O Diário De Samantha Shanderson
2 Capítulo 2 "O orfanato"
Capitulo 2
A vida de Samantha shanderson no orfanato ainda era repleta de mistério vivia isolada quase nunca falava quase nunca se comunicava, o máximo bom dia, boa tarde e boa noite seguidos de gestos de educação e gentileza para as freiras, médicos e diretores. Prestativa e às vezes trazia um mistério no olhar com um pouco de sarcasmo e ameaça, mas quase imperceptível sua sutileza era quase de uma dama e seus problemas psicológicos pareciam superados o que ainda tinha era pesadelos a noite e intrigas com os colegas e seus diários que não podiam ser tocados por ninguém e respeitado assem pelos adultos do orfanato o que ainda enfrentava era os problemas de desnutrição, raquitismo e estava bem abaixo de seu peso mesmo se alimentando melhor era ainda tinha anemia e vomitava muito, sem explicações, mas mal sabiam que junto com os vômitos havia cabelo que saia e por isso se trancava no banheiro e pelo seu corpo não tomava banho com as outras sofria assem de bulling no orfanato em que vivia era mal compreendida, Isabel era uma princesinha de corpo perfeito que queria ser modelo era arrogante e se considerava a mulher mas linda do mundo com seus olhos azuis e cabelo levemente cacheado e loira com ela havia as clones mas três garotas que a seguiam aonde fosse, segurava seus livros e repetia tudo que Isabel falava, havia ainda Mario, Otavio e Rafael arrogantes e metido a malvado e fazia brincadeiras de mal gosto até agredia mas crianças mas novas, Mario era branco de cabelo ondulado na altura do ombro, alto, forte de olhos castanhos claros e todas a achavam bonito, Otavio era negro de cabelo baixo troncudo e baixinho, já Rafael era o irmão de Mario fazia o que o irmão mandava era quase um “EMO” ,calado e era um excelente corre do podia correr grandes quilômetros em segundo e isso era bom pro futebol que praticavam e ainda era inteligente passava cola para todos os outros dois que eram tremendos arruaceiros quase rebeldes sem causa, porém tinha uns olhos bem azuis que era coberta pela franja que mantinha no rosto, enfim, todos eles gostavam de provocá-la menos Rafael que nunca manifestava nada sobre ela. Em muitos de seus dias era humilhada por eles jogavam-na no chão derrubavam seus livros e quebravam seu armário, já as malvadas falavam mal, rasgavam suas fardas e nunca iriam pra detenção.
Samantha tem um pesadelo dessa vez, vê sua mãe em meio ao fogo fugindo de algo que tinha asas e bico e acorda, anda melhorando de suas crises mas não de seus pesadelos que sempre avistava seres de imaginário e mitologia, acorda e logo é ridicularizada por Isabel e suas colegas.
– nossa teve pesadelo de novo é ratinha escaldada.
– ratinha escaldada! (risos)
Volta a dormir mas é difícil devido aos risos e se pega em um sono profundo aonde acorda com gritos uma aranha aparece na cama da Isabel uma enorme e peluda.
– socorro!
– tem um monstro na minha cama.
E logo é acudida por colegas enquanto Samantha se levanta e se aproxima dela.
– quem foi que pois isso na sua cama?
– foi ela, aponta Isabel pra Samantha.
Todas a perseguem e ela corre pra porta e pelo corredor e desce as escadarias, logo é acudida por uma das freiras que a salva mandando todas as garotas subir e se arrumar para o café menos Samantha.
– Samantha venha cá, vá tomar um banho no banheiro das freiras e ponha essa farda para o café.
Ela foi e se arrumou e logo chegou para o café, pegou uma tigela de mingau de aveia servida pela freira, maça e café com leite sentou-se a mesa sozinha no canto da parede no lugar mas obscuro e solitário.
– veja só, dizia Isabel, aquela estranha sempre fica no escuro.
– também ela não é popular como você, não tem amigos e sempre come sozinha.
– também quem gostaria da presença da ratinha escaldada. (risos)
– porque elas tanto riem Otavio?
– não sabe Mario.
– não se soubesse não estaria perguntando.
– lá no dormitório da meninas na ala 8 após o jardim...
– bem, eu sei que é onde elas ficam, então adianta.
– a ratinha escaldada aí, pois uma aranha na cama da Isabel e quase levou uma surra.
– aquela magrela raquítica fez isso!
– duvido!
– foi sim, Mario, dizem que ela é estranha que é serva do capeta e que coisas estranhas sempre acontecem lá e que a noite espíritos ruins e cães andam por lá, tudo porque ela os atrai.
– também ela parece vinda do inferno o que você acha. ( riso)
Menos um riso era aparente o de Rafael que olhava para aquele canto escuro que lá Samantha estava e era tão escuro que mal a via. toca o sinal e todos vão para sala por ultimo ela (Samantha) que sempre era a ultima a chegar a sala e a primeira a sair dela.
– bem onde esta Samantha, pergunta a professora.
– ora, ela é sempre a ultima a chegar.
– se vocês não infernizassem a pobrezinha, ela não seria a ultima.
– como, se ela veio do próprio inferno ou você não vê que ela cheira a enxofre. (riso)
– chega!
– estou aqui professora, posso entrar?
– sim, entre.
Seguiu para a ultima fila do canto direito da sala,imagine no canto onde a luz quase não batia e a luz quase não chegava.
– bem desse jeito ela não é do inferno mesmo,é bem um vampiro.
– chega Isabel!
– a professora é só uma brincadeira ,pra descontrair.
– de muito mal gosto, áleas.
