O Exterminador Do Futuro
33 O Extermínio - Ascensão
Notas iniciais
JACOB
O pai do Alec levaria um dia para mobilizar toda a base e vir até nós, após encerramos a comunicação com ele, convoquei todas as pessoas com autorização na ala vermelha para uma reunião.
— Em breve pessoas que pertenciam ao governo do Estados Unidos se juntaram a nós. Eu sei que alguns de você serviram à eles e eu espero que isso não mude a relação que nós construímos no último ano.
— Pode ter certeza que isso não mudará nada – Emmett falou e os outros concordaram.
— Ótimo, pois teremos muito mais trabalho para fazer a partir de agora. Embry e Sam, a porta que pedi já está pronta?
Sim – Embry respondeu – Estamos prontos para instalar a porta e reabrir a passagem entre a ala vermelha e cinza!
— Muito bem, e quanto a construção da ala roxa e rosa?
— Formamos quatro equipes, duas para cada ala, elas trabalharam na construção das alas simultaneamente, começando amanhã. – disse Sam
— Com o material trazido na última missão seriei capaz de produzir mais alguns painéis solares – disse Embry — E você poderá ser capaz de potencializar o uso da Moira – ele me entregou uma lista – Essas são algumas coisas que chegaram e que eu acredito que serão úteis para melhorá-la.
— Ótimo! Eu vou trabalhar nela pessoalmente. Alec, quero homens em cada acesso à ala azul, ninguém entra ou sai de lá sem autorização, sei que as crianças têm usado aquele lugar para se divertir, mas proíba.
— Sim, senhor!
— Vou deixar a recepção dos convidados nas suas mãos, faça do jeito que preferir, eu só não quero eles andando por aí! – Alec afirmou – Isso é tudo, como sempre quero atualizações a cada duas horas. – todos se retiraram, voltando aos seus afazeres.
ALEC
Eu não sei exatamente o que Jacob tem em mente permitindo que o presidente venha pra cá, mas ele com certeza deve ter uma plano. Ainda não consegui decidir se rever o meu pai após todo esse tempo é uma coisa boa ou ruim, não pelo fato da minha lealdade ser questionável, ela pertence ao Jacob e isso não vai mudar até a minha morte, mas sim porque meu pai sempre esperou coisas de mim e eu sei que ele vai está esperando agora também.
O dia passou rápido, as pessoas é claro notaram a movimentação estranha de soldados. Jacob iria explicar a situação depois que estivesse resolvida, mas por enquanto os civis estavam sendo mantidos no escuro. Quando a madrugada chegou organizei os homens na entrada da base, formando uma parede humana que, para que assim os recém chegados seguissem para a ala azul sem se dispersar. Eu, Emmett, Victória, James e Ângela saímos da base e fomos até onde nosso carros estavam estacionados, esperamos por cerca de uma hora até eles chegarem. Meu pai desceu do segundo veículo e veio em minha direção, meus homens foram até os carro tirando as pessoas e as enviando até a entrada, onde Emmett e Victória esperavam para revista-los.
— Eu sabia que você estava vivo em algum lugar! — meu pai disse ao se aproximar – Meu filho não morreria fácil.
— É bom te ver também, pai. Vamos entrar e conversar quando estivermos em segurança. — quando nos aproximamos da entrada, meu pai percebeu que as pessoas estavam sendo revistadas e que as armas estavam sendo confiscadas.
— O que é isso? — ele me perguntou
— É o protocolo de segurança... Ninguém não autorizado pode estar armado lá dentro.
— Eu sou o último oficial de alta patente do exército, por que não teria autorização?
— É só o procedimento padrão... Vocês terão tudo de volta mais tarde — é claro que não, mas eu precisava convencê-lo de alguma forma! Demorou cercar de duas horas para que todos fossem revistados, quando finalmente todos estavam instalados na ala azul. Eu não fui para lá imediatamente, não sabia se estava psicologicamente preparado para enfrentar o meu pai, na verdade eu nunca fui bom nisso. Tomei coragem e segui pelo corredor, assim que entrei na ala azul meu pai me abordou.
