O Destino do Amor

8 Capítulo 8 - Entrega


Notas iniciais
Não sei o que dizer senão: espero que tenha ficado bom. Mas isso, só vocês poderão me responder.

O casamento foi exatamente como os pais de Annie, o Duque e toda a sociedade local esperava que fosse. Pomposo, organizado, requintado, e cumpriu a função de mostrar a todos que agora, a família Carter estava intima e definitivamente unida aos Hawkins. O Conde quase não conseguia se conter de tanta satisfação. Era agora, genro do futuro Duque de Hawkins.

O Duque atual, por sua vez, estava satisfeito com o comportamento do filho. Com suas atitudes que demonstravam a mente aguçada e bem estruturada de um membro dos Hawkins. Os olhos e atenção do homem grisalho, em momento algum estiveram voltados para a noiva. Não lhe interessava nada da garota, exceto que fosse capaz de lhe dar netos saudáveis que seguiriam a linhagem da família.

O acordo firmado pelo noivo e pela noiva, sem o conhecimento da família de ambos, havia sido redigido pelo secretário particular de Jon, poucos dias antes do casamento. Ele o apresentaria para a jovem no dia seguinte. Seria talvez a garantia que ela poderia esperar para se manter mais tranquila quanto a palavra dele.

A festa, na residência oficial do Duque de Hawkins, se prolongou pelo dia todo. Contou com a presença de amigos, de parentes, de sócios, e como não poderia deixar de ser, de curiosos também. Peter, como filho do sócio de Sir Carter, da mesma forma que todos, desejou se aproximar do casal e parabeniza-los, mas só conseguiu fazer isso acompanhado pelo pai. Ele sabia que Jon não provocaria uma briga ali, na recepção de seu casamento, porém, queria assegurar-se de que Annie não pagaria depois por sua afronta.

Jon o recebeu com cortesia e um falso sorriso. Os olhos escuros brilhavam ainda mantendo raiva contida. Já Annie, depois da conversa rápida no parque, mal conseguia sustentar seu olhar. O rosto feminino não escondia a tristeza que a garota sentia. A mesma tristeza que o belo rapaz de olhos azuis sentia por ela e por si mesmo.

Muitos cumprimentos se sucederam, as formalidades foram cumpridas uma a uma. Inclusive a dança do casal. Annie não esperava por ela. Acreditou que Jon não se importaria em realizar esse protocolo, já que ele nem se dignara a cortar os cabelos para a cerimônia. Porém, se enganou. Seu esposo estava mais do que pronto a desempenhar o papel de marido perfeito. Aquele que permanece ao lado da noiva. Aquele que agrada a noiva. Aquele que dança com a noiva. Entretanto, ela sabia que não era apenas isso. Jon não se afastaria, pois jamais permitiria que Peter lhe falasse a sós novamente. E agradecia aos céus por ele não ter conhecimento da conversa no parque, pois poderia tirar conclusões erradas.

Mesmo que Jon não merecesse sua consideração, ela sabia como lhe cabia agir, se estava comprometida com ele, deveria cumprir suas funções de forma adequada e correta. Exatamente como um dia sua mãe fizera.

As horas passavam com uma lentidão assustadora. Annie não aguentava mais estar ali, sentada, ouvindo conversas cansativas sobre negócios. Sobre futilidades, mas especialmente sobre a sorte que tivera em casar com o futuro Duque. Nesses momentos ela tinha vontade de gritar diante da hipocrisia das pessoas. Todos, todos que ela conhecia, falavam mal de Jon pelas costas, e agora, estavam ali, a bajulá-lo como se o considerassem o homem mais correto da face da terra.

Por isso, não via a hora de escapar, mas ao mesmo tempo, temia o momento em que seu noivo dissesse:

— Vamos embora? — Jon materializou a pergunta próximo ao ouvido dela, quando o círculo de pessoas em torno deles reduziu consideravelmente.

