O Fugitivo / 7ª Class
1 Prólogo
Notas iniciais
Boa leitura! ♥
Não. Eu não sou a personagem principal desta história. Na verdade, eu sou apenas alguém que pôde checar de perto a, tipo assim, maior confusão da história! E tô falando sério... você quer ver?
Tudo começou num dia de inverno. Eu, Vitória e Emillyn conversávamos na aula de História, afinal a gente hoje estava de bobeira, a professora não havia passado nada no quadro.
Vitória Audrey: 15 anos. Apelido: Vicky.

Geovanna La'bout, 15 anos.
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Emillyn Viera, 14 anos.

A Raíssa, a patricinha estava ao redor da maioria das garotas da sala, as encantando com sua história de: “A bota que comprei semana passada”.
Quem não estava ao redor dela era apenas nós e as rockeiras, já que as rockeiras não se dão bem com as patys, sabe como é...!
Até que entrou um garoto na sala. E ele não era um conhecido. Usava um boné vermelho e casaco preto, sem falar no óculos quadrado e enorme implantado no rosto. Dava um ar de moleque.
E, no crachá da blusa do colégio o nome: “Guilherme Santana”.

Ele logo foi apresentado pela professora Efraína. O garoto tem 15 anos e vem de Nova Orleães, para estudar aqui. Porém, não sabíamos nem da metade do que realmente aquele garoto era.
(…)
– Ah, cara! Eu tipo... não curto esse Rapp de vocês, eu tipo assim, curto o da minha região, cara esse era bem melhor do que estas porcarias que tem no teu fone. – Bruno dizia algo assim para Douglas e ele discordava.
Guilherme era incluído na disputa deles por que “som” é melhor.
O “Gui” só falava bobagem, mesmo assim, acho que ele conseguiu conquistar o coração mole de Vicky, que não parava de fitá-lo.
E o mais estranho, era que os irmãos Daniel e Beatriz também não. É totalmente esquisito por que Bia e Daniel eram dois “robôs” para nós. Ficavam na sua, só falavam quando a gente perguntava, e sempre notas 10. E de tarde, eles sumiam como brisa, nunca vi um dos dois na rua, e olha que a cidade era pequena.
Bia e Daniel
Mesmo assim, tive de me concentrar no dever de matemática, pois minha nota não era das melhores, mesmo que me chamassem de “nerd”, eu ainda tinha muito o que estudar para conseguir boas notas.
Quando olhei para o lado, vi uma Vitória ba-ban-do.
– Vicky, deixa de enrolar! Se você gosta dele, fala logo com ele, mulher!
Ela olhou para mim como se eu fosse uma, tipo, doida ou algo assim, mas percebi que as mãos dela tremiam com a ideia. Aí tive certeza de algo: Se alguém (eu) não interferir, essa daí nunca vai tomar uma atitude, igual com Marquinho, o cara que ela gostava.
(…)
Saída da escola. Eu fui em direção ao portão, estava exausta, quando eu vi Bia e Daniel conversando baixinho num canto.
Sei que é feio espiar, mas vou te contar algo: Sou a maior fofoqueira da escola. Então me aproximei e cautelosamente passei por despercebida.
–Afirmativo, Daniel. É este garoto que fugiu de casa e forjou estar morto. O nome dele é, na verdade, Júlio Martins, e nós temos de devolvê-lo para sua família.
Continua...
Personagens que ainda não apareceram: Me desculpe, não deu para encaixar, mas vou dizer um pouquinho sobre cada um:
Ravena, Letícia, Isabela: São alunas comuns, ao ponto de vista. Mas cada uma com uma personalidade própria.
Lucas, Jennifer, eu, Tiphani, Thiago, Laíne: Grupo dos fofoqueiros.
Isabela, Tainara: Professoras.
Dayane e Luíza: maluquetes.
Leonardo, Gabriel, Fabrício e Bruno: Grupo dos Preguiçosos.
Sttephanny e Raissa: As 10-coladas.
Pedro e Douglas: Amigos da onça, aproveitadores.
Notas finais
Bjus >3< Posto o próximo na terça feira, não esquecam.
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