O Escorpião E A Rosa
21 Capítulo 21
Notas iniciais
Queria responder a uma outra coisa, eu sei que o Ted e a Vic já deveriam ter terminado os estudos em Hogwarts há muito tempo porque supostamente são 19 anos mais velhos que os outros, mas é que eu amo eles e queria imenso manter a presença deles constante na fic. Outro promenor que eu me tinha esquecido é que o Ted é metamorfomago, tal como a mãe dele, prometo que a partir de hoje eu não ignorarei mais esse facto. Agradeço a Johanna pelas criticas construtivas!
BOA LEITURA POTTERHEADS.
Todos estavam ali, expectantes, pedindo a Merlin que Tiago estivesse bem.
- Então doutor? – Disse Ginny que mal respirava. – Diga, o meu filho vai ficar bom?
O avô Arthur e a avó Molly estavam abraçados, Molly chorava baixinho, Fleur e Gui estavam igualmente preocupados, Ron e Hermione deram as mãos, rezando para que a resposta fosse afirmativa. Os cabelos de Ted naquele dia estavam castanhos-escuros, ele estava igualmente preocupado, Tiago, Lily e Alvo eram como irmãos para ele que vivia na casa do Tio Harry desde os 3 anos de idade, quando sua avó Andromeda, morreu. Ele tinha a respiração alterada, e agarrava a mão da tia Ginny, como se interiormente lhe estivesse dando força.
- Bem… — Começou o médico. – Fisicamente, ele demorará apenas algumas semanas a recuperar-se.
- O que isso quer dizer? – Perguntou Lily. – Que ele vai melhorar?
- E mentalmente? – Perguntou Harry temendo a resposta.
- Quanto a isso… temos que esperar. Não podemos responder a isso enquanto o vosso filho não acordar. Temos que analisar os comportamentos dele, ver até que ponto ele ficou danificado, se os danos têm retorno ou não.
- Podemos vê-lo? – Perguntou Alvo.
-Sim.
Todos foram em direcção ao quarto onde estava Tiago. Era um quarto grande, caso contrário o médico não deixaria entrar tanta gente num quarto pequeno. Ginny se sentou ao lado da cama do filho, passando as mãos pelo rosto dele. Harry já não sentia a sua cicatriz formigar, e desejava infimamente que isso fosse um sinal de que o filho iria ficar bom.
-Pai. – Disse Hugo. – Ele pode morrer?
- Não filho, ele não vai morrer. – Disse Ron mais para si mesmo.
Alvo olhava para o irmão, desde pequeninos que os dois implicavam um com o outro, com o tempo o mais novo começou a conseguir lidar com as provocações do irmão, mas na verdade ele amava-o, era seu irmão afinal de contas. Como poderia não ama-lo? Segurou a mão dele, apertando-o, desejando que ele acordasse, que os médicos dissessem que ele estava muito bem mentalmente. Que ele podia ir embora, que ele estava bem. Lily correu até a cama e abraçou o Tiago enquanto chorava.
- Fica bom Tiago… por favor… se você ficar bom, eu prometo nunca mais implicar com você, nunca mais te irritar. Por favor! Acorda, eu te amo! – Desde que se conhecia como gente Lily gostava de embirrar com Tiago, mas amava e admirava ele com todas as suas forças, não aguentaria perde-lo.
Nesse momento os lábios de Tiago se moveram, formando um sorriso.
- Vou cobrar essa promessa maninha. – Ele disse abrindo os olhos, e abrindo um largo sorriso. Todos suspiraram felizes, Lily o abraçou com ainda mais força, ele reclamou um pouco com as dores que o abraço lhe causou, ainda não estava totalmente recuperado.
- Desculpe. – Disse Lily limpando as lágrimas.
- Eu também te amo Lils. – Ele disse sorrindo enquanto acariciava o rosto dela.