— Seus homens disseram que não podemos sair daqui! Isso é uma afronta a um oficial superior!
— Qual oficial superior?
— Como assim qual! Eu, é claro!
— Existem três oficiais superiores aqui, você não é um deles.
— O quê?
— Jacob virá em breve falar com vocês!
— Quem é esse tal de Jacob?
— Meu superior...
— Que besteiras são essas que você está falando? Eu sou o seu superior!
— Não mais!
— Alec... — meu pai começou a falar, mas foi interrompido por Jacob que entrou escoltado na sala chamando atenção de todos.
JACOB
Todos olharam pra mim quando cheguei na ala azul, eu já havia me acostumado com os olhares, era comum tê-los sobre mim em qualquer lugar que eu fosse, mas diferentemente dos olhares que recebia do meu povo, essas pessoas me olhavam com desconfiança. Alec que estava perto de um senhor que julguei ser seu pai caminhou até mim e ocupou o seu lugar do meu lado direito. Vi o homem que antes era o presidente se aproximar do pai do Alec e falar algo pra ele que apenas o olhou em resposta.
— Eu sou Jacob Black, o homem do comando desse lugar!
— Agradeço por permitir que viéssemos para cá senhor Black – disse o presidente – Gostaria que nos explicasse o funcionamento do lugar e nós assumiremos daqui.
— Receio que isso não será possível senhor.
— Como não! eu sou o presidente desta nação e eu garanto que resolverei seja lá o que está acontecendo. — não pude evitar a risada que saiu.
— E o que está acontecendo senhor presidente?
— Bom isso é assunto de segurança nacional, mas em retribuição a sua hospitalidade posso lhe dizer que foram os russos... — eu gargalhei
— Os russos! — ri novamente – Como que o homem responsável pela nação não faz ideia do que está acontecendo? Os russos não têm nada com isso, eles provavelmente não estão melhores do que a gente. O problema aqui não são os russos e sim a Skynet...
— Como sabe esse nome? — o pai do Alec finalmente perguntou — Você andou falando coisas confidenciais para ele Alec?
— Eu nunca falei nada da skynet pra ele... pelo contrário, ele me falou dela primeiro!
— Eu aceitei você aqui porque quero os códigos de acesso dos satélites.
— E o que te faz pensar que vamos te dar?
— Sinceramente, eu sei que vocês não vão me dar! Mas já estou deixando bem claro que é só por isso que permiti vocês aqui. Vocês são bem-vindos a ficar, mas... não poderão deixar essa ala, a não ser que queiram ir embora.
— Está dizendo que somos prisioneiros aqui? — o presidente perguntou — Você tem certeza que quer sequestrar o presidente dos Estados Unidos?
— Os Estados Unidos não existe mais, o que sobrou dele está lá fora, destruído por algo que deveria nos proteger e sendo assim você não é mais o presidente! Se que quiserem ficar, fiquem, se quiserem ir... a porta estará aberta pra isso. Exceto o senhor, senhor presidente, você só pode sair daqui depois que me der as senhas! Aos que quiserem ficar – falei mais alto – Acostumem-se a ficar aqui, nessa ala, e os que forem embora, saibam que vão de mãos vazias, tudo que trouxeram quando entram aqui agora nos pertence.
— O que acha que está fazendo? — o pai do Alec andou em minha direção ameaçadoramente, imediatamente os homens que estavam me escoltando apontaram suas armas pra ele.
— Chega, pai!
— Alec! Como você pode trair a mim e ao seu país desse jeito?
— O país não existe mais! E aqueles que deveriam nos proteger não fazem ideia do que está acontecendo, aqueles que deveriam nos proteger são os culpados por isto está acontecendo.
— Vocês têm até amanhã para decidir se querem ir embora. — disse e saí indo em direção a ala vermelha. Ao chegarmos lá nos sentamos e nos encaramos em silêncio por um tempo.
— Como você planeja conseguir as senhas? — Derek perguntou
— Ainda estou pensando nisso... Amanhã, quando as pessoas começarem a decidir ficar, interroguem elas, vejam se elas podem ser confiáveis, úteis... se existe algo que possa estremecer a confiança deles no presidente.
