O Fim

9 IX - Origens Secretas - Parte 1


(Terra, Portugal – 17 h 17 min 07 s – ano de 1030)

– Konnor Olavus Carmichael Bertoncini Bravatda Rogers, o tão temido Cavaleiro da Morte. O Homem que dizimou milhões, um exército de 1000 homens em 50 minutos, sozinho. Obrigado por vir aceitar o meu serviço.

– Se o pagamento for bom eu faço o que for preciso, senhor Rei de Portugal.

– Sua missão é simples, torturar e matar Rapina e seu exercito. Eles mataram minha esposa a mando do rei francês, então achei melhor contratar alguém que foi treinado, criado e parido junto a Rapina.

– Ele me desapontou no passado, Gregório. Farei o serviço de graça. O prazer de matá-lo já é meu pagamento. Preciso de dez homens de sua elite, armas para eles e uma cruz de ouro para o velório de Halt.

Montado em seu cavalo, cujo nome peculiar era Cavalo, Konnor, o Cavaleiro, partiu em direção a um campo de batalha ao norte, onde Rapina e seu exercito lutavam contra o exercito inglês, aliados de Portugal.

Ao chegar à arena, com seus machados em mãos, Konnor ordenou que todos os homens ingleses e portugueses fossem evacuados da área, desceu de seu cavalo e correu em direção ao centro do lugar, decapitando soldados inimigos e ajudando aliados, enquanto desviava de pedras de fogo e flechas com o mesmo, que voavam em sua direção.

– Rapina, seu monte de merda insolente, venha aqui, e lute diretamente comigo.

– Cavaleiro, vejo que chegou a tempo de presenciar seu próprio funeral. Eu já adianto que ele será digno de sua reputação, e que cuidarei muito bem de sua família, principalmente sua esposa.

Num ato de bravura e Ódio, Konnor jogou seu machado contra Rapina, e com o outro, após seu inimigo esquivar-se, o cravou em suas costelas, desviando de flechas que Rapina o lançara logo em seguida.

Com apenas uma flecha em sua armadura, Rapina, muito ferido, e em um ato de covardia, jogou areia nos olhos de seu oponente, o segando e matando-o.

No instante de sua morte, Konnor se viu rodeado por uma luz branca, e logo em seguida, se viu em um lugar desconhecido, uma floresta em cinzas, e um céu que variava de cor conforme o lugar em que estava.

(Purgatório – Secção 667)

Ao seu lado estava seu cavalo, que na batalha foi morto por acidente.

– Cavalo, você esta aqui também? Como?

Uma voz, surgindo do alto de um rochedo, uma força sobrenatural extraordinária, um portal se abria no horizonte, e dele saiu um homem, com uma capa preta e com uma mascara. Empunhando sua espada, o homem começou a gritar em um tom que todos, na infinita floresta, podiam escutar.

– Eu sou Alaster, o rei do Purgatório, que é esse lugar. Aqui, os anos parecem séculos, e eu preciso de um sucessor. Um jogo, meus amigos, um jogo mortal. Esse lugar é para as almas que não merecem ser acariciados no inferno, considerem aqui o inferno do inferno. O jogo é simples. Suas missões são matar uns aos outros, e quando a ultima alma estiver no Limboo, o homem que sobrar, mestre da magia negra será, e entre a Terra e o Purgatório vivera.

(11 séculos depois [para quem vive no purgatório pareceram 300 séculos])

– Parabéns Cavaleiro. A ultima alma esta morta, agora sua vez de reinar nesse lugar. As novas almas que vierem serão suas, fará o que quiser. Ensinarei-te como controlar as forças do mal, e você poderá abrir portais entre a Terra e o Purgatório quando quiser, e terá sua vingança. Mais uma coisa, nessa caixa a meu lado tem tudo que precisa saber sobre o ano do planeta, e como será seu primeiro portal, temo uma pequena catástrofe natural.

– Lorde Alaster, começaremos então com a teoria.

Após um longo e doloroso processo de treinamento, Konor já estava pronto para reinar, e ao abrir seu primeiro portal a Terra, se viu em um deserto, caos e destruição, metade da França havia sido dizimada com o portal. E montado em Cavalo, o Cavaleiro avistou Rapina, em seu traje de batalha, e então, com sua força infinita, gritou:

– Morte ao Legitimo Irmão.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.