –eu digo.
—E não é querido, esse menino não é estranho. –minha mãe fala.
Todos nós nos olhamos...
—Bom, tio esses são os nossos amigos Ricardo e o João. –Bianca disse o apresentando os meninos.
—Prazer, eu sou o Gael. –meu pai diz enquanto cumprimenta os meninos.
—Mais os meninos chamam ele de Cobra, querido. –minha riu contando pro meu pai que riu também.
Sério, minha mãe ficou impressionada com o apelido Cobra.
—É... –sim eu ia apresentar o Pê pro meu pai, mais ...
—Não, deixa eu adivinhar. –meu pai disse rindo olhando seriamente pro Pê.
—Você é o Pedro Ramos. –Meu pai disse apontando pro Pedro. _Você perece com alguém que eu conheço... –meu pai estreita os olhos, pro Pê.
(Sim, meu pai também acho o Pedro parecido com alguém igual minha mãe, só eu que não lembro do Pedro?)
Tensão, todos em silêncio, olhamos do meu pai pro Pê, e do Pê pro meu Pai.
—Prazer seu Gael. –Pedro disse estendendo a mão ao meu Pai, que o puxa pra um abraça.
Todos nós rimos.
Assim nos sentamos todos no sofá e no grande tapete macio da sala.
—Nem te conto Ka, sabe quem está viciado em futebol Europeu? –Diz minha mãe rindo.
Eu dou risada e encaro meu pai.
—Áh é seu Gael..?
Ele me olhou e riu, depois olhou pra minha Mãe.
—Ka, você sabe que sua mãe gosta de aumentar as coisas. Mais eu estou assistindo bastante o Futebol Europeu. –Meu Pai disse me olhando, assim, como quem não quer nada, e todos nós da sala rimos.
—Poxa, nada de mais, eu estou acompanhando o trabalho da minha Filha. –ele disse e eu sorrio.
—Claro Pai. –eu disse.
—Inclusive, nós assistimos a final. –diz minha mãe.
—Ah sim, foi um jogão. –eu e a Bi dissemos juntas e rimos.
—Duas puxa sacos. –meu pai falou.
—Ok, papo vai, papo vem, mais eu estou com fome. –eu disse.
—Então vamos fazer o jantar. –diz minha mãe rindo.
—E eu vou tomar banho, licença. –Diz meu pai subindo as escadas.
—Meninos fiquem a vontade. –minha mãe disse, e nós três fomos pra cozinha.
50 min depois, sentados na mesa, começamos a comer.
E cada vez mais perguntas e conversas.
Ao final do jantar quem lavou a louça e guardo tudo foram os meninos, e nós meninas ficamos na sala vendo tv.
Mais tarde, o Cobra e o João foram dar um rolê, segundo eles pra ver as novidades do Rio.
Bianca morrendo de sono sobe pro quarto com o Duca.
E assim na sala sobre Eu, papai, mamãe e o Meu Menino.
Meu Pai encara o Pedro, e eu olho pra minha mãe com cara de Socorro.
—Então, tá tudo muito bom, tudo muito lindo... agora me diz filha, você e o Pedro são?
SIM, meu pai não é nada discreto, totalmente direto, e outra, ele não tem papa na língua, acho que puxei meu gênero forte do meu Pai.
—Pai! –eu disse olhando séria pra ele.
—Ah Karina, não me vem com papinho de só amigos, porque você não me engana esqueceu? –ele falou e eu ri.
—Não Pai. –eu digo.
—E então? –ele olha de mim pro Pê do Pê pra mim.
Eu e o meu jogador nos olhamos e sorrimos.
—É só amor e nada Mais. –respondemos juntos.
E meu pai me olha com os olhos franzidos.
—Ok. –ele diz dando de ombros.
—Na nossa época, isso se dava ao nome de Namoro. –Fala minha Mãe, pro Meu Pai.
Passamos o resto da noite conversando.
Meu pai tá numa conversa com o Pedro, que só por Deus.
Eu e to deitada no colo da minha mãe enquanto ele mexe no meu cabelo.
