O Diário De Uma Kuchiki
3 Tentando ou algo do tipo?
Notas iniciais
Mas eae? VÃO DEIXAR COMENTÁRIOS OU NEM POR ISSO?
“Querido diário…
Aqui em karakura já está ficando escuro. O pôr-do-sol já está a desaparecer para dar lugar á lua e às estrelas. Nunca saí de casa a essa hora mas eu acho que vai ser necessário afinal, Nii-sama anda a esconder-me algo muito importante.
Hoje tive um sonho muito esquisito no qual estávamos sendo perseguidos por uns carros que andavam a atirar balas contra o carro onde estava. Nii-sama conduzia e falava de uma maneira que nunca o vi falar com alguém no celular…. Vou-te confessar uma coisa, não sei como é que irei o fazer mas eu… eu vou seguir Nii-sama. E juro que irei tirar isto a limpo…
Não quero pensar nas consequências… apenas vou seguir caminho e ver onde isto irá dar.
Eu sei que é algo que não devo fazer!!
Kuchiki Rukia…“
Na mansão Kuchiki a menina de cabelos negros avia acabado de arrumar a sua pequena mochila onde meteu o diário, chaves e alguma coisa para comer. Ela estava pronta para sair de casa apenas esperava o seu irmão sair com o carro para ela puder usar a sua moto que foi dada quando a mesma avia feito quinze anos.
Ela não sabia usar muito bem o veículo mas preferiu arriscar assim mesmo e seguir em frente com o seu plano que não era lá muito recomendado. Ela desceu as escadas e foi para a cozinha fingir querer comer algo. O seu irmão pegou as chaves de um dos carros e saiu de casa fazendo Rukia ir rapidamente á garagem pegar a sua moto.
– Aqui vou eu…- Falou pondo o capacete na cabeça.
O portão se abriu e Rukia foi seguindo o seu irmão, cautelosamente. A kuchiki mais nova era esperta e deixou o seu telefone em casa levando o telefone de sua irmã hospitalizada, pelo sim pelo não, ela preferiu prevenir do que remediar. Chegado ao porto o seu irmão sai do carro e vai em direção ao edifício a pé. Percebendo a paragem do seu irmão, Rukia estaciona a mota e ao tirar o seu capacete o seu pequeno brinco de ouro, dado pela sua irmã, cai e rola até um beco escuro. Rukia suspira e sopra alguns fios de cabelo que se encontravam bem na sua cara e depois pega na sua lanterna e vai em direção ao beco pegar o brinco.
Ela põe a lanterna na boca, se agacha e fica apontando para o chão enquanto o apalpa tentando encontrar o acessório.
–Ora, ora… Se não é uma gatinha vadeando pelos becos. – Uma voz masculina fez com que Rukia se arrepiasse, rapidamente se levanta e vira ao mesmo tempo para puder saber quem era.
– D-desculpe-me, mas quem é você? – Perguntou enquanto o mesmo se aproximava dela a fazendo encostar na parede.
– Apenas uma pessoa interessante. E ae, quer brincar um pouco e me conhecer melhor? – O homem á sua frente pega nas mãos de Rukia e se encosta mais nela.
– N-n-ão! – A menina gemia com os chupões que lhe eram dados e com aquilo ela começou a deitar algumas lágrimas, ela bem que tentava se debater nos braços do individuo mas nem mexer conseguia.
– Falou alguma coisa? – Perguntou o homem levantando a blusa da menina e tirando o sutiã da mesma chupando e acariciando o seio da menor.
– Sim, ela disse para soltar…- Alguém parou ao lado do homem que pegava Rukia. Na mão direita apontava uma pistola para a cabeça do homem e a mão esquerda se encontrava no bolso da sua calça. – Moleque.
–…- Rukia nem queria acreditar que quem estava á sua frente. O menino de mais cedo, que a tinha avisado para ter cuidado.
– Agora desapareça antes que perca os miolos. – O homem amedrontado sai de lá correndo e Ichigo se vira de costas para Rukia. – Vista-se como é devido por-favor. – A kuchiki envergonhada trata de se vestir o mais rápido possível e quando termina fica um pouco hesitante olhando para o alaranjado ainda de costas.
– Er… eu já me vesti moço. – Ela fala tocando as costas dele com o seu indicador e com isso o mesmo se vira para encarar Rukia. – O-obrigada por me ter ajudado.
– É disso que você procura? – Pergunta o rapaz se agachando e pegando o brinco de ouro que a pequena avia deixado cair minutos antes.
– S-sim… mais uma vez obrigada. – Ela pega o seu objeto e fita o garoto á sua frente que tinha uma cara de poucos amigos para a menina. – Eu lhe vi mais cedo na escola, presumo que seja da mesma escola que eu.
– Sim, por acaso sou. Meu nome é Kurosaki Ichigo.
