O Gato Vampiro

13 Capítulo 12


Amanhecia na cidade de Paris, o sol subia preguiçosamente colorindo o céu de laranjada. No meio da cidade, numa casa pequena um jovem estava sentado na escuridão da sala, apenas um fio de luz entrava pela janela querendo iluminar o vazio. Concentrado ele fixava o seu olhar no objeto tapado com um pano à sua frente.

Depois de vários minutos, cuidadosamente removeu o pano para poder ver a borboleta negra sem vida. Após verifica-la melhor, suspirou cansado e aliviado. Chat Noir sabe que não tem poder de desfazer o poder do Akuma, por isso está um pouco inseguro. Será que vai conseguir parar os próximos que aparecerem?

— Finalmente desistiu…Foi má ideia traze-la comigo, mas não ia deixa-la livre na cidade…

Antes, quando entrou no seu esconderijo, tapou o frasco da borboleta com pano para o seu pai não conseguir detetar onde ele está, pois suspeita que deve estar à procura dele, já que praticamente fugiu de sua “casa”.

Ele apertou as mãos num punho.

—Por que me sinto culpado? A culpa é dele, toda dele. -murmurou, mordendo os lábios em frustração.- Não vou voltar para aquele lugar, nem daqui a milhões de anos. Não agora que encontrei a minha Sacrifície.

Ele direcionou seu olhar de raiva para uma parede. De repente, parecia que via o seu pai lá.

—Podes procura-me pela cidade toda, porém não vou deixar que encontres os meus esconderijos. Também não vou deixar que faças algo à minha Sacrifície.

Chat levantou-se com o frasco na mão. Saiu daquela sala sem nem olhar a janela para ver a linda paisagem que o amanhecer trazia.

—Vou ter que vigia-la com mais cuidado, sinto que algo não vai acabar bem….Aquela presença que senti ontem na escola era diferente do meu pai….Sinto que conheço esse vampiro. Não consegui saber por estar bem escondido... -pensou Chat desaparecendo.

(…)

Um rapaz sentava-se num banco, parecendo descontraído e sem preocupações. Ele olhou discretamente para uma rapariga familiar de cabelo azul andando até a escola.

—Olá Mari, tudo bem?

—Olá! Sim e tu? -respondeu Marinette sorrindo

Ele sorriu. Na sua cabeça veio uma imagem de alguém em sofrimento.

—Um dia, ela estará nas minhas mãos….Assim poderei finalmente vingar-me de Chat Noir…….-Pensou o rapaz sorrindo satisfeito

Notas finais
Desculpem por demorar, não me vinha ideias para escrever. Agora vou demorar milhões de anos para o próximo capítulo. Até Breve