– porque não pede pra ela sentar aqui na frente, tenho certeza que a garota que só tira dez pode participar melhor da aula e ajudar os seus colegas com todo o seu conhecimento.
– bem, Julia pode sair do seu lugar para o lugar da Samantha para inteirar-se melhor com a sala.
– mas eu professora, não pode ser a Isabel ou a Venancia.
– e porque não seria você?
– tenho medo daquele lugar.
– tem medo do escuro, ora é bom que o perde.
– não, não é isso o lugar onde ela fica é mas maldiçoado do que ela.
– que barbaria, Julia, por isso vai se sentar no lugar dela por uma semana e ainda limpar os banheiros da ala 8.
– mas o dia todo estou ocupada com as aulas normais a de canto, flauta e violino além da natação.
– então limpara a noite.
– a noite.
– porque esta ocupada a noite.
– não.
– então sem desculpa, já pra lá.
– professora!
–olha ela fala ,diz Isabel.
–quieta Isabel, o que ouve?
– gostaria de ficar nesse mesmo lugar, se não se importa.
– me importo e vai vem para esse lugar, quem sabe não gosta.
Ela vai e senta-se com a saia longa pregada com a camisa manga longa branca com o emblema do orfanato a gravata marrom clara como a farda que sempre usava com o cabelo solto um pouco a baixo do ombro ondulado e escuro um pouco envergada de tímida enquanto o seu cabelo cobria o seu rosto, sentava-se ao lado de Rafael e uma cadeira depois da de Isabel estava cercada pelos populares arrogantes e metidos. A aula segue sempre com o toque de arrogância da Isabel e risos de seus colegas com é inteligente, Isabel tenta se aproveitar disso para a ridicularizá-la fazendo que a professora pergunte sobre cada assunto abordado na aula para Samantha responder, que responde sem nenhum erro e mesmo assem é taxada com “CDF” estranha e de ratinha escaldada, quando acaba a aula sua professora vai até ela.
– não se importe com o que eles dizem a maioria das vezes tem mas inveja naquilo que fazem do que aparenta, você é uma garota inteligente, esperta e não deixe que isso se acabe por causa de crianças que não sabe valorizar o quanto que você é especial, e você é especial, só não deixe que isso se perca.
– esta bem.
– esta bem.
A professora segue e logo Samantha fala:
– professora, posso lhe acompanhar?
– é claro, mas saiba que não pode continuar fugindo daquilo que a persegue um dia você tem que encara o medo ou o que te persegue cara a cara e mostrar que o medo é uma ilusão e que você é mas forte do que lhe parece, pois nem sempre a força vem dos braços pois a maior força de todas se encontra na mente.
– e lembre-se a vida é o que desejamos.
– nem sempre, porque desejo ser a mulher mas rica do mundo e não sou.
– leva-se tempo pra realizar um sonho até mesmo o que se parece mas impossível se torna realidade e você ainda é muito jovem tem o que sete anos.
– não, já vou completar dez daqui a seis meses.
– nossa, mas como o tempo passa rápido e nem parece que cresceu.
– tem como, sou tão baixinhos que só devo ter crescido dez centímetros. (riso)
– bem, você já pode ser uma humorista e ficar muito rica com isso, agora vai pra onde?
– biblioteca e depois ao lago.
– tome cuidado o lago é um pouco profundo e tem algas pra não agarra em seu pé.
– não se preocupe com isso, nem entre na água fico sentada o olhando ou escrevendo, agora se demorar a aparecer é porque me encontraram e me mataram afogada.
– humn, que horror não fale uma coisa dessas, as crianças são chatas e muito mas não são más.
Ela seguiu para a biblioteca aonde se debruçava em livros de todos os gêneros e tipos e aguçava sua mente trazendo aprendizado e desse modo sempre conseguia dez e sabia de tudo pois aprendia antes de dar o assunto na matéria acadêmica dos alunos seu assunto favorito era mitologia de todos os tipos e sabia sobre cada um deles como a palma de sua mão, já próximo a hora do almoço enquanto todos se inca meavam a cantina ela seguia pra tomar banho e quando chegava esperava quase todos saírem para almoçar e seguia sorrateiramente ao lago se que ninguém a percebesse e a notasse, sentava-se aos pés da arvore sentia a brisa e observava o lago, escrevia e desenhava em seu diário e recebia a presença de bichano que ela guardava sempre um pouco de comida para dá-lo, fazia caricias nele e desabafava todos seus problemas e o que acontecia e ele sempre quieto como se a escutasse, jogava pedras no lago e criava e contava historias a bichano então voltava para lanchar e fazer seus deveres da escola, jantava e então desaparecia em meio escola ninguém havia menor ideia do que ela fazia poderia ir até o banheiro ou fazer coisas satânicas como contava os colegas ou até nada parada a observar a lua da sacada do prédio ,o que ninguém sabia é que tinha construído um telescópio com a ajuda de um livro e observava frequentemente o céu estudava-o como um mapa, desenhava cada traço e cada coordenada sabia o nome de cada uma delas e sabia distingue-las era um hobby assem como ler livros e um determinado especificamente ou até mesmo escrever e desenhar o que se passava o que se via, era uma menina de poucos hábitos e de rotina que se parecia sempre a mesma como a solidão que lhe cabia algumas vezes bichano também aparecia na sacada aonde via as estrelas com ela que compartilhava todo conhecimento que tinha sobre as estrelas.
Pode se dizer que era uma garota triste mas não como era antes, tinha alimentação cuidados médicos, aulas e acesso a educação não vivia agora tão abandonada e solitária.
