O Jogador e a Jornalista_Perina
17 Capítulo 17
Notas iniciais
17º Capítulo
Pov Pedro.
Meu domingo estava maravilhoso ao lado da Karina.
Estávamos indo almoçar, no meu restaurante preferido e o que eu sempre vou com os Caras.
Assim que chegamos abri a porta pra Karina que me deu um sorriso lindo.
Entramos e sentamos numa mesa.
_E ai Ka, o que vai querer? –eu perguntei olhando pro cardápio e a Karina fazia o mesmo.
_Ah não sei... –ela disse meio confusa. _E você o que vai querer? –ela me perguntou.
_Arroz branco, com estrogonofe de frango, e batata palha. –eu disse e ela sorriu.
_Então... Então, há já sei. –ela disse satisfeita olhando pro cardápio. _Eu vou querer, lasanha quatro queijos. –completou a frase e eu ri.
Depôs fizemos nossos pedidos ao garçom.
Logo chegou nossos pedidos acompanhados pela Coca-cola.
_E ai Ka, qual sua fruta preferida? –Sério que eu perguntei isso? Cara meu nível de papo com mulheres ta baixo, até qual é a fruta favorita dela eu perguntei? Mais não sei por que, eu queria conhecer ela, em seus mínimos detalhes.
_Eu sou apaixona por Uva, não que eu não goste das outras frutas, mais sei lá, uva é de mais. –ela disse e sorriu. _E você Amigo? –ela me perguntou e eu gargalhei.
_Todas. –eu disse e nós sorrimos.
E assim passou nosso almoço, entre gargalhadas, encaradas, conversas, comer... Comida.
_E ai Ka, preparada pra ir ao Estádio? –eu perguntei e ela sorriu toda animada pra mim.
_Concertesa. –ela disse, e eu sorri todo bobo, logo depois de comermos nossas sobremesas.
Assim abri o carro e partiu estádio...
Quando chegamos, e paramos perto aos portões, fui conversar com o Seu Max, que é o Porteiro, e ele liberou nossa entrada, e disse que não havia ninguém, pois os dirigentes, o Presidente e o Vice do clube, estavam no escritório, do Real Londres, que ficava num prédio (prédio esse, que era de quatro andares e que servia pra renovações de contrato, coletiva de imprensa, a parte administrativa, os fechamentos de contratos com os patrocinadores, essa coisas.) e que ficava a duas ruas do estádio.
Mais no estádio, havia os faxineiros, e os seguranças, rondando o local, mais isso não era problema, todos dali me conheciam.
Levei a Ka pra conhecer tudo, os dois refeitórios, a enorme academia (Malhar), a sala de concentração, a sala de lazer, a sala de fisioterapia, sala médica, a piscina (Pros treinamentos, e lazer nas horas vagas), Mostrei o CT (Centro de Treinamento, onde ocorre os nosso treinos), mostrei o nosso vestiário, mostrei meu armário, mostrei a sala de Troféus, mostrei também uma sala de coletivas de nós jogadores para os jornalista.
_É bem grande essa sala né. –ela disse observando o local.
_É sim, mais tem uma sala duas vezes maior que essa lá no Prédio Real Londres. –eu disse e ela sorriu.
_Sabe Ka, Imagino você, sentada aqui nessas cadeiras. –eu disse apontando para as colunas de cadeiras onde geralmente ficavam os jornalistas após os jogos para nos entrevistar. _E eu bem aqui. –eu disse apontando a enorme mesa com cadeiras e microfones, (Lugar que ficavam alguns jogadores e o Técnico) onde quase sempre eu ficava para dar entrevistas sobre os jogos aos jornalistas. _E Você me entrevistando. –eu disse sorrindo e a Ka sorriu também.
_Sério Pedro, vai ser demais. –ela disse e nós sorrimos.
_Agora já podemos ir né. –eu disse isso só pra tirar uma casquinha com a cara dela, eu sabia o que ela mais queria ver ali, e isso eu tinha deixado por ultimo.
_Ah mais eu pensei que ... –ela disse meio triste.
_E pensou certa, sua bobinha, vamos lá pra você conhecer o Famoso campo do Real Londres, onde eu faço minhas obras de arte com a bola (Mentido sim ou claro).
_Agora. –ela disse e nós gargalhamos.
Assim que passamos pelo corredor aonde dava direto pro campo, Karina ficou maravilhada, estava com os olhinhos brilhando.
_Nossa Pedro, é lindo. –ela disse toda sorridente.
Eu apenas ri do jeitinho lindo da Ka, que parecia um criança que acabará de ganhar um brinquedo novo.
Eu apenas ri todo bobo vendo a sorri e admirar o campo.
_Posso? –ela perguntou, e eu apenas concordei com a cabeça ainda todo bobo.
Ela saiu correndo em disparada até o meio do campo e começou a girar, e Observar cada cantinho.
