O Enigma Encantador
5 Quem se sente culpado, é por que realmente é?
Notas iniciais
Olá, desculpe, por certos problemas não deu pra postar o capítulo ontem, mas aqui está, aproveitem...
PS: Capítulo betadinho pela Ana_Sousa...
Quem se sente culpado, é por que realmente é?
Estarrecido com o que acabara de fazer, sem dormir direito à noite, levantou cedo e foi ao décimo terceiro esquadrão para falar com o Capitão Ukitake, este estranhou por que era muito cedo mais pela cara desconsolada do amigo, sentiu que algo tinha acontecido.
Pediu para que se senta-se e ofereceu chá, não que isso fosse habitual do Capitão Kyouraku mas sim, por causa da situação.
– Nem tomei sakê ontem e já me sinto bêbado hoje.
– Fale o que aconteceu. – questionou Ukitake.
– Você não vai acreditar, mas vou te contar, sabe a garota.
– Hum, a que dança.
– Sim, ela mesma. Eu a beijei ontem no riacho, onde a encontrei sozinha brincando com água.
– Ei, como fez isso.
– Bem, foi sem querer a principio, na verdade foi ela que me beijou primeiro.
– Kyouraku, isso é brincadeira?
– Não, ela estava numa pedra maior e pulou para a minha que era pequena, por isso se desequilibrou e eu a segurei então ela me beijou, não resisti e a beijei, e fui beijando até que ela ficou trêmula e ofegante, então dei por mim e parei quando fiz isso ela sumiu.
– Não sei o que dizer, mais o que você vai fazer agora.
– É no que estou pensando, acho que vou procurá-la e me explicar assim que me acalmar e ordenar os pensamentos.
– Vai ter que pensar bem no que vai fazer.
– Isso vai ser difícil de explicar se é que tem explicação.
– Sabe, Kyouraku, você vai precisar de um diplomata bem experiente para explicar isso sem se comprometer.
– Bem, o conhecendo sei que é isso que quer.
– É bom usar a imaginação e o desprendimento, e cruzar os dedos para dar muita sorte.
– Bem, o jeito de você encarar os fatos me animou, vou procurá-la à tarde.
Assim o fez indo ao terceiro esquadrão e ficou sabendo pelo Tenente Kira que a oficial Kandura tinha ido para o mundo real. Ela havia antecipado a sua ida, quando o fato de ir já estava acertado.
E perguntou:
– O que queria com ela, Capitão Kyouraku, era importante?
– Não, não era nada.
Voltou ao oitavo esquadrão confuso e surpreso. Recebido pelo amigo que estava curioso. Contou o que havia acontecido.
– Oh, Kyouraku, você é um homem de sorte, quem dera as mulheres bonitas também fossem inteligentes.
– Acho que ela não querer ouvir a explicação. E isso é o que está me intrigando por que não consigo pensar numa coisa boa.
– É o jeito discreto dela de sair da situação.
– É estaria tudo bem se não me sentisse culpado e coisas piores. Me sinto como o pecador que confessa mas não se arrepende, sabendo que esta ainda mais irada por causa disso.
– Ora, Kyouraku, descanso e sakê vão melhorar...
Depois de três semanas se lamuriando. Ele chega para o Ukitake dizendo que tomara uma decisão por que não ia deixar uma menina resolver o seu problema dessa maneira. Iria ao mundo real falar com ela.
– É uma idéia corajosa, mas perigosa, porém vendo como está disposto, talvez seja bom, vai se sentir melhor.
~ ~ o 0 O _ . _ O 0 o ~ ~
No mundo real a encontrou deitada no telhado contemplando estrelas ao vê-lo se sentou. O Capitão se aproximou, mas não muito perto. E disse:
– Precisamos conversar.
~ ~ o 0 O _ . _ O 0 o ~ ~
Notas finais
Sei que esse capítulo ficou meio curto, mas o próximo vai ser maior, prometo...
Fale com o autor