O Dia Em Que Tudo Mudou
5 A Ilha - Dia Dois
Notas iniciais
Bem se tiver alguém aqui que goste do casal Itachi/Hinata eu comecei uma fic nova ( sempre gosto de escrever duas em simultâneo) kkkkkkkkkkkk Se chama O despertar de Uma paixão é só acesar. se não gostarem kkkkkkk fiquem por aqui mesmo isso sim é importante kkkkkkkkkkkkkk
BOa leituraaaaaaaaa
Mais um dia começava a raiar sobre aquela ilha dando lugar ao segundo dia onde aqueles doze sobreviventes tentavam viver, ou melhor, sobreviver! Não era tarefa fácil para quem sempre aprendeu a viver na cidade rodeado de tudo o que precisava agora ver-se perdido numa ilha no meio do oceano privados de tudo. Sem duvida aquilo era um exame físico e psicológico dos mais severos, e nem todos passariam.
Kakashi caminhava irritado explorando a ilha deserta. Não havia dormido durante a noite, sua prioridade e único motivo de estar ali era matar Jun Hinday. Então era isso que o grisalho estava planejando, mais uma vez. Visto que a jovem em questão fazia gosto em ser portadora de uma tremenda sorte.
Primeiro sobreviveu à queda do avião, onde tantos morreram, mas ela teimou em viver. Depois disso, era só sorte atrás de sorte. Ou então era Kakashi que estava amaldiçoado.
- Garota teimosa! – Kakashi berrou a plenos pulmões jogando uma pedra pequena que tinha na mão para longe. Sentia-se frustrado por tudo estar dando errado. Sempre foi eficiente em seus trabalhos mesmo os mais perigosos, mas com essa garota, tudo se complicava.
- Como... eu ...vou... – Murmurava pensativo enquanto continuava caminhando. Sem duvida tinha que bolar um plano infalível, não se podia dar ao luxo de fazer o cliente que queria ver Jun morta o quanto antes, esperar. Aquele trabalho valia muito dinheiro.
Kakashi não odiava a jovem Hinday, nem tinha motivos para isso, alias nem tampouco a conhecia assim tão bem para nutrir algum ódio ou outro tipo de sentimentos, mas no trabalho que fazia não era uma questão de odiar. Nunca odiou nenhuma das pessoas que matou, e não foram poucas. Simplesmente esse era seu trabalho, ser pago para matar. Mesmo que isso o fizesse muitas vezes passar noites em branco para não ter pesadelos com os rostos de dor profunda das pessoas a quem retirou a vida.
- Há depois eu vejo. – Bufou decidido, não estava com realmente paciência para pensar numa idéia miraculosa para matar Jun. então se pôs a caminho de volta para junto dos outros. A única pessoa com treinamento e conhecimentos para sobreviver em situações extremas era ele sem duvida alguma, e apesar de ter que matar a jovem Hinday, não podia permitir que os outros pagassem por isso. Os iria ajudar para sobreviverem, e quem sabe no meio disso não surgisse à oportunidade perfeita de se livrar de Jun.
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Dentro da pequena gruta que Jun havia descoberto na noite anterior para infelicidade de Kakashi, apenas a delicada e bela, Hinata dormia. Todos os outros já estavam fora do buraco apertado e úmido. Unicamente Kiel ficou ao lado de Hinata. Não queria deixá-la ali sozinha. Sentia uma forte necessidade de estar perto dela, de vigiá-la de protegê-la. Não era um capricho ou algo do gênero. Era mesmo uma necessidade imensa movida por uma força que o jovem e misterioso Kurogami desconhecia, era como se aquela jovem de belos cabelos negros lhe lembrasse alguém que ele já quis proteger muito um dia. Lembranças apagadas. Tudo eram lembranças desfocadas. A única coisa nítida era a jovem dormindo na sua frente e a vontade de ficar perto dela. Vontade insana. O único senão...
Da mesma forma que queria estar perto dela, sabia que se ficasse demasiado perto poderia machucá-la. Simplesmente havia coisas que não podiam ser controladas. Todos têm dois lados, todos possuem um lado negro. E era desse lado que Kiel tinha medo.
