O Diário De Uma Kuchiki

6 One diferent girl... ou algo do tipo?


Notas iniciais
EEEEAAAAEEEEEE!! Demorei muito??
Me gusta os comentárioos.... o que não mee gusta é que temos muitos leitores e poucos comentáriiios... nem que seja um " oi... a sua fic ta boa..."
ou então "gostei." ou então... " Tá mais bosta que o do meu cão Rex" hihihihi!
Uma RECOMNDAÇÃAAO??
Obrigada a Mii-cahn pela recomdação!!!!A Pucca-chan Surtou geral... tanto que ela me pediu para fazer este capitulo e publicar..
Agora kisses e boa leitura....!

A medida que o tempo ia passando, Rukia se instalava nos seus pensamentos longincos e de certa forma apaixonantes. Ela se via num espelho sem reflexo, num beco sem saída e numa profunda distância dos seus sentimentos.

“ Kurosaki Ichigo”

Aquele nome ecoava diante da sua mente. Por muito que não quisesse pensar nesse nome era quase que impossível não pensar nele. A medida que mais se perdia nos pensamentos e quanto menos ouvia o que o que a professora falava mais se revoltava consigo mesma.

– Menina Kuchiki? – A professora de Química a chama mas nem mesmo assim ela sai de seus desvaneios. – Menina Kuchiki? – Insistente a senhora a chama mais alto. – KUCHIKI RUKIA? – Finalmente, depois do último e impaciente chamamento, a menina acorda de seus desvaneios e se levanta da cadeira olhando para a professora com o seu coração a bater a mil.

– A raiz quadrada de três é 1,73205080756…

– Menina Kuchiki estamos em Química… e a minha pergunta era sobre a reação que se encontra no quadro. – A menina se sente coradíssima e os seus colegas começam-se a rir dela e pelo mico qua tinha feito.

– M-me desculpe Yoruichi Sensei. – Ela baixa a cabeça e no mesmo instante o sino toca.

– Não se esqueçam dos trabalhos para entregar próxima semana.

– HAI! – Gritaram em Uníssono.

– Rukia quero falar com você antes de sair por favor. – Yoruichi fez uma cara preocupada mas ao mesmo tempo séria.

– H-hai…- Ela se aproximou da professora timidamente.

– Estou vendo que hoje não teve aproveitamento algum na aula. Isso para não falar que estava muito distraída com seus pensamentos e que os habituais trabalhos que você manda não estão como eu esperava de você. – As palavras da superior fizeram com que a menor se sentisse repreensiva.

– E-eu irei me esforçar para melhorar neste trabalho que a professora mandou… Assim que conseguir os apontamentos desta aula. – A menina suspirou e saiu da sala, a superior se preparou para sair também mas não antes de mandar uma mensagem.

Os corredores da escola estavam cheios como era habitual, na verdade era sempre assim quando os trabalhos começam a se instalar. Rukia foi andando calmamente para o seu clube… o clube de leitura. Ela quanto mais pensa em esquecer Ichigo mais se concentra nele.

“Pare com isso Rukia… você gosta do Renji…RENJI!”

Ela tentava a todo o custo instalar isso na sua cabeça quando sem crer se esbarra com alguém mais alto que ela.

– Gomenasai! — Logo que ela olha para cima entende que quem estava a sua frente era um antigo professor que ela ainda admira muito. — Aizen-Sensei! – Ela ficou encantada ao ver tal pessoa já que a ultima vez que ela avia o visto foi na escola primária.

– Oh… Kuchiki Rukia-san! – Ele sorriu em direção a pequena. – Há quanto tempo! – Ela correspondeu ao sorriso e deu uma confirmação com a cabeça.

– Pois é. – O maior passa as mãos na cabeça de Rukia fazendo com que este se despenteasse um pouco! – Ah, o senhor será meu professor? – Pergunta confusa.

– Eu acho que sim… que sala é a sua?

– A minha sala é a 1-B, acho… — A ultima fala saiu fraca e baixa fazendo com que o professor se risse da cara da menor.

– Não se preocupe eu darei aulas na sua sala. – A voz doce e meiga de Aizen sempre conforta os alunos e Rukia não é exceção.

– E que aulas dará?

– Eu darei línguas estrangeiras… em especial a espanhola e a Inglesa. — Responde com uma cara mais ou menos que pensativa.

– Então eu esperarei pelas aulas do sensei! – Rukia afirmou animada.

– Ok. – Ele arrumou alguns livros caídos apos o embate e guardou na sua mala. – Bem eu terei que ir agora, até. – Ele se despediu distanciando da menina.

