Notas iniciais
Olá, Amoreess, Eu estou Tão feliz, mais Tão feliz com os comentários que recebi, agradeço de coração mesmo SZSZ. Bom aqui está O Capituloo do Niver do Pê, fiz com carinho, espero que gostem :) Não se esqueção de de Opinar.. A! gente, tenho algo a propor pra vocês, então não deixem de Olhar as NOTAS FINAIISSSSS. Boa Leitura.

45° Capítulo

Pov Karina

Depois de nos arrumarmos, nos dirigimos pra garagem, onde pegamos o carro e estamos indo, rumo ao caminho do shopping.

Pedro está dirigindo. Ele tá diferente, sei lá, estranho, meio quieto, não sei o que tá acontecendo com ele. Mais o vê assim, me deixa preocupada.

—Pê... –meus dedos afundaram em seus cabelos.

Ele me olhou rapidamente e sorriu. Um sorriso murcho.

—Diga..

—Por que você tá assim, aconteceu alguma coisa? –perguntei.

—Não, tranquilo. –ele tentou sorrir.

—Sério isso Pedro, mentir pra mim, que coisa feia. –eu disse séria, e ele me olhou.

—Linda não é nada. –o carro parou no sinaleiro, e ele sorriu de lado acariciando meu rosto.

—Conta pra mim? –perguntei dando um selinho nele.

—Já disse. –ele falou sorrindo.

—Teimoso. –eu disse fazendo bico.

—Bico não vale. –ele disse voltando a dirigir.

—Então fala, o que tá te incomodando?

—Nossa que insistente. –ele falou rindo.

—Sou mesmo. –eu disse acariciando sua mão que estava por cima da marcha.

—Acredita que só tu e o Jhony lembraram que eu to fazendo aniversário hoje. –ele falou meio triste.

Juro que eu queria chorar com isso. Meu coração tá tão apertado..

Mais isso vai valer a pena, quando ele ver a linda festa que estamos preparando pra ele.

Sorri.

—Hoje, eu só quero ver sorrisos seu, eu quero te ver feliz, dá um desconto pros seus amigos, eles devem ter esquecido, devem estar cansado, por fim de campeonato. –eu falei e ele sorriu, ainda de lado.

—Mais eles nunca esqueceram. –ele disse.

—Lindo...

—Tá, vou tentar não ligar pra isso.

—Melhor. –eu disse sorrindo.

—Mais sabe o que mais me dói? –ele perguntou.

—O que?

­_Nem, a Bete me deu parabéns. –ele falou.

—Ah Pê, eu tenho certeza de que a Bete não esqueceria seu aniversário. Ela falou pra mim que iria dormir na casa da amiga dela, e quando nós saiu da sua casa, ela ainda não tinha chegado. –eu falei com a minha mão ainda em seu cabelo.

—Mais tem sms.

—Sim, mais pelo o que eu conheço da Bete, ela nunca trocaria um abraço aperado por mensagem de texto. E mais, vai que ela que sei lá, vai fazer um bolinho pra você, mais a noite, e aproveita pra dar parabéns. –eu disse e ele sorriu.

—Sabe o que vai ser minha maior preocupação?

—hum? –ele me olhou.

—Suas fãs, será que vamos conseguir assistir filme? –eu perguntei, e ele riu.

—Boba, claro que vamos, é só eu colocar a minha blusa com capuz, e nós entramos de fininho. –ele disse sorrindo.

—Ok, se você diz. -

Eu falei. _Mais eu não vou querer almoçar não, comi bolo de mais. –eu falei e ele riu.

—É eu também não.

Depois que o Pedro colocou sua blusa com capuz, e estacionar o carro, caminhamos rumo a entrada do Shopping.

Entrelaçamos nossos dedos, e entramos.

—To reconhecível? –ele perguntou.

—Bom, não tem como te esconder. –eu disse rindo. _Mais dá pra disfarçar sim Pê. –eu disse dando um beijo em sua mão, que estava entrelaçada á minha.

Subimos pro andar do cinema.

Dentre os filmes, tinha comédia, ação, e romance.

—E ai Aniversariante, qual filme você escolhe? –perguntei.

—Vamos de comédia? –

—Comédia. –eu disse rindo.

Já na fila, que não estava tão grande, minutos depois compramos os ingressos que eu fiz questão de Pagar. Pedro Chiou de mais comigo, mais eu nem liguei, e ainda cobrei dois copos de coca-cola tamanho família junto com a pipoca tamanho família, e mais uma vez ele reclamou. Nada que não parece com um beijinho meu.

Realmente, o filme que o Pê escolheu é bom mesmo

...

Como ainda tá cedo, resolvemos assistir outro filme, o romance.

Confesso que ne assisti o filme direito. A única coisa que mais me lembro, é a Boca do Pedro sobre a minha.

Ao final do Filme, e quando as luzes se acenderam, Pedro me olhou com cara de espanto...

—Sim Pê, o filme acabou, e nós nem assistimos nada. Passou rápido né. –eu sussurrei, ainda buscando folego devido ao fim do último beijo.