Depois de um tempão...
—Bom, eu to tão cansada que eu só quero minha cama. –eu digo.
Pedro me olha.
—Vamos. –ele diz
—Sim. –eu digo me levantando e estendendo a mão pra ele.
—Vão...? –meu Pai Diz me olhando.
—Pro meu quarto, né pai. –eu digo com cara de obvio.
—Nananinão, os dois não. –ele diz.
—Ah para pai, que isso. –eu digo olhando séria pra ele.
—Karina!
—Gael! –digo.
—Pai, eu sou maior de idade, vacina, trabalho, me sustento, pra que isso.
—Olha o respeito! –ele me olha ainda sério.
—É Gael, deixa os dois Querido. –minha mãe fala com as mãos nos ombros do meu pai.
—Ora, ora, amigos não dormem juntos.
—Bom tio, depende a relação do tipo de amizade. –Bianca adentra a sala de estar.
—Oi? –ele olha pra ela.
—Sim, e eu não disse que somos só amigos. – eu falo.
—Mais não disse que namora. –ele disse como se tivesse razão.
—Tio, não é querendo ser chata, mais não tem nada de mais, do que os dois não tenham feito. –Bianca diz, E eu morrendo de vergonha, afundo meu rosto no peito do Pedro, que me abraça e ri.
Meu Pai ri.
—Ok, fui voto vencido. Mais antes vem cá da Um beijo de boa Noite no Papai, minha loirinha. –Meu pai diz, e eu corro pra um abraço gostoso.
Me despeço dos meus pais e da Bi.
E no momento estou no meu quarto.
Assim que deito na minha cama.
—Cara, que saudade da minha cama. –eu digo.
Pedro sorri, e vem pra cima de mim..
—Sério, pensei que seu pai ia fazer Bife de mim. –ele disse eu ri.
—Que nada Pê, meu pai é do Bem, e te digo mais, ele gostou de você, porque se fosse ao contrário, ele nunca te deixaria dormir no meu quarto comigo, e te digo mais, te faria dormir no sofá, e ficaria de olho em você. –eu digo.
—Se sabe que eu gostei do Meu sogro? Sério, é um forma de Karina, masculino.
Eu dou risada.
Ficamos conversando por um bom tempo.
E depois de colocar um roupa leve, dormimos que nem pedra, afinal tivemos um dia cansativo de viajem hoje....
Ao amanhecer, meu Menino, já não estava mais na cama.
Depois de um banho, e me arrumar, desci.
Na cozinha, e o pessoal tomando café.
—Sério isso, todo mundo tomando café, e nem lembraram, de mim. –eu digo me sentando ao lado da minha mãe. –todos dão risada. _Espera, cadê o Pê? –pergunto olhando pra minha mãe.
—Bom, seu pai chamou ele pra conhecer a academia, e ele topou sem pensar duas vezes. –ela falou rindo.
—Nem me avisou. –eu digo.
—Sem bico Karina, ele só não avisou, porque sabe a chateza que você é quando é acordada forçada. –Bianca falou e eu mostrei a língua pra ela, que retribuiu o gesto. _E outra, nem começamos comer, eu e o Du, acabamos de acordar, e o Cobra e o João, chegaram agora.
—Nossa. –eu disse rindo e olhando pra eles.
—Pois é, eu tinha até esquecido como são belas as paisagens do Rio, as Mulheres... –Cobra disse.
—Faço de suas palavras as minhas. –João disse tocando a mão do Cobra.
Depois de tomar café da manhã, chamei o pessoal, pra ir pra academia, que cá entre nós eu to com saudade de tudo aqui, e principalmente do Meu Menino, e tenho certeza que tem um monte de Menina em cima dele.
A academia do meu pai, fica a passos da minha casa.
Enquanto fui passando pelo caminho, com Duca, João, Cobra e a Bi, eu vou relembrando os momentos que pela grande praça passei.
Assim que entramos na academia...
—Então, é aqui que é a academia do Gael? –eu pergunto como se não soubesse.