— Como quiser – Alec e Derek disseram
— Me mantenham informados! — os dois bateram continência e saíram.
2 SEMANAS DEPOIS
— Jacob, descobrimos uma coisa interessante – Derek me disse – aparentemente o presidente e a primeira dama não estão em termos muito bons, e isso não é de agora!
— Você acha que talvez possamos usá-la para conseguir os códigos?
— Eu acho que vale a pena tentar!
— Pois bem, mande trazê-la aqui, eu mesmo falarei com ela. — ele saiu e voltou 15 minutos depois com uma mulher morena de traços indígenas. Assim que me viu ela parou de andar e me encarou, eu estava sentado à mesa virado de frente pra porta. Derek a empurrou de leve para que ela voltasse a andar, ela caminhou até a cadeira a minha frente e sentou. Olhou para os lados e observou o local em que estávamos, seu olhar se demorou na linha continua da tela principal do painel de comando, essa linha ficava contínua a maior parte do tempo e só se mexia quando Moira falava.
— Por que eu estou aqui? — ela perguntou
— Apenas para conversar – respondi, ela deu uma risada descrente.
— Sobre?
— Fiquei sabendo que você e o presidente estão brigados...
— Sim, e daí? Por que você não vai direto ao ponto? — eu sorri
— Quantos anos tem os seus filhos? — ela me olhou por um momento antes de responder
— Sete e dez...
— Deve estar sendo complicado ficar com eles lá
— E o que você sabe sobre? Por acaso tem filhos? — o meu sorriso se desfez por um momento ao pensar no filho que eu nunca conhecera e não fazia nem ideia se estava vivo.
— Eu tenho... — disse com cuidado, para que ela não percebesse que eu não o conhecia – Ele só tem um ano e não é fácil criá-lo nesse lugar... — ela riu de novo
— O que exatamente você quer senhor Black?
— Eu quero a sua ajuda! — fui direto, pois percebi que minha tentativa de aproximação não estava dando certo.
— Minha ajuda?!
— É claro que estou disposto a te oferecer algo em troca... se você conseguir o que eu quero permitirei que você e seus filhos vivam na ala branca com as outras pessoas. E se a informação que tenho sobre você ser botânica for verdade, seria de grande ajuda se alguém como você estivesse à frente da nossa estufa. — ela passou um tempo me olhando.
— E o que exatamente tenho que fazer?
— Você só precisa conseguir os códigos de acesso para os satélites pra mim.
— Se eu te der esses números você vai realmente me deixar sair daquele lugar?
— Se você realmente me der os números certos, então sim...
— Eu vou ver o que posso fazer... mas não garanto nada.
10 DIAS DEPOIS
Eu estava a mais de 3 horas fazendo um novo upgrade na Moira, eu havia instalado câmeras por toda a ala vermelha e agora ela podia ver tudo que acontecia nessa ala. O próximo passo seria a ala branca, mas por enquanto seria impossível já que eu preciso de um local mais espaçoso para abrigar o servidor dela, para que assim passa melhorá-la ao extremo. Quando as alas roxa e rosa ficarem prontas minha próxima prioridade será Moira.
— Jacob – Alec entrou na sala me chamando – A primeira dama quer falar com você.
— Pode trazê-la – e disse e pouco tempo depois ela entrou na sala. Eu me levantei do chão limpando minhas mãos e me sentei à frente dela — Então? — ela puxou um pouco a blusa e tirou algo do que acredito ter sido o sutiã e pôs um papel dobrado em cima da mesa, permanecendo com a mão em cima dele.
— Eu tenho uma outra condição para adicionar em nosso acordo... — ela disse baixo e sem me olhar direito.
— Estou ouvindo.
— Tem um homem chamando Charlie Smith, ele era o chefe do serviço secreto... está aqui com a filha... Eu gostaria que os dois também saíssem de lá, eu não teria conseguido as senhas se ele não tivesse me ajudado... — eu sorri quando entendi que não era por isso que ela queria ele fora.