—Não é isso não linda. –ele falou rindo. _Meu espanto, não é pelo filme ter acabado e nós não ter assistido, Meu espanto é sua boca todo roxa, e seu pescoço com algumas marcas bem de leve, Baby, só não fica brava. –ele sussurrou, e beijou á baixo da minha orelha o que me arrepiou toda. _Nossa como eu sou bom com a boca. –ele disse por último já gargalhando.

Peguei meu espelho de bolça e comecei a me olhar.

Pessoas passavam por nós pra se dirigir a saída, e eu e o Pê, ainda estamos sentados em nossa poltronas.

—Idiota. –eu disse, dando um tapa no braço dele que só gargalhava, enquanto eu tentava me olhar melhor no meu espelho minúsculo, próprio pra passar batom.

Realmente minha boca tá quase roxa, Pedro me beija com tanta vontade, beija como se não houvesse amanhã...

Sorri....

...Pedro, Pedro...

Peguei no fundo da bolsa, o meu batom nude, e pesei rapidamente nos lábios.

As pequenas marcas do Pedro no meu pescoço não tinha como eu esconder agora, e pra falar a verdade acho que eu nem queria.

Um dos guardas que estava na porta de saída da sessão, adentrou a sala e nos olhou, um olhar de “O filme Já acabou, podem ir em bora”.

—Vamos! –eu disse.

—Sério?

—Sim. é sério temos que sair dessa sessão. –respondi tranquila.

—Não, o meu “Sério”, foi, você não vai me bater até a morte? –ele perguntou arqueando a sobrancelha, enquanto nos dirigíamos pra saída, de mãos entrelaçadas, Pedro faz questão disso!

E eu? Bom, eu me derreto toda com isso...

—Pensei que ia me matar. –ele disse enquanto andamos tranquilamente pelo shopping, olhando as vitrines e as pessoas.

— Tá louco, eu não pretendo ser viúva. Bom, mais deis de que, você ande na linha. –falo e ele ri.

—Não Pedro, eu não vou te matar, até porque hoje é seu aniversário, até porque foi no calor do momento, e quer saber de uma coisa, eu até que gostei. –eu disse e ele riu. _Mais não se acostuma Ramos. –ele riu ainda mais.

Depois de algumas voltas, resolvemos ir em bora.

—E ai Minha loira, onde será a próximo parada? –ele perguntou enquanto entravamos no carro, e o ligava.

—Bom, agora é sua vez de escolher.

Ele me olhou, encolheu os olhos, pensou.. pensou..

—Vamos de açaí então. –ele disse de imediato.

—Só se for na praça. –eu falei e ele sorriu.

—Sim, senhorita.

Ele disse e rimos.

Depois que pegamos o açaí, começamos a andar pela praça que fica bem em frente da lanchonete que compramos o açaí.

Nos sentamos em um banco e começamos a comer e conversar.

—Sério, açaí em Londres, eu dizia pra minha mãe, que uma das coisas que eu mais ia sentir saudades, era do açaí, nunca imaginei açaí em Londres. –eu falei rindo, e devorando uma colherada.

—Sim, eu pensava a mesma coisa, mais é bem raro açaí aqui, só em pouquíssimos lugares, eles importam congelado, do Brasil. –ele disse.

—Ah sim, mais é muito bom. –digo e ele concorda

...

—Linda, sinceramente, acho que eu não quero ir na balada não, vamos ficar em casa mesmo, nós pede pizza, sei lá. –ele disse tentando sorrir.

Meu Lindo Atacante, está assim triste, por causa de seus amigos que não o parabenizaram. Confesso que isso está me deixando chateada, e pretendo não mais fazer festa surpresa pra ele, só pra não ver essa sua carinha linda de tristeza.

Só espero que ele goste da festa que estamos preparando...

—Lindo, eu quero ver você sorri. –falo acariciando seu rosto, e tentando mudar de assunto.

Ele sorri e beija meus dedos que agora contornam seus lábios.

—Você me faz feliz Ka. –ele fala se inclinando sobre mim e me dando um selinho demorado....

Terminamos de comer, e fomos andar, como de costume de mãos dadas.

Depois de dar umas voltas, nos sentamos no gramado. Pedro estava com as costas sobre uma grande arvore que tinha ali, e eu entre suas pernas com a cabeça em seu peito.

Em nossa frente há bastante pessoas.

Adolescentes, tanto meninas como meninos jogando vôlei, crianças brincado de pega-pega, adultos conversando sobre mesas improvisadas.

Os dedos do Pedro afundam sobre os meus cabelos, num cafuné gostoso...

—Não vai dormir... –ele sussurra no meu ouvido.

Eu sorrio.

—Você sabe que eu sou fatal pra essas coisas. –eu digo e ele ri..

Tá tão gostoso, ficarmos aqui aconchegados um com o outro, observando, as pessoas, as arvores, as flores, os pássaros, as nuvens, que nem nos damos conta de que a tarde está virando noite.

Só percebemos isso, quando Sol, começa a se pôr no horizonte, é uma vista tão linda, que eu não quero nem piscar, se não perco algo.

—Isso é lindo.. –eu sussurro.

—Concordo.

