O Entregador De Pizzas
6 Capítulo 6 - Vacilo
Notas iniciais
mais um cap essa semana!!!
vcs merecem!
semana que vem também haverá dois caps!
só tô esperando a Reh betar!!
bjokas!
Pov Bella.
Olhei para a mesa de Tanya e lá estava Edward sentado com ela.
Canalha, desgraçado, filho de uma abençoada mãe por ter feito um ser tão bonito! Ops! O momento é de raiva Isabella, nada de ficar se derretendo pela beleza desse vagabundo.
Argh!! Que ódio da cara desse Edward agora.
Olhei novamente para eles e vi que o canalha conversava bem ao pé do ouvido da vadia, estavam quase se esfregando ali mesmo na sala! Porra, eu não deveria me importar com isso e muito menos por Edward ter trocando de lugar, eu devia era agradecer aos céus por ter me livrado daquele gostoso que tem o sorriso mais lindo do mundo! Bandido! Fica atormentando até meus pensamentos, quando percebi já estava bufando de raiva.
– Bom dia classe! – Falou o professor entrando na sala.
A aula ocorreu normalmente e às vezes, sem perceber, eu acabava dando uma olhadinha para a mesa daqueles dois. Estava um pouco distraída quando senti um cutucão.
– Hey Isabella, você não se importa de eu me sentar ao seu lado né? –Cochichou Emmett.
– Não claro que não, creio que será bem melhor assim. – Sorri ao mentir.
Lógico que lá no fundo eu me importava pra caramba!
O sinal apitou avisando a termino da aula, então guardei meus materiais e antes mesmo que pudesse me levantar Emmett se virou para mim sorrindo meio estranho.
Opa, lá vem bomba!
– Hey Isabella, posso te perguntar algo?
– Claro! O que é? – Disse meio desconfiada.
– Será que eu posso sentar em sua mesa hoje no refeitório?
– E por quê? – Perguntei surpresa.
– É meio estranho te pedir isso, eu sei, mas Jasper Whitlock é primo de Rosalie Hale e vocês se sentam com ela, eu também quero. – Pediu com uma carinha de cachorro abandonado.
– OMG, você gosta dela! – Afirmei.
– Não conte a ninguém. – Falou se entregando e já indo embora.
Levantei-me sorrindo e caminhei até a porta para sair, mas na mesma hora alguém colocou o pé na minha frente, acabei caindo e espalhando um monte de papéis que estavam em meu caderno, respirei fundo e me apressei em recolher tudo para sair o mais rápido dali, mas alguém já tinha pego o meu caderno e alguns papéis do chão.
– Aqui estão suas coisas. – Falou um menino desconhecido assim que me levantei.
– Hum... Obrigada!
– Por acaso aqueles dois não vão com a sua cara? – Perguntou olhando para Tanya e Edward que saiam da sala, grudados um no outro.
Argh! Então foi um deles? Cachorros, seres desprezíveis, um dia vocês irão me pagar!
– Não... E você quem é? – Perguntei tentando mudar de assunto.
– Sou Jacob Black, do terceiro ano.
– Prazer Isabella Swan.
– Filha do delegado Charlie?
– Sim, por quê?
– Meu pai é o melhor amigo do seu pai!
–Que legal! – Falei com falso entusiasmo.
– Me dá licença, agora preciso ir para minha aula, foi um prazer te conhecer. Ah, e muito obrigada pela ajuda! – Disse e logo me retirei dali.
Em poucos minutos cheguei ao banheiro onde desabei no choro. O que aqueles dois tinham contra mim? Eu nunca fiz nada de mal para eles, na verdade eu nunca fiz nada de mal para ninguém, sempre fui uma garota super educada e boa, ficava sempre na minha. Poxa eu não merecia isso! Não mesmo!
POV Edward.
A aula como sempre estava um saco! Ainda bem que hoje eu havia trocado de lugar e estava sentado ao lado da safada da Tanya, que ficava roçando a perna na minha o tempo todo, e, por baixo da mesa, passava as mãos por minha coxa, arranhando com as unhas. O resultado: meu amiguinho estava ficando todo animadinho.
– Vamos gatinho? – Perguntou a safada, bem no meu ouvido, assim que o sinal tocou.
Antes que pudesse falar algo Tanya esticou o pé, no momento em que aquela nerd que sentava ao meu lado passava, e, isso a fez cair de cara no chão, juntamente com seus materiais e um monte de papéis, os quais caíram de seu caderno.
Tanya me puxou para longe dali, grudada em mim o tempo todo e rindo de Isabella, acho que era esse mesmo o nome dela! Não vou mentir que até teve um pouco de graça o tombo da garota, mas não consigo entender o que Tanya tem contra a menina. A nerd sempre ficava na dela, quase não conversava com ninguém, será que ela já fez algo contra Tanya?Hum, não sei mais vou descobrir!
– Gatinho, esse final de semana vai ter uma festa de uma amiga minha em Port Angeles vamos? – Perguntou me tirando dos meus pensamentos.
