Narrado por Diego:

- Vamos pedir a pizza? – Perguntei.

- Vamos, mas o que a Márcia disse? – Ela me perguntou pegando o celular da minha mão.

- A nada demais. – Pra ser sincero acordei meio monocilabico não falando muito e repetindo muitas palavras.

- Ah… Quer pizza de que? – Ela me perguntou.

- Ah, tanto faz… Dês de que não tenha azeitona.

- Ta. – Ela saiu e ouvi ela dizendo que queria a pizza da casa e sem azeitona e cebola.

Meia hora depois a pizza chegou, Roberta pagou eu encisti pra pelomenos dividir, mas ela não aceitou, brinquei com ela dizendo o quanto ela era teimoza, Roberta colocou encima na mesa da sala de jantar, coloquei um pedaço em um prato e a Roberta também e fomos pra sala.

- Me conta mais sobre o Elite Way. – Ela me pediu de um jeito meigo que me deu vontade de agarra-la naquele segundo.

- Ah, o Diretor é um mala sem alsa né (risos), mas tava rolando uns boatos que esse ano a mulher dele iria entra esse junto com ele na direção.

- Espero que melhore.

- Eu também espero (risos), os alunos são normais, tem as patricinhas, os bestas (risos), é quase um colégio normal. – Disse.

- Quase? – Ela me perguntou.

- É, seria muito melhor se agente pudesse dormir em casa (risos). – Disse e coloque o prato vazio de pizza encima da mesinha e Roberta fez um mesmo.

- (Risos) Continua. – Ela pediu.

- Ah não tem muita coisa, que dizer não era pra ter, mas agente sempre da um jeitinho (risos). – Dei uma pausa – Cuidado hein, eles vão ficar loucos quando souberem que você é filha da Eva. – Ia rir, mas vi que ela ficou séria. – Que foi? Falei alguma coisa? – Perguntei preocupado.

- Não é nada, só… — Não deixei ela terminar, dei um leve toque em seu queixo.

- Pode se abrir comigo Roberta, por favor.

- Quando eu tinha uns 11 anos minha mãe estava no alge da carrera dela, tinha muitas crianças e adolecentes fãs dela, eu nessa epoca no colégio era muito solitaria, eu era a garota esquisita que niguem tinha notado, os professores sempre quando iam me chama erravam meu nome, naquela epoca todas as meninas eram facinadas por rosa, eu era a garota que se vestia de preto, usava maquiagem escura e usava moletom largo, ninguem nunca tinha me notado até que um dia teve uma reunião de pais no colégio e minha mãe foi tinha um monte de gente cercando ela e descobriram que ela era a minha mãe, no outro dia veio varias meninas conversar comigo, elas chegavam de mancinho algumas até me elogiavam, umas garotas me convidaram pra participar de um grupo de estudos, estranhei afinal nenhuma delas nunca tinham trocado um palavra comigo, mas concordei em participar, elas me disseram que como eu avia entrado agora elas tinham que estudar naquele dia na minha casa, não achei nada de mais e disse sim, elas foram pra minha casa agente ficou na sala de estar estudando, mas quando elas viram minha mãe elas praticamente voaram encima dela, pediram aotografos abraços e quando minha mãe saiu eu perguntei se agente podia continuar a estudar elas riram de mim pegaram suas coisa e disseram que já fizeram o que queriam, elas foram embora e eu comecei a chorar, fui pro meu quarto – Roberta já deixava algumas lagrimas escapar de seus olhos, mas secava rapidamente – entre no meu banheiro peguei uma lamina e comecei a me cortar, dei uns sete cortes em cada braço… O que e leva uma pessoa a se cortar é a dor do coração ser maior doque ela pode sentir no corpo, no momento eu só queria tira aquela dor dentro de mim, mas depois lavei e fiz os corativos prometi pra mim mesma que nunca mais ia faze aquilo.

- Vem cá – Murmurei a a abracei e ela apenas deitou em meu peito. – Agora é a minha vez de te dar o meu abraço. – Ela riu baixinho, mas foi uma risada bem gostosa ao mesmo tempo. – Eu adoro a sua risada.

- E eu adoro quando você me faz rir.

Continua…