Pedro me aconchega mais sobre seu corpo, e sinto seus lábios no meu pescoço.

Um lindo Sol se pondo e um Lindo céu Alaranjado...

Ao final do espetáculo.

Olho meu celular em busca de horas.

São 19:10. Marcamos o horário da festa pra 20:30, mais eu tenho que chegar com o Pedro, depois da21h, pra dar tempo do pessoal chegar. Mais como eu demoro pra me arrumar...

—Vamos lindo, ainda temos que nos arrumar pra cair na balada. –eu disse me levantando e estendo a mão pra ele que riu.

Depois que se levantou, ele me olhou nos olhos e acariciou meu rostos com as mãos.

—Linda, acho que não to no clima. –ele diz.

—Como?

—É Sei lá, vamos ficar em casa.

—Mais eu quero tanto ir. –eu disse fazendo bico.

—Ok, marca com uma amiga, que eu te levo, e depois você me liga que eu te busco.

—Não senhor, você que vai comigo.

—Mais Ka...-o cortei antes mesmo dele terminar.

—Vamos comigo Pedro, eu quero ir com você. Poxa, acho que nunca fomos numa balada só nos dois. –eu disse sorrindo, e ele ri.

—O que você não me pede sorrindo que eu não faço chorando.

—Lindo. –eu disse abraçando ele...

Nos beijamos, que nem dois adolescentes apaixonados...

Já dentro do Carro, seguimos pra minha casa, tenho que pegar minha roupa, e mais algumas coisinha, e vamos nos arrumar na casa dele...

Assim que chegamos a casa dele, está o maior silencio.

Pedro estranha..

—Vem vamos nos arrumar. –eu disse puxando ele escada á cima.

Depois de um banho delicioso com o Pedro, eu fui pra um dos quartos de hóspede, pra me arrumar queria fazer surpresa pra ele.

Ele sorriu com isso, e antes que eu abrisse a porta, ele me agarrou forte ao seu corpo me empurrando pra parede e devorando meus lábios com vontade, enquanto suas mãos mexiam em minha tolha.

—Tchau. –eu disse abrindo a porta rapidamente e saindo do quarto.

Seu eu não saísse agora, não sairíamos tão cedo desse quarto.

Antes que a porta de hóspede se fechasse atrás de mim, eu ouvi a risada gostosa do Pedro.

...

Um tempo Depois...

Terminei de me arrumar e fui até o quarto dele, mais ele não estava mais lá, então desci pra sala principal.

Ele estava de costas pra escada, onde eu já descia lentamente e bem devagar observando-o.

Sorri, que nem uma boba..

—Você tá muito lindo..( http://1.bp.blogspot.com/-PXr7LqL3A60/VXTE7H_nwkI/AAAAAAAABcg/4s-uqc_QKDw/s640/look%2Binspira%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bmasculino%2Bdia%2Bdos%2Bnamorados%2B2.png)–eu disse ao final da escada.

Ele se virou e sorriu.

—Linda, tá você.

(http://www.polyvore.com/jogador_jornalista_perina/set?id=186682307) –ele falou se aproximando de mim, e eu me derreti toda.

Seus dedos acariciaram a pele do meu rosto, e eu me senti toda arrepiada.

Seu olhar profundo, Penetrou o meu.

Nossos lábios se colaram com vontade. Suas mãos deslizaram do meu pescoço para as minhas costas, finalizando no meu bumbum.

—Pê.. –sussurrei.

—Linda, eu já não estou muito afim de ir, e você toda gostosa desse jeito, não dá né. –ele falou e eu ri.

—Pê, mais eu me arrumei toda assim, só pra você, só o seu olhar me interessa. –eu disse beijando seu pescoço. _Lembra que a ciumenta aqui sou eu Ok? –ele riu.

—Ok, mais lembra se você, que eu também tenho ciúmes. –ele falou e quem riu agora foi eu.

Olhei no relógio que marcava 20:42, “Hora de partimos”, pensei.

—Vamos Pê? –ele me olhou com aquele olhar sedutor, que me convence de tudo.

—Tem certeza Gatinha? –ele falou me dando um selinho e me olhando daquele jeito...

—Sim, vamos logo. –eu disse puxando ele pra saída.

Ele bufou, e eu sorri por Dentro.. Aguarde Senhor Ramos...

Já dentro de um dos carro, dirigimos pra fora da garagem.

—Ka, pra entrar na balada não tem que ter bilhete? –ele perguntou..

Iii Agora Ferrou.. Pensa, Pensa, Pensa Karina.

—Sim Né Pê, mais pelo horário, o povo que tinha que entrar já entrou. –eu disse tentando mostrar confiança. _Por isso, é só você fala oi pros seguranças, que eles liberam nossa entrada, duas pessoas a mais, duas pessoas a menos nãos faz diferenças.

Pedro franziu a testa e me olhou desconfiado.

—Pequena, agora, não é nem 21h ainda, e os shows começas depois das 22h. –ele disse.

Realmente, essa parte eu tinha esquecido.

Pensa, Pensa, Pensa Karina..

Depois que o Pê fechou o portão com o controle estamos ainda parados, do lado de fora, com ele me olhando e querendo uma resposta.