Pequenos movimentos da jovem Hyuuga despertaram Kurogami dos intensos pensamentos em que tinha entrado. O elegante rapaz lançou um olhar carinhoso em Hinata, esperava que ela abrisse os olhos. Apesar do desastre de avião e de suas roupas estarem um pouco rasgadas e sujas de sangue Kiel não perdia a elegância que todo seu corpo transbordava.
- Bom dia... – A doce e meiga voz de Hinata adentrou nos ouvidos de Kiel, que sorriu amável e retribuiu o comprimento.
- Bom dia Hinata. – Seu sorriso continuava estampado no rosto. – Agora que já despertou está pronta para vir comigo procurar algo comestível? – A voz de Kiel soava calma tal como seu rosto. Nada parecido ao que ele revelou quando confrontou o moreno Sasuke.
Hinata se espreguiçou timidamente e logo levantou do chão rochoso. Kiel também se levantou e enlaçou seus dedos na mão fria e delicada de Hinata que corou violentamente. E a conduziu para fora da gruta em busca de algo que saciasse a fome por um pouco.
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- PELOS DEUSES! AI MEU ZEUS! – Yuuki Uzumaki berrava de alegria eufórica junto á margem da ilha. As ondas que rebentavam na praia lhe molhavam os pés. Mas isso não diminuía nem um pouco a alegria da louca Uzumaki.
Yuki Yamamoto e Sasuke observavam a euforia da jovem loira sem entender nada. Sasuke já estava a pontos de esganá-la, não só pelos gritos e pulos que dava, mas também pela afronta do dia anterior.
- Meu amor mamãe esta indo. – Yuuki gritou evidenciando ainda mais a alegria que tomava seu corpo e num movimento rápido e não ponderado se jogou no mar que por sorte estava calmo.
- Ficou louca... – Yuki Yamamoto murmurou de boca aberta vendo a jovem loira nadando cada vez para mais longe da margem sem entender o que diabos a garota queria.
- Isso vê se morre. – Sasuke bufou sorrindo sinicamente.
Yuki o olhou com o canto de olho para Sasuke. Não gostava nem um pouco das atitudes do moreno. Foi então que a jovem se lembrou que tinha que se certificar que certo ruivo não estava se tentando suicidar novamente.
- Depois você me conta o que ela foi procurar. – Yuki falou autoritária, o que irritou Sasuke e saiu procurando Gaara. A jovem morena tinha medo que o ruivo voltasse a tentar se suicidar, apesar dele lhe ter prometido que não o faria. Mas como poderia confiar na palavra de alguém que nem conhecia.
Sasuke se sentou sobre a areia molhada comendo uma das mangas que Kakashi e Jun haviam trazido no dia anterior. Observava os movimentos da loira que continuava nadando cada vez para mais longe. Questionava-se o que poderia ela ter visto para se jogar no oceano sem pensar duas vezes e se afastar tanto da margem. Estaria a garota louca? Não que isso preocupasse o moreno. Mas admitia que aquele gesto de coragem tinha-o agradado.
- Hei moleque me dá um pouco dessa manga? – Um dos sobreviventes mais velhos questionou se sentando ao lado de Sasuke. O homem tinha cabelos brancos e barba por fazer também ela quase toda branca. Seu braço estava com um corte profundo, mas o que preocupava o velho homem era apenas poder comer algo e não aquele machucado horrível e perigoso.
- Vai mendigar para outro lado velho. – Sasuke cuspiu as palavras e empurrou o homem para que se afastasse.
- Um dia pode ser você que precise pedir e alguém te faça a mesma coisa, criança. – O homem de cabelos brancos disse tristemente se levantando da areia pronto para procurar algum outro sobrevivente que lhe ajuda-se. Mas todos estavam dispersos cada um para seu lado. A única coisa que o pobre homem não notou, foi que algo deixou o Uchiha faiscando de raiva.