Em meio a noite Julia limpa o banheiro, acabara de pedir ajuda as suas colegas para limpar alegando que acabaria logo mas se recusarão rindo e debatendo que isso sujaria a pele acabaria com as unhas e que seria castigo seu não delas, resmunga e começa a limpar logo se encontra sozinha quando der repente a porta abre com um gemido apavorante ela se assusta ainda chama pelas garotas e pergunta se é elas até que ouve passos e uma réstia branca cruzando o corredor e grita o máximo que pode com toda a garganta e todos se aproximam até mesmo Samantha corre da sacada aonde estava sentada admirando o céu e antes mesmo de chegar avista da parede no corre do na beirada da escada Isabel com suas amigas rindo e comentando para Julia:
– somo nós sua boba, achou que era quem?
– a ratinha escaldada.
– não pensei que era um fantasma.
– búú, eu vem lhe buscar Julia.
– parem com isso não é brincadeira.
Aparecem todas as meninas da ala 8 querendo saber o que ouve mas logo são avisadas da brincadeira e riem voltando para seus quartos.
– qual é?
– isso não se faz.
– na próxima digo a madre e elas mandam fazer o mesmo que eu.
– esta certo, medrosinha, assem vai ter companhia e os fantasmas não vão aparecer para puxar o seu pé. (risos)
– e inda é o primeiro dia, será que vai sobreviver. (risos)
Nesse momento Samantha sente o ar mas frio e uma fumaça branca sai de sua respiração ainda vê a janela que possuía um desenho da santa lacrimejando antes que a chuva começasse a cair e lá venha a chuva com uma tempestade relâmpagos e trovões e todos na cama dormindo e Samantha tem um novo sonho nesse um ser com capa negra de rosto de caveira com uma foice na mão caminha pelos corredores em direção ao banheiro feminino e não se acorda dessa vez o sonho não a despertou como se a prendesse na cama a única coisa que percebeu foi que seu corpo estava-la deitado a luz invadia seu quarto, todos deitados então caminha pelo corredor silenciosamente sem da uma palavra e de lá olha o que acontecia.
A besta ambulante se aproximava Julia tinha um fone de ouvido escutava a musica no máximo enquanto permanecia no chão finalizando sua penalidade sente passos atrás dela e vira-se pra olhar e não ver nada mas estava lá bem atrás dela a sua foice começava a subir lentamente, Samantha olhava porém não gritava nem se mexia até que gritou quando a foice estava a descer, Julia com o som retira-o do ouvido depois do som agudo que ouviu sente calafrios e seu coração acelerar até que olha pra trás um pingo de suor cai de seu rosto ,ela rola para o lado rapidamente no mesmo momento que ver a besta e ágil foge a lamina da foice acerta o meio do pingo do suor que caiu de seu rosto e se encontrava no chão um pavor lhe bateu e não parava de gritas até que a besta sumira todos acordam e Samantha podia ver as portas se abrirem para saber o motivo de tanto espanto logo sente-se como se fosse puxada até o seu corpo acordando logo em seguida com uma dor no peito e na cabeça. As primeiras a chegarem foi Isabel e suas amigas que logo são acusadas por Julia apavorada a freira supervisora pergunta:
– quem foi o responsável por isso?
– menina, na mesma noite grita duas vezes por bobagem.
– não era, iriam me matar com uma brincadeira muito bem feita.
Julia não sabia explicar o que havia ocorrido já que se esquivou e gritou em seguida fechou os olhos pra ela era uma brincadeira bem elaborada de Isabel que já havia brincado antes com isso e logo se defendia dizendo que não era ela e sim Samantha que era é que era culpada ,a acusação de Isabel era sem fundamento já que ela foi a primeira a chegar no lugar o que não garantia que já estava e Samantha estava dormindo que todos a virão dormindo na cama.
– já que parece estar com o espírito brincalhão vai ajudar a sua amiga a partir de hoje com a mesma detenção e ira limpar novamente o que sua amiga limpou...
– mas...
– nem adianta discutir, isso foi pela brincadeirinha de mal gosto com sua colega e por acusar outra injustamente e se pensar em continuar atestando inocência de sete dias será quinze já que tem poucas faxineiras no orfanato.
Todos riram do que a freira supervisora disse mas até ela acreditava em espíritos já que trabalhando nessa ala já havia visto e sentido coisas estranhas como a alma de uma mulher ensanguentada pedindo socorro e logo depois ela se desmontava todos seus membros se desgrudavam de seu tronco a única coisa que fazia era rezar, rezava todos os dias e todas as noites se apegava ao seu santo guerreiro são Jorge.
Isabel não deixara isso pra trás e se vingara mas cedo ou mas tarde.se encaminhando para camas Samantha agradece Maria por te ajudado ela e dito que estava dormindo e recebeu uma resposta nada agradável:
– não pense que com isso serei sua amiga, não serei, você não engana ninguém é só uma falsa, fingida que faz cara de boa moça pra se safa de tudo que acontece, dessa vez não estava lá, não sei como, mas saiba que a Isabel vai descobrir quem é você e o que tanto esconde e sua mascara vai cair...ratinha escaldada!
Com isso só lhe restou e dormir e sonhar com ela se levantando de seu corpo e seguindo até a janela aonde avista a besta e aponta com a mão da janela para o banheiro aonde a besta entra na ala e ela anda de olho na besta no 2 andar e sussurra vá ao banheiro e faça o que faz, olhando da escada a besta se preparando para matá-la até que ouve um grito de outro corredor aonde Julia se esquiva e se salva e a besta desaparece e daí tudo se encaminha para o mesmo fim as meninas se levantando da cama para saber o que ouve e ela voltando para o seu corpo. acordou e já era um novo dia, todas já se levantaram e seguiram pra o café desse vez Samantha não acordou assustada e nem suando até bem disposta, abriu se armário e suas roupas estavam rasgada,totalmente picotada correu de pijama até o refeitório muito chateada fala alto:
– foi você que fez isso sua cobra maldita, rasgou toda minhas roupas.