Ginny sorriu ao ver que o filho aparentava estar bem, Harry suspirou de alivio, Alvo e Ted agradeceram a Merlin. Rapidamente todos queriam falar com Tiago, ver como ele estava, perguntar como tudo aconteceu, perguntar quem era o desgraçado. O medibruxo apareceu afastando todos do rapaz, a verdade é que estava presente no hospital a família em peso, embora ainda faltassem alguns mesmbros.
- Assim vão sufoca-lo. – Disse o médico. – E preciso examina-lo. –Ele disse empurrando a maca dele para outro quarto. – Mas não se preocupem, ele aparenta estar bem.
- Mas…. Que preciso ver se ele esta bem… — Disse Ginny.
- Tenham calma. – Disse o medibruxo. – Logo logo, eu trago ele de volta, precisamos examina-lo.
E saiu, se livrando da barulheira que ficou no quarto.
- É um rapaz muito rijo! – Disse o avô Arthur alegremente. – Bem se nota que em pouco tempo ele ficará bom.
- Graças a Merlin! – Disse a avó Molly. E depois olhou para os restantes netos. – Minha nossa olhem só para vocês todos! Estão tão magros! Não têm comido nada em Hogwarts? — E todos riram, desta vez mais aliviados, a avó Weasley nunca mudaria. – De que riem? Estou falando sério! Veja bem, Lily… você está um esqueleto… Rose! Minha querida, o que te aconteceu ao pé.
- Um acidente avó! – Rose disse sorridente.
- Venha cá. – Ela disse puxando Rose até si. – Vamos ver como isso está.
- Não há nada que possa fazer avó. – Disse Rose tentando se equilibrar com o pé no ar. – Só me resta esperar que melhore.
Ron ajudou a filha a se sentar já que ela não conseguia manter-se muito tempo em pé. Enquanto estava agachado a sua frente massajando o pé dela.
- Então filha? Aquele Malfoy… é preciso eu ter alguma conversinha com ele? Sua mãe me disse que você escreveu uma carta a ela reclamando que ele te tratou mal. É preciso eu ir até a escola filha?
- Não pai. – Rose se apressou a dizer. – Já passou. Ele nem fala comigo mais. – E era verdade.
O avô Arthur falava com Louis que estava sentado no seu colo, ele ainda tinha força para aguentar o neto de 11 anos, mas não seria por muito tempo, já que o menino era pior que Ronald Weasley e aumentava vários centimetrs por ano, a verdade é que o menino já ultrapassava Lily em altura.
- Gostando do seu primeiro ano?
- Sim! – Disse Louis que mordiscava o seu sapo de chocolate. – Tem algumas pessoas chatas, mas se resto.
- Mas isso vai ter sempre. – Gargalhou o avô Weasley.
- Sim, mas alguns são oportunistas, alpinistas sociais. – Disse o rapaz obviamente se referindo a Alden Andrews.
- Louis! – Disse Fleur olhando para o filho. – Você non deve falarr assim dos seus colegas.
- Deixa ele mãe. – Disse Dominique. – Ele tem razão.
- E você? – Disse Fleur reprimindo a filha. – Olha parra esse cabelo Dominique! Tem que cuidarr dele, senão qualquerr dia acorrda carreca!
- Ai mãe! – Disse Dominique passando as mãos pelos seus cabelos enquanto Gui ria da frase da mulher.
- É verrdade, sues cabelos loirros são lindos! E são iguais aos meus olha, se você quiserr pode muito bem ter o cabelo bem arranjado, vou te mandarr uma lista de feitiços parra beleza! E olha essas unhas! – Ela disse agarrando a mão que Dominique passou pelos cabelos. – Você anda roendo elas? E olha a sua pele, toda seca, filha que arranhões são esses?! Anda lutando com trasgos ou quê? – Imediatamente Dominique escondeu o braço que a mãe agarrava.
- Nada não mãe.