– Até Aizen-sensei. – Ela sorriu e foi em direção ao seu clube.

Mais uma vez a menina começa a andar apressada para o seu clube. O corredor começava a se esvaziar aos poucos. E finalmente ela consegue entrar no edifício onde se encontra os clubes. Sem demoras corre mais um pouco para puder a todo o custo não ser a última a chegar, como sempre o faz.

– CHEGUEI! – Ela abre a porta repentinamente cansada e ofegante assustando os presentes na sala.

–Calma ae, Rukia! – Rangiku sem crer deixa o seu livro cair no chão.

– D-desculpe Rangiku, eu me apressei porque pensei que seria a última como sempre a chegar em último. – Explicou ainda ofegante e tentando recuperar o folgo.

– Não se preocupe com essas coisas, afinal desde que apareça isso é o importante. – A portadora da segunda voz era a Inoue que lia o seu livro completamente entretida.

– Mas nem sempre deve-se chegar tarde! – Quem se prenunciou foi Lisa num tom risonho.

– Tem razão! – Ela se senta na cadeira e mostra um livro para as companheiras. – Olhe eu encontrei esse livro na prateleira do meu irmão e achei bem interessante, o seu título é…- Rukia foi interrompida pela porta que foi aberta repentinamente por Renji e Ichigo que estavam com pistolas.

– Rangiku, Lisa, Inoue eles estão aqui mesmo e irão a atacar de verdade! Rukia, saia daqui rápido! – Renji afirmou muito sério.

– E porque sairia? – A sua pergunta foi mais de uma menina mimada do que outra coisa fazendo Ichigo se irritar e agarrar ela pela gola do uniforme.

– Porque estamos mandando entende? – Rukia fica completamente inferior ao olhar de Ichigo.

Com medo a menina se apressa e tenta sair daquela sala mas não lhe dá tempo porque logo um helicóptero aparece e começa a disparar para aquela sala. Rapidamente Ichigo, que era o mais próximo dela, a empurra para baixo e os dois caem no chão, e ficam debaixo da mesa. Era uma guerra de balas dentro daquela sala. Todos a dispararem uns contra os outros e para piorar a situação não tinham como chamar reforços. Até que sem conseguirem saber como Inoue é levada pelo Helicóptero e começa a gritar desesperadamente por ajuda. Tarde de mais…

– Não ainda não! – Ichigo se levanta rapidamente. – Vocês os três, tentem chamar todo o pessoal… eu e Rukia iremos tentar seguir aquele helicóptero e assim a gente consegue nos encontrar pelo caminho com o GPS do celular ok?

– HAI! – Eles se dividem. Ichigo pega Rukia pelo colo e começa a correr com ela para a divisão dos automóveis.

Segundos depois ouve-se uma explosão do andar superior da escola e depois no inferior. Rukia sem crer deixa sua mala cair um pouco longe e quando a pequena repara eles já tinham chegado a moto e então Ichigo senta nela rapidamente.

– Rápido Rukia sente para a gente seguir caminho. – Ela faz careta para Ichigo.

– Eu prefiro apanhar um carro do meu Nii-sama do que andar com você… -Ela vai ao encontro da sua mala e toma um outro rumo.

– ISSO NÃO É BRINCADEIRA. – Mais alguns andares explodem e numa divisória se encontrava já destruída e claro que pessoas já estavam mortas.

– EU NUNCA TINHA DITO QUE ERA UMA BRINCADEIRA. – Ela para de andar e olha para Ichigo. -VÁ SEM MIM BASTARDO, EU NÃO ERA UM PESO EM VOCÊ! – Depois de dizer o que tinha a dizer ela continua seguindo outro rumo ainda com as explosões que aconteciam e como a pequena era leve facilmente se deslizava um pouco. Ichigo irritado atira o capacete para o chão corre rumo á pequena a segurando com força pelo braço e a virando e logo depois depositando um tapa bem forte na cara de Rukia. Mas não foi como um tapa normal mas sim aquele que faz uma pessoa recuar dois passos para trás e no caso de Rukia recuar três passos.