– Claro! – Sorri já pensando em tirar o atraso.
Olhei para trás e vi que um garoto estava ajudando Isabella a recolher suas coisas e conversando com ela.
– Sábado eu passo em tua casa para irmos. – Falei indo para a nossa próxima aula.
(...)
– Olha lá aquele traidor! – Resmungou Jessica Stanley, que estava sentada ao lado de Tanya no refeitório.
Olhei para a direção em que Jessica apontava e vi Emmett, o capitão do time. Desde que eu cheguei ao colégio ele sentava conosco e agora estava sentado ao lado daquela nerd.
– Ele gosta da Rosalie, deve ser por isso que esta lá. – Tanya justificou.
– E mesmo se não gostasse dela o que vocês têm a ver com ele estar sentado lá? – Falou Ben, um carinha mais burro que uma porta, a única coisa que fazia bem era jogar.
– Eu não tenho nada, nem conversava muito com ele. – Alguém na mesa comentou.
– Aquele grupinho quer se tornar popular e por isso está se aproximando de nós! –Tanya falou com raiva.
–Hey gatinha relaxa! Quem importa está bem aqui do seu lado. – Sussurrei em seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha a fazendo soltar um pequeno gemido.
– Não provoca gatinho.
– Mais tarde em sua casa ok? – Perguntei logo recebendo uma confirmação.
(...)
– Meu filho, você está tão lindo! Aonde vai? – Falou minha mãe parada na porta.
– Vou para uma festa.
– Edward você sabe que eu e seu pai não gostamos que vo...
– Mãe nem comece seu sermão, eu juro que vou ser responsável.
– Você sempre fala isso Edward e no fim acaba fazendo alguma merda.
– Mãe! – Olhei indignado para ela, minha mãe nunca soltou um palavrãozinho se quer, esse mundo está perdido mesmo.
– Ué é verdade meu filho, não vou esconder seus defeitos.
Vesti minha jaqueta de couro preta e peguei as chaves, passei por minha mãe dando um beijo em sua testa e fui até a garagem entrei no meu carro e dirigi até a casa de Tanya.
Ela já me esperava em frente à porta de sua casa e assim que me viu estacionar pegou sua bolsa e veio correndo para o carro.
– Oi gatinho! – Falou e foi logo me tascando um beijão.
Eita que hoje eu iria me esbaldar!
(...)
POV Tanya.
Edward já tinha bebido uns seis drinks e já estava pra lá de Bagdá, todo safadinho e cheio de fogo. Ele me puxou pra sua frente, me abraçando por trás.
– Vamos para algum quarto? – Sussurrou em meu ouvido me fazendo arrepiar.
Sem pensar empinei minha bunda e pude perceber o quanto ele estava excitado.
– Claro, vamos! – Peguei sua mão e o guiei até um dos quartos da casa de Roberta.
Assim que entramos no quarto Edward trancou a porta e me empurrou na cama, fazendo minhas costas baterem com força no colchão. Ele me virou, deixando-me de quatro e tocou em minhas pernas subindo o vestido até minha cintura. Quando sua mão passeou pela minha bunda dando um tapa no local eu gemi a empinando.
– Impaciente. – Ele murmurou e apertou um dos meus seios, eu gemi empinando ainda mais a bunda em direção a seu membro duro. Edward riu afastando minha calcinha e me penetrou com dois dedos, eu grunhi alto rebolando em sua mão.
– Ohh! – Gemi e Edward tirou os dedos, me fazendo reclamar, mas parei ao sentir seu pau se esfregando em mim, contra minha entrada já molhada.
Então ele entrou de uma só vez, duro, grosso e forte.
POV Edward.
Despertei com o barulho de algo apitando, abri os olhos e tudo rodava. Olhei para o lado e vi que um celular apitava incessantemente, o peguei vendo o nome Sonya no visor, de quem era a porra desse telefone? Sem paciência apenas o joguei para um canto qualquer.
Levantei-me cambaleando procurando por minhas roupas e sapatos, vesti tudo, peguei meu celular e as chaves. Sai do quarto me escorando nas paredes, meu corpo estava meio mole e tudo rodava demais, desci para o primeiro andar e fui até a porta principal, a festa ainda estava acontecendo mais eu já não tinha mais forças para continuar ali.
Fui até meu carro, peguei o bolo de chaves e procurei a do carro, até que foi fácil encontrar porque era uma das maiores ali, com um pouco de dificuldade coloquei na ignição e dei partida. Sorri quando consegui.
Comecei a dirigir, estava com sorte porque a estrada era meio deserta nesse horário e do nada meu celular começou a tocar. Porra minha cabeça ainda doía, atendi sem nem mesmo ver quem era para acabar logo com aquele barulho irritante.
– Alô?
– Onde você está? – Falou uma mulher.
– Quem é? – Perguntei e sem querer deixei o celular cair.
Sem pensar me abaixei para o pegar, acabei soltando o volante um pouquinho e no segundo seguinte tudo estava escuro.
Fale com o autor