Notas iniciais
Olá Amoress. Estou super feliz com os comentários que recebi !!! Aqui está mais um cap. Espero do Fundo do coração que gostem. Boa Leitura.

33º Capítulo

“A melhor maneira de curar um coração ferido, é deixar que outra pessoa ocupe ele novamente”.

Pov Pedro

Acordei sorrindo, olhei no relógio ao meu lado no criado mudo, que marcava 8:05. Fechei meus olhos novamente e fiquei algum tempo me despertando.

Levantei tomei um banho gelado, mesmo com o tempo friozinho.

Devo ter demorado, pra me arrumar, (Ou foi o nervosismo). Pois quando me dei por mim, já era 8:45. Corri a cozinha lavei uma maça, e corri pra garagem.

Peguei o primeiro carro que vi e sai em disparada pra Praia.

Meu estado emocional?

Nervoso pra Caralho.

Mais feliz...

Olhei novamente no relógio e faltavam apenas alguns minutos pras 9h.

_Boa Pedro, vai chegar atrasado. – Soquei o volante e disse pra mim mesmo enquanto tentava manobrar o carro e comer a maça. _Karina Adoraaa Atrasos. (Sentiu a Ironia?)

Os minutos se passavam as ruas também mais nada da praia.

_Ah Ka, sabe o que é o transito tava insuportável! –Não Pedro, essa é uma péssima desculpa. –Por que? _Bom porque hoje é domingo e a maioria das pessoas aqui em Londres não saem quase de suas casas aos Domingos, e outra ainda é muito sedo, e não á quase nenhuma carro na rua fora o meu.

_O Jeito é apelar pela verdade mesmo. Se bem que eu não consigo e nem gosto e nunca menti pra Ka. E o que vai me restar? É que ela não fique tão brava pelo meu atraso. “Sabe Ka, eu estou ainda meio bobo, em choque talvez, o nervosismo tomando conta do meu ser, e demorei também porque tava me arrumando de mais..”

...

Ufa cheguei.

Vagas pra estacionar o carro tinham de monte. Por isso estacionei ao lado leste da Praia Bem próximo á Maior pedra que tem nessa praia.

Pedra essa que é o nosso lugar preferido.

Sorri. Deduzindo chegar lá, e ver minha pequeninha. Pois ela sim é pontual e odeia atrasos.

Com as pernas um pouco bambas, e o nervosismo exalando, fui até Ela.

O mar hoje ta incrível, mais agitado, e bem mais azul, do que o normal.

O Tempo está com uma brisa gostosa, que até está bagunçando meus cabelos mais do que o normal.

Minha respiração ta um pouco acelerada devido às batidas do meu coração.

Estou a alguns passos da Pedra, e meu coração quer sair pela boca.

Cheguei..

E sim, ela já está mesmo no nosso

lugar preferido.

Cheguei ao lado dela.

_Oi.. –Sim, pela primeira vez eu estava sem jeito e extremamente nervoso ao lado da minha melhor amiga.

Ela estava de olhos fechados, e parecia concentrada nos seus pensamentos, e por isso acho que ela nem ouviu o meu oi, que mais pareceu como um sussurro.

_Oi Pê. –ela disse sorrindo e ainda de olhos fechado, depois de alguns segundo que pra mim pareceram horas.

Me sentei ao lado dela, e pensei que ela viria com pedras nas mãos prontas pra me atingirem e me matarem, pelo meu atraso. Pois olhei no relógio que marcava 9h15.

_Ka, eu.. Desculpa meu atraso foi que... –ela se virou pra mim, se permitindo abrir aqueles lindos olhos e me encarar, e seus lábio formaram uma linda curva perfeita que eu até perdi os meus sentido, e me deixei calar-me.

_Sem problemas pê. –ela disse sorrindo, abriu minhas pernas e se sentou entre elas apoiando a cabeça no meu Peito.

_Eu tava pensando...

_Eu também!-ela disse me cortando. _Dormiu bem essa noite?

_Sim, mais de nada se compara a noite retrasada. –eu disse e ouvi o som da risada dela. _E você?

_Acho que minha noite retrasada também não tem comparação. -ela disse se virando pra mim. E essa foi a minha vez de sorri bobo. Ficamos nos encarando por algum... Ou melhor, um bom tempo. Nossos sorrisos bobos não saiam dos nossos lábios.

Nossas testas se colaram, e foi inevitável não colar meus lábios, naquela Boca que eu já amo tanto beijar.

Karina sorria entre o nosso beijo e eu fazia o mesmo.