—Sabe o que é Pê, a balada que eu quero ir, é uma balada que a Bi já foi, e ela me disse que eles costumam abrir mais sedo. –eu disse mais uma vez tentando ser convincente, mais só tentando.

—Séra, mais toda vez? –ele tá desconfiado.

—Ah sei lá Pedro, Vai ver é só de sexta. –eu disse.

—Certo, mais de sexta, é o dia que mais se tem movimento, e outra, é o dia que se abre mais tarde.

Realmente agora é que ferrou, o que eu faço...

Pensa rápido Karina, ou Pedro vai desconfiar de tudo.

—Nossa Pedro, sabe o que é isso? –perguntei com a maior cara de séria que eu consegui fazer. Ele me olhou preocupado.

—Ka...

—Isso, é desculpa pra não ir pra balada comigo, não é. –eu disse séria cruzando os braços e olhando pra janela.

Ele bufou e acariciou meu ombro.

—Não Pequena, não é desculpa, eu só achei estranho, mas..

—Tá bom Pedro, quer saber, já que estamos aqui, me deixa em casa, se não for pedir muito, senão eu pago um taxi. –eu disse abrindo a porta do carro, mais quando fui soltar o cinto.

—Não, não e não, desculpa Ka, eu não queria brigar com você, e sim eu quero ir nessa balada. –ele falou puxando a porta, fechando-a.

ÊÊÊÊÊ, teatro deu certo!!!

—Então Vamos. –tentei não demonstrar muito minha felicidade, pra ele não desconfiar de nada.

Passei o endereço do lugar, pro Pedro, que jogou no GPS. Eu não podia dar de uma que já conhece o lugar, o que menos quero é dar bandeira.

—Acho que já fui uma vez nessa balada com os meninos, só que cheguei mor tarde, por causa do treino. –ele falou.

Eu apenas assenti, porque o nervoso, tá começando a bater na porta.

Quase não tinha transito, meu celular marcava 21:07. Olhei pro caminho e faltava apenas algumas ruas. Mandei sms pra Bi avisando ela, que estamos próximos.

—Você veio o caminho inteiro quietinha, ainda tá brava comigo? –ele perguntou passando uma mão na minha coxa.

—Não Pê, até já me esqueci. A única coisa que eu quero, é encerrar nosso Dia com chave de Ouro, dançando muito. –eu falei e ele sorriu.

—Você sabe que minha noite só vai acabar mesmo, depois que estivermos em um cama prestes a ir por céu e do jeito que viemos ao mundo, não sabe? –ele falou me dando uma rápida olhada.

Senti minhas bochechas esquentarem e ele gargalhar.

—Safado.. –sussurrei, e ele riu mais alto.

Assim que chegamos, um manobrista veio pegar o carro.

A música alta, já nos emanava.

Tudo tem que sair nos conformes. E um dos motivos pra isso, é que aqui precisa ser realmente uma balada cheia de pessoas, felizes, dançando, e bebendo, e com a música alta.

O Segurança, estava na porta como combinado.

Depois do Pê conversar com ele pra liberar nossa entrada, ele liberou. E agiu super na nossa trama do Bem.

Respirei fundo, e segurando sua mão, entramos na balada.

Pedro estranhou assim que entramos, pois viu um telão com suas fotos,

As pessoas que até então, já sabia que estávamos próximos, pararam e nos olharam. SIIIMM, todos nos olharam.

E um grande coro junto de mim, gritamos:

—SURPRESAAAAA. –Ele começou a sorrir, e eu já sorria que nem um boba.

Todos quiseram parabeniza-los ao mesmo tempo.

Eu só observava tudo de longe e feliz da Vida por ver a felicidade do Meu Pedro.

Os últimos á parabenizar, e nunca menos importante foram Bete, e os Meninos..

—Parabéns meu menino, eu te desejo Tudo De bom. –Bete disse dando um forte abraço no Pê, e o enchendo de beijos. Ele ria.

João o Abraçou mais um vez. Em seguida foi Duca, depois Bianca, E Cobra.

Esses Cinco últimos, Garanto que foram os melhores, com abraços carinhosos e de muita cumplicidade.

Tudo muito Bom, Tudo muito Bem.

—Parabéns, meu Jogador Preferido. –Sim, pra minha infelicidade Chegou Duda, A prima de um dos companheiro de Clube do Pê, e que temos uma rixa.

Ela o Abraçou com vontade e isso me incomodou um pouco.

Mais hoje nada, quando digo NADA, é porque NADA VAI ESTRAGAR MEU DIA.

Sorrio.

Pedro á agradece.

E com seus olhinhos castanhos, cor de chocolate, procura por mim.

—To aqui lindo. –eu disse chegando ao seu lado. Dei um empurram na Duda, Abraçando meu Jogador.

—Isso foi ideia sua não foi? –ele sussurrou na minha orelha.

—Sim, e peço desculpa, por você ter passado o dia tristinho achando que ninguém tinha se lembrado. –eu sussurrei também em seu ouvido e ele sorriu.

Ainda estamos bem colados um no abraço do outro.

