Narradora:

Alguns minutos depois de receber todos os afagos de Roberta, Diego finalmente desperta.

- Roberta?! O que você ta fazendo aqui? – Ele disse se levantando ficando sentado na cama.

- Oi pra você também. – Ela riu do seu próprio comentário o fazendo rir junto.

- Oi – ele deu uma pausa – O que você ta fazendo aqui? – Ele perguntou com a feição engraçada fazendo ela ri.

- Vim te entregar isso. – Roberta pegou o celular que ela mesma havia colocado em cima da cabeceira da cama de Diego.

- Meu celular, – Ele disse surpreso – Aonde você o encontrou? – Ele a perguntou.

- Na verdade a empregada encontrou, ele tava caído em uma parte de dentro do sofá. – Explicou Roberta.

- Ai que bom, nem tinha contado pro meu pai ainda. – Ambos riram.

- Ta sem bateria. – Roberta disse.

- Tava bisbilhotando meu celular, senhorita Messi? – Diego perguntou fazendo graça.

-- Ah você acha um celular na sua casa você tenta ver ele, já é do ser humano isso. – Roberta riu fazendo ele junto – Se fosse ao contrário? Se eu tivesse perdido meu celular? – Ela perguntou.

- Eu iria bisbilhotar cada música, cada mensagem, cada aplicativo, cada pessoa na agenda. – Riram juntos

- Nossa que curioso. – Roberta gargalhou.

- É um defeito que eu tenho. – Ele riu – Vou pegar o carregador.

- Ai é mesmo muito curioso. – Roberta riu e “jogou” um beijo no ar em forma de deboche.

Minuto depois Diego e Roberta começaram a ler as mensagens, só da Vitória tinha umas 10, mensagens bobas do tipo bom dia ou mensagens para repassar do tipo: Se a pessoa te reenviar é porque ela quer ficar com você.

- Diego, você tem alguma coisa com essa Vitória? – Roberta perguntou com curiosidade e com um pouco ciúme, mas do tipo que Diego não notasse.

- Não, por quê? – Ele a perguntou.

- É… curiosidade. – Ela sorriu.

- Sei. – Ele respondeu desconfiado.

- Que “sei” é esse? – Ela perguntou.

- Nada ué, não é nada né? – Ele perguntou curioso.

- Quem tem que saber é você, você que disse esse “sei”. – Ela disse imitando sua voz com um tom de arrogância.

- Então não é nada. – Ele disse percebendo o nervosismo da loira.

- Não é mesmo? – Ela perguntou desconfiada.

- Não. – Ele disse voltando a olha o aparelho celular.

Continua…