Eu sou Sophie, uma garota de 14 anos, não sou uma garota como as que têm em meu colégio, aquelas que se preocupam em impressionar os garotos, saber quem tem o cabelo mais bonito, saber quem dança melhor, quem se maquia melhor, entre outras futilidades das garotas comuns.

Eu acordo, tomo café, escovo os dentes, visto meu uniforme, calço seu all star e arrumo meus cabelos e vou caminhando para o colégio. Lá eu tenho poucos amigos, já que sou muito tímida, meus amigos mais próximos são o Gustavo e a Clarisse, já que nos conhecemos meio que sem querer.

Foi assim: tinha uma otária (Jéssica) que ficava me zoando por eu ser considerada “nerd” e também porque a professora nos pediu para fazer uma redação de como seria um mundo ideal para nós, eu escrevi como ele era em minhas fantasias, nas histórias que minha mente criava, eu entreguei a redação como a professora pediu, mas depois ao achar que cada um tinha uma visão diferente do mundo pediu para que lêssemos nossas redações na frente da classe, como no “meu mundo” tinham seres fantasiados por minha mente à otária da Jéssica se achou no direito de me zoar, até ai tudo bem, mas depois ela disse que eu tinha esses problemas com minha imaginação excessiva porque os meus avós (que falecerem) tinham esse “probleminha” e que devi ser genética ou porque eles teriam me contados muitas “mentiras” de que eu poderia mudar o mundo. Digam-me porque ela foi falar dos meus avós? Não vi mais nada na minha frente, dei um murro na cara daquela vadia. Fui para a coordenação do colégio, chamaram meus pais e tive que prestar serviços ao colégio, por culpa daquela cachorra (me desculpem pela ofensa, cachorros). Eu estava lá na biblioteca ajudando (sendo obrigada a ajudar) quando de repente esbaro com duas pessoas, Gustavo e Clarisse, que também estavam lá prestando serviços ao colégio por culpa de Jéssica.

Bom mas terminando a minha história, eu sonho em que esse mundo poderia ser um lugar melhor, sabe que as pessoas ao menos tenham respeito uma pelas outras, que algumas pessoas não fossem excluídas da sociedade, que a Jéssica desapareça do mundo, que o Alan olhasse pelo menos uma vez pra mim...

Mas o “meu mundo” um dia se tornará real, afinal como meus avós diziam: “Sophie, não se desanime com o mundo... se você quiser transformá-lo é sonhar e ir a luta.”

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.