Sasuke se levantou bruscamente num só movimento deixando a fruta que tinha em mãos cair no areal. Lançou um olhar cruel e maldoso na direção do velho homem que se preparava para se afastar.
- Criança?! Você me chamou de criança velho nojento? – Sasuke gritou raivoso e num impulso guiado pela frustração e ira se jogou em cima do homem que só procurava um pouco de comida. – Eu vou-te mostrar a ter respeito. – O moreno continuava gritando á medida que começava a desferir violentos e fortes golpes no rosto e cabeça do velho homem que devido ao sangue que começava a perder, ao cansaço e fome não tinha reação ou força para se defender ou mesmo gritar por ajuda. – Quem é a criança agora? Quem é? – Sasuke ainda possuído de raiva continuava socando varias e várias vezes o rosto ensanguentado do homem imóvel.
O moreno respirou profundamente parando os golpes que desferia. Olhou satisfeito e com um riso cínico para o velho praticamente morto e submisso debaixo do seu corpo. Aquilo lhe dava prazer. Um insano prazer.
- Agora a criança, acaba com você. – Murmurou baixinho juntando as mãos fechadas uma com a outra. As levantou até ao alto da cabeça e com um sorriso medonho bateu com toda a força na cabeça do homem já morto fazendo espirar bastante sangue por vários lados. Praticamente Sasuke acabava de rachar a cabeça de um homem.
- Agora que o matou se sente satisfeito... Criança? – Kakashi que até agora apenas ficou observando escondido se revelou provocando Sasuke.
O moreno saiu de cima do corpo do homem morto e lançou um olhar mortífero para o grisalho com ar debochado na sua frente.
- O ultimo que me chamou de criança ficou assim. – Informou ameaçadoramente apontando o corpo no chão.
Kakashi riu alto e levantou as mãos no ar.
- E agora vai fazer o mesmo comigo? Criança? – O grisalho voltou a provocar. Precisava descarregar a frustração que Jun causava nele.
- Ora seu cretino... – Sasuke gritou e correu para Kakashi com a intenção de socá-lo. Mas mal o moreno se aproximou o suficiente Kakashi lhe desferiu um golpe seco e forte na testa fazendo no mesmo instante Sasuke cair redondo no chão.
- Só isso? – Kakashi estava visivelmente desapontando. – E eu que julgava que iria me divertir um pouco. – Seus olhos eram de puro desalento. – Certo esse corpo precisa sair daqui. – Murmurou descontraído e num instante a seguir estava carregando o corpo para dentro de um buraco que tinha feito destinado a outra pessoa. Mas logo faria outro para a menina Hinday. Esse agora seria a sepultura desse pobre coitado. A única que devia morrer era unicamente Jun, mas em todos os trabalhos que Kakashi fazia, já sabia que uma morte sempre trás outras atrás.
OoO
Yuuki nadava a custo de volta á margem da ilha. Seu corpo custa a se mexer e não media as consequências que podia ter gerado, tal como um afogamento ou um ataque de tubarão. Mas a felicidade que sentia compensava imensamente. Com dificuldade o jovem Uzumaki conseguiu voltar a por os pés na ilha. Só que vários metros á frente do sitio de onde se tinha lançado na água.
Com um enorme sorriso nos lábios se jogou na areia e abraçou fortemente o objeto que tinha em mãos.
- Hoo Slash! – Murmurou acariciando ternamente a guitarra preta e vermelha que tinha perdido com a queda do avião e que agora o oceano fazia questão de devolver. Aquele instrumento tinha um valor sentimental inestimável e por sorte ou mão divina o mesmo oceano que lhe roubará Slash a devolvia.
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- Veio se certificar que não voltei a me tentar suicidar? – Gaara questionou não escondendo a alegria que sentia por ter a morena Yuki sentada numa pedra ao seu lado.
