O Filho De Thanatos (Hiatus)
1 Prólogo
Notas iniciais
Bem não queira estar na minha pele, pois a morte é a pior inimiga dela mesma, eu estou escrevendo isso enquanto estou deitado na minha cama no chalé de Thanatos, eu estou no acampamento há dois anos porque minha mãe morreu( pois é, meu papai não reindivicou a vida dela), mas vamos ver( ou ler):
Eu voltava caminhando tranquilamente para minha casa depois de um dia exaustivo na escola, dobrei a esquina e dei de frente com um casarão velho, todo a madeira que eu chamava de casa, isso mesmo, eu moro no casarão mais antigo da cidade.
Entrei pela porta e apareci na sala, era cheia de moveis do século XVIII, joguei minha mochila em uma das poltronas e gritei:
-Mãe! Cheguei!
Subi as escadas que davam para o meu quarto, ao contrário do resto da casa, meu quarto era o unico que tinha alguma "vida" (meio ironico para um filho da morte não?), era azul com um parede preta, minha cama estava desarrumada como sempre, meu computador estava ligado, o que achei estranho, pois tinha certeza que tinha desligado ele antes de sair de casa, minha comoda estava em frente minha cama com uma Tv de 42 polegadas. Me joguei na cama e fechei os olhos, mas abri-os ao ouvir a voz de minha mãe:
-Por favor, meu filho não.
Gelei.
-Sem negociação- respondeu uma voz gutural- È ele ou me de a chave.
-Eu não tenho chave alguma- minha mãe choramingou.
Eu me levantei da cama e segui ao quarto da minha mãe de fininho, a porta estava entreaberta, a sombra de minha mãe se projetava do quarto assim como a da criatura.
Acabei esbarrando em uma mesinha que fica na parede, a voz disse:
-Hum, hum, cheiro de meio-sangue.
Achei estranho, meio-sangue, o que aquilo significava?
Nesse instante acho que minha mãe me viu, pois deu um berro:
-Não!
O monstro se virou em minha direção e eu o vi, acredite, foi a pior visão que eu vi.
Tinha mais de dois metros de altura, sua cabeça era deformada, com grandes olhos castanhos, grandes não, grande olho castanho. Não sei como a palavra veio em minha mente, eu sussurrei:
-Ciclope.
Ele avançou contra mim, minha mãe tentou se imterpor entre mim e o monstro, mas ele pegou ela pela cabeça e a esmagou como se fosse um tomate, sangue espirrou para todos os lados, Fiquei em choque, mas o berro que o monstro deu, me fez acordar.
Desci as escadas correndo e gritando, abri a porta e saí da minha casa, o monstro pulou do segundo andar destruindo udo, pensei que ele fosse se espatifar, mas ele só dobrou os joelhos e caiu no chão.
Dei de cara com um garoto que segurou meus braços me impedindo de cair, vi que ele tinha pernas de bode, ele disse:
-Corra.
Sem saber porque eu corri e percebi que a partir dali minha vida começaria a ser cada vez mais perigosa.
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