– Encantada. – Disse um pouco sem jeito, desviando o olhar.
– Olhe, quero lhe falar um negócio. – Ela olhou para ele mais uma vez. – Mais cedo lhe avia encontrado na escola não foi? E o que eu te falei?
– V-você falou p-para e-eu ter cuidado. – Ichigo empurrou a menina contra a parede pondo um braço do lado e ficando bem próxima dela.
– Então o que está fazendo aqui? A meio da noite? E para piorar… SOZINHA?- A pequena não teve forças para explicar o que realmente ela estava a fazer ali. Seria um pouco absurdo se assim o fizesse. – Seu irmão não iria gostar de saber que você está aqui. – O alaranjado deu um sorriso maldoso para Rukia e a mesma se estremeceu.
–N-não, por-favor não faça isso, se ele descobrir o que realmente estou fazendo aqui não vai ser bom para o meu lado.
– Você não pensou nas consequências antes de sair de casa?
– Eu não quis pensar nas consequências, eu queria mais era saber da verdade.
–Ele irá descobrir de qualquer maneira, e você sabe bem disso afinal… ele é o Kuchiki Byakuya.
– …
– Venha, eu irei leva-la para um lugar seguro, me passa as chaves da sua moto. – Pediu pondo a mão no bolso.
– V-V-VOCÊ TÁ BRINCANDO SÓ PODE! – Rukia se exaltou segurando as chaves com mais força.
– Eu conduzo melhor que nem uma mina que aprendeu a conduzir uma moto com quinze anos apenas.
– Como se soubesse a mais tempo que eu. – Falou esboçando um sorriso vitorioso.
– Aprendi dês dos onze anos. – Os olhos de Rukia se arregalaram e fez uma careta como se quisesse dizer que não acreditava no que ele dizia. – Não acredite, não tem mal nenhum.- Com Rukia distraída ele conseguiu pegar as chaves das mãos dela e pondo a mesma no colo indo em direção á moto.
– Me solte seu FDP! – A menina protestava mas Ichigo nem ligava para o que ela dizia e apenas caminhava sem nenhum incómodo.
~~*X*X*~~
…Enquanto isso…
– Como sempre pontual senhor Kuchiki. – O homem de cabelos negros curtos de nome Isshin cumprimenta o seu colega enquanto ele se aproximava deles.
– Tsc´ … chegou um minuto depois da hora combinada. – Falou Zaraki Kenpachi se sentando na sua cadeira da extensa mesa da sala de reuniões.
– Kenpachi, o seu relógio ta atrasado. – Desta vez foi a vez de Kisuke se prenunciar e se sentar na sua cadeira.
– Se isso é algo a ver com negócio então dispenso a reunião. — Soi-Fong se fez ouvir já sentada na cadeira.
– Eh? Deixe de ser tão exigente nestes pequenos pontos de conivência, Soi-fong! – Yoruichi entrou na sala de reuniões com o celular na mão.
– Y-Yoruichi-sama pensei que não viesse.
– Realmente não estava afim mas é um assunto importante. – Ela fecha a porta á sua trás e se dirige em direção a Byakuya. – E ainda se julga de um bom irmão… Byakuyazinho! – A mulher o abraça por trás fazendo com que ele tivesse uma veia no meio da testa.
– Pode fazer o favor de largar, Shihouhin Yoruichi! – Ela riu e se afastou dele se sentando na mesa á frente dele. – E o que é isso se “me julgar de um bom irmão”.
– Parece que Rukia decidiu te seguir. – Ele se exaltou e se levantou mas Yoruichi pousou as mãos no ombro dele o fazendo sentar. – Você é bem exaltado em…
– Não quero correr riscos. – Falou sério.
– Ela estava num beco quase sendo violada mas Ichigo conseguiu chegar a tempo e mandar ele para Índia.
– Poderia mandar para o inferno. – Retorquiu Kenpachi.
– No meu celular não deu sinal nenhum, aqui diz que ela está na mansão Kuchiki parada. – Analisou Isshin com um ar duvidoso.
– Etto… Devemos perguntar para Nemu-chan e Hitsugaya-kun sobre isso? – Yachiru apareceu do nada atras de Kenpachi.
– Hum… — Kenpachi pareceu pensativo
– Isso devemos perguntar e tratar mais tarde sobre isso. – Ukitake senta-se na cadeira. – Se ela já está bem, não nos devemos preocupar tanto.
– Pois é. – Concordou Kisuke se sentando na sua cadeira. – Ah, Yoruichi-san já que está aqui poderia assistir a reunião?
– Seria uma boa ideia para uma pessoa como eu, não acha Soi-fong?
– H-HAI! – Concordou gaguejando.
– Bem, vamos dar logo início á reunião, perdemos muito tempo.
Notas finais
KISSUS!!!
Fale com o autor