O Gárgula
1 Parte 1- Queda
Notas iniciais
A chegada da noite alerta a todos para ficarem atentos. Sem estrelas no céu, as nuvens de poluição da cidade se juntam formando um hambiente escuro e desesperdor. O galpão estava com muitos guardas do lado de dentro, porém com somente quatro no lado de fora. O que deveria estar lá tinha que ser algo de valor para neglienciarem tanto assim a segurança. Um grupo de sete homens de ternos e casacos se aproximava lentamente por entre os becos que davam acesso ao local. Na frente o maior verificava a situação, dos quatro guardas apenas dois estavam protegendo a entrada dos fundos,. Ele deu o sinal, os homens se aproximararam junto a ele. Nocatearam os guardas e pegaram suas armas. Dois ficaram de prontidão proximo a porta e os outros entraram.
Lá dentro eles se dividiram em dois grupos: os dois menores junto com o maior subiram uma escada enferrujada que levaria a plataforma de cima, ja os outros dois ficaram em baixo para dar suporte. O maior observou o que estava acontecendo no centro do galpão, cerca de doze guardas vigiavam o carregamento de armas traficadas da turquia.Ele tambem notou um tamque de cerveja proximo ao quartro guardas que estavam se destraindo jogando baralho e bebendo. Ele sacou seu revolver e atirou no tanque, um tiro veloz e preciso que fez com que o tanque estouraçe e pegasse fogo. Junto levou os quatro guardas destraidos a se encendiarem e correrem de forma deseperada. Depois cairem no chão de agonia e morrerem
Os outros guardas ficaram de prontidão sacando suas armas, porem o intruso atirou contra as mão de cinco deles, que deixaram as armas cairem no outro lado do galpão. Os outros quatro tentam mirar nele, porém os outros intrusos os renderam, e eles foram finalizados com tiros na nuca. Os que sobraram, estavam desarmados ,desperados correraram para a porta da frente, mas infelizmente o fogo já tinha se alastrado para lá, foram queimados.O fogo matou seus medos e seus corpos. Os intrusos carreagaram suas armas , se reuniram e atiraram nos tanques de combustivel ao fundo para terminar o serviço.
Os homems sairam pelo mesmo lugar que entraram, os sete juntos compartilhavam a mesma expressão de dever cumprido em seus sorrisos. Eles pararam numa lanchonete familiar, e no meiu da refeição o maior tomou a palavra:
-Quero agradeçer a vocês, a missão desta noite foi um verdadeiro sucesso, estou muito satisfeito.
- Sem a sua liderança e destreza não teriamos dado conta- Disse o segundo maior, de cabelos vinhos e com aparelho nos dentes.
-Obrigado Mr. Rock. Você foi ótimo nocauteando os guardas. — Deu uma olhada para os dois menores e mais magros-Vocês tambem foram muito bons Mr. Sand e Mr. Smoke, para primeira missão de vocês foi ótimo.
-Mas e o resto de nós? Não merecemos seus elogios tambem?-Perguntou o magrelo de oculos enquanto tomava um gole de café.
-Não se sinta inferior Mr. Glass. Tanto a sua ajuda quanto a do Mr. Wood e do Mr.Cloud foram tão essencias quanto a dos outros.
O clima fica tenso, Mr.Rock ergue seu copo de refrierante e tenta quebrar isso prondo um brinde:
-Então, que tal brindarmos pelo nosso sucesso de hoje?
- Somente se o Mr. Dust, quero dizer, o nosso lider quiser.- Disse Mr. Smoke
O lider ergueu sua caneca de cerveja e os outros o acompanharam com suas respectivas bebidas, brindaram , pagaram a conta e a gorjeta e foram embora.
Alguns minutos depois chegaram na fabrica de bebidas e fumos onde o quartel general deles estava localizado. Todos foram para a sala de espera enquanto Mr. Dust ia até o chefe para reportar o sucesso da missão.Ele foi até o escritório, se indentificou aos seguranças e entrou no enorme salão.Lá estavam varios homens de terno, no meio deles, um senhor um pouco mais velho, com cabelos grizalhos e fumando um charuto. Ao notar a preseça de Mr.Dust ele pediu para que os senhores saissem. Assim que a sala se esvaziou os dois começaram a dialogar
-Então, me traz boas novas meu bom rapaz?- O velho tragava o charuto e o soprou com tranquilidade.
Acendeu um cigarro e o tragou antes de responder.
-Sim
-Conte-me mais.
- Detonamos o deposito como o senhor pediu, felizmente, sem testemunhas.Não ouveram baixas.
-Não podia esperar menos de você e sua equipe.
O velho se levantou, foi para a janela e observou o céu.
-Sem estrelas de novo não é?
- Tenho quase certeza de que um dia voltarão chefe.
-Isso,isso... Me lembrei de outra coisa, tenho um novo serviço, e só você pode executa-lo
-Está falando, eu sozinho?
- Você é o unico que eu confio de verdade nessa oranização, por isso só posso pedir isso a você e a mais ninguém
- O que seria esta missão?
- Preciso que você siga uma mulher , tenho motivos para suspeitar de que ela possa estar vendendo informações sigilosas a outra familia.
