O Diário Perdido De Bella
11 10.
Notas iniciais
A vida de Ane estava normal. Por mais que aquele diário tivesse algo que deixava Ane fascinada, intrigada fora da realidade.
Ane havia pedido para sua mãe naquela tarde, se Will poderia ir a sua casa para ele ler até a parte que ela lera.
O bom foi que sua mãe deixou.
Então, às quatro da tarde, a campainha tocaram. Ane sabia que era ele, mas deixou sua mãe atender a porta.
– Olá, Will – disse minha mãe.
– Oi, senhora Bell – respondeu Will educadamente.
– Não me chame de senhora, Will. Vai parecer que eu sou velha. Chame-me de Susana, mesmo.
– Tem certeza? – perguntou ele.
– Tenho sim, querido. – Respondeu a mãe de Ane.
– Está bem, Susana – sorriu Will e Susan o acompanhou.
– Oi Will – disse Ane na escada. Will Sorriu.
– Oi Ane.
– Vem, tenho que te mostrar... – ela falou sem completar a frase. Will entendeu o que ela quis dizer.
– Ok. Foi um prazer te conhecer, Susana. – Disse ele ao subir as escadas.
– Olha vocês dois, hein – disse Susana.
– Pode deixar mãe, nós não vamos fazer nada errado. – Falou Ane.
Eles entraram o quarto de Ane e a garota fechou a porta.
Will sentou-se na cama de Ane e esperou esta se sentar.
Quando Ane se sentou, ela trazia consigo o pequeno diário que ela falara para Will.
– Leia até a parte em que está marcada. Quero ler o resto junto com você – disse Ane.
– Ok – respondeu Will e começou a ler.
De início, Will não vira demais no diário que fosse tão interessante para Ane. Só que a tal família Cullen era totalmente misteriosa. E, bem, Will tinha que admitir que esse Edward ter salvado a Bella sendo que ele estava longe, foi bem estranho. Mas ela podia ter batido a cabeça.
Quando Will terminou de ler, olhou para Ane.
– Você acha que tem alguma coisa estranha aqui? – perguntou Will.
– Eu sei que tem – respondeu Ane convicta. – Por quê? Você não acredita?
– Não sei Ane.
– Você acha que alguém iria escrever mentiras em um diário, Will?
– Eu não sei Ane.
– Vamos ler e então, nós vemos o que acontecerá. – Disse Ane, não querendo discutir com Will.
– Tudo bem. – Respondeu Will. Então, juntos, começaram a ler.
“26 de janeiro
Querido diário, hoje eu tive um surpresa e tanto quando Edward Cullen chamou-me para sentar com ele na hora do intervalo. Ele era tão... Irreal, sabe? Lindo, como se fosse um anjo que tinha caído do seu. Às vezes eu fico me perguntando, como alguém com uma beleza tão fora do comum possa existir no mundo real. Ele me perguntou seu eu tinha alguma teoria para o que ele era. Claro que eu falei um monte de bobagens. Mas eu dia descobrirei quem ele é de verdade.Edward me disse que iria matar aula. Como eu sou certinha, eu fui para aula. Antes tivesse matado aula com ele.
Pois era dia de coletar sangue. E eu morria de medo de sangue. Eu estava quase desmaiando, quando professor chega a minha mesa e pergunta se eu estou bem. Claro que eu não estava.
Então ele me mandou para enfermaria. Quem se ofereceu para me levar? Mike.
Chegando lá fora, eu pedi para ele deixar-me encostada no meio fio gelado, para passar o enjôo e quem estava lá? Claro, Edward.
Ele veio correndo até a mim e ainda brigou com Mike. Até assim ele era lindo.
Fui para enfermaria e fiquei lá até a vertigem passar. Ele ficou comigo até tudo acabar e ainda e me levou para casa. Claro que o convidei para ir à La Push com todos no sábado. Mas ele desviou-me do assunto e depois começou a me perguntar sobre minha mãe, sobre que tipo de pessoa minha mãe aprovaria para mm.
E depois me perguntou se ele era assustador. Eu não achava isso.
Sei lá, eu acho que não consigo ficar sem ele. Isso é muito estranho e para completar ele disse que não iria à La Push. E que eu não ia vê-lo amanhã. E eu não queria isso. Mas não terá jeito.
“Bem, até, Di.”
Will olhou para Ane que continuava a terminar de ler. Ele achava que era bobagem tudo aquilo, mas não discutiu com Ane.
– Quer continuar? – perguntou Will.
– Claro – ela sorriu. Will não agüentava vê-la sorrir.
Ane virou a página.
“28 de janeiro.
Querido diário, fui a La Push hoje. E encontrei um garoto chamado Jacob. Ele é muito legal. E me contou algo que me fez pensar.
Jacob me contou das lendas de onde ele mora. A lenda dos... frios. O que bate com tudo que eu até agora sei.
E ele falou exatamente que os Cullens eram... Vampiros. Coitado, eu o usei para saber coisas que só interessava a mim, e ele nem acreditava na lenda. Enfim, tudo o que ele disse é igual ao que a família Cullen é: vampiro. Podem não acreditar em mim. Mas eu não estou mentindo. Nunca brincaria com isso. Até porque nunca acreditei em histórias ou filmes de terror.
Até mais, Di.”
Ane olhou para Will, mal acreditando no que acabara de ler. Vampiros? Como assim? Isso não existia! Bem, agora os dois sabiam que sim.
Foi como Bella havia escrito: “Mas não estou mentindo. Nunca brincaria com isso. Até porque nunca acreditei em histórias ou filmes de terror.”
O pior era que nem Ane acreditava naquilo, até agora.
Mas por alguma razão, Ane acreditou em Bella. Ela não estava brincando. Ninguém brincaria com esse tipo de coisa, e o jeito de Bella era diferente. Ela ao era aquele tipo de adolescente que ficava pulando e escrevendo o pingo do “i” com corações.
– E aí? – perguntou Ane para Will.
– O que?
– O que você achou? – disse Ane.
– Não sei. Acho que acredito nela... Não sei por que, mas, quando ela disse que não estava brincando... Acho que me convenceu. E você?
– Sim, eu acredito em Bella. Desde que eu comecei a ler esse diário, eu sabia que tinha algo nele que não era como um diário de uma
garotinha. Bella é diferente. Ela é mais adulta, entende?
– Sim – respondeu Will.
Ane passou a mão pelo diário, queria conhecer Bella. Mas não sabia se ela havia morrido ou se tornado vampira.
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