Tanto o Pedro como meu pai estão de costas pra entra, onde estou chegando. E se viram pra mim.
Os alunos do meu Pai, todos se viram pra mim.
—Minha loirinha. –ele diz rindo se vindo até mim, junto do Pê que sorriu pra mim.
—Sério que é a Karina? –Pri diz me apontando.
—É a Ka mesmo? –Luca diz coçando os olhos.
—Cara é a Karina! –diz Rominho.
—Ela mesma! –diz zé rindo.
Sim, esses quatro ai em cima, sãos os meus melhores amigos.
Juntos já rodamos esse bairro todinho, e os bairros vizinhos também.
Sem falar que somos 1 por todos e todos por 1, na tristeza e na alegria, na saúde e na doença.
—Gente, eu mesma de carne e osso. –eu digo feliz da vida abrindo os braços.
Os quatro vem pra cima de mim, e nós trocamos abraço coletivo.
Depois de risos, e perguntas variadas de ambas as partes, porque eu também fiz pergunta pra caramba.
Lutar, pra mim, sempre foi um Rob, sempre adorei, pro Luca e o Rominho, também, e sempre que vinhamos pra academia lutar era sério, mais nada de mais, e sempre 1 vez por dia de segunda a sexta. Mas, pra Pri e o Zé, sempre foi coisa séria, coisa profissional, os dois sempre participam e ganham campeonatos, e eu sou muito orgulhosa por eles.
Luca e Rominho, são donos de uma estúdio de gravação.
Luca fez faculdade de administração, e o Rominho de Música. Sim, uma dupla perfeita.
—Bom, hoje eu vim treinar. –eu disse rindo.
—É pra Já, Ka. –Pri disse batendo as luvas.
Sorri e fui até meu Pai. Que me abraçou.
—Ai como é bom ter minha Filinha aqui. –ele falou.
—Te digo o mesmo mestre, Ai como é bom estar em casa.
Meu Menino lindo, não parava de me observar, e sorrir.
—Vem cá Vem. –eu disse estendendo os braços, que em instantes, foi preenchido por ele.
— Pequena, não fica brava por eu não ter te avisado. –ele sussurrou no meu ouvido.
—Não lindo. Não to brava. –eu disse olhando pra ele e sorrindo. Nossos lábios se tocaram num beijo rápido.
Notei que a academia, continuava do mesmo jeitinho. Mais que tinha alunos e alunas diferentes..
Umas delas, se não a maioria, até babava no Pedro.
Pedro, Duca, João, e Cobra, tiveram umas aulinhas de iniciante com o meu Pai.
Bi, foi dar umas voltas na praça, com Débora, uma antiga amiga de escola dela. Com que tinha combinado de se encontrar na entrada da academia.
Sério, sempre tive ciúmes da minha prima com essa Débora. Saco!!!
...
Treinei com os meus amigos um de cada vez, e ai QUE SAUDADE QUE EU TAVA !!!
Pedro me observava com adoração.
Até que...
—Pê, você de mim não escapa, vem cá vem. –eu disse acenando pra ele que riu.
Meu pai pega um par de luvas e ajuda o Pê a colocar.
Logo depois ele sobe no ringue, e me encara.
Eu sorrio.
—Ka, eu nunca fiz isso. –ele fala dando de ombros.
Eu dou risada.
Os alunos do meu pai, param pra nos olhar.
Ele vem pra perto de mim,
—Linda, tá todo mundo olhando. Sei lá vergonha? –ele sussurra.
—Sério isso?
—O que? Todo mundo olhando? É sério sim. –ele diz.
—Não Pê, a vergonha... Ah que isso, você joga futebol e milhares de pessoas olham. –eu digo rindo.
—Sim, mais eu sei jogar futebol, agora lutar não. –ele diz.
—Eu vou te ensinar. –eu digo rindo. _Primeiro vamos alongar...
Passamos boa parte da manhã. Eu ensinando as posições, alguns golpes.
...
