Notas iniciais
Reviews!!! POR FAVOR!!!!!!

Não demorou muito para que o “reforço” enviado por Percy chegasse. O primeiro cavalo alado pousou e Annabeth o acariciou dizendo:

- Este é o BlackJack.O Percy sempre o monta... Então vou ficar com ele.

O pegasus relinchou algo que entendi como: “VIVA!”

- Tudo bem!

Logo todos nós montamos e alçamos vôo, não estávamos muito alto quando senti uma onda de náusea e de medo, lembrava do meu salto para a copa da árvore... A queda.

O cavalo emitiu um som. Nunca havia entendido algo com tanta perfeição: “Sinto seu medo. Prometo que não te deixarei cair!”

Eu me inclinei até o ouvido dele e sussurrei.

- Obrigado!...Amigo.

“Briam”, minha compreensão foi nítida novamente.

- O que? – Pergunto.

“Meu nome.”

- Obrigado Briam.

Depois disso me senti melhor, levantei minha cabeça para cima sentindo o vento gelado batendo em meu rosto.

- Briam onde estamos?

“New Jersey”

- Falta bastante, consegue estimar algum tempo para nossa chegada?

“Três dias, talvez dois se continuarmos nessa velocidade.”

- Tudo bem, faremos alguma parada?

“Quer parar?”

- Se puder...

“Ok!”

O cavalo relinchou mais alto, desta vez não foi tão claro quanto a conversa comigo, porém ele disse algo como: “Vamos parar BlackJack!”

BlackJack disse algo de volta, mas não entendi. Me concentrei nos relinchos que ouvia e a clareza reapareceu:

“Onde iremos parar?”

Perguntou o que carregava Helena.

“Em cima daquele prédio...”

Respondeu BlackJack.

“Hey, Nate? Vamos descer, segure em minha crina”

- Ok Briam. – Desta forma segurei o pelo bem cuidado do pegasus.

Ele deu uma guinada para a esquerda e mudou o curso para baixo, logo estávamos no telhado de algum lugar.

- Por que paramos? – Perguntou Annabeth – Se Percy estivesse aqui ele saberia.

Sua expressão mudou para uma mistura de saudades e tristeza.

“ Nate... você me entende, fale para ela!”

- Eles param por que pedi! – Disse a ela

- Eles te entenderam? – Perguntou Michael. – Eles só entendem o que o Percy diz e aqueles sons que fazemos para indicar algo.

Os pegasus se viraram raivosos para Michael.

“O que esse fedelho pensa que somos?”

Movi-me rapidamente e fiquei no meio deles.

- BlackJack, Briam e vocês outros! Não se irritem, ele só não sabe!

Meu três companheiros me olharam como se fosse doido.

- Nate, você está bem?

- Sim, H. Estou ótimo!

- Você acha que fala com cavalos?

“Pegasus”

Relincharam.

- Pegasus. E eu não acho, de fato eu falo com eles.

Michael e Helena desataram a rir. Annabeth, entretanto, me olhou com um olhar pensativo.

- Você é filho de Poseidon? – Perguntou Michael sarcasticamente ainda rindo, a risada cessou assim que raios iluminaram o céu.

“Você não é filho do Senhor dos mares...”

Briam disse.

- Nada de nomes! – Disse Helena.

- Não eu não sou filho dele! – afirmei veemente.

- Você não fala com ca... – os pegasus bateram as patas no chão -...pegasus!

“Não gosto desse garoto!”

- Esqueçam, vamos procurar algum lugar para comer. – eu me virei para nossa carona – Vocês podem nos esperar?

“Claro!”

- Obrigado! – agradeci a BlackJack.

Michael voltou a rir.

- Vamos logo — disse eu sério

- As escadas estão ali! – disse Helena apontando para uma porta do outro lado.

Caminhamos até lá e a porta estava trancada.

- Merda! – Eles me olharam com uma cara de susto – Quero dizer, que chato!

Eles sorriram.

- Posso dar um jeito nisso. – Falei tirando da mochila um canivete – Moro no chalé de Hermes! Aprendi certas coisas nos últimos anos.

Habilmente arrombei a porta.

- Meu pequeno ladrão! – disse Helena dando-me um beijo na face.

- Os méritos são de meus amigos de chalé!

Nós descemos as escadas apressadamente quando chegamos em baixo descobrimos que estávamos numa espécie de Shopping.

- Nossa! Eu realmente precisava fazer algumas compras! – Grita Helena pulando.

- Viemos apenas arranjar algo para comer! – digo

- Mc Donalds, Burger King... Mal lembro o sabor dessas coisas!

- Tanto faz, vamos a qualquer lugar! – disse Helena chateada.

- Eu prefiro Burger King, quando eu estava em São Francisco fui lá algumas vezes com meu pai... – Disse Annabeth.

- Decidido!

Fomos até o caixa e fizemos nossos pedidos.

- $56,00 – disse a caixa.

- Só um pouco! — disse Annabeth envergonhada!

Ela se aproximou de nós e perguntou:

- Como vamos pagar?

- Putz! – Reclamou Michael.

- Quando saí do cassino, o homem disse para eu guardar o cartão que comprava coisas lá...

- Ótimo!Ele é ilimitado! – disse Annabeth.

- Como você sabe? – Perguntou Helena

- Quando o raio foi roubado, eu Grover e Per... – ela baixou a voz lembrando-se dele

- Esquece! Vai logo pagar. – interrompi percebendo que ela fica triste de não estar com ele, era a primeira missão dela sem ele.

Não demorou muito e nossos lanches estavam prontos, sentamo-nos e começamos a comer quando um homem grande e forte se aproximou e perguntou:

- Mais alguma coisa? – ele vestia o uniforme da lanchonete.

- Não obrigado. – ele se virou e foi para o balcão.

- Não sabia que eles tinham garçons. – disse Annabeth

Não demorou muito tempo e ele voltou:

- Algo mais? Temos vários sanduíches! E estamos fazendo um especial... O recheio é de meios-sangues!

- O que? – pergunto – Você disse meio-sangue?

- exato!

De repente o homem começou a crescer a blusa se rasgou e mostrou um peito tatuado e musculoso, ele sorria e seus dentes eram amarelos e podres.

Nós nos levantamos rapidamente e caminhamos para trás.

O monstro riu. Arrancou a mesa onde nós estávamos e jogou-a contra nós.

- cuidado! – gritou Annabeth

- Mais o que é isso? – Grito.

- Lestrigão! – Responde Helena e Annabeth juntas.

Notas finais
Reviews?