O Fantasma da ópera - História do Filme

11 Capítulo 11 – Deixe-me velo outra vez!


Notas iniciais
Poxa gente... até agora 9 reviews para 11 caps... deixem reviews senão eu paro de escrever!

Christine acordou no meio da noite, estava na casa de Raoul, mas ainda assim estava com medo... o que viria a seguir? Ela iria mesmo fazer a ópera do Fantasma? Não conseguia parar de pensar nele a noite toda. Também não parava de pesar no seu pai, que fora quem lhe prometera o anjo da música, mas será que esse era mesmo o anjo? Seu pai era uma das únicas pessoas que lhe amara de verdade e dês da sua morte ela sentia sua falta.

Ela se levantou e saiu da casa de Raoul, tinha parado de nevar a pouco tempo e a entrada estava cheia de neve. Ela encontrou um caruajeiro de transporte acordado.

- Para o túmulo de meu pai, por favor – Falou baixo para ele, dando-lhe o pagamento.

O homem preparou os cavalos para partir, indeterminado. Mas um homem mascarado pulou em cima dele, fazendo-o desmaiar. Christine nada percebeu de estranho quando o Fantasma chegou fingindo ser o carroceiro e começou a leva-la para o cemitério.

Raoul acordou para obserar se Christine durmia bem, mas ao chegar o quarto da soprano, não a encontrou lá. Vendo da janela, ele a viu em uma carruajem. Raoul se aliviou vendo que Christine ia para o cemitério, mas havia um homem junto com ela, e, diferente de Christine, rconheceu que era o Fantasma.

- Essa não... – Falou para si mesmo

Christine chegou ao cemitério, deixando o homem que ela não reconhecia sendo o Fantasma ir. Ela andou pelo cemitério e começou a chorar.

- Meu pai me prometeu o anjo da música... disse que ao morrer me enviaria o anjo da música... ele me prometeu... ele me prometeu...

Ela levantou e caminhou até um túmulo parecendo um quarto, havia uma grande porta de entrada.que havia escrito a mensagem: “Sr. Daae, nobre violinista sueco”. Uma lágrima caiu de seu olho.

- Pai... você foi minha única companhia... você era tudo que me importava... era um amigo e pai, mas meu mundo foi destruído quando você partiu. Deixe-me vê-lo outra vez, pai! – Falou alto, esperando que seu pai a visse.

- Ás vezes parecia que eu estava sonhando que você estivesse aqui... Desejando que pudesse ouvir sua voz novamente... Em muitos anos lutando contra as lágrimas, porque o passado não pode morrer? – Perguntou-se em voz alta, se achando uma tola. – Por favor, deixe-me vê-lo outra vez!

Ela fechou os olhos e continuou a chorar, muito triste.

- Minha garota – Falou uma voz calma – tão perdida, tão carente, precisando da minha ajuda.

Christine olhou para os lados, mas não havia ninguém lá. Detrás do túmulo do pai de Christine, o fantasma aguardava.

- Anjo ou pai, amigo ou fantasma? – Murmurou – Quem está aqui falando?

- Você se esqueceu do seu anjo? – Falou o Fantasma com sua voz hipinótica.

- Oh, Anjo! Fale! O que está olhando? O que falam os seus sussurros?

- Quanto tempo esteve no inverno... Longe dos meus extintos protetores...

- Descontroladamente meu pensamento encontra-se com você... – Falou Christine levantando-se e enxugando as lágrimas.

- Mas você resiste...

- Mas a alma obedece! – Falou Christine e o Fantasma ao mesmo tempo

- Anjo da música! Eu te rejeitei – Falou Christine chegando mais perto do túmulo. – Esqueci da verdadeira beleza! Meu guardião!

- Venha para mim, seu anjo da música... – O Fantasma falou e Christine obedeceu, indo até o túmulo.

Estranhamente, a porta do túmulo começou a brilhar e a se abrir.

- Venha para mim...

Raoul, que acabara de chegar ao cemitério montado em seu cavalo branco, avistara Christine andando para o túmulo de seu pai, a porta dele estava brilhando e sendo estranhamente aberta. “Isso deve ser obra do Fantasma!”

— Christine! – Gritou Raoul pulando do cavalo – Seja lá o que você acredite, mas esse homem não é seu pai!

De cima do túmulo, o Fantasma pula, empunhando sua espada, em cima de Raoul, que também empunhou sua espada. Enquanto os dois homens brigavam, Christine levantou e começou a gritar para eles pararem, só que gritou a toa.

Em meio da luta, o Fantasma acertou sua espada no ombro de Raoul, que sangrou incontroladamente.

- Não, Raoul! – Gritou Christine – Parem com isso!

Mas Raoul levantou e retirou a espada do Fantasma, fazendo-o cai. O Visconde apontou sua espada para ele, que estava completamente indefeso.

- Não! – Gritou Christine – Pare Raoul! Assim não...

Raoul então parou, guardou a espada em sua cintura e levou Christine embora, com seu ombro sangrando.

- Agora... a guerra será contra os dois... – Falou o Fantasma levantando-se.