- E isso aqui? – Ela disse apontando para uma queimadura na perna de Dominique, como se estivesse fazendo uma vistoria completa em por todo o corpo da filha. Rose olhou com interesse para ver o que Dominique responderia.
- Foi na aula de poções. – Ela mentiu descaradamente. Fleur suspirou, e com um gesto simples de sua varinha, fez com que os arranhões e a queimadura visível desaparecessem. O que ela não sabia é que haviam muitas outras queimaduras por todo o corpo de Dominique, escondidas pela roupa.
- Victoire, já te falei parra ensinarr a sua irrmã a trratarr do seu corrpo, do seu cabelo…. Ela esta um caco… nem parrece uma Delacour…
- Eu bem tento mãe. – Disse Victoire analisando suas unhas. – Mas ela não me ouve.
- Fleur… — disse Ron com ar de gozo. – Felizmente Dominique é um expemplo claro do que é um Weasley.
- Infelizmente sim. – praguejou Fleur. – Como com a boca aberta, fala de boca cheia, não sem prreocupa com a aparrencia, veste trrapos velhos e é prreciso que eu a arraste parra irr comprrar roupas novas, porrque o rroupeirro dela é um ultraje…. – Todos riam enquanto viam Dominique revirar os olhos.
-Mãe! – Disse Victoire. – Não se preocupe, tudo o que você não gasta em roupas com a Dominique, pode gastar comigo. Eu deixo! – E voltaram todos a rir.
Hermione observava a filha, achava-a um pouco distante daquilo tudo, como se algo a perturbasse.
- Hugo. – Ela disse ao filho que ainda a estava abraçando. – Papai está ficando com ciúmes, você ainda não abraçou ele.
- Já entendi, você quer ir falar com a sua filha preferida.
- Hugo…
- Estou brincando mãe. – Ele disse deitando a língua de fora enquanto se aproximava do pai que ainda massajava o pé de Rose. – Meu caro Senhor Weasley, acho que seria de esperar que desse algum tipo de atenção ao seu outro filho.
- Olha quem fala, diz o senhor que preferiu ficar mais de meia hora abraçado a mãe fingindo que o pai não existe. – Riu Ron enquanto se afastava com o filho. Hermione aproximou-se de Rose.
- Está tudo bem com você filha?
- Só dói um pouco o pé. A massagem do papai estava boa.
- E além disso? – Rose a olhou interrogativamente. – Está tudo bem mesmo?
Rose sabia que não iria adiantar fingir. Sua mãe a conhecia como ninguém.
- Alguma vez te chamaram sabe-tudo irritante e chata?
Hermione riu.
- Merlin. Tantas vezes! Você não devia ligar… é uma espécie de maldição dos inteligentes. Mas… quem fez isso?
Rose olhou para o lado, evitando encarar a mãe.
- Não me diga que foi o Malfoy.
- Não. – Apressou-se Rose a dizer. – Foi… a Dominique.
- A Dominique? – Perguntou Hermione ligeiramente impressionada.
- Sim…
- Porque é que ela te disse isso?
- Bem… eu fiz uma coisa que… ela não gostou… acabamos discutindo, e a meio ela disse isso.
- Oh Rosie… — disse Hermione acariciando o rosto da filha. – Veja bem uma coisa, as vezes… quando estamos chateados, acabamos por dizer e fazer coisas que… não queremos. Você e a Dominique sempre foram tão amigas. Eu tenho certeza que ela está muito arrependida. Você já falou com ela?
- Não… bem, ela tentou… mas…
- Você não deixou…
- Exacto…
- Casmurra como o seu pai! Pois fale com ela. Tenho certeza que ela não fez por mal.
Ginny e Harry respiravam agora, de alivio, podiam pelo menos agora, desfrutar do reencontro com os outros filhos.
- Cadê o professor Neville? – Perguntou Lily.
