O Fugitivo / 7ª Class
5 Desespero ao Extremo
Notas iniciais
Beatriz Bennson (ela que narra)
O burro do meu irmão que achou o baú, mas até que, pelo menos, ele pôde fazer algo útil.
– Daniel, vamos logo! Arma isto! – gritou Clarisse.
Daniel correu para o baú, e eu gritei para o apressado ir mais devagar, oras! Sabe-se lá o que tinha naquele apartamento. Abrimos o baú, por sorte sem nenhuma armadilha. E encontramos muitas joias que pareciam Itálicas e armas da Bélgica.
Quando eu me arrisquei a tocar a pulseira de ouro na lateral do baú, soou um alarme e o Guilherme apareceu com um pijama (moletom) preto.
Assim que nos viu, puxou uma arma do bolso e apontou para nós.
– Atirem em mim e alguém morre! – ameaçou.
– Está bem. – abaixei a arma sem medo, sei que ele não atiraria. Conheço aquele fraco!
Eu joguei a fumaça presa no meu anel no chão e fugimos. Não tínhamos escolha. Mas consegui pegar o baú. Agora, só falta o garoto!
Beatriz
Ingrid (ela que narra)
Queria matar aqueles inúteis! A maior parte das joias eram falsas!
Olhei para o Dani, ele com certeza me decepcionou. Mas foi bom, de certa forma. Vamos conseguir roubá-los.
As “professoras” daquela escola, Tainara e Isabella foram muito úteis em nossa busca. Elas são formadas e estão nos ajudando a eliminar aquela diretora de lá; temos quase certeza de que ela é a cúmplice de Danniel J., um vilão muito perigoso que faz documentos falsos e já enganou nações com golpes, mas o chamamos de mestre do disfarce, por que ele sempre consegue nos enganar com disfarces cabulosos.
De qualquer forma, Clarisse saiu da sala dizendo:
Clarisse
– Clarisse e Lucas foram muito úteis, agradeçam a mim por ter chamado eles. Aliás, vocês deviam tomar cuidado com aquela Sttephanny, ela tem cara de santa, mas a secretaria fofinha pode tá muito bem armando algo!
Clarisse tinha razão sobre não podermos confiar em qualquer um. Mas só um detalhe: Eu também não confio nela...!
Sttephanny
Geovanna (eu narro v-v)
Saí do beco correndo, meu rosto estava exalando meu susto, cara, isto foi muito assustador! Quando cheguei em casa, não consegui comer nada, falar com ninguém. Eu estava chorando como criança.
Tinha sangue na minha roupa e meu cabelo estava despedaçado. Tinha medo da própria sombra!
Parece que a polícia havia chegado, mas não estava conseguindo me concentrar em nada.
Meu mundo girava nas lembranças. Em Ravena.
Me lembrei de todos os momentos, ela era calma e até sorria. Por que ela morreu? E aquela... Letícia? Não era do colégio. Irmãs?
Ravena
Eu tava com tanto medo e horror das lembranças, que estava rindo. Eu perdi a cabeça totalmente, mas não conseguia parar de rir. E tudo girando a minha volta, desmaiei.

Letícia Lavinne (Narração dela)
Pronto. Minha irmãzinha foi para a jaula. Depois da transformação, ela já era.
Era melhor esconder isto da polícia. Parece que a FBI anda muito nesta cidade, ultimamente.
Há, aqueles manés não seria paios para mim! Eu sou a melhor nisto. Eu sou perfeita.
Colhi minha arma e saí daquele lugar com rapidez, com a mochila nas costas. Amanhã era voltar para a escola, pegar o Guilherme e prendê-lo na jaula como isca.]
Letícia
Beatriz Bennson (ela narra)
A desgraçada estava presa ao poste, no centro da sala. Peguei a faca e cheguei mais perto da garota.
– Oi, Vadia. Como vai? Você já tá há dois dias aí. Não vai nos contar como a Maldita Letícia está? Onde ela está? O que está planejando? Eu sei que ela é sua líder e que ela confia em você! Quer viver? Então fala! – rangi os dentes.
– Nem morta! – afirmou Laíne.
– Ah, é? Então, safada, o que acha disto? Enfinquei a faca com força em seu braço, fazendo um rasgão. Ela gritou e gritou, o que eu achei maravilhoso, se pudesse matava logo! Pedi a Daniel as agulhas e apontei para seu rosto – Se você falar, eu paro, garota!
Laíne
– Nunca! – gritou.
Com uma agulha, eu passei levemente pela bochecha, só para provocar. A outra, eu abri um ferimento que começou a espirrar sangue pelo chão. Eu amava ver aquela cor avermelhada, tão viva! A prova de que dói!

Daniel quis se juntar a brincadeira e pegou um fósforo e acendeu, ameaçando-a com o olhar.
– Diga! – Ele gritou e ela negou de novo, adorávamos isto. Podíamos brincar mais, então.
Ele queimou a pele dela de leve, e ela gritava e gritava.
Clarisse apenas olhava, sem nenhuma pena ou angústia. Não sei o que ela pretendia.
Geovanna La’Bout
Affes! O que tava acontecendo? Não entendia! Só me via no meu quarto, com polícia, médico e minha mãe na minha frente. Isso nunca aconteceu antes!
– Geovanna, pode contar-nos o que aconteceu com você, antes de chegar em casa? – a policial grandalhão perguntou.