—Sem muito mel hoje, porque todo mundo quer o Pedrão. –João falou e eu e o Pê rimos.

Trocamos um beijo rápido, e trocamos sorrisos.

—Primeiro quero te mostrar a decoração. –eu falei puxando ele mais pra dentro do salão.

Pedro riu e segurou forte minha mão.

Os convidados voltavam a dançar.

Driblando o caminho entre as pessoas, Mostrei pro Pê, a mesa Que decoramos e seus Quadros e ele adorou, e me encheu de beijos. E eu só sabia me derreter.

Minutos depois, João saiu arrastando o Pedro Junto de Cobra e Duca, salão a dentro pra conversar com seus amigos..

Me sentei em uma das mesas, ao lado de Bianca que sorriu.

—Está tudo lindo. –eu disse pra Bi.

Garçons passavam com os aperitivos, e eu e a Bi degustávamos...

—Só não estou gostando dessa Menina de cabelo vermelho dando em cima do Pedro.

—Mais ele não tá nem ai pra ela Ka, e outra, o Pedro é muito mais você. –Bi falou e eu ri.

—Certo. Vamos beber alguma coisa vem. –eu disse me levantando e puxando ela pro bar.

As músicas rolavam solta, e nós nos divertimos bastante.

Mari e Sol, namoras de Walance e Jeff, os também jogadores do Real, vem até nós.

Somos já amigas, nos conhecemos num churrasco dos meninos.

Bebida vai, conversa vai, pessoas se divertindo..

—Vamos dançar! –Sol falou animada nos puxando pra pista.

A última vez que vi o Pedro, ele estava conversando com alguns amigos.

Começamos a dançar, dançar não, estamos quatro moças dançando com vontade ao som de Pop eletrônico.

Dança Vai, dança Vem.

...Senti alguém me abraçando pela cintura, e não, não é o meu Pedro.

Me virei e dei de cara com...

—Karina, a moça linda Dos olhos perfeitos... –Espera, sério isso?

Aquela voz em inglês só me fez ter certeza.

—Wiliam?

—Sim gatinha, se lembra de mim?

É o cara da sorveteria.

Aquele que conversou comigo e com a Bi, logo no começo quando me mudei pra Londres, aquele que deu em cima de mim.

Descobri que ele é jogador de basquete, e joga num dos principais clubes de basquetebol daqui de Londres.

Mais eu nunca cobri matéria nem entrevistei ele.

Por que quem sempre cobre o Basquetebol, é o Jhonata e o David.

Ele é tão alto..

Sorri.

—Não sabia que você tinha amizade com o Pedro. –eu disse bem perto dele e bem alto devido á música alto.

Ele sorriu.

—Eu diria que... Conhecido.

—Ah sim. –eu disse.

—Mais eu tenho amizade com o Cobra. –ele falou. _Vem vamos dançar comigo. –ele me puxou pela cintura, antes que eu pudesse responder.

Eu fiquei sem jeito, e tenho certeza de que o Pedro não vai gostar nenhum pouco disso.

Consegui me soltar de seus braços.

—Não sabia que você conhecia o Pedro. –ele falou mais uma vez me trazendo pros seus braços.

—Oi gente. –Pedro chegou no momento, bem atrás de mim, me abraço e me puxando pra si.

—Pedro Ramos.

—Wiliam Scot.

—Feliz Aniversário. –Wiliam falou rindo, com cara de sínico, e eu não entendi o porquê disso.

—Valeu. Vem MINHA linda, vem dançar COMIGO. –Pedro Falou sério me virando pra ele e me dando um selinho.

—Sabe o que é Pedro a Linda dama já estava dançando comigo. –Wiliam disse sorrindo puxando meu braço pra si.

—Mais ela quer dançar comigo, não quer Ka? –Pedro perguntou me puxando.

Eu parecia uma boneca na mão dos dois, e eles, pareciam duas crianças.

—Ok, os dois podem me soltar? –Wiliam me soltou e o Pedro demorou um pouquinho pra me soltar.

Algumas pessoas ao nosso redor nos olhavam com curiosidade.

“O que foi Pê?” –Sussurrei em seu ouvido. Enquanto Pedro e Wiliam se olhavam sério.

Pedro me olhou e beijou minha testa.

—Nada Pequena, Vamos dançar? –eu olhei de um pro outro, e finalizei meu olhar pro Pê.

—Ah poxa Ka, você queria dançar comigo. –Wiliam disse com um sorriso no rosto.

—Isso, queria do verbo não quer mais. –Pedro disse me puxando pela cintura de um jeito possesso.

—Deixa a linda dos olhos lindos falar Ramos. –Wiliam disse.

—Olha Wiliam, Eu vou dançar com o Meu Pedro..-Eu falei sorridente.

Wiliam me olhou e sorriu.

—Ok olhos lindos, mais eu estou por aqui, caso mude ideia...

—Ela não vai mudar de ideia. E os olhos lindo, são meus–Pedro disse com victo.

Wiliam saiu da pista de dança e foi até o bar.

“Olhos lindos” –Pê retrucou, e eu ri. Adoro o ciúmes dele.