– nossa e tinha muito. ( risos)
– você tem certeza que foi ela, a véu cortando suas roupas.
–não.
– então não pode acusá-la de algo que não tem certeza.
– mas ela me acusou ontem e resolveu se vingar cortando todas minhas roupas.
– madre, você acha que eu faria isso pra ser acusada desse modo.
– sua cretina!
Quase indo agredi-la, sendo segurada pelas freiras, o que mas aumentava sua raiva era o rosto sínico de Isabel e seus deboches.
– nossa ela criou garra e quer afiar as unhas.
(risos)
– toma cuidado, vocês podem ser os próximos a sofrer da maldição da ratinha feiticeira...hã, na verdade é escaldada é que parece também bruxa sabe feia, horrorosa, estranha...
– chega Isabela!
– vá tomar seu café da manhã e acalme os seus ânimos.
Segue até a mesa põe a sopa na tigela e suco de maracujá, irônico pra situação ,senta-se no lugar habitual com o olhar fixo pra Isabel e quando ela dá a primeira colherada levando até a boca a sopa e antes que pudesse por toda na boca aparece uma mosca em toda sopa, ela cospe e sai mosca, tosse, se espanta e faz o maior alarme, gritando:
– foi você que pós as moscas na minha sopa,ratinha escaldada.
Logo uma rivalidade se acende e as freiras vão acalmar os ânimos,e antes Isabel que estava irônica e sarcástica sentia o seu próprio veneno escorrer de sua boca a raiva sem poder fazer nada e recebendo a injustiça que a fez. Com isso as freiras defenderam Samantha,porém percebiam que algo estranho havia acontecido,por precaução jogaram a sopa toda fora e comentário se espalhou ao ponto de todas as lendas da ala 8 foi sendo mas absorvidas de lenda e mito para um toque de realidade ninguém desconfiava o suficiente de Samantha sanderson,já que sua imagem de boa samaritana,inocente e acusada pela vida e seus colegas pairavam mas o que transformava ainda mas em vitima da vida era o seu histórico de agredida,abandonada,solitária e sofrida faziam dela acima de qualquer suspeita,já que a pobre garota é acusada somente de ter crescido onde cresceu e vivido como viveu.
As coisas se normalizaram,porém todos ainda se perguntavam e comentavam tentando procurar uma explicação obvia para o que aconteceu.assem se comentava na cozinha:
– já se passou mas de um mês dês que moscas apareceram no prato de Isabel e na cantina.
– ora,anda cronometrando o tempo que passou.
– não apareceu mas nenhuma mosca na cantina ou na cozinha e nem nos pratos alheios.
– pare de bobagem,isso porque a cozinha foi dedetizada e as caçambas de lixo próximo da cozinha e do orfanato foi retirados,pra evitar esses problemas,novamente.
– eu não sei,acho que isso foi obra do mal.
– que mal e aonde?
– na pequena Samantha,ela pareceu não se incomodar com o enxame de moscas que apareceu e tomou toda a sopa e o suco,pois eu mesmo vê não havia nada no prato.
– ela deve ter jogado fora assem como os garotos fizeram antes de correr,nunca vê garotos tão frouxa.
– eu não sei não,ela tem comportamentos estranhos e sempre misteriosa.
– agora se comporta que nem Isabel,com essa que a garota é satânica e má.se nos duas sabemos que Isabel nunca foi “ flor que se cheire”.
– bem é claro que Isabel é exagerada mas aquela ala 8 dês que Samantha chegou causa arrepios e Maria rosário que cuida daquela ala começou a ver dês de que ela chegou espíritos que andam pelos corredores,gritando,pedindo socorro,barulhos de correntes,gemidos e ruivos.
– ora,nunca vê tanta freira gaga e medrosas somos evangélicas acreditamos no senhor e na luz divina que paira sobre nos porque somos devotas e não sedemos ao pecado e tudo tem que ter explicações antes de ser chamados de fenômenos sobrenaturais o ruivos são de cachorros que vivem abandonados isso sempre ouve o restante não acredite com tanta facilidade,já que Maria rosário tem pensamentos bem férteis...
– você acha mesmo que...
– acho e não deixe que a madre ouça coisas desse tipo,se não te expulsa e ainda diz que tem pouca fé,sabes que ela é um tanto megera.
Em seguida a freira que suspira medo olha para a janela pequena que estava acima de sua cabeça por um segundo pensa ver uma garota e um gato preto no meio da escuridão da noite.
Era Samantha que rapidamente sai de suas vistas e segue para seu cantinho secreto da noite, e logo se expressa com indignação.
– não é possível,bichano,aquela freira que acha que sou um demônio fica ainda pensando em algo que já aconteceu a mas de um mês.e ainda insinua barbaridades como se nesse orfanato nojento não houvesse lixo podre das mãos daquelas cretinas que se acham santas porque usam roupas longas mas são um bando de prostitutas recalcadas.
– acabei de pensar em uma coisa fantástica vou seguir os passos dessa putinha com saias pra saber se ela tem algo que esconde,pois não é possível nenhuma daqueles mulheres serem santas,pois duvido que não aja chamas naquelas saias empacotadas de roupa,assem solto o escândalo ela é expulsa e perde tudo ou posso calar a boca dela até que seja deves.
Já era próximo do dia de seu aniversario e completaria dez anos,pois seu plano em pratica e segui-a sempre mas não descobria nada até que véu um homem bem afeiçoado a cortejá-la mas era relutante e mesmo assem recebia os cortejos de bom grado.