- Deixa o professor Neville. – Disse Harry, sabia que provavelmente o amigo estaria numa outra sala, com outras pessoas, com seus pais.
- Mais algum de você tem parceiros da Sonserina? – Perguntou Ginny mudando de assunto.
- Não. – Disseram Lily e Alvo em uníssono.
- Ted? – Perguntou Ginny. Era como um filho também.
- Fiquei com um menina, que não é da Sonserina. Mas não sei se fiquei muito satisfeito não. – Victoire deu um tapa no ombro dele enquanto ele ria e a abraçava. Gui observava de sobrolho levantado a intimidade de sua filha com Ted.
- Pai…. Assim você vai ganhar cabelos brancos rápido. – Disse Dominique. – Você já devia estar acostumado, já passou um ano.
- Nunca vou me acostumar. – Ele disse se sentando do lado da filha. – Você me promete nunca arrumar um namorado?
Dominique abriu e fechou a boca várias vezes, lembrou-se do almoço naquele mesmo dia, em que Tiago confessou já ter olhado para ela como uma garota.
- Gui! – Repreendeu Fleur que agora mimava Lewis. – Não pode pedirr isso a Dominique… ela mais cedo ou mais tarrde terra um namorrado e você não pode impedirr isso.
- E você tem que parar de incentivar os namoros precoces das nossas filhas. – Ele disse mal humorado.
- Precoces? – Reclamou Victoire ainda abraçada a Ted. – Pai tenho 16 anos.
- Mas começou muito cedo. – Ted fechou os olhos tentando não imaginar com que idade Victoire terá começado a namorar.
— Calma Gui. – Disse Ron. – Você tem deixar suas filhas crescerem.
- Quero ver se você vai dizer a mesma coisa quando Rose aparecer em casa te apresentando um namorado. – Disse Gui. Ron ficou vermelho e não respondeu a provocação. Mas depois quando ninguém o ouvia aproximou-se da filha.
- Ainda falta muito neh?
- O quê?
- Para você começar a namorar. Ainda falta muito não é?
- Pai! – Protestou Rose ficando vermelho, enquanto Hugo ria-se as bandeiras despregadas.
Naquele momento o medibruxo chegou trazendo Tiago consigo. A sala explodiu em perguntas, Tiago estava deliciado em ser o centro das atenções de todos.
- Calma, calma! – Gritou o médico. Todos se calaram esperando que o médico falasse. – Ele está óptimo! – A sala explodiu em urras e vivas. – MAS… — ele disse voltando a acalma-los. – foi por um triz, ele podia ter ficado com danos sérios. Ele vai demorar algumas semanas a se recuperar totalmente, mas ficará bom!
Ginny correu para abraçar o filho.
- Graças a Merlin! – Disse a avó Molly.
- Lily! – Gritou Tiago se sentando na cama. – Eu não esqueci sua promessa!
- Isso? – Disfarçou Lilly. – Eu estava a meio de um colapso mental, não me levou a sério pois não?
- Ah, dessa você não escapa!
E todos riram ao ver o velho Tiago de volta. Nesse momento alguém entrou em grande alvoroço no quarto. Olharam todos para a porta, e viram um homem ruivo e alto, ao seu lado estava uma mulher negra com longos cabelos escuros e olhos castanhos, traziam com eles duas crianças, um menino e uma menina.
- O Tiago? Como esta o Tiago? – Perguntou George Weasley ofegante.
- Oi Tio George, oi Tia Angelina! – Disse Tiago sentado na cama, sorridente.
Ambos respiraram de alivio.
- Que susto você nos deu ein! – Disse Angelina passando a mão pelo peito.
- Tiago! – Gritou a menininha correndo até a cama. – Que te machucou? Eu vou dar cabo dele.
Tiago deu uma gargalhada abraçando a menina.
- Pode deixar Roxanne, eu já estou bem! – Ele disse acariciando a cabeleira ruiva da menininha de 8 anos.