Ela virou o corpo colocando as pernas em cima das minhas. Aprofundando nosso beijo ainda mais, que tava muito bom, e muito bem explorado entre ambos.

Pê... –ela parou nosso beijo me olhando nos olhos. _Bom... éé.... Então... ahhh... E se a gente, na..na..na..na.. Não sei como dizer isso. –ela disso super nervosa. Será que ela diria o que eu quero muito?

_Fala Ka. –eu disse tentando perecer super tranqüilo, e passar tranqüilidade pra que ela continue falando.

_Pê, e se nós entrássemos numa amizade colorida? –ela perguntou super rápido, e eu mudei de expressam pra uma expressam nada definida.

Pov Karina.

BURRA, BURRA, BURRA, não era pra você ter dito isso Karina, sua idiota.

Era pra ter sido um pedido de namoro igual a Bianca te disse. Igual o que você mais quer.

Era pra você ter tomado essa atitude e ter pedido o Pedro em namoro, igual sua mãe um dia pediu seu pai em namoro.

Pedro me olhava com uma cara sem expressam nenhuma, acho que ele estava em choque com a minha pergunta (E com razão), igual eu mesma estava.

Ele tirou as mãos do meu rosto, e desviou o olhar do meu.

_Como? -ele perguntou depois de dois minutos.

É agora, NÃO VAI ERRA DESSA VEZ, é a sua vez de fazer a coisa certa Karina.

Respirei fundo, fechei meus olhos, e na minha cabeça passou como um filme todos os momentos que já passei com o Pedro. Mais do nada, esses momentos com o Pê mudou para ALAN, e tudo de ruim que eu vivi naquela cena que eu queria que tivesse morrido da minha mente.

_Pedro, Eu gostei muito da nossa noite, eu adoro você, e nós nos damos muito, muito bem. Eu pensei que nós podíamos continuar com a nossa forte amizade, só que com benefícios. Então me diz o que acha? –BURRA ERROU DE NOVO KARINA.

Ele me olhou ainda meio sem saber o que fazer (E com Razão, mais uma vez).

_Sabe o que é Ka, eu tava pensando em algo mais sério. –ele disse depois de certo tempo com a voz ainda falha.

_E nós vamos fazer ser algo sério Pê, eu só vou ficar com você e você comigo. –eu disse.

_Tipo um namoro? –ele perguntou.

_SIM,... Quer dizer, só que sem muita cobrança, algo mais natural, sem muitas responsabilidades, tipo o que mais tem que prevalecer é a nossa amizade e o respeito um com o outro, mais não um namoro. –Karina a “IDIOTA.”_Podemos continuar do jeito que está, só que com algo a mais... O que acha.

Ele ficou algum tempo calado, acho que digerindo minhas palavras.

_Mas Ka... –ele me olhou ainda em duvida.

_Pê, vamos pelo menos tentar, ai se você não quiser continuar, eu super vou entender e voltamos a ser bons amigos.. O que acha? –ele me olhou e ficou algum tempo refletindo.

_Mais Ka, você não acha, que um namoro não seria melhor. –ele tentou...

_Pê, não precisamos de rotulo. Só não vai ser um namoro. –eu disse com raiva de mim mesma por dentro, ele sorriu sem jeito.

Depois de algum tempo, ele sorriu e passou as mãos pelas minhas bochechas.

_Então continuamos solteiro? –ele perguntou sério.

_Bom... é... me diz o que acha. –Já disse que estou raiva de mim?

Sabe quando o coração Grita uma coisa, sua mente outra, e sua Boca ouve a mente? Infelizmente isso que está acontecendo comigo.

_É impossível te negar algo Karina Duarte. É impossível negar algo a esses olhos azuis! –ele disse ainda rindo e me deu um selinho demorado.

_Então.. Topa? –eu perguntei animada.

_Fazer o que né. –ele disse ainda acariciando meu rosto.

_Nossa Pedro, quem olha assim, parece que vai ser algo muito obrigatório, ruim, ou muito difícil. –eu disse já brava e ele sorriu sapeca, aquele sorriso despreocupado que eu tanto adoro.

_To brincando com você minha loira Esquentadinha. Mais.. I esse lance, tipo, eu vou poder te beijar quando eu quiser? – eu assenti sorrindo_ Vamos fazer... Quando e onde quisermos? –ele perguntou.

_Bom... Fora os dias de menstruação sim, e onde quisermos desde que não tenha publico. –eu disse animada.

_Tá, e andar de mãos dadas, também vamos andar né? – ele perguntou meio confuso com esse termo.