Assustada, não soube o que responder. Na verdade duvidava que ele aceitasse outra resposta que não fosse positiva. Encarou os olhos escuros bem próximos. Ele sorriu de leve. Não podia negar, mesmo que fosse apenas enganação, Hawkins se portara como um verdadeiro cavalheiro o dia todo.

— Já falei com Hilda e Andrew, eles organizaram a carruagem para nós. Está na lateral da casa. – ele continuou falando entre um sorriso e outro. – Já ficamos tempo suficiente, ninguém estranhará nossa ausência.

A noiva sentiu um arrepio cruzar-lhe o corpo diante do modo como ele lhe falava. Ela sabia o que aconteceria quando estivessem a sós. Mas, se recusara a pensar nisso até aquele momento.

— Se o senhor quiser... – disse por fim. Gostaria de dizer não. Mas, era impossível. Já estava definitivamente casada. Completamente comprometida com o quer que essa palavra “casamento” incluísse.

— Vamos caminhar então...

Ele segurou o braço feminino e a conduziu lentamente pelo salão, como quem simplesmente passeia. Mas, assim que atingiu uma porta em especial, se embrenhou por ela trazendo Annie consigo. Em poucos minutos eles estavam sentados na carruagem dele, seguindo para a casa deles.

Um silêncio constrangedor de repente desabou sobre os dois. Annie não sabia o que dizer, e Jon estava estranhamente taciturno. Olhando pela janela, ele encarava as ruas vazias como se estivesse distante dali. Com o pensamento perdido em algo ou alguém.

Annie sentiu uma ponta de curiosidade pelo que se passava na mente de seu... marido. Mas nada perguntou. Continuou calada até que eles finalmente ingressaram na casa que ela já conhecia.

Apesar de vazia, a residência estava completamente iluminada por velas. E a jovem constatou que em qualquer horário do dia, ou da noite, aquela residência era encantadora.

Jon vinha logo atrás dela, ainda silencioso. E isso a assustava. Seu coração batia acelerado e retumbante. Todos os sentidos aumentados na expectativa do que aconteceria. Nunca estivera sozinha com ele, nem mesmo criados parecia haver ali. Olhou em volta. Para onde correr? Para quem correr? Seu marido poderia fazer o que desejasse com ela...

— Os baús foram colocados no seu quarto. – ele falou provocando um sobressalto na mulher poucos passos a sua frente.

Annie se voltou e percebeu que o marido a observava detidamente. Deu um passo para trás. Jon parecia assustador, daquele jeito, sob as luzes das velas. Os olhos pareciam mais escuros, a boca carnuda expressava um leve sorriso.

— Gostaria de ver o meu quarto... – ela disse mais baixo do que queria.

— Você já sabe onde fica. – ele rebateu estendendo a mão, indicando a escada.

Se aquela era uma boa ideia ou não, ela definitivamente não sabia. Mas, gostaria de prolongar aquele momento o máximo que pudesse. Com todos os subterfúgios que conseguisse. Subiu a longa escada e ingressou no corredor, também iluminado por velas. Havia flores sobre as mesas até a porta do quarto dela.

— Permita-me...- ele pediu, passando diante dela e girando a maçaneta.

O quarto estava do jeito que imaginara que ficaria. Todos os seus pedidos foram atendidos. As cortinas, o tapete, a colcha, as almofadas. Na mesa redonda, perto da lareira, rosas vermelhas enfeitavam um vaso vitoriano.

— O que acha? – ele perguntou curioso. Estava usufruindo de cada sorriso, de cada olhar encantado, de cada gesto de alegria. Mas queria ouvir dos lábios dela.

— Está perfeito! Do jeito que imaginei! — Annie respondeu sorrindo — Hilda é mesmo muito eficiente.

E foi aí que Jon se sentiu mal. Hilda lhe dissera tudo o que conversara com Annie, mas fora ele quem providenciara cada detalhe. Observara os empregados e determinara o que deveria ser feito. Engoliu a decepção em seco enquanto sua esposa caminhava pelo quarto.