– hã,eu disse vou esperar até que tenha algo concreto para acabar com você e da realmente motivos pra lembrarem e comentarem de algo.
Seguiu para sala era momento de aula,sentou-se em seu lugar habitual e teve uma aula como todas com um pouco de indiretas e comentários.
– olha, hoje ela não trouxe a cambada do lixão, naquela vez foi moscas e agora pode ser baratas e a família dela os ratos...
(risos)
– ...eu não sei porque ela esta no orfanato já que tem família do lixão e do esgoto mas tem família...
– ...talvez porque queria buscar alimentos pra levar pra eles...
– ...de maneira nenhuma, ratos se acostumam com os restos e lixo como pão mofado e podre com leite azedo e água do esgoto e não morre já que nasceu pra isso. (risos)
– calados,parem com essa atitude,fazem mal a ela e a sé mesmo,estão sendo crianças infantes e cruéis de respeitando-a e a sé mesmo,agindo como monstros pior que a acham e desse modo só se tornarão adultos de fundo egoísta e manipulador que humilham e destroem as pessoas a sua volta,por isso vão todos pedirem desculpas ou limpar banheiro por toda a sua vida.
– professora...
– calada Isabel,você é a pior de todas um monstro com rosto belo mas insignificante.
Isabel sai chorando e todos são obrigados a pedir desculpa a Samantha que não se sente melhor mas feliz por ver sua rival chorando.
Após a aula Samantha procura Isabel e a vista falando com Julia.
– Julia amiga,estou arrasada sou realmente insignificante mesmo não sabendo o que isso significa.
– hã,amiga,você é o máximo líder de todas as meninas da escola que tem inveja e adorariam ser você,capitã do time de natação,musa e expiração dos meninos até mas velho e um dia vai ser a modelo mais rica e mais bonita do mundo.
– só você pra me animar,amiga,agora aquela ratinha escaldada vai me pagar que nem teve a roupa rasgada mas dessa vez tem que ser além de rasgar a roupa e provocá-la...
Ouvem um barulho e assem se virão para ver no pátio do orfanato se levantam e seguem para a arvore onde estava Samantha ouvindo a conversa, pegam um pedaço de pau que estava no chão e vão ao encontro de quem estava atrás da arvore e não vem ninguém, por um segundo até Samantha se assusta ela não saiu do lugar e nem podia ser vista e logo Isabel comentou não a ninguém, podia jurar que tinha. assustada Samantha corre quando elas se distanciam e volta ao normal olhando para o espelho, ainda no pátio a conversa segue.
– o aniversario daquela ratinha não esta se aproximando, diz Julia.
– sim, mas nunca é comemorado já que aquela ratinha é odiada por todo mundo e quem se daria ao trabalho de comemorar.
– agente.
– como assem?
– podemos convencer a professora de fazer um bolo com doces, salgados e refrigerantes e então estragaríamos tudo quebrando e comendo e bebendo tudo sem que ela toque em nada estragando definitivamente o primeiro aniversario de sua vida.
- nossa! Espantada -isso parece cruel mas brilhante.
- nunca pensaria em algo assem.
- e você acha que ela não merece?
-bem...
-há, não importa sua opinião, ainda estou furiosa pelo que me fez passar aquele dia e logo mas cedo.
- agora, como vai convencer a professora de sua boa intenção?
- não preciso convence-la e nem gastar minha saliva pra isso.
Izabel olha fixamente pra Julia que gira ao seu redor com a cabeça.
- esta achando que sou eu?
-claro que nem você e a outra, são suspeitas demais e péssimas atrizes tem que ser alguém neutro.
- quem?
Um ar de compreensão paira sobre elas como se ambas tivessem pensado na mesma pessoa para esse plano.
No corredor da escola Samatha olha abismada para seu reflexo parecia que estava se admirando mas estava perplexa não sabia como tinha feito isso e nem como poderia fazer novamente ou se era algo natural ou sobrenatural mas algo interrompe seus pensamentos no corredor longo e estreito de péssima e iluminação, fechado o pessoal do orfanato estavam passando por ela e zombando meninas e meninos de varias formas, cores e altura de diferentes grupos e idades em que ela não pertencia a nenhum.
- observando sua feiura!
- cuidado pra não quebrar o espelho!
- deve estar pensando se engordou duas gramas ou se perdeu...
- não deve estar horrorizada pois o espelho ainda esta intacto.
Risos e mais risos era tudo que podia ouvir enquanto o mundo parecia zumbir e girar como milhares de voltas sempre sofria isso todos os dias um bulling interminável na classe e dormitório. porem um grupo maçante de incontáveis indivíduos passando por ela ridicularizando e humilhando sentia a pior dor e colapso a qual ela evitava pré-adolescentes e adolescentes em um grupo tão vasto, puro contato coletivo e sua fama já a cercava.
Ela correu passando pela multidão que riam a cercando e dando espaço suficiente para ela mal passar sem barrar e ainda dizendo o quanto ela era magra ,suja e fedorenta a comparando a rato.Ao final do corredor ela bateu em um armário e caiu no chão mal havia notado em sua frente e sua queda e esbarrão acidental no armário faziam que todos os risos se desenvolve-se em frenesia e histeria coletiva sem nenhum sinal de do ou pena pelo acidente.
Samantha estava agora dolorida, seu ego, seu corpo e ainda mas seu braço e sua cabeça de tudo isso desejava que só uma coisa estivesse bem danificada seu ouvido para não ouvir essas coisas.
- É parece que rato tem um péssimo freio e senso de direção...
- e eu que pensava que era só as baratas!
- deve estar achando que só porque ela é raquítica é também fantasma...