— Se o que estiver nesse papel funcionar... Vocês poderão até dividir um alojamento se quiserem... — ela empurrou o papel até o meio da mesa e tirou a mão eu o peguei e levantei da mesa andando em direção a Moira e colocando o papel no scaner – Moira esses são os códigos de acesso aos satélites, tente estabelecer uma conexão e me dê o relatório.
— " Estabelecendo conexão" — eu vi de relance que a primeira dama pulou na cadeira e olhou para os lados — " Conexão estabelecida com sucesso, satélites em pleno funcionamento e prontos para uso" — a linha continua desapareceu da tela principal e todas as telas agora mostravam informações sobre os satélites.
— Parabéns senhora primeira dama, você, seus filhos, seu amante a filha dele acabam de ser promovidos para ala branca. Estarei aguardando ansiosamente pelo progresso da nossa estufa – ela se levantou e me estendeu a mão, e eu retribui seu comprimento.
— Me chame de Sue, afinal os Estados Unidos não existe mais, então eu não sou mais a primeira dama! — eu sorri e ela retribuiu
6 MESES DEPOIS
Após conseguir os códigos e ter, de certa forma, a primeira dama e o chefe do serviço secreto ao meu lado as palavras do presidente e do pai do Alec caíram em descrença e das 70 pessoas que vieram com eles, apenas 15 permaneciam ainda com eles (no caso eles 2 e mais 13). É claro que eu estou de olhos bem abertos com os que supostamente agora estavam do meu lado, mas até então nenhum deles haviam me demostrado nenhum sinal suspeito, todos estavam trabalhando bem e sem causar nenhum problema. Com a moral do presidente lá em baixo a minha estava lá em cima, tanto que sem ninguém pedir os próprios civis passaram a fazer uma leve reverência sempre que veem a mim ou alguém próximo a mim. Conseguir esses códigos certamente marcou o inicio definitivo da minha liderança.
As alas roxa e rosa estão finalmente prontas, a roxa será inteiramente minha, da Nessie e de nossos filhos e a rosa é o a cozinha e o refeitório, que já estava funcionando e tinha deixado a alimentação muito mais prática. Para termos o controle de que já havia comido, eu e Embry trabalhamos bastante em um scaner biométrico, as amigas da Leah eram as responsáveis pela comida, elas que faziam e entregavam as refeições. Quando as pessoas chegavam scaneavam as digitais no scaner e ele armazenava as informações e controlava quem comia ou não. Por enquanto todos só tinham, ainda, direito as 3 refeições mínimas, mas eu esperava conseguir mudar isso assim que a estufa começasse a produzir mais, o que Seu havia dito que era possível, mas que levaria um tempo.
Eu já havia me mudado para ala roxa, mas não passava muito tempo lá por que ela é muito grande só para mim e tudo parecia muito deserto e solitário quando eu estava lá. Talvez quando a Renesmee estiver de volta com nosso filho isso mude, mas por enquanto eu estou me virando na ala vermelha mesmo. Para ocupar minha mente, passo minhas horas vagas concentrado na Moira. Falando nela, com as alas roxa e rosa finalizadas eu mandei que Embry e Sam montassem um planejamento para o que vou chamar de ala laranja, onde eu poderei finalmente colocar os servidores da Moira e torná-la mais funcional e útil do que já é. Além disso, pedi que fosse feito uma ampliação na ala branca, que havia se tornado pequena depois que as pessoas que chegaram com o presidente Henry Malone, se mudaram pra lá. E por último, pensando em poder utilizar o espaço da ala azul que está inutilizado desde a chegado do presidente, e que é um desperdício de espaço já que agora só restam 15 pessoas lá resolvi construir um anexo a ala azul onde essas 15 pessoas viveriam e eu poderia transformar a ala azul numa espécie de escola, já que temos bastante crianças aqui e eu acredito que mais virão, precisamos de um local onde as crianças pequenas possam ficar seguras enquanto os pais trabalham pra mim.