Fui andando até ela que sorria.
_Deve ser muito bom jogar aqui. –ela disse.
_Ah é sim. –eu disse olhando pra ela que ainda observava o estádio.
_E deve ser muito bom assistir o jogo aqui. –ela disse.
Eu apenas sorri pra ela.
Pov Karina.
Esse lugar é perfeito e não vejo a hora de assistir jogo aqui.
Pedro é uma pessoa incrível, e meu domingo está maravilhoso.
Quando chegamos ao campo, eu fiquei indignada, pois era enorme igual à quantia de arquibancadas.
Pedro veio até mim e eu ainda estava toda boba admirando o lugar, quando eu e Pedro nos aproximamos mais e eu já podia sentir a respiração dele, nossos lábios a centímetros, e...
Meu celular tocou. Puta que pariu, não podia tocar depois?
Ligação On:
_Fala Bianca. –eu disse meio seca.
_Ka onde você ta sua louca, que até agora não volto da praia? Perdeu-se? OU, Não me diz que foi seqüestrada? –ela perguntou super preocupada. (Sério, como eu fui seqüestrada se eu estava com o celular? Sim a louca aqui é a Bianca).
Meu celular não tava no viva-voz, mais dava pro Pedro ouvir porque ele deu risada.
_Deixa que eu falo com ela. –Pedro disse pegando o celular da minha Mão.
_Oi Bi, aqui é Pedro, Bom pra falar a verdade a Ka foi sim seqüestrada, mais pode ficar tranqüila, prometo leva — lá pra casa intacta. –Pedro disse sorrindo.
Não ouvi o que Bianca disse mais Pedro sorriu de novo e se despediu.
Ligação Of
_Prontinho. –ele disse me entregando o celular. _Vamos. – disse por ultimo e eu concordei...
Já estávamos dentro do carro e como já de costume Pedro havia aberto a porta do carro pra mim.
_E ai já quer ir pra casa ou topa um sorvete comigo. –ele disse com aquele sorriso lindo.
_Aceito um sorvete. –eu disse e rimos.
_Então partiu sorveteria...
Assim que chegamos, Pedro estacionou o carro, fomos até o baucon e fizemos nossos pedidos.
Várias pessoas vieram até o Pedro pedir autografo e self, (Era muita gente).
Depois de pegar nossos sorvetes, ficamos andando e conversando sobre diversos assuntos por uma praça, que ficava ali pertinho.
_Nossa seu sorvete deve ta uma delicia, até já ta toda lambuzada. –Pedro disse.
_Falou o que não ta lambuzado, né. –eu disse e nós gargalhamos, e tentamos nos limpar com nossos próprios dedos, e sentamos em um dos bancos.
_Me deixar experimentar o seu? –ele perguntou olhando pro meu sorvete de uva com calda de chocolate.
_Só se você me deixar experimentar o seu. –eu disse olhando pro sorvete dele de chocolate e cobertura de morango.
Pedro chupou meu sorvete e eu chupei o dele. (gostei bastante, do sorvete dele.)
_Gostei do seu. –eu disse.
_Eu também gostei do seu, gostei mais do seu do que do meu, pra falar a verdade. –ele disse sorrindo.
_Você que trocar? –eu perguntei afinal eu também tinha gostado do sorvete dele, e não me importaria com a troca.
_Quero sim! –ele disse e assim trocamos.
_Nossa você não sabe mesmo tomar sorvete, ainda continua lambuzado. –eu disse rindo do Pedro todo lambuzado de sorvete.
_Ahh, olha só a suja falando do mal lavado, seu estado não está diferente do meu não, viu dona Karina. –Pedro disse gargalhando e já limpando meu rosto onde estava sujo de sorvete e eu fiz o mesmo no rosto dele, e nós começamos a rir que nem duas crianças. Depois ficamos nos olhando e acabaram as risadas, e o clima começou a ficar fofo e nós nos beijamos suavemente e bem gostoso, com toques de línguas e uma mistura gostosa de chocolate com uva, uma mistura única, ficamos nos beijando até precisarmos de ar, e o beijo foi encerrado com o Pedro mordendo suavemente e bem lentamente meu lábio inferior.
Logo depois sorrimos um para o outro, e em nenhum momento pós beijo ficou um clima chato ao contrário, continuamos conversando, e bem animadamente.
Hora ou outra vim pessoas tirar fotos com o Pedro...
_E te incomoda um pouco, esse mundaréu de fãns em cima de você? –eu perguntei, assim que saíram três meninas de perto de nós, que tinha acabado de tirar fotos com o Pedro, mais especifico eu que tive que tirar as fotos para elas.
_Ah, não vou falar que não incomoda, porque tem vez que eu quero ficar sozinho, poder sair sem ter paparazi me perseguindo, ter um pouco de privacidade, mais eu gosto muito dos meus fãns, é muito bom receber o carinho e o apoio deles. –Pedro respondeu, enquanto admirávamos a imensa praça, o local que era totalmente ao ar livre, bem verde cheio de árvores, com bancos, e bem iluminada.