- Posso perguntar quem seria essa mulher?
O velho fica em um silêncio momentaneo
- Minha filha,Eva.
- Pois bem, já que é um pedido seu ,o irei realizar. Porém não posso garantir total segurança nessa missão. Já que o que pode estar em jogo não é só a honra da sua familia- Faz uma pausa e dá outra tragada-mas sim o destino da nossa.
- Ela sai do colégio amanhã as 13:50 em ponto, por favor, me prove que estou errado.
-Vou tentar senhor.
Ele deixa o recinto vai para casa. No dia seguinte acorda bem cedo e fica esperando em frente ao local marcado para seguir a garota. No horário exato ela saiu, ela tinha uma pela clara, cabelo loiro e dezoito anos, foi facil indentificala. Ele a segue com certa distancia, de esquina a esquina sem tirar os olhos dela. Ela almoçou num restaurante proximo a escola, foi estudar na biblioteca e depois foi tomar um sorvete. Mr. Dust não via motivos para suspeitar dela, uma garota que faz atividades comuns e que outras garotas deviam seguir o mesmo exemplo.Era quase por-do-sol quando ela entrou no quartel general do pai. Mr.Dust estranhou o lugar, estava vazio, e nesse momento em que ele pensava, ele a perdeu de vista. Antes que pudesse pensar ele escutou um grito, uma voz feminina que ecoou pelos corredores da fabrica. Ele correu para a fonte do barulho, ao chegar lá notou que era a sala do chefe, abriu a porta e se deparou com o patrão morto a balas sentando em sua cadeira.
Mr.Dust tentou salva-lo, porém ele ja estava morto a bastante tempo. Ele fechou suas palpebras, e no exato segundo a porta se abriu novamente, era Eva de cara assustada acompanhada de Mr.Rock.
-Eu não acreditei quando ela me disse,mas você fez mesmo não foi?- Mr. Rock o olhou de cara amarrada
-O que? Do que você tá falando? Eu o encontrei assim.-Mr. Dust ficou desesperado
-Não venha tentar me enganar, ela me disse tudo, e o sangue nas suas mãos só ajuda na acusação. Seu maldito, ele te amava como um filho!!!
-Não é o que você tá pensando. Eu..- Ele é interrompido por Eva choramingando.Mr.Rock se enfurece, ele o acerta com um soco que o deixa inconciente.
Ele acorda amarrado a uma cadeira no numa sala escura. Uma luz se acende, era Mr. Razor, segurança particular do chefe que toma a palavra:
-Sabe, de todas as pessoas nesta organização, a que eu mais pensava que cobiçaria o poder seria você, Mr. Dust.
-Mr.Razor, ocorreu um engano,eu não poderia ter feito isso.
- É, de fato eu não poderia acreditar no primeiro estante, porém, eu também não podeia ir contra, os testemunhos de sua própria equipe.
De repente seis luzes se acendem, em baixo delas estavam Mr.Rock,Mr.Sand,Mr.Smoke,Mr.Glass,Mr.Wood e Mr.Cloud.
-De fato, eu pude ver o sangue em suas mãos- Disse Mr.Glass
-Isso- concordaram Mr.Smoke e Mr.Sand
-Eu o vi sedento de ódio e ambição- Falou Mr.Wood
-Exatamente- Afirmou Mr.Cloud
-Acho que já deu pra entender- Finalizou Mr.Rock
Cada um sacou um revolver e mirararm para Mr.Dust, que entrou em um profundo desepero.
- Eles estão mentindo, não pode ser-A expressão de dessepero aumentou- Eu não fiz nada eu juro.
Ele olhou no fundo e pode ver uma figura sentada no canto, era Eva, com seu sorriso sereno e perverso.
- Eu juro que irei me vingar de vocês, custe o que custar- Ele gritou e Mr. Razor de aproximou.
-Bom, talvez não nessa vida, mas que sabe na proxima.- Ele finalizou com um sorriso ironico, se afastou de Mr.Dust, que chorava enquanto levava milhares de tiros das pessoas que ele mais confiava.
Ele acorda num lugar estranho, diferente e por si só incompriencivel. Ele ainda está confuso e olha a sua frente um ser esquisto, semelhante a uma cavera porem com asas e envolvido em uma capa negra.
- Soube que você quer vingança não?- A criatura falou para Mr.Dust com uma voz pertubadora- Você pode me chamar de Desespero.
-Despero? O que você quer de mim?
-Eu quero te ajudar na sua vingança. E para isso vou pedir só uma coisa em troca.Sangue.
-Como assim sangue?
-Sangue de suas vitimas, sangue daqueles que tiraram o seu, sangue daqueles que você tirar satifaçãoes.
-E se eu te der esse sangue o que você vai me dar?
-Hora, o que você mais vai quer... O poder para se vingar dos seus inimigos.
Os dois se encaram por um estante, Mr. Dust está confuso porém com furia daqueles que o trairam, e aquele monstro podia ser a unica forma dele obter, a sua vingança. Ele disse em um tom baixo e pensativo:
-Eu aceito.
Fale com o autor