- Parece que constatamos que ainda estava viva ainda não atravessa paredes!
Risos e risos novamente mas desta vez parecia mas lenta para responder ao estimulo do seu corpo de levantar e fugir o mas rápido possível, até que véu uma mão se esticar para levanta-la e murmurar com um tom doce e nem um pouco ofensivo que para se ouvido calejado soou.
- foi um tombo feio mas não causou prejuízos nem pro armário e nem pra você...
- é meus ossos são humanos não destrói porta e não se contorce sente dor como qualquer um.
- calma, não quero ofende-la só quis ajuda-la grossa!
Foi então que ela levantou a cabeça que antes estava contorcida no chão forçando para não transparecer a vontade de chorar, seus olhos se prenderam naquele olhar que ela não tinha visto antes tão meigo e doce como mel sua boca levemente carnuda e de um tom cereja isso podia ser de sua mania de aperta os lábios, os contornos leves e marcantes de seu rosto de sobrancelhas contornadas perfeitamente e sua pele clara e com aroma de rosa tudo era belo e atraente dês de sua beleza e personalidade mas o que a prendia era seus olhos viviam sempre com os cabelos negros, lisos, sedosos e longo de sua franja a cobrindo-a e não parava de olhar até que algo quebrou sua fixação o olhar dele mudou como se buscasse uma reposta que resposta ela gaguejou e pensou esse é o fim.
- desculpa! Parecia soletrar uma por uma.
- tranquilo! Piscando os olhos.
- ainda quer um apoio.
- há, pode ser.
- obrigado!
Seu tom era tímido no mesmo instante em que suas bochechas coravam com solavanco que ele fazia puxando seu corpo e no mesmo instante que suas mãos se tocavam ela pode sentir um leve arrepio e uma distonia fria de suas mãos em pensar em suas mãos entrelaçadas em minutos ou segundos isso foi, e desejaria arduamente que fosse horas e sua mente disparava com fleches de coisas sem logicas e com determinações radicalmente romântica para uma garota que sua noção de romance era livros, filmes e pouco de novela quando ajudava as freiras com seus afazeres e ficava abismada por gostarem tanto de novela como de rezar e se benzer com essas utopias, agora sabia pensar nisso alentava a alma solitária porém deprimia em pensar que nada disso é real.
Rafael a levou até a enfermaria apoiando o braço dela sobre seus ombros e segurando com suas mãos fortes, macias e doce sua cintura que parecia perdida ou fina demais quase de cristal que a qualquer momento poderia se quebrar e com isso seu toque parecia mas firme porém leve o caminho todo até o lado oeste parecia rápida e longa pro seus pensamentos, não se comunicaram em nenhum momento e ela não demonstrava tanta dor nem em seu rosto como antes, o que faziam, pensar um o que um estava pensando do outro, mas de todos os pensamentos que fluíam o dele era sabiamente fácil de se entender não havia terceiras intenções já que Samantha não era tão atraente e sua beleza era exótica o que poucos homens poderiam apreciar muito menos naquela idade, pensava também que ele estava sendo gentil já que ela havia esbarrado no armário 64 da ala do corredor sul e que por coincidência era o dele de tantos que havia lá qual era a probabilidade disso acontecer, bem sua ala de dormitório era o sul como o dos garotos como seu irmão e pensou como gravei que seu armário era o 64 e olhou para seu rosto que possuía um olhar distante pensativo e se martirizou será que ele me ajudaria se não fosse seu armário, ele nunca falou comigo antes nenhum “oi “ mas não tenho amigos e nem falo com alguém com menos de 18 anos que não seja religioso ou use exclusivamente preto ou branco ou felino áleas só bichano que não é bem um dialogo bem desenvolvido além de grunhidos e seu pensamento congelou e olhou para ele já haviam chegado uns 20 min se arrastando a enfermaria.
- bem, aqui estamos na enfermaria.
- finalmente.
Então em seu pensamento resmungou não deveria ter falado isso, ele foi tão gentil como ninguém já fora dos internos e pareceu assustado com a tão rápida resposta e tão insensível e ingrata também e corrigiu.
- não que queira ser ingrata, você me ajudou e devo muito a você mesmo seu armário tenha estado lá...quer dizer seu armário estava imóvel e eu bate nele...na verdade...obrigado!
- essa resposta foi bem concreta mesmo estando confuso no inicio, para uma aluna nota 10 em argumentação,mas serviu.
Ela ficou imóvel sem reação sua expressão foi euforia e surpresa, ele havia notado que ela tinha tirado 10 inúmeras vezes e era excelente aluna e era boa em argumentação e respondeu mesmo sem pensar muito.
- você notou?
- claro, a sala inteira varias vezes; não vai entrar tem que ver o que ouve.
Então ela pensou despe rançosa não gostou da minha companhia imóvel e calada deveria ter puxado papo e falado sem parecer um fantasma e foi interrompida por Rafael mexendo a mão de um lado ao outro tentando a chamar atenção.
- está bem ou a pancada foi forte demais na cabeça?
- não, quer dizer sim, quis dizer sou distraída.
- o que estava falando?
- não falei muita coisa até você parecer em outro mundo e estacionar por lá...
Por um instante ela pensou o que ele queria dizer com isso usando essa expressão além de dizer que ela estava lá mas não estava.
-...agora vamos, preciso treinar ainda hoje e tenho horário...
Pronto era seu raciocínio ele estava odiando completamente sua companhia e ela estava ainda atrasando ele em seu compromisso.
- desculpa, não quero lhe atrapalhar em seus afazeres e compromissos pode ir, estou bem!