Ahhh... esqueci de falar do galinheiro, em uma missão para conseguir recursos, meus homens dessa vez foram bastante longe, a missão durou uma semana e eles conseguiram bastante coisas entre elas as galinhas... muitas delas. Não preciso dizer que quando eles me disseram pelo comunicador via satélite que agora temo, sobre as galinhas eu mandei que trouxessem todas, incluindo filhotes e ovos. Fizemos um galinheiro improvisado na entrada da base, mas isso está uma baderna por que os cachorros simplesmente surtam com elas por lá e tivemos que tirá-los de lá e colocá-los na ala roxa, onde temos bastante espaço disponível. Para resolver essa questão das galinhas eu também pedi que Embry e Sam construíssem um local para elas anexado a cozinha, já que elas serviriam de fonte de alimento para nós, nada mais justo do que deixá-las já perto da cozinha.
Por último, estamos no processo de conseguir transmitir uma mensagem para os sobreviventes que ainda devem estar lá fora. Isso não era possível antes sem os satélites ou alguém especializado nisso, mas o homem do presidente responsável por isso agora estava ao meu lado e ele mesmo havia sugerido isso, o que na minha opinião foi uma grande demonstração de interesse em ajudar. No momento ele está trabalhando numa forma de fazer o satélite usar todas as frequências disponíveis ao mesmo tempo para transmitir minha mensagem, que estou preste a gravar.
— Você está pronto senhor? —
— Sim, passei o dia pensando no que falar, nada me pareceu certo, mas Alec me disse que sempre que eu preciso de palavras pra isso elas parecem sair naturalmente, então eu espero que ele esteja certo e elas venham naturalmente.
— Bom não precisamos conseguir de primeira...
— Você está certo! — respirei fundo procurando as palavras e quando ele me disse pra começar, não comecei de imediato, pois ainda não tinha certeza do que dizer — Nós, os humanos, estamos enfrentando dias difíceis, dias esses que se transformaram em meses e agora anos. Não sabemos por quanto tempo mais isso vai durar e tudo o que queremos agora é sobreviver. Tudo o que nos resta é esperança, esperança de que os dias bons voltaram. Por isso eu estou aqui, para trazer esperança a qualquer um que estiver ouvindo essa mensagem. Existe um lugar seguro, onde vocês podem viver, eu ainda não tenho um nome pra ele, mas espero que todos nós, os últimos humanos, possamos juntos escolher um. Se a minha voz foi um sinal de esperança para vocês, venham até o memorial dos veteranos em Las Vegas e esperem lá, se escondam por perto e fiquem atentos que eu chegarei para trazê-los em segurança até mim. Viagem pela noite e se escondam durante o dia, uma equipe de busca e resgate estará indo até esse local a cada dois dias buscar os sobreviventes que lá estiverem. Meu nome á Jacob Black, e eu estou esperando por vocês.
MESES DEPOIS
7 DE DEZEMBRO DE 2013
(2 ANOS E 20 DIAS APÓS O INÍCIO DA GUERRA)
A minha mensagem começou a ser transmitida 5 dias atrás e algumas pessoas já haviam sido resgatadas. A construção da ala laranja está indo muito bem e em breve Moira terá espaço suficiente para ser meus olhos nesse lugar. Quando os resgates começaram tive esperanças de que a Nessie viessem em um deles, mas até agora nada dela... eu não perdi as esperanças ainda pois os resgates só começaram e muitos ainda viriam.
— Como está o regates dos sobreviventes? — eu perguntei
— 62 pessoas foram regatadas até agora – Derek respondeu – Eles estão passando por entrevistas, como você pediu.
— Algum deles causou algum tipo de problema?
— Por enquanto não, mas estamos de olho em algumas pessoas em potencial...
— Ótimo, me mantenha informado. E as estufas?
— Estão produzindo muito bem, Sue tem feito um ótimo trabalho, até melhor do que eu esperava. — Leah respondeu.
— As missões em busca de recursos? — Voltei a perguntar
— Indo perfeitamente bem – Alec me respondeu – Fui informado que eles encontraram um armazém com inúmeras coisas guardadas, desde de comida até roupas e utensílios.
— Maravilha! Tudo me parece...
“Jacob”
Parei de falar e olhei para os lados.
— Vocês ouviram isso? — perguntei
— Eu ouvi – Edward respondeu – Parecia a voz da...
“Jacob, pode me ouvir?”
— Nessie... — disse olhando me levantando e andando até o rádio.
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