– DEIXE DE SE ARMAR EM PRINCESA! SABE QUANTOS ANOS VOCÊ TEM? VOCÊ TEM QUINZE ANOS E NÃO TRÊS OU DOIS! JÁ É HORA DE CRESCER E TER CONSCIÊNCIA DAS COISAS!! DEIXE DE SER MIMADA! EU NUNCA GOSTEI DE LEVANTAR A MÃO EM GAROTAS TANTO QUE NUNCA BATI NUMA MAS É PRECISO JÁ QUE VOCÊ TEM QUE PERCEBER NINGUÉM AQUI É SEU EMPREGADO E MUITO MENOS QUER QUE VOCÊ CORRA PERIGO… — Rukia põe a mão na parte onde lhe foi depositado o tapa e olha para Ichigo com os olhos arregalados e sofridos e sem notar dos seus olhos saiam rios de lágrimas. – CHORE, GRITE E SE QUISER MORRA, SE DANE…- Ele se vira para não olhar Rukia e tenta procurar o helicóptero que só se era visível através de uma mancha no vão do céu. Ichigo não se rendeu e foi ao encontro de sua moto de novo se sentou e olhou para Rukia, que se sente mole e cai de joelhos no chão. – Para mim não fará diferença nenhuma. – E vai a toda a velocidade deixando Rukia ali desprotegida e sozinha chorando com um ar lastimável, com uma mão no chão.

– Ichi…go… v-volte…n-não me deixe… – Uma explosão foi feita logo atrás dela a fazendo cair e bater com a cabeça no chão- sozinha! — Com a queda ela fica tonta e assim, ainda tentando se manter consciente, desmaia.

~~*X*X*~~

…Na mansão Kuchiki…

Rukia outra vez estava na sua cama na mansão Kuchiki. A cabeça dela doía e seus olhos ardiam ainda um pouco, e outra vez ela pensou ser tudo um sonho quando vê que seu irmão estava na sua janela parado olhando para o céu. A menina se sentou na cama e tentou se levantar.

– Você me consegue responder a uma pergunta? – A voz do mais velho pareceu bem mais fria do que o costume. – O que você chama de crescer.

– Crescer? – A menina continua com seus olhos no seu irmão.

– Sim, crescer. Deixar de ser criança e se comportar como uma menina da sua idade. – Ele se virou para menina tirando os olhos da janela. – Nunca esperava que você fosse o que mostrou ser hoje. E juro que no lugar de Ichigo eu faria o mesmo. – Ela mostrava estar confusa com o que o irmão falava.

– O que o Ichigo fez? – O mais velho se aproximou dela e se ajoelhou agarrando nas mãos da irmã.

– O que você deve estar a pensar ser um sonho, realmente não é um sonho. – Ela olha para ele já percebendo o que se tinha passado de verdade.

– Então… levaram Inoue? – Ela começava a sentir seu coração bater com força.

– Sim levaram. – Ela sente o peso da culpa em seu coração. Ela sente como se fosse a culpada de tudo, mas se não fosse ela eles poderiam ter salvado Inoue porque afinal ela fez com que Ichigo perdesse tempo suficiente. – Ichigo realmente está muito chateado com você, e eu também. Embora não parecer, eu quero que você entenda as coisas. Eu quero que você faça uma escolha… quero que você pense no que aconteceu hoje e depois de ter refletido bem no que aconteceu hoje que venha ter comigo assim que souber o que escolher de verdade.

O Kuchiki mais velho se levanta e sai do quarto e a menina faz o mesmo e vai para o banheiro para tomar um duche e tentar tirar a pressão de cima. A sua cara no espelho era uma cara com os olhos vermelhos e cheios, cabelos bagunçados e Rukia olha para a sua bochecha que tinha apenas uma marca um pouco rocha por conta da tapa de Ichigo e como a sua pele era frágil a marca se instalou em sua face. O banho foi demorado, ela se punha a pensar nas palavras de Ichigo e refletia falando consigo mesma e tentando tomar uma única decisão.

“DEIXE DE SE ARMAR EM PRINCESA! SABE QUANTOS ANOS VOCÊ TEM?”

“E-eu tenho idade suficiente para saber o que está certo e errado”

“DEIXE DE SER MIMADA!”

“Eu apenas tenho medo de não conseguir me defender.”

“JÁ É HORA DE CRESCER E TER CONSCIÊNCIA DAS COISAS.”

“Eu tenho medo de tomar as decisões erradas.”

“VOCÊ TEM QUE PERCEBER NINGUÉM AQUI É SEU EMPREGADO E MUITO MENOS QUER QUE VOCÊ CORRA PERIGO…”

“Só preciso de ter força para avançar e decidir o que eu quero.”

“CHORE, GRITE E SE QUISER MORRA, SE DANE…”

“Será que para ele…”

“Para mim não fará diferença nenhuma.”

“Eu não faço diferença?”



Byakuya estava no seu escritório vendo alguns papéis ao lado de Yoruichi que lhe ajudava com s impressos de cartas e autorizações para o estrangeiro. Assado um pouco de tempo alguém bate a porta pelo lado de fora:

– Quem é? – Byakuya pergunta num tom sereno.