- Tiago, Tiago! – Dessa vez era o garoto quem quase saltava na cama tentando chamar a atenção do primo. – No próximo ano quando eu for para Hogwarts eu vou chutar as partes do palhaço que te machucou.
Todos riram.
- FRED! – Repeendeu Angelina. – George é você quem tem ensinado esse palavreado a ele?
George, que até aquele momento olhava para o filho rindo, levantou as mãos dizendo.
- Ele deve ter me ouvido dizer isso quando eu estava me arranjando ao espelho! – Depois quando Angelina não estava a olhar piscou o olho ao filho mais velho.
- Tiago… — Disse Fred novamente. – Você está se sentindo crucificado aqui? – E depois riu. – Entendeu? Crucificado? Cruciatus? – E ria ainda mais, acompanhado de Tiago, George e Hugo que tinham sido os únicos a achar piada.
- Fred, você não devia brincar com isso! – Disse Angelina, enquanto a Avó Molly concordava veemente com ela.
Logo depois apareceram Percy, sua esposa Audrey com suas duas filhas e Carlinhos Weasley.
- Me desculpem a demora, eu fui buscar o Carlinhos. Como está o Tiago?
- Optimo. – Respondeu o próprio.
- Tio Carlinhos! – Gritou Dominique correndo até ao tio. A menina tinha uma espécie de devoção por ele, talvez por ele trabalhar com Dragões. – Porque não me disse que vinha?
- Digamos que foi uma visita de ultima hora! – Ele disse abraçando a sobrinha. – Por conta daquele matulão ali! – Ele disse apontando para Tiago.
- Eh, Dominique! – Gritou Hugo. – Pode deixar o tio Carlinhos nos cumprimentar também?
Na verdade quase todos tinham uma espécie de admiração por ele. Todos correram para abraça-lo, excepto Tiago, que mal se movia, e as filhas de Percy, Molly e Lucy, que já o tinham cumprimentado. As duas meninas foram até aos restantes tios para os abraçarem.
- Ouvi dizer que você vai para Hogwarts já para o próximo ano Molly. – Disse a Avó Molly a neta com o mesmo nome.
- Sim. – Disse a menina orgulhosamente. – e no meu quinto ano quero ser nomeada monitora!
- Txi! – Disse George. – Ambiciosa como o pai!
- Não é caso de ambição George! – Disse Percy. – Mas sim de perseverança. Tenho muito orgulho em você filha! – A menina sorriu.
- Mollyzinha querida. – Disse George puxando a sobrinha para sí. – Titio te ama, e apesar do seu pai ser um tremendo chato…. Amo ele também… mas não diga que eu disse isso ein?
- Eu estou ouvindo…- disse Percy suspirando.
- SHIU! – Disse George infantil. – Estou tendo um papo recto com minha sobrinha, assim que…. Desampara, sai. Continuando Molly, seu pai era exatamente como você na sua idade, ou seja… sempre preocupado com as notas… sempre nos enchendo o saco, sempre falando nos nossos ouvidos… bla bla bla…
- Parece que você está falando da Rose. – Disse Hugo, e todos riram.
- É…- disse George. – Rosie depois tenho que ter um papo recto com você também, puxou muito a Hermione, tem que ser mais como o destrambelhado do meu irmão!
- Nem pensar! – Disse Hermione. – Ela esta muito bem assim.
- Mollyzinha, tente se divertir mais! Não pense só nos estudos, quebra algumas regras….
- Ok , chega! – Disse Percy. – Você já está denegrindo a educação que eu dei as minhas filhas. Sai!
E todos riram daquela cena. Algumas coisas nunca mudariam.
Mais pessoas apareceram naquele quarto que estava ficando demasiado cheio… mas dessa vez não houve cumprimentos, nem risos, nem semblantes felizes. A porta estavam, a professora Minerva, Jonh Stuart, o pai dele, e o chefe da Sonserina.
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