_Mais e esse negócio de paparazi, tem mesmo ou é só coisa de filme? –eu perguntei e vi Pedro rir.
_Não tem sim, só que não é tanto como no Brasil, eu já vi vários, mas hoje, ainda não vi nenhum, mais conserteza algum deve ter nos seguido hoje, e possivelmente, amanhã, vai sair alguma coisa nos jornais e revista de fofocas, sobre o “ O Domingo do famoso Pedro Ramos”. –ele disse e nós rimos. _Mais não se preocupe com isso. –ele disse finalizando.
Eu apenas dei risada.
Assim continuamos conversando.
_Tira foto comigo? –Pedro perguntou já tirando seu celular do bolso e olhando pra mim.
_Oi? O certo era eu pedi pra tirar fotos com tigo, não o contrário, o famoso aqui é você. –eu disse com voz de óbvio.
_Ah vamos Ka, e para de ser boba. –ele disse.
_Mais eu to feia agora, pra tirar foto. –eu disse já olhando pro chão.
_Já falei pra deixar de ser boba, e você ta linda, não to vendo nada de feia. –ele disse e eu senti minhas bochechas corarem.
_Ta bom. –eu disse soltando meus cabelos e os jogando pro lado, e ele sorriu convencido.
E assim tiramos um monte de fotos, com várias poses, tiramos tantas fotos no celular dele como no meu. (Cá entre nós, que eu não ia perder oportunidade de tirar fotos com o Pedro Ramos).
_Além do futebol, o que mais gosta de fazer, ou praticar. –eu perguntei e o Pedro deu risada.
_Bom...Eu gosto de tocar guitarra e violão. E você Ka? –ele perguntou. (Definitivamente, adoro quando ele me chama de Ka, não sei porque isso, já ouvi tanta gente me chamando de Ka, mais na voz dele fica sei lá diferente, fica muito bonito, fica mais intimo e me fez arrepiar...)
_Como já disse, May Thai. –eu disse com uma voz obvia.
_É mesmo. –ele disse sem graça. _É que eu me perdi nesse mar azul... quer dizer, to meio esquecido hoje. –ele disse e eu ri, eu ouvi o que ele havia dito.
_Sem problemas, já passei por dias assim. –eu disse fingindo não ter ouvido o que ele disse ante e nós rimos.
_Bom, ta ficando friozinho né. –eu disse.
_É ta sim, aqui em Londres é assim, é raro o dia que faz sol, mais de noite é sempre frio. –ele disse. _Quer ir embora?
_Sim. –eu disse, meia sem graça e Pedro deu Risada de canto.
_Então vamos. –ele disse e nós rimos.
Pedro deu o Braço pra eu entrelaçar, e eu fiquei confusa.
_Somo amigos Ka. –ele disse e eu concordei e enlacei meu braço ao dele e seguimos em direção ao carro dele.
_Obrigada. –eu disse logo depois que o Pedro abril a porta do carro pra mim, e sorriu lindamente.
_Bom vamos ouvir uma musica? –ele disse ligando o rádio.
_Ah deixa essa... –eu disse e Pedro sorriu.
_Gosta de música antiga? –ele perguntou.
_Não é antiga Caro Pedro, é música Clássica. –eu disse e rimos.
_Foi mal, Senhorita Karina. Eu também gosto. Que pena, Mais a música acabou–ele disse.
_Sem problemas, eu tenho essa música no Celular. –eu disse e peguei meu celular da bolsa.
Coloquei a música e comecei a cantar, e em seguida Pedro começou a cantar comigo.
_Cara essa música é demais. –ele disse, enquanto eu me sacudia de um lado pro outro no ritmo da música.
_Eu amo essa música....
Pov Pedro
Estávamos indo pro Apê da Ka, Quando eu liguei o rádio, e fui passando as sintonias das rádios, quando começou a tocar uma música das antigas, essa música que se tocam nas baladinhas de festa de aniversário, casamento...(Cyndi Lauper — Girls Just Want To Have Fun ). Mais a música estava no finzinho, e a Ka disse que tinha no celular, logo ela colocou e começou a cantar, eu sabia essa música decór, mais fiquei com receio de cantar. Mas foi só ouvir a doce voz da Karina que me fez cantar também e assim, depois ela começou a se mexer ao som da música e eu me encantei, acho que só não a olhei mais porque eu tinha que prestar atenção nas ruas por onde eu conduzia o carro.Logo depois parei no pequeno engarrafamento que se formou.Mais que nem vi o tempo passar, pois estava tão bom ali com a Ka, ouvindo música, conversando, trocamos músicas um com o outro...Chegamos em frente ao Apê dela, e como sempre eu desci primeiro e abri a Porta do Carro pra ela.... Continua...
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