O Filho De Thanatos (Hiatus)
17 16 - Conversando
Notas iniciais
– Annabeth! – Gritei de novo, mas a imagem havia sumido.
– Faça a mensagem de novo. – Pediu Nico para a atendente, esta assentiu estalou novamente os dedos, o arco-íris apareceu, antes que Nico pedisse, eu joguei um Dracma no arco-íris e repeti as palavras de Nico trêmulo:
– Ó Iris, deusa do arco Iris, me mostre Annabeth Chase.
Mas nada apareceu.
– Me mostra Annabeth Chase. – Repeti assustado, a atendente balançou a cabeça e disse:
– Não tem como, ela está impossibilitada de falar com qualquer pessoa.
Virei-me para Megan, que mantinha uma expressão vazia.
– Temos que ir atrás dela. – Falei decidido para Nico e Beatriz, mas os dois balançaram a cabeça.
– Não dá, você ouviu ela, temos que ficar aqui. – Falou Beatriz. – Eu não conheço minha prima direito, mas se ela disse temos que obedecer.
– Mas...
– Gary, por favor. – Pediu a filha de Ártemis.
Respirei fundo.
– Certo, Megan, tem algum quarto aqui? Preciso descansar.
Era verdade, eu dormi um pouco no tal hotel, mas não consegui descansar.
– Claro, venham comigo. – Ela se virou e foi por um corredor, a seguimos, Megan parou em frente a uma porta branca como as paredes e abriu-a.
Era um quarto pequeno, com dois beliches, o quarto era pintado de um azul claro, e tinha uma TV na parede.
– É, obrigado, pode nos deixar aqui um pouco? – Perguntei para Megan, que assentiu e saiu do quarto deixando-nos sozinhos. Sentei-me no primeiro beliche, na parte debaixo, Beatriz se sentou em frente a mim e Nico subiu na de cima.
– Nico, o que você disse para Annabeth? – Perguntei.
– Eu não posso revelar – disse ele. – Quiron me disse algumas coisas que não posso repetir.
– Então Quiron conta as coisas para você, mas não para nós? – Comentou Beatriz – Bom saber.
– Né? – Concordei me deitando na cama e fechando os olhos.
– Será que é porque eu estou a mais tempo no acampamento? – Ele disse cético.
– Talvez, quem sabe né? Você deve ser o queridinho dele não é? – Rebati.
– E se for? – Retrucou ele semicerrando os olhos.
– Chega os dois, agora a gente que definir uma coisa. – Disse Beatriz.
– Que foi? – Perguntamos eu e Nico em uníssono.
– O que temos que procurar quando chegarmos em New Jersey? Tipo, a gente tem que achar Nix, alguma coisa assim?
– Sei lá. – Murmurei. – Acho que sim, esperemos até chegar lá.
– Gary – chamou Nico. – Me diga uma coisa, o que foi aquilo com sua foice? Com os cães?
– Sei lá – repeti. – Acho que minha foice endoidou, não sei.
– Deixe-me vê-la, por favor. – Ele estendeu a mão, tirei meu anel e coloquei na mão dele.
Nico girou o anel entre os dedos e o apertou na mão, nada aconteceu.
– Pronto? – Perguntei, ele devolveu o anel. – Obrigado.
– Quem será que mandou Derek e Melissa? Para nos atacar? – Perguntou Beatriz.
– Nix. – Falei. – Só pode ter sido ela.
– Acho que não, mas não sei quem é. – Disse Nico.
Ele e Beatriz começaram a trocar informações sobre o que sabiam sobre Nix, vez ou outra eu concordava, mas meus olhos começaram a piscar, a pesar, então eu dormi, e tive um sonho muito esquisito.
Notas finais
Ah, e se tiverem interessados, preciso de co-autores, que me ajudem a escrever a fic, quem sabe não tiro de Hiatus antes do que imaginam?
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