Narrado por Roberta:

- Ih Diego, então você deve ter perdido no barzinho. – Disse a Carla.

- Tenta ligar pra ele com meu celular. – Disse.

- Ta. – Ele pegou o meu celular digitou os números, mas desligou e fez cara de decepção.

- Que foi? – Perguntei.

- Desligado. – Ele respondeu.

- Mas foi você que desligou? – A Carla perguntou.

- Não me lembro. – Ele respondeu.

- Usa o meu pra avisar sua irmã. – Disse.

- Mas ela vai saber que o celular é seu. – Carla disse.

- Então liga pra sua casa. – Disse.

- Ta. – Ele disse já digitando os números e depois colocando o telefone na orelha. – Oi Pai. – Pausa. – Eu to na casa de um amigo. – Pausa. – Tem problema se eu dormir na casa dele. – Pausa. – É que já ta tarde. – Pausa. – Valeu. – Pausa. – Tchau. – Ele disse colocando o celular no sofá. – Ele deixou. – Abri um sorriso que foi retribuído no mesmo segundo e não seu se ficamos nos olhando por minutos ou segundos porque é como se o mundo tivesse parado apenas com olhares.

- Ah que bom então. – A Carla disse pra quebra o gelo. – Roberta me empresta uma roupa de dormir? – A Carla me perguntou.

- Claro. – Respondi.

- Boa noite. – O Diego disse.

- Boa noite. – Eu e a Carla respondemos juntas subindo as escadas.

Quando chegamos ao meu quarto…

- Aiai, o amor é ou não é lindo. – A Carla disse.

- Carla para de onda. – Disse.

- Não sou surfista. – Ela respondeu.

- E nem tolinha. – Disse.

- Ok, mas o lance da camisola é sério. – Ela disse.

- Mas eu acho que tem uma sua aqui. – Disse.

- Ah então pega. – Ela disse.

- Folgada você hein. – Disse indo pegar a camisola. – Toma – Disse jogando a camisola na cara dela.

Camisola da Carla:

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- Valeu Roberta. – Ela disse tem tom de ironia.

E aproveitei pra pegar meu pijama:

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A Carla foi ao banheiro, tomou banho e voltou com sua camisola, depois fui e tomei um banho e coloquei meu pijama. E liguei o ar condicionado, mas a Carla pediu pra abaixar porque se não ela acorda gripada.

Continua…