– Eu... vi minha amiga... sendo morta... – gaguejei.
Minha mãe tomou um susto.
– Certo... sabe quem a matou?
– ÃÃÃ... foi... Le...tí...cia! Ela é... da minha sala...!
E assim, eles me fizeram um imenso questionário e eu respondi calmamente.
Mas, mesmo assim, minha mãe me obrigou a ir á escola! Ela não tem...ããã...coração?!
E Guilherme estava pensativo, quieto, na dele. E eu com raiva do imbecil! Por culpa dele tudo isto aconteceu. E para continuar, o Thiago ficou tagarelando a aula inteira! Com a Lorena e a Raíssa! Aliás, a Raíssa estava com uma marca de unha no pescoço, mas acho que ela brigou com uma piriguete por aí, como sempre.
Eu queria fazer o colégio explodir! Bum! Tchau, tchau amigos chatos e aulas ridículas!
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Mas apenas comi meu bolinho em silêncio, assim como Emillyn, que não dizia uma palavra. Acho que seu trauma de sangue a paralisou.
Saí do colégio junto a Emi, e ficamos juntas, mas em silêncio. Emillyn olhou para o Douglas com olhar distante, acho que ela gostava dele, eram amigos.
Vi Pedro e Tiphani conversando e rindo, e aquilo me aborreceu! Fui na direção deles, supernervosa. Esse foi o pior Hallowen da minha vida! E eu ia acabar com aquele ladrão, beijoqueiro e traidor da desgraça!
Chamei Sttephanny pelo telefone para vir correndo para aquele prédio, ela acreditou que era sobre o Pedro estar passando mal e veio. Aí, ela viu a cena daquele beijo chamativo dos pombinhos ali.


Ela só chegou e deu um tapa na cara dele tão forte que ficou a marca.
– SEU PEGADOR MISERÁVEL, FILHO DA MÃE, SEU IDIOTA, FALSO! COMO PÔDE ME TRAIR? – Ela gritou alto o bastante para os chineses sentirem o chão tremer e os ouvidos incharem.
Logo, a Tiphani entendeu o que estava acontecendo e se meteu na briga, gritando junto.
Ele foi chutado em tudo quanto é lugar e ficou sujo do barro do chão. Eu estendi a câmera e imitei a Luiza, com a mesma pose:
– Como tá ai, Du Barro?!

E puxei a Emillyn para continuar andando.
Essa ia pro meu site, e duvido que ele arrume outra namorada.
Andressa Yasmin (ela que narra, caso ninguém se lembre, ela é terrorista e a Sandy também é psicopata)
– Nos chamou, Letícia? – Sandy perguntou, entrando o barraco.
– Sim, preciso que peguem as próximas vítimas para mim, elas andam me atrapalhando.
– Quem é? – Perguntei, olhando para o relógio.
– Geovanna La’bout, filha de Francine, aquela atriz. Emillyn, uma morena que anda com ela e anda vendo tudo.
– E se ela não aceitar? – questionei.
– Matem-na!
o.o
~~ ♥ ~~~
Andressa narra de novo -_-
Cheguei no motel na hora marcada para poder ver Douglas, afinal a Letícia conversou muito tempo com a gente.
Ele chegou e me pegou pela cintura, aquele safado! Aproximamos, senti seu calor e o coração começou a disparar. Eu não o amo, mas ele tem um corpo quente.
Sua língua lambeu meus lábios, e eu o mordi.
– Quer subir? – ele perguntou com descaramento.
– E você acha que eu vim para quê? – sorri maliciosa. Afinal, essa era a verdadeira Andressa, uma maliciosa que nem Sandy conhece.

Clarissequenarra v.v
–Eu vi tudo, os manés estão torturando uma garota.
Jennifer e Lucas não estavam acreditando, eu até contei de como falei mal da Sttephanny e tudo o mais.
Dayane e Luiza estavam no canto se enchendo de salgadinho e refrigerante, como sempre fazem nas quintas.
O nosso objetivo é salvar o Guilherme e a Vitória. Tiramos a Vicky da cadeia, mas falta parar a FBI.
Agora é a Máfia ou nada!

Geovanna
Eu estava no meio da rua, quando ouvi uns barulhos do fundo. Eu disse para mim mesma não ir, mas puxei Emillyn e fui. Sou curiosa, né? Sou uma fofoqueira, no fim das contas, oras!
Então, eu vi a Vicky socando o Pedro com um ferro, como louca. Ela estava suja de sangue, de machucados e estava longe de ser a Vitória perfeitinha que conheço. Ela socava, socava sem dó e gritava: “Cadê o Guilherme? Hã? Hã? Se não me disser, vou te bater até A MORTE.”

Ele já estava socado pelas garotas, sujo de barro e sangue, mas isto ali era seufim.
Por trás, vi no bolso dela uma arma AK 47, a famosa e potente arma da FBI!

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