Pedro me puxou mais para o meio da pistas.

A música que tocava ao fundo era Hello da Adele.

Meu jogador preferido, me abraçou, e começamos dançar abraçados.

—Eu estou amando essa festa baby, tem amigos meus que fazia tempos que eu não via, sem falar que nem tive tempo de te agradecer direito. –ele dizia enquanto passeava seu nariz pelo meu pescoço, atitude que me deixa toda arrepiada. _Obrigado Linda. –ele falou beijando meu ombro.

Sorri.

—Eu fico muito feliz que tenha gostado senhor Ramos. E pode acreditar, eu e todo o Pessoal que me ajudou, fizemos com maior carinho do mundo. –eu disse, agora olhando em seus olhos.

Ele sorriu, com um brilho em seus olhos.

Seus lábios desceram de minha testa, em um caminho até chegar a minha boca.

Nos beijamos apaixonadamente. Seus dedos acariciam minha nuca, subindo até meu coro cabeludo, me acariciando. Isso me deixa louca.. E ele sabe disso.

—Pê... –sussurro entre seus lábios.

—Hum...

Sorrimos..

Hello acaba, e começa tocar eletrônico, aqueles mais antigos, e super dançantes.

Começamos a dança com vontade.

Logo João, Bianca, Cobra e Duca se junta a nós e á aos convidados que por aqui dançam...

Certo momento da festa trombei com Fabi que sorriu pra mim. Apresentei á ela, o Pedro, e a presentei ao Pedro minha Amiga Fabi...

Depois de um bom tempo dançando e nos divertido, eu saio pra beber alguma coisa, e o Bi vem comigo, depois vamos ao banheiro retocar a make.

Filmagens e fotos, foi o que mais tiramos, Bianca contratou uma amiga de faculdade dela, que com sua equipe, são os responsáveis pelas nossas futuras recordações...

...

As 01:15, Cantamos um parabéns pro meu aniversariante Preferido..

Ele está todo sorridente e feliz.

Depois de fazer o pedido e assopras as velinhas, adivinham pra quem veio o Primeiro Pedaço?

SIM, pra mim, e pra todos os que me ajudou a organizar essa festa.

Sorrimos.

Depois de nos deliciarmos com o bolo, e todos os docinhos deliciosos, fizemos o que?

Dançamos..

Tinha todos os tipos de música, de dança, de divertimento.

Por fim, as pessoas começaram ir em bora e a se despedir de Pedro.

Dentre das pouca pessoas que sobraram, estava Duda.

SIM, a pau no Cú, que deu em cima do Pedro sempre que podia. Sinceramente, acho que ela é parente da “Mel”.

Ela deu um abraço tanto apertado no Pedro, que me deu até raiva. Acreditem, que até a mão ela desceu por onde não devia?

Respirei fundo, e ri com a Bi ao meu ouvido” Calma Loirinha”..

Sobramos ele, eu, Bianca, João e Duca, Bete.

O pessoal do Bufê, começaram a retirar as coisas.

Cobra, conversavam com um rapaz, e quando eles se viraram pra nós..

Wiliam

Todo sorridente, veio até nós.

—Olhos Lindos, já vou indo. –ele disse se aproximando de mim. Pedro ao meu lado olhou sério pra ele.

—Olhos lindo.. Só eu posso dar apelido pra minha Karina. –Pedro falou estressado.

—Não tenho ciúmes Ramos. –ele falou e o Pedro estava quase voando no pescoço dele.

“Calma Pê, não liga” –Sussurrei em seu ouvido.

—Ah Ka, se você fosse minha, eu te definia um relacionamento. –ele falou, e foi o que bastou pro Pê, dar um socão bem dado na cara dele, fazendo com que ele se desequilibra-se e se chocasse com a parede.

O nariz do Wiliam sangrou na hora. Segurei o Pedro pra não fazer coisa pior.

—Mais ela, não é nada sua, tá meu ouvindo seu babaca, ela é minha e todinha minha. –Pedro disse.

—É melhor você ir em bora. –eu disse estressada, olhando pro Wiliam, e do jeito que ele ria com sínico.

—Que isso gostosa, eu to loco pra meter em você. –ele falou.

Pedro ia voar nele, quando eu o segurei com força em seu rosto.

—Lindo, deixa comigo. –eu falei.

Me aproximei bem do Wiliam, e dei um chute tão certeiro em seu Membro que ele se ajoelhou no chão de tanta dor.

Sério, não sou mal, aprendi a ser do Bem com os meus pais, mais não mexe comigo ou com o que é meu.

—Não sou um pedaço de carne, me respeita seu otário. –eu disse olhando pra ele.

O restante do pessoal, me olhou espantado..

Cobra chamou o segurança, que o retirou.

No caminho até a saída Wiliam, ia resmungando que iriamos pagar. Mais sinceramente? Eu nem liguei.

...

Os objetos que eu tinha alugado da companhia da decoração, Bete e Eu demos conta de guardar. Foi Rápido, só poucas coisas.

Ninguém mais tocou no assunto Wiliam

Colocamos as em caixas, e deixamos no jeito pra Companhia vir buscar amanhã.