- Isso mesmo, não me quero senti culpada depois se você se matar. – A jovem retrucou um pouco seria de mais. Mas logo brotou um sorriso. – Você é muito novo para morrer. – Completou. Arrependia-se de estar sendo simpática com o ruivo, a ultima vez que havia sido simpática com alguém resultou de uma grande desilusão e dor. Mas se ele se tentou matar é porque algo deveria estar muito errado, ou com ele ou com a vida dele. E não podia simplesmente ser rude com alguém que possivelmente tinha todos os motivos para não querer viver
Gaara estava hipnotizado com Yuki. Desde o dia anterior em que ela o salvará ele mesmo a intitulava com um anjo. O seu anjo. Queria muito saber mais sobre ela, a conhecer a fazer sorrir, abraçá-la... Beijá-la. Gaara sacudiu a cabeça com seus próprios pensamentos. Beijar? Onde estava com a cabeça para pensar isso. Mas a verdade é que estava totalmente fascinado pela sua anja morena.
- Não há idade para morrer, nem para sofrer. A vida não faz essas distinções. – Gaara respondeu á afirmação anterior. Seu rosto apesar de triste estava iluminado pela simples presença de Yuki. Fato que a morena desconhecia.
- Mas você é lindo de mais para morrer. – Yuki soltou e logo tapou a boca arrependida.
Gaara sorriu de lado e tocou levemente a mão de Yuki com a sua. Era irremediável, aquela mulher tinha o enlaçado de uma forma impossível e estranha, se sentia capaz de dizer e fazer qualquer coisa. Sentia-se feliz pelo simples fato de ela o ter salvado, de podê-la tocar, de podê-la ouvir. Pelo simples fato dela existir.
A jovem o olhou confuso. Não bastava ter soltado uma asneirada agora ele a tocava.
- Eu já sonhei com a vida, agora acho que vivo um sonho, mas viver ou sonhar com você por perto, tanto faz. – Gaara murmurou olhando com uma confiança que desconhecia possuir nos olhos negros de Yuki.
A jovem corou e por segundos até gostou do que ouviu. Mas logo voltou a si e se lembrou do motivo de querer fugir. Não sofrer mais por amor, não mais dor. Não mais.
A jovem morena se levantou apressada quebrando o toque de mãos entre ela e Gaara e saiu apressada para algum outro canto da Ilha.
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O dia foi passando e com a ajuda de Kakashi, trabalho de equipa e com a sorte incomum de Jun, foi possível reunir alguma fruta, peixe e madeira para fazer uma fogueira. Apesar de tudo o que aconteceu durante o dia, quando todos se juntavam todos os problemas eram postos para trás. E assim era bem melhor. E para felicidade de Sasuke e de Kakashi ninguém deu pela falta do homem que estava enterrado numa cova que era destinada a Jun.
Kakashi após acender uma fogueira com o friccionar de duas pedras. Se mantinha sentando perto da mesma, mas um pouco afastado para que os restantes pudessem cozinhar o peixe que tinham pescado com uma rede feita com uma blusa e um pedaço de madeira.
- Posso fazer companhia? – Jun questionou sorrindo docemente com um peixe na mão.
Kakashi engoliu em seco, seria prudente continuar a manter aquela fachada de amizade quando estava louco para vê-la morta?
- Claro. – Assentiu fazendo sinal com a mão para o espaço vazio na rocha ao seu lado.
Jun sorriu e sentou ao lado de Kakashi, a jovem se sentia segura ao lado daquele homem misterioso e tremendamente charmoso.
- Quer um pouco? – A dona dos lindos olhos verdes questionou oferecendo um pedaço de peixe assado.
- Claro. – Kakashi apesar de querer recusar não foi capaz de fazê-lo, e aceitou a oferta. Logo sua mascara estava no chão podendo assim comer.
Jun o olhava de boca aberta. Se com mascara aquele homem era lindo e sedutor, sem mascara ele era a sedução em pessoa. A parte antes coberta pela máscara não escondia alguma cicatriz ou algo bizarro como a jovem pensava. Pelo contrario, a pele parecia tremendamente macia apesar de coberta com uma pequena barba cinzenta por fazer. Até aquela cicatriz no olho o tornava sedutor.