Sim, eu quero muito Pedro Ramos, Andar de mãos dadas em todos os Lugares do mundo com você. –essa foi a resposta que eu queria dar. Mas minha boca...

_Pode ser. –eu disse como quem não quer nadar. –ele sorriu. _O que foi?

_Seus olhos, não me enganam que você também quer andar de mãos dadas comigo Karina Duarte. –ele disse gargalhando.

Sim, Pedro Ramos, já me conhece melhor que ninguém. E acho que minhas bochechas responderam sem minha autorizarão. Como sei? Bom, senti elas pelando, e o Pedro rindo o dobro de mim.

_Sabe que ta vermelhinha né? –ele perguntou.

_Imagino. –eu disse me levantando.

_Onde vai. –ele perguntou me olhando assustando.

_Onde “nós dois Vamos”.. Bom, pra começar o nosso dia, pensei em uma água de coco, o que acha? –eu perguntei já sorrindo e ele logo se animou se levantando.

_Boa, vamos. –ele disse entrelaçando seus dedos nos meus, e sorrimos juntos com essa atitude...

Nós dois juntos, indo á um quiosque qualquer, pra tomarmos água de coco. De sorrisos bobos nos lábios, com as mãos entrelaçadas, e conversas aleatórias. E a Sensação? Bom, a sensação é a melhor do mundo, algo tão natural.

...

_Bom, e agora, aonde vamos Pê? –eu perguntei, depois de tomarmos e pagarmos nossas águas de coco. E agora estamos ao lado do carro do Pê, ainda de mãos dadas.

_No momento, eu só quero te beijar agora. –ele disse sorrindo e eu sorri. E em questão de segundos, nossos lábios já estavam unidos um ao outro. Um beijo super calmo e ao mesmo tempo, bem explorado...

Pedro me espremia entre o carro dele e seu corpo, suas mãos já vagavam pelo meu corpo. E o que eu estou achando?

Bom, eu estou adorando isso.

Minhas mãos estão entre puxadinhas no cabelo dele. Mais meu foco agora é o abdômen dele.

Desci minhas mãos pela lateral do corpo do Pê até chegar em seu abdômen por de baixo da camisa e o Pedro sorriu entre o nosso beijo que a essa atura está muito, muito quente, e sem presa pra acabar.

Sorte a nossa é que essa praia é praticamente deserta. Mais acredito eu, que logo mais ira chegar pessoas pra curtirem essa bela praia, não pra nadarem, e sim, admirar a beleza. Pois hoje é domingo, e um domingo nublado e friozinho.

Mais no nosso caso aqui ta quente até de mais.

Aos pouco Pedro desceu seus lábios gostosos pelo meu pescoço, gemi baixinho, e eu consegui logo depois em fim tirar essa camisa dele.

Pedro sorriu mais uma vez com a minha atitude “Safadinha”. (Sim, eu estava emersa e fora de mim, mais com bastante desejo). E eu sorri timidamente, e voltei meus lábios com toda força pros lábios dele, que de imediato correspondeu com a mesma velocidade, Pedro começou a aperta meu bumbum, e tá muito bom. Foi só ai, que eu voltei a si, e mesmo com o clima super gostos, nós já estamos exalando luxuria, e por mim numa boa rolaria ali, mas aqui ainda é um lugar publico e algumas pessoas (Poucas) já começam a chegar, como eu suponhava.

_Pê! –eu disse empurrando ele com toda a força pro lado.

_Nossa. –ele disse um pouco bravo. _O que tem de mais?-

Sim, notei a chateação na voz dele, mais na praia em púbico, fora de cogitação, se fosse de Noite, eu não respondia por mim, mais ainda é 12h.

_Lindo, se não fosse de dia... e sim de noite... –eu disse sorrindo maliciosa, e o Pê me entendeu, veio até mim me deu um selinho e sorriu.

_Tá, Praia, noturna, só nos dois, Não vai faltar oportunidade e eu vou cobrar. –ele disse no meu ouvido, depois deu uma leve mordidinha na minha orelha, e senti meus nervos aflorecerem.

_Mais, e ai aonde vamos? –eu disse tentando mostrar á ele, que essa atitude dele não se manifestou em mim. Mais como disse, Pedro Ramos me conhece melhor que todo mundo.

Ele sorriu.

_Vamos almoçar? –ele perguntou acariciando meu rosto.

_Com certeza, to morrendo de fome.. Ah, e sim, pode cobrar quando quiser! –eu disse sorrindo, e vendo um sorriso malicioso nos lábios dele. Me virei para dar a volta no carro e ir ao lado carona do carro.