- calma, porque você tem que ser sempre tão agressiva como uma gata encurralada, eu somente estou lhe informando que eu tenho algo importante daqui a pouco que não posso faltar e se lhe trouxe aqui vou lhe acompanhar e seguir ao meu afazer e compromisso mas pra isso tem que entrar e verificar se esta tudo bem.
- desculpa pela agressividade não queria incomoda-lo.
- não, imagina, eu que não me expressei adequadamente sabe, eu sou bom esportista mas péssimo argumentador, desculpe-me.
- imagina, eu sou boa argumentadora mas péssima dialogista.
Eles riram e pela primeira vez não foi dela e sim com ela e pela primeira vez estava feliz.
- vamos começar com uma apresentação formal sem a queda e uma agressão verbal...
- olá, meu nome é Rafael Bezerra do Santos, eu sou atleta e não é de futebol que eu sou perna de papel mas de correr que ajuda muito a emagrecer.
Samantha riu e logo respondeu:
- prazer em conhece-lo Rafael Bezerra dos Santos...
Estendendo a mão a apertando suavemente e sacudindo.
- agora você se apresenta?
- meu nome é Samantha sanderson que pode ser escrita tanto com h como sem, eu escrevo assem as vezes pra trazer complicação e singularidade, o sanderson vem do meu pai que é de família inglesa e do meio é Pereira da minha mãe que é brasileiríssima mas que não uso, sou estudiosa e não pratico esporte se não eu sumo, se bem que a maioria iria gostar se isso acontecesse.
- esquece isso a maioria é invejoso, arrogante e despeja seus problemas crucificando alguém que não é como eles ou é melhor que eles, afinal você meio que vai entrar nos livros dos recordes da pessoa que mais tira dez.
- e antes era ocupado por quem?
- na verdade, os, os “DFS” e eu que sou bem esportista que abre as fronteiras pra novos horizontes. (risos)
- agora, vamos entrar que ainda tenho treino hoje... senorita!
Eles entraram pela porta branca de uma sala pequena e rustica tudo em tom branco típica de enfermaria o clima entre eles era tão bom que a única enfermeira do horário de quase fim de tarde olhava para eles com a típica expressão de amor jovem.
- posso ajudar?
- sim, ela meio que tem péssimo freio e colidiu com meu armário, pois estava correndo em alta velocidade.
- e estava alcoolizada?
- não, eu só tomo sucos em geral, água e refrigerante agora raras vezes.
- ok, suquinho de felicidade vamos examina-la.
O exame corria bem e logo a resposta que estava tudo bem e que a garota de frágil aparência não era tão frágil, e então Rafael teve que ir deixando claro no rosto de Samantha que gostaria que ele estivesse lá ao lado dela, fazendo-a rir com as brincadeiras e piadas inteligentes, inocentes e cuidadosa pra que não a ofendesse e enquanto ele dava cada passo para fora da sala o seu coração batia descompassado dizendo para ela agarra-lo e não deixa-lo ir nunca e quando sua imagem sumiu ficou claro o vazio que tomou a sala a mente e sua expressão e que deixava ainda seu coração palpitante.
- gosta dele?
- não!
- gosta, sim, confessa!
Por um segundo ela se sentiu incomodada com a interrogação de menina fofoqueira,quase que querendo lhe dá uma resposta a altura mandando ela ficar no seu lugar e parecer pelo menos ter a idade que tem, ora, ela era enfermeira, jovem e não era freira e parecia ter 10 anos conversando sobre puberdade e primeiro amor como se estivesse passando e não já passado por isso pelo menos uma década.
- pode se abrir comigo ,ele é um garoto legal diferente dá maioria daqui que me paquera o tempo todo quando vem a enfermaria e ele mal olha meu decote.
Definitivamente ela era jovem porém velha pra essa conversa e já estava causando frisson em Samantha sobre o assunto e indagada pela resposta de como um orfanato de freira tem uma enfermeira de decote ,roupa justa, batom vermelho marcante e borrado na boca, um quadril que dava oito das dela sem falar nos glúteos e um busto que nem com um litro de silicone Samantha se igualaria a maquiagem berrante exigindo atenção como se fosse uma menininha a alça de sutiã surrada a mostra e um cabelo que precisava de um retoque de louro extra claríssimo que se chocava com o preto negro de sua raiz e pensava homem gosta mesmo é de corpo pois o seu resto era tão desqualificado como sua posição em todo orfanato e pensar que não notou antes quando venha a enfermaria e nem quando entrou para consulta e pensou deve ser a livre concorrência ou eu estou chocada em conversar e saber o que se passa na mente dela com pouco utilizado neurônio.
- bem, como você disse ele é legal.
- deveria investir nele, ele é uma joinha.
Samatha quis rir nunca havia visto tal expressão sair da boca de um mas velho antes com exceção de alguns viciados e metidos a descolado, porém suas palavras eram diretas sem pompa e circunstancia como uma freira que jamais incentivaria ou usaria esse termo, mas tinha razão ele era único, especial como os garotos de lá não eram falava bem, educado, charmoso, bonito, carismático, inteligente, esportista e ainda falava francês sem percebe ela classificou ele em tantos méritos que não classificava ninguém até hoje, já que ninguém pra ela era tão bonito e tão perfeito pra ser homem ou melhor garoto... e foi interrompida.
- nossa, viajou legal agora garota, como se estivesse em outra dimensão paralela com o córtice cerebral.
Samantha ficou boquiaberta foi a palavra mais viajada e bem empregada para dizer que ela estava nas nuvens.
- agora, vou bater a real se chama paixão, vem me procurar quando estiver com qualquer duvida sobre isso, agora saiba que é somente...
- somente...
- tem quantos anos mesmo?
