Christine estava feliz após ter encenado sua primeira peça na ópera. Fizera quase tanto sucesso quanto La Carlotta e recebera muitas visitas o dia todo. Seu camarim nem cabia mais arranjos de flores.

-Pequena Lote, que deixa sua mente voar – Disse alguém chegando no camarin de Christine – A pequena Lote pensa: Estou procurando bonecos ou goblins, transportes ou sapos? Ou chocolates?- Raoul! – Reconheceu Christine – Lembra-se de mim?

- Como esqueceria, Christine? – Folou o Visconde de Changny, Raoul. – Todos aqueles piqueniques no sótão. As história que seu pai nos contava.

- Meu pai está morto, Raoul... Lembra-se que nos éramos grandes amigos de infância?

- Forão os melhores dias da minha vida!

- Antes de morrer, meu pai me falou que me mandaria o anjo da música. Agora, sempre que eu durmo, o anjo da música está nos meus sonhos. – Christine fechou os olhos. – Sempre sou visitada pelo anjo da música.

- Não duvido! – disse Raoul – Agora, vem a folga.

- Não, Raoul, o anjo da música é muito estrito! – Disse Christine

Raoul disfarçou uma risada.

- Precisa se trocar, pegarei minha carruagem.

- Não, Raoul, espere! – Mas ele já havia saído do camarim, e alguém havia trancado a porta.

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Capítulo 4, primeira aparição do Fantasma!