O Diário Perdido De Bella
22 21.
Notas iniciais
Lá vai outro capítulo curto - kkkkkk - para vocês.
- Não, escuta — disse Ane.
- O que, Ane? — perguntou Will.
- Lobisomens existem — falou a garota, toda animada.
- Lobisomens, Ane? Você anda lendo muito aquele diário — disse Will revirando os olhos.
Todos estavam na sala de aula, manos os dois, que discutiam em voz baixo no corredor.
- Você sabe que existem vampiros. Você disse que acreditava nisso — respondeu Ane.
- Acredito, Ane. — Suspirou Ane. — Mas lobisomens? Também?
- Claro! Quem é o inimigo natural dos vampiros? Dã! Lobisomens! — respondeu Ane.
- Tá. Vamos entrar — disse Will. — Temos sorte por o professor ainda não ter chegado.
- Argh. O que eu faço para você deixar de ser tão... Cático?
- Me mostre que eles existem, que eu acredito — respondeu Wil, abrindo a porta da sala, esperando Ane passar.
A garota passou revirando os olhos.
- Você vai ver — disse Ane. Will riu e segurou o braço da garota, puxando-a para fora da sala novamente.
- É por isso que eu gosto de você, Ane — falou o garoto, puxando-a para perto pela cintura. Ane revirou os olhos.
- Huhum — disse ela. Will riu e a beijou — Vamos entrar. — Falou Ane, seprando-se de Will.
Os dois entraram. Will sentou-se com um amigo e Ane, sentou-se com Nessie.
- Oi, Ness — falou Ane.
- Oi, Ane — respondeu Renesmee. — você e o Will estavam brigando?
- Mais ou menos.
- Posso saber o por quê? vocês dois nunca brigam — disse Nessie.
- Acho melhor não — respondeu Ane. — Mas, de qualquer forma, já estamos bem.
Nessie balançou a cabeça, sorrindo.
- Vocês dois, hein.
Ane riu junto com Nessie e olhou para Willa que ria também com um amigo.
- É. Nós fazemos um belo par — disse Ane.
(...)
Ane andava de um lado para o outro. Ela havia descoberto o que havia acontecido com Bella. Quase morte, Edward voltara e Jacob sofria. O mundo, que, antes estava desmoronando, agora estava completo. Mas, um nome em particular despertou medo em Ane: Volturi.
Sim. Eles são a razão para os vampiros ficarem na clandestinidade, a razão para todos ficassem com medo.
Porém, não era por isso que Ane andava de um lado para o outro. Mesmo que o nome Volturi provocasse arrepios.
Will, que estava deitado na cama da garota, a observava, cansado. Ele não sabia o que estava acontecendo. Cada vez mais, ele se sentia... estranho.
Não que ele fosse comentar isso que Ane. Will achava que aquilo fosse passar, então se inclinou e perguntou:
- Quer me dizer porque está andando de um lado para o outro?
Ane olhou para ele e suspirou. Depois, foi sentar-se ao lado do amado.
Will passou os braços ao redor da garota.
- Então, vai me dizer o por quê de estar tão preocupada?
- Mary — respondeu Ane.
- Ane, meu amor — disse Will. Ane espantou-se que essa era a primeira vez ele a chamava assim. — Espere. Tudo tem um prpósito. E quando a hora chegar, você saberá o que vai acontecer. Ela vai ficar bem. Tudo vai ficar bem.
Ane o olhou. Não sabia que ele tinha uma visão das coisas daquele jeito.
- Desde quando você ficou tão filosófico? — perguntou Ane sorrindo.
Will deu uma risada e depois levantou e abaixou os ombros.
Ane pegou o rosto do garoto, sem perceber em como o Will parecia diferente, e o beijou. Ela gostava de ter a sensação dos lábios de Will nos dela. Na verdade, ela gostava dele em si.
Ane o amava.
Notas finais
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