– É a Rukia. – Afirma trémula.

– Entre. – Ela abre a porta devagar e olha em sua volta vendo armas variadas de um lado e do outro vários e vários documentos. Ela fica completamente boquiaberta.

– Isso são armas verdadeiras? – Ela se aproxima da divisória das armas e pega em uma que estava mas próxima dela.

–Rukia. – Ele a chama mas a mesma não dá a mínima e nem lhe ouve.

– WOOOOOW… ESSA AQUI É SEM DÚVIDA MUITO MAIOR QUE ESTA!- Ela pousa a arma que tinha na mão e pega uma outra maior.

– Maan… Nii-sama cê manja de Paint ball, ou é mesmo para matar os assassino? – Pergunta se pondo numa posição de disparo e com uma linguagem que não agrada o seu irmão.

– RUKIA! – Ele grita sério se levantando da cadeira onde estava sentado fazendo com que a menina se assustasse e deixasse a arma cair no chão.

– Calma Byakuya. – Yoruichi acalma o maior o fazendo sentar. – Só mesmo eu para te acalmar quando Hisana não está presente né? – Ela vai em direção á arma caída e põe ela no lugar.

– Yoruichi-sensei! – Rukia se admira com a presença da mais velha e calcula o porque da mesma ter ido para aquela casa.- A sensei veio aqui para falar sobre mim na escola? — Pergunta apreensiva.

– Não me faça irritar de novo Rukia! – O seu irmão a avisou.

– Ah, sim… me desculpe. – Ela se aproximou da mesa do seu irmão lentamente.

– Eu jurei que essa escolha só iria propor fazer quando completasse dezoito anos mas não vai dar. – Ele cruza os braços e o olhar dele para com Rukia era muito sério. – Já refletiu sobre o que quer fazer da vida?

– E-eu quero mudar! – Afirma muito confiante. – Eu quero ser diferente. Me tornar uma pessoa que pode lutar contra quem quer me fazer mal. Eu sem dúvida estou pronta para deixar a antiga Rukia para trás.

– Isso é uma escolha irreversível. – Yoruichi fala sorrindo. — Você não está mudando para um mar de rosas.

– Isso é uma responsabilidade muito grande, e eu sei que será um pouco difícil para você no início porque você terá que ter bastantes mudanças e transformações radicais mas lembre-se que isto NÃO É uma brincadeira. – O seu irmão finaliza.

– Sim claro. – Concordou tentando perceber ao máximo como iria se tornar dali para frente.

– Então, se você se quer defender de quem quer te fazer mal terá que entrar na nosso grupinho dos K’zinhos! Nós no nosso grupo dizemos que isso é um negócio entre inimigos mas pessoas normais dizem que é mafia. – Yoruichi falou emburrada e com um braço no ombro de Byakuya.

– Isso basicamente é uma gangue que trabalha á base de máfia. – Falou Byakuya para Yoruichi. – E o que é isso dos K’zinhos?

– Neliel quando era do nosso time ela nos chama de grupo dos K’zinhos porque quem estava sempre nos comandos eram você, Kenpachi e Isshin. Logo fica: Kenpachi, Kuchiki e Kurosaki. – Ela suspira. – E Como se você soubesse mais do que eu a cerca desse trabalho. – Yoruichi olhou para Byakuya com cara de convencida.

– Falsificação de bilhetes de identidade, falsificações de passaportes, roubo de aviões, roubo de armas e transporte do estrangeiro de um montão delas ilegais, ainda ontem chegaram armas ilegais da América por parte de Mayuri. Quer que eu continue?

– Byakuya, entenda, a empresa em que você trabalha tem como a sub-BOSS a Yoruichi aqui! Ou seja você se encontra em terceira posição… abaixo da minha. Quer que eu continue?

– Não é bem assim o meu trabalho é sem dúvida muito mais importante que o seu. Quer que eu continue?

– Por acaso até que queria que você continuasse… o que é mais importante do que carros, aviões, barcos, navios e todas essas coisas fodásticas de marca que vêm de outros países?

– E eu estou ficando confusa querem por-favor continuar a explicação? – Rukia pergunta sorrindo.

– Bem então é como eu expliquei a gente é uma espécie de gangue que tem como base a máfia. – Yoruichi falou com um sorriso, Rukia se vira para o seu irmão porque afinal quem realmente tinha falado isso era ele mas o mesmo nada fez e apenas ficou ouvindo Yoruichi com cara de quem não liga nenhuma.

