O Entregador De Pizzas
4 Capítulo 4-Pov Edward
Notas iniciais
Boa leitura! Primeiro POV Do Ed! uhull
Eu gosto de loucas, bobas, estúpidas
Festas ficando selvagens, só a música bombando
Posso perder a cabeça, atravessar o teto
É assim que fazemos, fazemos, fazemos.
Wild ones(Florida feat. Sia)
Pov. Edward
– Ainda não sei o motivo de nos mudarmos de Phoenix! – Comentei meio irritado.
– Seu pai recebeu uma oferta maravilhosa para a carreira de médico dele e é algo que não se pode recusar. – Minha mãe respondeu calmamente.
Sair de Phoenix não estava nos meus planos e me mudar pra uma cidadezinha que só chovia e fazia frio estragaria completamente minha vida, já que meu negócio não era com frio e sim calor, muito calor. Ah como eu amava os dias ensolarados!
– Será bom Edward, assim você se livra das más influências com quem está andando.
– Essas más influências que está se referindo são os meus amigos mãe.
– Para mim isso não muda nada! São más influências sim e agora vá pegar suas coisas para irmos, se não vamos nos atrasar. – Falou toda autoritária.
Subi ao meu quarto e peguei minha mala e meu violão, dei uma última olhada no lugar e desci as escadas, fui em direção ao carro que estava parado em frente à casa.
– Sentirei saudades gatinho. – Sussurrou Victória me abraçando por trás.
Soltei minha mala e virei ficando de frente a Victória.
– Que nem eu delícia. – Falei já tascando um beijo, já que estou indo embora mesmo tinha que aproveitar.
Victória Scott era uma alta, magra, com um corpo curvilíneo e com longos cabelos ruivos. Éramos vizinhos e amigos desde que criança e quando atingimos 15 anos acabamos nos tornando amantes, já que nenhum de nós dois queria compromisso, apenas descobrir o prazer nos braços um do outro.
– Vou sentir muitas saudades de você e principalmente do Ed júnior! – Resmungou toda safada depois de se separar de mim.
– Vamos Edward, já está na hora. – Falou minha mãe passando por mim e cortando meu barato.
– Vic, se você quiser poderá ver o Ed júnior pela webcam. – Sussurrei em seu ouvido, fazendo-a se arrepiar todinha.
(...)
.
O táxi parou em frente a um enorme portão que logo foi aberto, revelando meu pai ali parado nos esperando. Sai do táxi e ajudei o taxista a pegar as malas de minha mãe e logo ele foi embora.
Meu pai me deu um forte abraço e logo depois já agarrou minha mãe lhe tascando beijão.
– Hey há crianças aqui! Por favor, olha o respeito! – Resmunguei virando meu rosto.
– Onde? – Perguntou minha mãe olhando para os lados.
– Estava falando de mim né dona Esme?
Meus pais ficaram rindo.
(...)
– Juro que se você fizer alguma besteira com esse carro terá sérios problemas entendeu bem Edward?
– Entendi perfeitamente pai.
– Estou confiando em você e espero que não me decepcione.
– Já disse que não vou pai, agora posso estrear essa belezura?
– Não! Você só vai usá-lo amanhã para ir para a escola.
– Mais o que? – Perguntei incrédulo. – Isso é um absurdo, cheguei ontem de viajem, to muito cansado e nem conheci a cidade ainda, nem sei onde fica a escola.
– Ah! Se está cansado porque queria sair para estrear o carro? – Me questionou.
– Pai. – Falei manso. – São coisas diferentes né?
– Não quero saber. Vá dormir Edward amanhã acordará cedo e irá para a escola.
Bufei de raiva e subi para meu quarto. Se estivesse em Phoenix estaria saindo com o pessoal agora. Pelo jeito essa mudança de estado vai fazer com que meus pais passem a me controlar.
– Droga.
(...)
Despertei com minha mãe me chamando, dizendo que estava na hora de me levantar para ir pra escola. Ela me conhecendo bem, ficou no meu quarto me importunando até o momento em que fui para o banheiro tomar um banho.
– Não demore e desça para tomar café hem!
Assim que terminei meu banho vesti uma calça jeans escura, camisa branca e jaqueta de couro preta por cima, também coloquei meu tênis favorito, um all star preto. Tentei fazer alguma coisa no meu cabelo usando gel, mas não funcionou.
(...)
Meu pai foi dirigindo meu carro novo até a escola para me mostrar o caminho que teria que fazer tipo...pra sempre.
– Você tem que ir até a secretaria pegar seu horário e acho que uma autorização ou algo assim. A secretaria fica ali. – Falou meu pai apontando para um pequeno prédio depois de chegarmos no estacionamento.
– Seu carro estará aqui na hora que você sair.
– Tudo bem. – Me despedi do meu pai e fui pra secretaria.
Andei sem vontade nenhuma até o pequeno prédio, respirei fundo e abri a porta que tinha uma plaquinha escrito Secretaria.
Lá dentro o ambiente era muito bem iluminado e quente, o escritório era pequeno e tinha uma salinha de espera com cadeiras dobráveis, um carpete laranja manchado, no canto havia uma enorme prateleira com vários troféus, atrás de um balcão havia uma senhora que arrumava algo em sua mesa, mas assim me aproximei ela parou.
– Posso ajudá-lo?
– Humm...Meu nome é Edward Cullen.
– Ah sim! O aluno novo. – Falou enquanto analisava uma pilha enorme de papeis até achar o que estava procurando. – Aqui está o seu horário e há um mapa da escola.
Ela indicou minhas salas de aula, destacando a melhor rota para chegar em cada uma delas, me deu uma caderneta que cada professor teria que assinar e no final das aulas eu teria que voltar ali e entregar, então sorriu pra mim, me desejou boa aula e que eu gostasse de Forks, sorri também, por educação, da maneira mais convincente que pude. Credo! Eu nunca iria gostar desse lugar.
Olhei novamente o mapa tentando memorizá-lo, espero não ter que andar com isso o dia inteiro, seria ridículo. Após conseguir chegar ao refeitóriofoi fácil localizar o prédio três, onde eu teria minha primeira aula com o professor Sam.
Observei meu horário e vi o número da sala, assim que cheguei ao prédio três, me aproximei da porta e vi um professor ajeitar suas coisas e quando ele ia falar algo perguntei:
– Aqui é a sala do professor Sam?
– Sim, por quê?
– Sou o aluno novo, Edward Cullen. – Falei entrando na sala
Entreguei a caderneta ao professor que assinou e me devolveu. Olhei para a sala e passei a mão pelo meu cabelo, analisando aonde iria me sentar, foi quando vi que o único lugar vago era ao lado de uma menina que com toda certeza era nerd.
Sua pele era muito pálida, usava um casaco de moletom e um enorme óculos de grau, ridicularizando-a.
– Olá! – Sussurrei quando sentei na cadeira ao seu lado.
Notas finais
N/Reh: Vish esse Ed vai tocar o terror... Beijos galera!
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