- vou fazer 10 anos.
- me procura com as duvidas, agora o somente falo daqui a alguns anos...falo!
- falo!
Ela seguiu para o pátio passou pelos corredores que agora tinham pouca gente e que mal a notaram pensava e ir ver o treino de Rafael e se iria falar com ela na frente dos amigos e como seria o comportamento deles, já que eles estavam em um alto patamar na pirâmide social do orfanato de popular e esportista e ainda mais “rafa” que era tudo isso e ainda lindo, inteligente e a estrela do time tinha tantos troféus e medalhas e era admirado pelos “nerds”,” cdfs” e garotas não tanto quanto o irmão mas era melhor então apressou os passos e foi em direção a sua ala a seu dormitório imaginava porque tinha aquela maneira de se vestir porque parecia tímido as vezes e sempre ficava na aba do irmão mais velho se encantava e se frustrava, pensou que o treino já havia acabado avistando o horário na torre do relógio que ele já se encaminhava ao refeitório pois estava morto de fome suado e sem camisa exibindo um corpo estrutural de atleta enxugando a testa e fazendo com que as meninas o babassem quando ele passava sentia agora raiva, inveja e ciúme. ele tinha meses de diferença dela ainda lembrava quando ele fez aniversario aquele ano quando jogaram trigo e estouraram ovos nele e ele correu rindo para o banheiro era a galera do time gritando seus mantras de “Rafael é um bom companheiro ninguém pode negar” e “vamos...vamos, guepardos os felinos mas rápidos, possuímos força e velocidade, beleza e generosidade, cruéis e invencíveis somos os guepardos mais rápidos lindos e ferozes”. era completamente sem rima, sem nexo e não trazia nada de surpreendente e inteligente típico de esportistas e que cantavam como taquara rachada correndo como selvagens em comemoração ao seu amigo a noite fizeram uma festa surpresa na cantina do colégio eles haviam vencido o campeonato dias atrás e eram duas comemorações aonde até as freiras haviam comparecido liberando som alto e de vários gêneros e bandas, podendo usar shorts e blusas um tanto curta aonde tinha ido em massa os internos comemorar e ela olhar as estrelas com bichano e se imaginar lá. Essas lembranças a deprimiam e todos os sentimentos agora eram confusos em imagina-lo até a sua chegada até hoje em relação a ele e como ele nunca zombou dela e nunca interagiu com ela até hoje, tudo a assustava e lhe causava mas temor e agonia do que seus pesadelos, visões ou sua trajetória de vida até agora, sua mente se distanciava ainda mas de seu corpo e quando véu estava já em seu dormitório deitada em sua cama onde não tinha fome ou sono, frio ou noção de tempo e que estava ainda com sua roupa suada do dia todo. Uma coisa ela sabia que era horário do jantar e que eles estariam jantando um prato de uma quantidade que imaginaria ser pouca de mandioca e carne de sol com um pouco de manteiga derretida já que era assem que ela gostava de comer um suco gelado de graviola uma bolinha de doce de leite de pós jantar e doce. Depois imagina-lo ir ao banheiro, tomar um banho brincando com a rapaziada do time com aquele sorriso e ir se deitar para dormir.
Quando menos imaginou ela estava dormindo e sonhava com ele indo se deitar pra dormir e imaginar ela sozinha com frio e ele indo acalenta-la, com seus braços levemente musculoso e ainda sutil com seu aroma de rosa seu peito largo e seus ombros que atravessaram o campo pra se deitar ao lado dela e a toma-la junto de seu corpo, que estava quente parcialmente descoberto e sentir seu coração bater enquanto a enchia de beijos e caricias por todo o corpo e sussurrava em seu ouvido que sempre a amou que quer ela hoje e sempre e a pediria em namoro, pra andar de mãos dadas e beijar a toda hora, leva-lo até o lago e debruçar seu corpo ao dele, admirar as estrelas juntos onde ela o ensinaria as constelações e ele que se pode ser mas belo que as estrelas e então quando o sonho já estava criando formas de uma perpetua historia, ela acorda ofegante e suada ainda querendo que seu sonho não fosse interrompido e que não fosse apenas um sonho pelo barulho agonizando do despertador e as batidas dos pés de todas as dez meninas do dormitório se levantando e dirigindo-se aos armários para pegar uma roupa correndo para o banheiro para escovar os dentes e tomar banho, falando e falando de modo que não se distinguia o assunto ou os assuntos, normalmente odiava suas companheiras de quarto tanto dormindo quanto acordadas mas pela manhã as seis horas adorava os aspectos delas serem tão barulhentas, a despertava mais que o próprio despertador e a livrava de seus pesadelos macabros e dessa vez a odiaria cada uma delas por ter acordado desse sonho em seu melhor momento.
Izabel com seu cabelo sendo escovado um abito que era um vicio se dirige a ela com uma cara simplesmente enojada.
- qual o problema dessa vez, mais um pesadelo?
— não, estou tendo um nesse momento!
-olha, hoje a ratinha escaldada acordou de mal humor...
- como de sempre! (risos)
- acho que sonhou com algum príncipe!
- só se for um príncipe sapo! (risos)
- não, melhor Stuart Little ! (risos)
- não se cansam desse humor de cobra?
- as vezes, sim ,mas quando olhamos para a ratinha agente pensa que cobrar são superiores.
- superiores como maltratar e pisar na ratinha.
-bem é que quando o rato não serve para ser comido pela carne ser podre agente tortura pra poder treinar como se mata mas dolorosamente possível, até que o veneno paralise seu coração ou até que imprense tanto que morra clamando por ar.
- clamando por ar! (risos)
- é estou num ninho de cobras!
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