– E poder-me-iam explicar o que exatamente o que é o time do mal?

– O time do mal é aquele que levou Inoue e que destruiu a escola quase toda. – Yoruichi mudou a sua expressão para uma de ódio.

– Embora sermos uma empresa que trabalha para o povo com dinheiro, exportações e importações com aviões e barcos somos companhias completamente diferentes.

– Como assim?

– Nós somos os Sereitei company… — Byakuya falou.

– E eles os Las Noches company… — E Yoruichi completou.

– E então porque eles atacam vocês?

– Somos duas empresas que é mais como se quisessem destruir uma e a outra… para dizer a verdade… Isso é uma história que não é para ser contada agora. – Byakuya se levanta da cadeira e vai em direção aos armários enquanto procura algo.

– Em resumo… Eu terei que me juntar a empresa assim como Renji, Inoue, Matsumoto, Ichigo e todos os outros?

– Isso mesmo…

– Quer dizer que isto é uma escolha entre me tornar madura drasticamente.

– Será difícil mas você terá que o fazer! – A menina olha para o irmão que tinha um GPS na mão em forma de celular.

– Ok, então eu irei-me retirar. – Rukia se levanta e se despede de Yoruichi e segue pela saída rumo ao seu quarto.

– Rukia quero que você vá para a mansã dos Kurosaki agora e que peça desculpa para Kurosaki Ichigo.

– Mas eu nem sei o caminho… como é que eu irei ter com ele? – O irmão entrega o GPS e a mesma pega nele.

– Siga a linha vermelha e leva esta arma, se acontecer algo de mal pelo menos estará protegida.

– Mas eu nem sei usar isto! – Ela tinha uma cara de aflita mas seu irmão nem lhe ligou.

– Não chegue tarde se não corre o risco de dormir na rua. – Byakuya falou fechando a porta do escritório e enquanto isso Yoruichi gargalhava divertida dentro do escritório.

~~*X*X*~~

… Na mansão dos Kurosaki…

Rukia contemplava aquela casa que era um pouquinho maior que a dela. Ela toca a campainha com o coração a palpitar. A porta automaticamente é aberta e ela entra. O quintal era lindo e iluminado. Não era uma visão diurna mas sim uma visão noturna. Mas não deixava de ser como um palácio encantado. Sem dúvida muito bonito. A porta que dá acesso a dentro da casa é aberta por uma menina que tinha aproximadamente doze anos. Ela tinha cabelos negros e olhos azuis-escuros acinzentados.

– Kuchiki Rukia certo? – A menina perguntou.

– Sim, sou eu. – Rukia responde.

– Venha, me disseram que você viria ver Ichi-nii!

Rukia entrou com a licença da menina e subiu as escadas da enorme casa. Na verdade a casa era igualmente bonita tanto dentro como fora. Rukia estava com medo do que iria acontecer. Ela não sabia se Ichigo iria realmente aceitar o seu pedido de desculpas já que o que ela tinha feito mais cedo foi algo muito infantil. Ela suspirou e se preparou para ter com ele.

– Espero que você consiga alegrar Ichi-nii um pouco. – Afirmou com um sorriso no rosto. Rukia levantou a cara e olhou á volta. Elas já tinham chegado á divisória dos quartos.

– E-eu vou tentar. — O sorriso de Rukia era torto mas mesmo assim verdadeiro. – Ah, e qual seu nome?

– Eu? Meu nome é Karin… — Ela vai em direção às escadas e as começa a descer mas antes ela olha para trás. – Kurosaki Karin. – E vai embora.

A Kuchik mais nova fita a porta á sua frente e se prepara para entrar nela. Ela bate a porta mas não obtém resposta. Ela tenta mais uma vez, mas nada acontece então ela decide entrar. Lentamente e timidamente entra naquele quarto e vê Ichigo debruçado sobre a janela de seu quarto.

– O que você quer Rukia? – Pergunta muito seco e sem expressão.

– Eu preciso falar com você, é possível?

– Hunf… — Ele não ouve Rukia e continua olhando para as estrelas.

– Ichigo, eu fiz uma pergunta. – Ela cruza os braços e tenta ao máximo não parecer infantil.

– E se eu não quisesse ouvir o que você tem para me falar? – Pergunta num tom sombrio.

– Você quer ouvir… Porque sou eu que irei falar. – Ele agora olha para Rukia mas mesmo assim não muito interessado. – Vou perguntar mais uma vez… Eu preciso falar com você, é possível?

Notas finais
EEEEIIIII EU QUERO OS MEEUS COMENTÁRIOOOS!!!
KISSES!