Notas iniciais
Yoo meus lindos! Como vocês estão?
Kime: Com certeza melhor do que você! ¬¬
Minna peço a atenção de vocês para um detalhe: eu estou sem beta, se o capítulo ficou ruim por favor me digam aonde eu errei e em que eu preciso melhorar. Estou num momento dificil na minha vida, mas não vou encher o saco de vocês com essa história. Nos vemos nas notas finais!
Boa leitura!

A viagem até o hospital foi calma, o desafio começou quando eles chegaram ao lugar. A enfermeira que os atendeu estava mais confusa do que cego em tiroteio e isso estava irritando a Haruno. Por varias vezes ela precisou dizer a garota para que ficasse calma antes que acabasse se machucando e piorando o estado do ombro da rosada. Depois de longos minutos que mais pareceram horas Sakura pôde finalmente sair do hospital com o ombro no lugar.

– Pensei que ia sair de lá com os dois ombros fora do lugar! – Disse encostando-se ao carro e observando Shikamaru se aproximar e abrir a porta para que ela se acomodasse dentro do automóvel. – Obrigada.

– Você teve sorte de não ter pegado uma enfermeira com instinto assassino. – Falou vendo a garota entrar no carro dando a volta e sentando-se no banco do motorista em seguida. – Voltamos para o apartamento ou você pretende ir a algum lugar?

– Sim. – Disse encarando o vidro da janela. Depois de alguns segundos ela virou-se para o rapaz e com determinação na voz disse aquilo que mais queria fazer nos últimos dias desde que chegara à cidade. – Eu quero visitar a casa que um dia foi minha e dos meus pais.

– Tem certeza?

– Sim, eu preciso desse choque de realidade. – Disse a rosada com convicção.

Shikamaru não poupou ao dirigir até o local. O percurso foi feito em poucos minutos e em uma velocidade absurda. Ao chegarem lá o rapaz abriu a porta do carro e deixou espaço para que a garota caminhasse até a casa. Ele não iria até lá com ela, já havia visto como o lugar estava e não queria estar com ela para ver sua reação. Sakura seguiu até a porta da casa segurando a maçaneta e hesitando em abrir. Ela ficou ali parada até que tomou coragem o suficiente para abrir a porta. O que Sakura não esperava era encontrar a casa no exato estado em que ela deixou há sete anos.

– O que diabos é isso? – Sussurrou andando pela casa. Tudo estava destruído, as marcas da batalha com Neji, Tenten e Lee estavam nas paredes e no chão. A casa cheirava a sujeira e isso tinha uma explicação já que todas as janelas estavam abertas permitindo que toda a poeira entrasse e se acomodasse nos moveis. Mas a maior surpresa da rosada foi ao adentrar em seu quarto. – AH!

O grito de Sakura chamou a atenção de Shikamaru que correu até o local em uma velocidade digna de suas habilidades ninjas. O rapaz encontrou a garota com muita facilidade, mas gelou ao constatar o porquê dela ter gritado daquele jeito. No quarto que antes pertenceu a Sakura jazia um corpo deitado em sua cama com uma carta em mãos.

– Ele está vivo, fraco, mais vivo. – Disse a rosada com o semblante preocupado.

– Vamos leva-lo para o hospital? – Shikamaru perguntou vendo o semblante da rosada ficar sério.

– É claro! Levanta ele que eu vou ver o que posso fazer para ajudar. – Falou enquanto pegava a carta que estava nas mãos do garoto. Começou a lê-la, mas foi interrompida pelo seu celular que começava a tocar. – Espere só um segundo Shikamaru. Alô?

– Você tem dez minutos para aparecer nessa porcaria que você chama de casa ou eu vou atrás de você e arranco essa coisa que você chama de cabeça!

– Sasuke? Como você conseguiu entrar? – Perguntou enquanto seguia Shikamaru até o carro.

– O porteiro deixou que eu subisse até o seu apartamento, agora você só tem nove minutos. – Disse com certa indiferença na voz.

– Tá certo você venceu... – Parou de andar e encarou a mesa que ficava na sala de jantar. – Sasuke eu preciso desligar. – Fechou o telefone e caminhou até a mesa pegando uma bolsa que estava largada ali. – Shikamaru olha isso.

– O quê? – Parou de andar e foi até onde a garota estava. Encarou o que ela mostrava e colocou o corpo numa cadeira. – Sakura isso são os pergaminhos que sumiram da sala da Tsunade-sama no dia em que te atacaram.

– O que eles fazem aqui? – Sakura disse pegando-os com delicadeza.

– Provavelmente tem haver com o fato de ele estar aqui. – Shikamaru olhou para o rapaz e só nesse exato momento foi que ele o reconheceu. – Sakura, ele não te parece familiar?

– Um pouco... – Encarou o rapaz e arregalou os olhos ao constatar quem ele era. – Shikamaru, esse é o Sai!

– Exato! Agora eu lhe pergunto: o que ele estava fazendo aqui? – Disse com o semblante sério.

– Provavelmente tentando me ajudar... – Disse ouvindo seu celular tocar novamente, dessa vez era apenas uma mensagem.

