Notas iniciais
Oieeee, no cap, quem aí gosta de Romione? *-* EUUUU
Tenho nova fic Romione, quem quiser ler :$
http://fanfiction.com.br/historia/381641/Inesperado/
Boa leitura PotterHeads!

Ficaram todos em silêncio por alguns segundos. Todos olhando para Jonh como se ele fosse um demónio que tivesse se materializado ali mesmo na frente deles.

- Hum… — Pigarreou Hermione. – Gente, vamos deixar a professora Minerva e esses senhores falarem com o Tiago, o Harry e a Ginny? Vamos lá para fora um pouquinho e já voltamos sim?

- Espera aí? – Perguntou George se levantando. – Foi esse moleque quem atacou o Tiago?

- George! – Disse a avó Weasley. – Não vai arrumar confusão aqui no hospital né? A Hermione tem razão, vamos.

- Foi ele quem atacou o Tiago? – Perguntou Fred. E correu até Jonh. – Eu vou chutar seus…- Mas o menino não acabou a frase, porque Carlinhos, tapou a boca do sobrinho e agarrou-o indo com ele para a porta do quarto enquanto dizia.

- Opa, opa, opa, vamos com calma moleque.

E saíram todos enquanto Fred se esperneava nas mãos do Tio, e Ron carregava a filha no colo. Quando estavam todos fora do quarto, o menino foi finalmente colocado no chão. Seguiram-se uns minutos de silêncio no quarto, que foi quebrado pelo pai de Jonh, o Senhor Stuart.

- O meu filho tem algo a dizer. – E deu uma cutucada em Jonh que deu um passo em frente. Limpou bem a garganta e disse muito pausadamente, olhando para os próprios pés, com a cabeça baixa, para que não vissem as marcas da surra que o seu lhe deu quando pediu a Minerva que os deixassem a sós por uns minutos na sala em Hogwarts, e para que não vissem também os seus olhos vermelhos de tanto que chorou.

- Fui muito inconsequente e irresponsável, agi sem pensar nas consequências do que fiz, e podiam ter sido muito graves. Então, eu queria pedir, desculpas. – Parecia um discurso piamente ensaiado, ele disse tudo quase sem respirar.

- Pois eu não te desculpo seu…- começou Tiago.

- Tiago… por favor… — Pediu Ginny olhando para o filho.

- O quê? Ele me coloca as portas da morte e eu ainda tenho que ser politicamente correcto com ele?

- Tiago… seja razoável. – Disse Harry.

- Ta. – Disse Tiago revirando os olhos. – Eu desculpo.

- Bem... – Disse a professora Minerva. – Eu trouxe o senhor Stuart, o pai dele e os chefes de ambas as casas aqui porque, quero tentar resolver isso da melhor maneira possível.

- É complicado. – Começou o professor Harold. – Mas tenho certeza que o Jonh nunca quis magoar ninguém.

- Desculpe discordar professor Harold. – Disse o Professor Neville. – Mas para conseguir realizar a maldição Cruciatus da forma que o Jonh conseguiu, é preciso querer mesmo magoar o oponente, ao ponto de sentir prazer com o sofrimento alheio. – O professor Neville parecia saber do que falava, afinal, seus pais tinham sido atacados com essa maldição.

- Mas… Directora Minerva. – Disse Harry tentando manter-se calmo diante da pessoa que atacou o seu filho. – Creio que não haja nenhuma outra maneira possível para resolver isso sem ser com a expulsão do aluno em questão.

Jonh prendeu a respiração, desejando que não fosse essa a sentença final. Tiago sentia-se desconfortável, perguntava-se se a expulsão não seria demasiado.

- Harry, eu sei que seria o procedimento a seguir. – Disse a Professora Minerva. – Mas.. creio que como o senhor Stuart disse anteriormente… ele agiu inconsequentemente…

- A sua inconsequência pôs em risco a vida do meu filho. – Disse Ginny.

— Ginevra, veja bem, o senhor Stuart está arrependido, e tenho a certeza que nunca mais repetirá o que fez, ele não teve noção do que fez, e eu sei que se eu decidir manter a presença dele em Hogwarts mesmo não tendo a vossa aprovação, estarei rompendo antigos laços que nos unem. E é por isso que vim aqui, pessoalmente, porque quero que sejam vocês a decidir o destino de Jonh em Hogwarts. Mas Harry, pense bem, você também infringiu muitas regras em Hogwarts, desde muito novo.