_Opa. –ele disse me puxando pela mão.

_O que foi Pê.

_Quem vai dirigir é você. –ele disse me dando a chave e indo até o lado carona do carro.

_Mais Pê... –eu disse animada. Pois vou dirigir um conversível.

_Mais nada, e vamos logo, porque eu estou com fome. -Ele disse já dentro do carro.

_Então tá. –eu disse ainda animada entrando no carro.

E assim partimos pro nosso restaurante preferido.

Almoçando sobre conversas aleatórias e muitas risadas.

...

_E agora, aonde vamos? –ele pergunto, enquanto estávamos sentados no banco de uma praça comendo açaí.

_Ah, vamos lá pra casa, assistimos um filme, sei lá. Tem outra idéia? –perguntei enquanto via Pedro se lambuzando de açaí.

_Bom desde que eu esteja com você, qualquer lugar vale muito. -ele disse rindo, e eu corei fortemente.

_Para de ficar me deixando envergonhada. –eu disse olhando pros meus pés.

_Porque? Se eu adoro te ver vermelhinha, e outra eu não falei nada de mais, só falei o que eu acho. –ele disse colocando sua taça já vazia no banco ao lado da minha também vazia. Chegou mais perto de mim, acariciou minhas bochechas que imagino eu estejam vermelhas. Beijou cada uma delas e tocou levemente aqueles lábios carnudos que eu adoro. Me beijou despreocupadamente, calmamente, intensamente, delicadamente e muito, mas muito gostoso.

_Então... vamos... é, lá pra casa. –eu disse ofegante após nosso beijo.

_Vamos. –ele disse dando um selinho por fim em mim e fomos pro carro.

Dessa vez Pedro foi dirigindo. Eu estava um pouco cansada. Pedro Ligou o rádio, tocava uma musica no estilo jazz.

_Nossa. –ele disse.

_É musica legal Pé, deixa ai. –eu disse tocando a mão dele antes que ele mudasse de musica.

Ele sorriu, e deixou onde estava.

Fechei meus olhos, e me aconcheguei melhor no banco.

...

Pov Pedro

Assim, que entramos no carro, e começamos o percurso até a o Ape da Ka.

Tava tocando uma musica meio sonolenta e só tocada. Karina dormiu fácil, fácil, ela disse que estava cansada e com essa música foi fatal ela não cochilar.

Parei com o carro no sinaleiro, acho que umas duas vezes. E me Permitir ficar olhando a Ka dormir serena. E eu sorria todo bobo.

Logo chegamos ao prédio. Coloquei o carro no estacionamento, e a Ka continuava dormindo tranquilamente.

Sai do carro e dei de cara com o Duca.

_Duca. –eu disse indo até ele, que estava do outro lado encostado no carro dele.

_Fala Pedroso.

_Eai, veio na Bi? –perguntei.

_Vim com a Bi, ela foi pegar alguns roupas, mais já deve ta voltando, e você? Veio ver a Ka?

_Vim com a Ka, só que ela dormiu no carro. –eu disse. _Mais, já que a Bi ta, pede pra ela deixar...

Fui cortado.

_Oi Pedro. –disse uma Bianca super sorridente.

_Oi Bi.

_E a Ka?

_Dormiu no caminho. –eu disse e ela riu. _Então ela ta dormindo tão bem que dá até dó de acorda — lá. E seria deselegante da minha parte abrir a bolsa dela pra pegar a chave, por isso você poderia emprestar a sua? –eu perguntei e ela fez cara de duvida, eu fiquei preocupado e depois ela gargalhou junto ao duca.

_Claro Pedro, mais precisava ver sua cara. –ela disse ainda rindo com o Duca e eu ri também.

Ela me deu a chave, depois ficamos conversando mais alguns minutos. Duca e a Bianca se despediram de mim, e saíram.

Fui até o carro, peguei a Ka no colo, e fechei o carro.

O elevador logo chegou ao andar do ape da Ka.

Com muita dificuldade abri a porta, com a Ka no meu colo. Fui até o quarto dela, e cuidadosamente a coloquei na cama. Ainda dormindo ela se aconchegou melhor na cama e sorriu.

_O sonho deve estar bom. –pensei alto, e acariciei seus cabelos cuidadosamente para não acorda — lá.

Depois fui tomar um banho.

Continua...

Notas finais
Desculpem algum erro. O que acharam?? Comentem, comentem, comentem. Favoritem, recomendem... Beijos e até o próximo Cap. Beijoss.