“Lembre-se: eu estou aqui para te ajudar, mas isso só acontecerá se você me ajudar também. Ass.: Uchiha Itachi.”

– Quem era? – Shikamaru perguntou já colocando Sai nos braços.

– Ninguém, me dê só mais um minuto. – Sakura discou o numero que lhe mandou a mensagem e aguardou até que a pessoa atendesse. – Apenas escute porque eu vou falar em códigos, cabe a você entender. – Falou rapidamente ouvindo um “Ok” em resposta. – Sasuke. Sozinho. Minha casa. Cinco minutos. Sem destruir nada!

– Pode deixar! – Disse o rapaz do outro lado do telefone desligando em seguida.

– O que raios foi isso que você disse? – Perguntou Shikamaru confuso.

– Um código que eu aprendi com o Sasuke no tempo em que estive no esconderijo dele. Usar isso com ele pareceu ser uma boa ideia. – Disse acompanhando o rapaz até o carro. – Só espero que eles não acabem com o meu apartamento.

– Você quis dizer nosso apartamento, não é? – Falou Shikamaru corrigindo a garota.

– Que seja! – Disse entrando no carro e observando o rapaz dar a partida em direção ao hospital.

— xx—

– Nagato, preciso dar uma saída. – Itachi estava estranhamente sério.

– Aonde pensa que vai a essa hora da manhã? – Nagato disse enquanto enchia a boca de comida.

– Minha vida particular não te interessa! – Disse afastando-se de onde o ruivo estava.

Ao caminhar Itachi ouviu alguém aproximar-se do ruivo. Instantaneamente ele escondeu-se e pôs-se a escutar a conversa, afinal de contas essa tinha virado a sua rotina nos últimos dias: espionar Nagato para descobrir o que ele estava escondendo de todos. E foi numa dessas espionagens que ele descobriu o seu maior trunfo contra o ruivo. Livrou-se de certos pensamentos para prestar mais atenção na conversa.

– Preciso falar com você. – Konan disse com um tom de vez sério.

– O que quer agora? – Nagato disse com certa ignorância.

– Amanhã é dia de você buscar o Yahiko na casa da babá. – Konan estava com certo pesar na voz. – Ontem ele passou o dia comigo e hoje é a sua vez de ficar com ele, ele é tão meu filho quanto seu.

– Eu sei disso Konan! – Disse impaciente. – Porra, para de me lembrar de que eu sou pai e que eu tenho que cuidar desse maldito moleque!

Itachi ouviu a movimentação de Nagato vindo em sua direção e num rápido movimento o Uchiha já estava fora do local. Ele abriu um enorme e assustador sorriso enquanto ligava para Sakura. Aguardou alguns instantes até que a garota atendeu a maldita ligação.

– Demorou hein? – Disse com certa impaciência.

– Para de reclamar e fala logo o que você quer! – A garota estava irritada.

– Eu já sei o como fazer o Nagato devolver a Tenten, mas só posso contar isso quando nos encontrarmos pessoalmente. – Disse enquanto dava sinal para que o taxi parasse. – Eu estou a caminho da sua casa e depois que eu falar com o Sasuke, nós dois iremos conversar.

– Ok. – Disse a rosada desligando em seguida.

—xx—

Sakura desligou o telefone e encostou-se no banco do carro. Estavam a caminho do hospital para que Sai fosse atendido quando o Uchiha ligou e disse que estava a caminho de seu apartamento para falar com Sasuke. Shikamaru percebeu o nervosismo da garota e ficou a encarando até fazer a pergunta que o estava incomodando.

– O que houve?

– Itachi está indo lá pra casa. – Disse bagunçando os cabelos. – Ele e o Sasuke vão destruir o meu apartamento! Que droga Shikamaru!

– Eles só vão se encontrar lá porque você deu a ideia! – Disse com uma pitada de sarcasmo na voz.

– Vai pro inferno Shikamaru! – Gritou dando um soco no braço do rapaz.

– S... Sakura é mesmo você? – Sai que até então estava desmaiado dava sinais de que recobrava a consciência.

– Sim, sou eu. – Disse olhando com uma expressão doce na face.

– Finalmente... Pensei que morreríamos nesse inferno que essa cidade virou. – Disse perdendo a consciência em seguida.

– O que ele quis dizer com isso? – Sakura olhava para Sai, mas sua pergunta estava sendo direcionada para Shikamaru.

– Eu não sei, mas vamos descobrir. – Disse mantendo o silencio em seguida.

“- Eu vou ajudar todos vocês a saírem desse inferno que insistentemente vocês costumam chamar de vida.”, pensou olhando para Shikamaru em seguida. “- Eu prometo!”


Notas finais
Olha eu aqui de novo! Como eu disse no começo: se o cap não ficou bom por favor me digam porque eu não quero perder meus queridos leitores!
Kime: Puxa saco!
Eu: Calada!
Meus lindos muito obrigada pelas reviews e por todo o carinho que vocês tem me dado! Kissus e não esqueçam de comentar!