- Nunca ataquei ninguém. – Disse Harry.

- Peço por favor que tenham em conta o facto de o Jonh ser ainda uma criança praticamente, ele tem apenas 15 anos, e muito que aprender, e tenho certeza que ele nunca mais repetirá. Então, cabe a vocês decidirem.– A professora Minerva tinha agora um brilho estranho nos olhos. E foi esse brilho que levou Harry a perceber que ela acreditava em tudo o que acabara de dizer, que não estava sobre a maldição império, como ele julgara assim que ela começou a defender Jonh.

- Não… — disse Harry. – Cabe ao Tiago.

E todos olharam para o garoto que até então continuava deitado na cama sem saber o que dizer.

- Como? – Ele perguntou confuso.

- Você foi o atacado. – Disse a sua mãe. – Então é você quem vai decidir.

Tiago olhou para todos, e nesse momento Jonh levantou um pouco a cara o encarando-o relutante, e Tiago pode ver o medo nos olhos dele, as marcas na cara dele. E todos estavam lá, olhando para ele, esperando que ele tomasse uma decisão.

XX-XX

- Ah tio, devia ter deixado eu…

- Fred! – Disse Angelina. – Cuidado com a língua! As coisas não se resolvem dessa maneira.

- Mas papai me disse que sempre que alguém se meter comigo ou com alguém que eu goste muito eu tenho que dar uns belos cascudos nele. – Disse o menino falando como gente grande.

- Seu pai está errado! – Disse Percy. – Ele tem a inteligência de um trasgo. Você tem que se portar como um menino crescido, e meninos crescidos não baixam o nível.

- Oh… que é isso Percy? – Reclamou George. – Agora eu que digo, está denegrindo a educação que eu dou aos meus filhos.

- Quando aquele idiota sair do quarto vamos atacar ele! – Disse Roxanne.

- É isso aí filhota! – Disse George. Angelina suspirou acompanhada da senhora Weasley.

- Vocês estão se portando como uns arruaceiros. – Disse a pequena Molly de repente. – As coisas têm que ser resolvidas na conversa!

- Isso mesmo filha. – Disse Percy orgulhoso.

- Ah sua chata! – Disse Fred. – Compra uma lágrima e se afoga.

Então a porta do quarto se abriu, Jonh passou com o seu pai e o professor Harold. Logo eles já tinham desaparatado. Segundos depois todos entraram no quarto perguntando o que tinha acontecido.

- Calma gente. – Disse Harry. – Fala Tiago.

- Você bateu nele? – Perguntou Fred radiante.

- Não. – Riu-se Tiago. – Eu decidi perdoar ele…

- Isso significa que… — Começou Hugo.

- Ele não vai ser expulso.

- Viu Fred? – Disse Percy. – Tem que ser como o Tiago, não é rancoroso, e não baixa o nível.

- Ah, mas o Tiago é sempre o primeiro a se meter numa boa luta! – Disse Roxanne. Todos riram, era verdade.

- Mas o Jonh vai sair assim? Sem pagar pelo que fez? – Perguntou Victoire.

- Claro que ele vai ter consequências…- disse a professora Minerva.

- Quais? Vão pendurar ele pelos pulsos e bater com um pau nas costas dele? – Perguntou Fred.

- Não. – Disse a professora Minerva. – Ele perdeu 200 pontos para a casa dele. – Todos abriram a boca espantados. – Está proibido de usar magica na escola por tempo indeterminado, só quando eu der ordem é que ele pode realizar magia. – Ela mostrou uma varinha. – Confiquei a varinha dele. E ainda tem uma outra detenção que ele vai cumprir todas as noites até ordem contrário.

- Parece justo. – Disse Lily. – Continuo preferindo a expulsão mas… já está de bom tamanho.

Nesse o médico voltou a entrar na sala.

- Veio me dar alta? – Perguntou Tiago expectante.

- Não. – Riu o médico. – Tem que ficar pelo menos essa noite em observação. Vim avisar que a hora das visitas acabou.

Todos fizeram bico, porque isso significava que todos teriam que se despedir dos seus pais. Todos se despediram, enquanto Fred choramingava, porque queria ir com os primos.

- No próximo ano você vem também Freddie. – Disse Dominique.

E voltaram todos para Hogwarts.

Notas finais
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