Notas iniciais
Ola a todos, irei começar a postar aqui entre esse horário mesmo (entre 20h e 21h), espero que gostem.

09/04/16

Querido diário, quase não consegui dormi na noite de ontem, simplesmente não dava, o medo me impedia de fechar os olhos, liguei para a policia varias vezes, ela não atendia minhas ligações, estranho? Sim, muito, mas fazer oque, mesmo cansado tinha que ir trabalhar, o atirador de ontem não deve mais estar lá fora, acabei de chegar e já esta dando pra perceber como essa cidade é violenta.

Bem, hoje não tem faculdade, é sábado, mas tem trabalho, fui com uma roupa social para o museu, logo a atendente simpática do outro dia já foi ate mim com um terno, gravata e calça social, apenas dizendo “se vista igual gente” e colocou a roupa nos meus ombros, dei uma olhada para ela no estilo ‘vou te matar um dia’ e fui me trocar e me preparar para recepcionar os clientes, a primeira instrução de trabalho que tive foi “coisas para o senhor Walker devem ser colocadas na mesa dela e não devem ser olhadas por ninguém, não é da sua conta”, bem, fazer oque, tinha que aceitar, mas achei que ia vim coisas para ele apenas as vezes, mas veio todo tipo de pessoa entregar coisas para ele, desde pessoas bem vestidas quanto mendigos, já que tinha que aceitar todos, sem problemas.

Pra um museu eu esperava um movimento de pessoas de todos os tipos virem ver as obras, principalmente em um final de semana, esperava estar lotado, mas não, poucas pessoas entravam no lugar, muitas delas, muito bem vestidas, pessoas que realmente aparentavam ter dinheiro, mesmo com o museu tenha entrada gratuita, vi poucos que aparentavam pelo menos classe media alta, todos vinham, me cumprimentavam, eu tentava ser educado com todos, então sempre retribuía, eles então entravam, olhavam as obras, me davam uma nota de 5 dólares e iam embora, todos faziam isso, do mesmo jeito, como se fosse um costume, terminei o dia com 120 dólares no bolso, estranhei, mas fiquei feliz, pude já comprar o meu terno que ia precisar pra trabalhar, já que a minha ‘adorável’ colega ficava toda hora falando que aquele terno não era meu e que eu tinha que comprar um.

Terminei meu expediente e eu mesmo fechei o museu, vi uma limusine parada na frente do museu, dei uma leve olhada, achando que era do dono, mas não tinha visto ele hoje, mas quando fui indo embora o motorista da limusine foi ate mim perguntar aonde eu estava indo, respondi que era pra minha casa, pra minha surpresa, ele disse que o dono do museu tinha pedido para que eu fosse levado para casa pela limusine e que se sentiria muito ofendido se eu recusasse, mesmo aceitando achei aquilo muito estranho, entrei na limusine e fui levado ate a minha casa, depois disso, me troquei, tomei um banho e fiquei mais tranquilo pelo resto da noite.

Foi um bom dia meu querido diário, pelo menos não foi violento como os outros dias, espero que continue assim.

Notas finais
Obrigado por lerem, não esqueçam de comentar, ate amanhã