O Internato
28 O Anjinho que é James Arthur Cahill Kabra
Notas iniciais
Como estão de férias? Bom, eu ia postar esse capitulo no dia do meu aniversário no dia 13, porém decidi postar agora porque eu estou na Lan House ( sintam o meu tormendo) e o capitulo eu me lembrei de salvar no meu email porque deixei o pendrive em casa ^^
Enfim, já aproveitando a deixa do assunto, não sei se vai rolar todos os capitulos dia 13 porque, lamentavelmente, eu ainda estou na praia ( fim de mundo, a esquerda).
Bom vou parar de me lamentar e deixar vocês aproveitarem o capitulo.
Dizem que toda garota sempre quis ser mãe.
Natalie Kabra era a prova viva de que essa era uma mentira completa.
Graças aquele maldito trabalho escolar, agora ela dormia três horas por noite porque aquele bebê de Rosemarie chorava a noite INTEIRA. As colegas de quarto deram um jeito de arranjar tampões de ouvido, mas não deram a ela, afirmando que isso seria construtivo para a educação dela.
CONSTRUTIVO?
UM VULCÃO DE BICARBONATO DE SÓDIO SERIA CONSTRUTIVO PARA ELA!
E pelo que ela podia ver o bebê não cuspia lava pela boca.
Nos últimos três dias ela não pregara o olho uma vez se quer tudo porque o desnaturado “pai” da criança aparentemente prefere passar a noite no vídeo-game do que com o anjinho que é James Arthur Cahill Kabra, isso é claro, quando esta dormindo.
As noites resultaram em olheiras tão grandes que ela achou se tratar de um guaxinim e um cabelo que parecia tipo... O de alguém sem chapinha.
Graças aos deuses, ela vivia nesse século.
Já imaginou se ela vivesse no século XIX? Sem internet, maquiagem, televisão... Ah, e tinham que manter o cabelo preso em um coque todo o dia.
Ah! Como é bom ser uma mulher moderna.
Falando nisso, por que raios, em pleno século XXI eles tem que estudar Economia Doméstica?
Se essa instituição fosse liderada por um Lucian, com certeza teriam Economia Básica dos Negócios, ou Economia do Mercado de Venenos.
Tipo, dããã, o que isso acrescentaria para ela?
“No mundo capitalista em que vivemos, as crianças devem ser estimuladas desde pequenas ao mundo econômico. Quanto mais cedo melhor.”.
Certamente ela ouvira algum professor dizer isso na TV algum dia; Ou poderia ter sido Isabel, ela não se recordava.
Balançou a cabeça para tirar esse pensamento da cabeça.
Hoje, Isabel era a ultima coisa que ela precisava.
Pegou o carrinho Louis Vitton, ergueu a cabeça e entrou com James (nome lindo, gritos alto.).
Aparentemente, o bebê ficava mais calmo quando estava com outras pessoas.
Passou os olhos de maneira rápida e localizou Dan em uma pequena mesa próxima de Amy, com os colegas de quarto.
Ela empurrou o carrinho e olhou, não, melhor, encarou-o com um olhar tão gélido que seria capaz de fazer o México um novo território de ursos polares.
Ele, parou uma batata em direção a boca.
- Oi Natalie,- disse ele.- Batata?
Ao ver o nível da naturalidade com que ele fala isso, ela realmente perdeu o resto de paciência que lhe restava.
- BATATA? O QUE VOCÊ QUER DIZER COM BATATAS?
- Ah, você sabe, pequenos legumes...
- Tubérculos.- corrigiu Charles.
- Saúde.- diz David.
- Nossa,- diz Dan.- Vocês viram aquele novo episódio de...
- Não,- interrompeu Natalie.- Eu não vi nada porque estava cuidando do NOSSO filho.
Ele deu de ombros.
- Já vi que você realmente não quer a batata.
- OLHA SÓ...
- Natalie, querida, para de fazer escândalo.
- NÃO ME CHAMA ASSIM!
- Nat, se acalma. É só um trabalho de escola, não um bebê de verdade.
- JURA MESMO? Achava que todas as mães de Londres haviam doado seus bebês para o colégio.
- Meu Deus, isso realmente sério. Senta aí e come uma batata com a gente.
- Eu não quero uma batata. Eu quero que você tome conta do seu filho.
- Nem pensar,- diz David.- Não quero bebê chorando no meu quarto.
- E o bebê de vocês? Como convenceram as suas parceiras a passarem o dia inteiro com os bebês?
- É aí que você se engana, pequeno gafanhoto.- diz David.- Tanto eu como o dicionário ambulante aqui do meu lado passam muito tempo com seus bonecos. Eu entrei em um acordo com a minha parceira, de maneira que ambas as partes se beneficiem. Você só não o vê quando ele esta comigo.
- E o meu bebê é tão quieto que dorme a noite inteira sem acordar ninguém.- diz Charles.
- Viu Natalie? — diz Dan.- Sem chance do James ficar comigo.
Ela empurrou o carrinho para o lado e puxou o menino pela camisa.
- Daniel Arthur Cahill, saiba que eu não durmo há três dias. TRÊS, DIAS. Então você vai ter que ficar com esse boneco de qualquer jeito. Hoje, você vai vir ao sala comunal do meu dormitório, desta maneira a gente reveza com o bebê. E nem ouse não aparecer. Se isso acontecer, eu vou te buscar, Dan Cahill, seja no seu quarto, em Boston ou onde for. Agora, eu vou sair para a minha mesa e você, você querido, vai pegar esse carrinho e sorrir alegremente como um Teletubbies. – ela soltou a camisa.- Até de noite.
Ela saiu andando como se nada tivesse acontecido em direção a mesa das líderes, deixando James Arthur para trás.
Os três meninos se encararam em silencio.
- Então, — disse David, com um sorriso.- Vai passar a noite com Natalie Kabra hein.
- Ah, cala a boca.- ele jogou nele uma batata.
Notas finais
Kisses Coloridos,
VikiCahill
Ps: Quem acha que vai dar boa coisa? Comentem!
Fale com o autor