Tanto o Telão como os três quadros do PÊ, eu fiz questão de levar comigo.

Mais não caberia no carro, Me preocupei.

—Calma menina, amanhã eu peço pro Sr. Cleiton, o jardineiro, pra ele vir buscar pra você, ele é gente boa, e tem certeza de que na Van dele caberá seus quadros. –Bete falou sorrindo pra mim.

Abrasei ela e sorri agradecendo.

“Mulheres..”

Ouvi João dizer e ri.

No momento estamos no carro do Pedro, só que quem dirige sou eu.

A que não bebeu álcool algum..

Pedro está lucido, só que bebeu algumas e é melhor não abusar.

Depois de nos despedirmos do pessoal, eu já estava cansada e querendo só minha cama e meu Pedro..

—Pê?

—Diga. –ele falou enquanto muda a sintonia do rádio.

—De onde Você o Wiliam?

Ele riu.

—Nos esportes da vida esquentadinha. –ele disse, e quem sorriu fui eu. Fazia tempo que ele não me chamava assim.

—E vocês não se dão bem né?

—Não, e cara, você foi de mais, imagino a dor que ele deve tá sentindo. –ele falou, e nós gargalhamos. _Fiquei Puto, quando vi ele perto de você. –ele disse.

—Ciúmes de mim, que coisa linda. –eu disse, passando rapidamente, um mão em seus cabelos.

—E muito, não suportei ver ele segurando você. –

—Acredita que eu nem ligue. –eu falei querendo provocar.

Olhei rapidamente pra ele, e vi, ele fazendo cara de bravo.

—Gostou dele Ka. –ele falou.

Eu ri.

—Claro que não lindo, só to te zoando, eu só gosto quando você me agarra. –eu disse sorrindo, e o vendo rir, e beijar meu rosto.

—Mais você, conhece ele? –perguntou.

—Bem, fazia acho que alguns dias que eu tinha me mudado pra Cá, quando eu fui tomar sorvete com a Bi, e ele veio de conversinha pro meu lado, até meu número ele pediu, mais eu escapei. –eu disse e Pedro riu.

—Sim, sei, A Karina fechada. –ele falou e eu ri.

—Sim. –respondi numa Boa. _Depois fiquei sabendo que ele Joga basquete profissionalmente. –eu completei.

—Sim. –Pedro disse. _Inclusive nós brigamos em um jogo de basquete beneficente, e ai só piorou nossa rixa. –ele disse e eu ri imaginando a cena.

—Acredite esquentadinha, sorte a minha que ele não foi persistente com você igual eu. –Pedro falou sorrindo.

—Eu te conheci primeiro Lindo. E Sabe o que é Pê, eu acho que tinham que ser você. –eu falei no impulso, e ele riu.

—Sério? –ele perguntou, e eu entendi repassei a minha resposta em minha mente.

Olhei pra ele rapidamente e sorri.

—Sim, seu bobo, acho que desde de o início. –eu falei e ele riu mais ainda.

—E bom, como você deixou claro pro Wiliam que eu sou sua, que fique claro, que você é todinho meu. –eu falei e ele gargalhou me dando um selinho.

—Todinho... –ele concluiu.

De imediato começou a tocar no rádio uma música que nós dois gostamos muito.

OMI – Cheerleader (https://www.youtube.com/watch?v=jGflUbPQfW8)

)

Pedro amentou o volume, e nós parecíamos dois loucos cantando e se sacudindo dentro do carro.

Imaginam a cena, uma avenida que de durante o dia é sempre bem movimentada, hoje é está praticamente vazia, e dois loucos com o rádio alto cantando.

Sorte a nossa, que policial nenhum nos parou, porque se isso tivesse acontecido, estaríamos presos. A polícia daqui é bem rígida, o Pedro me dizia enquanto subíamos de elevador até o meu ap.

Assim que entramos em meu quarto nos jogamos em minha cama.

—Pê... Antes eu queria, te dar o meu presente. –eu disse fazendo bico.

Ele se levantou se sentando agora, e me olhou.

—Sério isso, eu já não tinha te falado que meu presente é você? –ele disse e eu me sentei na cama.

—Sim, mais Pê, eu não queria passar em branco. –eu disse e ele sorriu beijando meu rosto.

—Ah não? E a festa maravilhosa? –ele falou.

—Pê, vamos fazer o seguinte, vê meu presente primeiro, depois você fala. Pode ser?

Ele me olhou, me olhou e me olhou.

—Ok.. –ele disse.

Levantei da cama e fui até o meu guarda roupas e trouxe a seguinte caixa : http://thumbs.dreamstime.com/x/caixa-de-presente-azul-fita-azul-2633125.jpg

Ele me olhou e sorriu segurando a caixa.

—Nossa Caixa azul, porque será que eu imaginei que seria azul? –ele disse e eu ri.

—Bom, porque eu amo azul.

—Ah Sim. –ele disse como que não quer nada. _Posso abrir meu presente? –ele perguntou me olhando profundamente.

—Deve. –eu disse eufórica pra ver a reação dele.

Ele me olhou mais uma vez e abriu a caixa.