—Sério garoto, você leva maior jeito pra luta. –Meu pai diz assim que nós nos jogamos no ringue.
Pedro sorri.
Realmente Pê foi muito, muito Bom.
Ágil, flexível, e veloz.
Certo, um pouco da culpa disso é as táticas do Futebol, que leva com sigo as qualidades a cima.
—É mestre, quem sabe em outra vida. –Pedro fala e meu pai ri.
—Bom pessoal, por hoje é só. –meu pai diz e o pessoal vai pra pros vestiários masculino e os feminino.
Eu e o Pê ficamos, deitados no ringue apenas nos encarando..
—E ai Ka, nós temos que sair. –Pri disse se debruçando nas cordas do ringue.
Os alunos do meu pai, começavam a sair.
—Ah, isso sim. Quando? –perguntei me virando pra onde ela estava.
—Amanhã? –Rominho chegou chegando.
—É isso mesmo. –Luca falou.
—Sim, topa né? –perguntei me virando pro Pê.
Ele me olhou e sorriu, e beijando a ponta do meu nariz, olha pro meus amigos.
—Podem contar com a gente. –ele fala sorrindo.
Meus amigos animados concordam.
—Bom, então até amanhã, mando sms pra nós nos encontrarmos. Tchau pra vocês. –Pri diz mandando beijo e saindo.
Os meninos fazem o mesmo e sai.
Me virando pro meu menino, eu sorrio.
Ele puxa meu corpo e me abraça.
Minha boca já clama pela boca dele.
Subindo um pouco mais meu corpo, eu beijo seu lábios com devoção, seus dedos acariciam meu rosto, enquanto nossas línguas fazem a festa.
...Quando um pigarreio nos atrapalha...
—Ah... Oi Pai, pensei que você já tinha ido pra casa. –eu disse me sentando.
Ele riu.
—Minha filha tá um tomate. –ele falou mudando de risada pra gargalhada e o Pê, fez o mesmo.
Eu fique sem graça.
—Bom, eu vou almoçar. –Meu pai falou minutos depois.
—Vai indo pai, nós já vamos. –eu digo. _Deixa a chave.
Ele joga e o Pê pega.
Assim que meu pai sai..
—Pê, vamos tomar um banho? –ele sorri.
—Vamos.
–eu vou até as portas e as fecho...
Assim que entramos no vestiário....
Pedro me pega no colo e me colona na bancada da pia.
Seus beijos me devora por inteira, minha vontade por ele é gritante, que me deixa louca.
Meus dedos trabalham pra tirar a camisa dele.
Seus dedos apertam minhas coxas sem dó alguma.
Minhas mãos afunda com força em seus cabelos.
Meus pulmões gritam por ar, sinto minha boca adormecer, enquanto a sua, não tem nenhum pouquinho de piedade, e pra falar a verdade tá tão Bom...
Meus lábios com dificuldade, desceu por seu pescoço.
Onde eu lambo com vontade, ao finalizar com uma sugada, escuto seu baixo, mais gostoso gemido rouco.
Eu sorrio, e seguindo o olhar dele, sei que meu sorriso é de safadinha.
Sem demora e ele tira meu top, e quem recebe sugadas agora sou eu.
Com uma sugada forte me faz tremer, minha intimidade, está pegando fogo.
—Pê... não me marca... –sussurro, enquanto tento descer seu shorts de tactél.
Ele sorri..
—Mais... Você é tão branquinha... Que minhas forças de te marcar é maior que a razão. –ele fala enquanto passeia seus lábio pelo meu pescoço.
—Eu imagino lindo, mais se meu pai me pega marcada, é morte na certa, e imagino eu que, seu plano de termos filhos aconteça, então...
Antes de eu terminar minha hipótese, ele abocanha meu seio esquerdo, com força, com vontade com desejo.
Suas sugadas estão me afogando num fogo louco.
Ele varia do seio esquerdo pro direito.
Sinceramente, O Pedro tem uma tara louca pelos meus seio.
E eu gostos disso.. Acho que gostar é pouco, eu amo isso, amo o jeito que ela dá atenção pros meus seio.