Mas o que se passa comigo? – Jun se questionou em pensamentos. Estava elogiado demais aquele homem, mesmo que mentalmente.
- Você tem família, Jun? – Kakashi questionou. Apesar de não ser suposto fazer perguntas se sentia tentado a descobrir mais sobre ela, se sentia tentado a descobrir o motivo de a pessoa que o contratou querer ver a jovem morta. Ela parecia tão inocente.
- Apenas tenho um irmão, meus pais morreram. – A jovem Hinday respondeu com a voz tremula. Era nítido que aquilo era um assunto delicado.
- E apenas por curiosidade posso saber o nome de seu irmão? Onde ele está? Porque não está aqui com você? – Kakashi se deixou levar pela curiosidade e acabou descarregando uma bomba de perguntas.
Jun o olhou com a sobrancelha erguida e um meio sorrido divertido.
- Muito curioso você, heim Kakashi. – Brincou a jovem e logo continuou. – Ele me espera em França. Era suposto eu já ter chegado lá. Bem e quanto ao nome ele se chama Lucian.
Kakashi quase engasgou com o peixe ao ouvir o nome do irmão de Jun.
- Seu irmão se chama Lucian e vive em França? – O grisalho questionou ainda engasgado.
- Sim, você o conhece? – Jun quase esboçava um sorriso enorme com a possibilidade de Kakashi conhecer Lucian.
- Não. Não lamento. Não o conheço. Nada disso. Não mesmo. – Kakashi estava embaraçado sem saber bem como responder. O que ele poderia dizer? Sim eu conheço, ele me contratou para te matar? Apesar de ser uma boa maneira de matar Jun do coração. Não podia fazer isso com ela. Seu trabalho era matar, mas isso não significava que fosse um insensível.
Jun o olhou desconfiada aquela resposta recheada de nãos, não tinha convencido nem um pouco. Mas não iria insistir.
- E você Kakashi? Tem família? Mulher? Filhos? – Jun se mostrou interessada em saber mais sobre seu novo amigo. Enroscou os braços em torno do braço de Kakashi e usou o ombro do grisalho como encosto.
Kakashi tremeu ligeiramente ao sentir Jun encostar-se a ele. Que raios ela estava fazendo? Aquele tipo de aproximação não era suposto acontecer. Não entre eles. Mas o pior, é que ele estava gostando.
O grisalho suspirou derrotado, não valia à pena lutar contra isso. Pois já sabia muito bem onde esse caminho ia acabar o levando e não era bom. Nada bom.
- Não jun, eu não tenho nem mulher nem filhos. Já tive um relacionamento, mas não resultou. Trabalho e amor não se misturam. – A voz de Kakashi saia fraca, como se ele realmente não quisesse falar sobre aquilo, ou se esforçasse para não se enrolar nas palavras e dizer mais do que devia. – E bem sou o ultimo dos Hatakes. – Finalizou com a voz mais forte e divertida.
- Que tipo de trabalho você fazia para não poder envolver amor? – Jun realmente estava confusa. Só costumava ouvir essa frase de amor e trabalho não se misturam em filmes.
- O mesmo que faço agora. – Foi tudo o que Kakashi deixou sair. – Agora vamos dormir, amanhã é um novo e duro dia.
Jun fez um bico com os lábios, estava tão gostoso estar ali falando com Kakashi. Ele realmente lhe parecia uma ótima pessoa. O tipo de pessoa que qualquer mulher quereria por perto.
- Vamos menina Hinday. — Kakashi brincou batendo as mãos fazendo sinal para que Jun se mexesse.
- Estou indo... Estou indo. – Por fim Jun levantou a contra gosto, mas antes de se recolher na gruta se despediu de Kakashi com um beijo no rosto.
Hatake Kakashi permaneceu sentado com a mão no rosto onde Jun o tinha beijado
Não podia voltar a cometer duas vezes o mesmo erro. Amor e trabalho não se misturam.
Notas finais
Espero que tenham gostado. Demorei a noite quase toda a escreve-lo kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Beijão
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