Assim que a tampa da caixa foi colocada ao lado, na cama, ele ficou um bom tempo olhando pro presente se reação nenhuma.

Até que ele abriu um sorriso enorme e tirou o seguinte presente que eu lhe dei, da caixa: http://www.kipresentes.com.br/content/images/thumbs/0000464_porta-retrato-coracao-feminino_380.jpeg

(Obs, na frente te um vidro, onde se coloca a foto).

Com a seguinte foto: http://www.osul.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Isabella-Santoni1.jpg

­Ele nada respondeu, apenas sorri olhando o presente que acabou de ganhar.

—Bom, esse é um pedacinho de Karina, pro Pedro. E.. eu coloquei essa foto, porque eu sei que você adora, acho que só porque eu estou de blusa vermelha. –eu falei rindo, e ele voltou seus olhos pra mim.

—Não só por isso, você tá linda de mais, parece um Anjo Sexy. –ele falou e eu ri olhando pra foto, enquanto ele me olhava. _E sua blusa VERMELHA, é um espetáculo. –ele completou e eu ri mais ainda.

—Amei o Meu presente!

Me arrependi de dizer que não queria presente, se eu soubesse que seria esse presente lindo. –ele falou sorrindo e eu sorri, que nem um boba.

Ele guardou o presente de volta na caixa e a colocou no meu criado mudo.

Me levantou da cama e me abraçou apertado...

—Obrigado por tudo Vida... –ele sussurrava isso diversas vezes enquanto beijava meu pescoço...

Em forma de carinho, devoramos os lábios um do outro com o maior amor do Mundo...

—Vai se acostumando, á abrir caixas de presente, porque a mesa de presentes que os convidados levaram, está transbordando. –eu falei, e rimos..

Deitados na cama..

Pedro sorriu de olhos fechados enquanto eu o observava.

Está feliz, feliz assim como eu.

Me inclinei sobre o cotovelo, me virando totalmente pra ele, e comecei a abrir o terceiro botão da sua camisa, porque os outros dois já estavam abertos. Ele ainda estava de olhos fechados.

Meu vestido já estava sendo tirado de mim, e por mim mesma.

Joguei de qualquer jeito na cama, e voltei meus dedos pra continuar abrindo o restante dos botões de sua camisa que faltavam.

Assim que terminei, contornei seus cominhos do abdômen com beijos, beijos molhados, marcando ele todo. Seu corpo se arrepia todos sobre mim. Meus lábios foram subindo, até chegar em seu pescoço, onde eu queria marcar com vontade..

Ele riu, e me encarou assim que meus beijos chegaram em seu queixo.

Sorrimos.

Se sentando, ele me puxou pro seu colo, e com suas mãos em minha nunca, puxou meus lábios pra um beijo gostoso.

Sem vontade nenhuma de separar sua boca com a minha.

Minhas mãos deslizaram sua camisa, a tirando de seu corpo.

Meus dedinhos, ainda bem safadinhos desabotoaram o botão e o zíper da sua calça.

Seus lábios colaram com vontade no meu pescoço.

Seus dedos que também não são nada santo, desabotoou meu sutiã, onde ele não perdeu tempo algum, e devorou meus mamilos com bastante vontade e sem pressa alguma.

Minutos depois o restante de nossas roupas foram parar no meu tapete azul.

Rimos que nem dois retardados enquanto nos abusamos.

Sem demora, ele me invadiu, com força, do jeito que nós dois gostamos pra caramba..

Seu corpo está sobre o meu, seus braços está sobre a cama apoiados em seus punhos no coxão. Minhas mãos estão sobre seus quadris.

Nossos gemidos ecoam pelo quarto.

Nossa velocidade é fora de sério.

Nossos olhares são apaixonados.

Vez ou outra trocamos um selinho rápido.

A intensidade é tanta que meu corpo está em chamas.

Sinto que logo desabarei sobre meu orgasmo.

Pê afunda seu rosto no meu pescoço, onde sinto sua língua gelada em contado com a minha pele do pescoço fervendo e gemo, gemo com satisfação, enquanto nossa velocidade não dá, nem sinal de acabar.

Minhas unhas cravam em seus braços ao meu redor e desabo, meu corpo está mole. Pedro ainda continua com suas estocas incríveis, quase me levando pro Céu mais uma vez..

Assim que sinto seus jatos quentes me invadir com tudo, seu corpo desaba sobre o meu.

Nossas respirações estão fortes.

Suados, corações e respirações descompassadas, apaixonados...

Meus dedos acariciam seus cabelos molhados. Seus lábios nos meus seios. Seus dedos acariciando minha cintura.

Nossos corpos, cansados, colados e suados, nossos dedos nos acariciando, nossos sorrisos nos lábios..

Assim adormecemos, como o Pedro sobre mim...

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Continua...

Notas finais
E ai, o que acharam?? Amores, o que quero propor, é uma participação de vocês, pra um cap. Então se tiveram alguma coisa legal, algum assunto e que queiram ver na fic, me mandem sugestões, se for legal, eu encaixo na Fic. Que tal?? Fica a critério de você, espero que gostem :) Até +, Beijooss.