Me sinto mais excitada.
—Aqui... eu ... Posso marcar... –ele falou sugando forte meu mamilo.
E isso fez um me arrepiar inteirinha.
—C-claro... –consegui dizer.
Seus beijos totalmente molhados, subiram pros meus lábios.
Um beijo fogoso... Eu quero ele logo...
Ele me olha enquanto me dá um último selinho.
—Posso te marcar aqui, porque só eu que vejo, e sei que minhas obras de arte te encantam. –ele fala rindo, e aperta meus mamilos com os dedos e os indicadores..
Eu gemo encantada por esse homem.
Ele puxa meu shorts junto da calcinha.
Numa calma enlouquecedora, e ao mesmo tempo com um olhar sexy. E só meu.
Ele desce uma trila de beijos dos meus lábios, até chegar na minha intimidade, onde ele simplesmente devora.
Ah, Assim, e eu adoro...
Sua língua passei agilmente pelo meu clitóris, suas sugadas me faz delirar, seus dedos me penetram com força e com dedicação.
Meus dedos puxam com força, os cabelos do Homem, Deus Grego, que está de joelhos por mim, e me levando ao céu.
Meus gemidos roucos expande o vestiário, sinto ondas de calor apossar meu corpo, e o Pedro me conhecendo melhor que ninguém aumenta a velocidade de seus dedos e de sua língua que chupa com vontade meu clitóris.
Sério, vou me desmanchar de prazer, quando me libero, e sinto sua língua me degustando.
—Adoro isso... –ele sussurra subindo e me olhando nos olhos. _Seus olhos estão negros Pequena, pelo visto fiz bom trabalho!? –ele diz me observando.
Não consigo dizer nada.
Pulando da bancada da pia, ainda toda derretida, empurro se corpo na parede mais próxima de nós.
Assim que sinto suas costas se chocarem na parede, começo descer sua cueca, e me desço junta.
Segurando seu membro em meus dedos começo com um vai e vem bem gostoso. Seu Big Membro está bem duro já.
Minha boca não demora muito pra apossar dele.
Minhas sugadas são rápidas, e fortes.
Seus gemidos roucos me faz fazer melhor cada sugada que eu dou nele.
Seus dedos massageiam meu coro cabeludo..
Ele me olha nos olhos, e sinto que ele me quer mais do nunca.
Me puxando pra cima, ele beija meus lábio, me pega em seus braços e me prensando na parede, me Penetra com força e com vontade.
Suas estocadas são rápidas, minhas unhas afundam em seus ombros enquanto eu mexo meu corpo na colaboração da nossa consumação.
Nossos gemidos são graves.
Meus seios, são espremidos pelo seu peito perfeito e durinho do Pedro.
Meu prazer se acendo como uma lambada, quando estou nos braços do Meu menino Grande, Meu Homem...
Meus braços se fecham em torno de seus ombros.
Seus cabelos úmidos colam em sua testa. Com dificuldade, retiro o de sua testa e a beijo.
Ele sorri...
Seus lábios sugam com força meu seio direito e gemo de satisfação.
Seus dedos seguram firmes minhas coxas que estão entrelaçada ao seu corpo.
Sinto suas estocas ainda mais rápidas e fortes.
Gememos com vontade.
Meu corpo dá sinais de que vou desabar a qualquer momentos.
—Ka... –ele sussurra, isso é um aviso que ele também está próximo de um prazer louco comigo.
Meus dedos apertam seus ombros com força quando desabo, segundos depois sinto seu liquido se derramar sobre mim, e um gemido forte rolar sobre o vestiário.
Sorrimos que nem dois bobos apaixonados...
Quando nossas respirações voltaram ao normal, Pê me colocou no chão.
Com suas duas mãos em meu roto começamos um beijo apaixonado e demorado pra acabar...
Tempinho depois, entramos na ducha pra tomar um banho, apenas um banho, mais foi em vão, e nos amamos mais um vez de baixo da agua...
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Continua...
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