— Obrigada! – ela disse de repente encarando-o.

Ele sorriu de lado. Nunca imaginara que um agradecimento sincero pudesse aquecer seu coração. Mas era fato. Ele se sentia aquecido em poder agradá-la e em poder receber sua gratidão.

Annie se calou, desviou os olhos, de repente pareceu encabulada. Ele não disse nada. Ficou parado no mesmo lugar, com as mãos atrás do corpo.

O que ele espera? Ela se perguntava. Por que não vai para o quarto dele? Será que espera que eu me dispa aqui? Diante dele? Isso nunca vai acontecer! Com o canto do olho tentou ver o que Jon fazia, ele permanecia parado, na mesma posição. Como se realmente esperasse por algo.

De repente a voz masculina surgiu, era pouco mais do que um sussurro:

— Você está com medo de mim?

Ela ergueu o rosto e sentiu o corpo estremecer. Na verdade não era medo. Era uma sensação esquisita que fazia todo o seu corpo arrepiar e estremecer.

Ele continuou:

— Já lhe disse que não sou nenhum monstro.

— Eu sei... – ela queria acreditar. Mas não conseguia evitar aquele sentimento, aquele pavor pelo desconhecido.

Jon deu um passo em sua direção e ela desejou sair correndo. Porém, sentia como se seus pés estivessem presos ao chão. Fechou os olhos por um segundo se agarrando ao restante de força que acreditava ainda haver dentro dela.

Annie estava imóvel, com os olhos fechados e as mãos caídas ao longo do corpo. Parecia se entregar para ser sacrificada. Pela primeira vez ele se sentiu estranhamente confuso. Nunca em sua vida uma mulher se colocara assim diante dele. Como se não tivesse opção.

É um casamento arranjado! Por Deus! Ele disse a si mesmo. O que estava pensando? Que Annie se entregaria a ele por amor?

Amor?

Não havia amor naquele compromisso. Apenas interesses. O interesse dele em ter um filho. O interesse do Duque em ver o filho casado com uma moça de “família”. O interesse da família dela em casar a filha com um homem que lhes trouxesse mais influência social.

E Annie? Annie estava apaixonada por outro homem...

Ele finalmente parou diante dela e todos os questionamentos e receios se foram. Queria aquela mulher. Queria que fosse sua. Ergueu a mão e afagou o queixo dela. A pele feminina estava fria, a garota estremeceu sob seu toque quente e abriu os olhos.

Jon estava muito, muito perto dela. A mão quente ainda afagava seu queixo. Os olhos escuros parcialmente escondidos pela penumbra que os cachos longos produziam pareciam brilhar. A boca dele estava aberta e Annie podia sentir em toda a intensidade o aroma de verão e charuto preenchendo seus sentidos. Como um analgésico, um alucinógeno, um quente e desvairado torpor.

O rosto feminino ficava cada vez mais próximo, sua mão passou pelo pescoço e se alojou na nuca, abaixo do véu. Os cabelos de Annie eram macios e sedosos. Fechou os olhos e finalmente tocou os lábios dela com os seus. Aquele era provavelmente o primeiro beijo da garota, por isso ele se controlava, e evitava a urgência que seu corpo exigia.

A umidade daqueles lábios grossos contra os seus aceleraram as emoções conflitantes que já brigavam dentro dela. Sem perceber ergueu as mãos e as espalmou no peito de Jon, sentindo contra suas palmas o coração dele batendo acelerado e retumbante. Ele se moveu, unindo o corpo dos dois, apertando a cintura dela com a outra mão.

Assustada Annie tentou se afastar, mas a resposta que obteve foi a intensificação do beijo. Os lábios dele se moviam sobre os seus com mais urgência. Ela não sabia o que fazer. Mas, estranhamente, seus pensamentos começavam a sumir... se confundir... se perder num turbilhão de sensações.

O corpo dela era delicado, esbelto, o pescoço fino, os cabelos sedosos, a pele macia e com gosto de frutas maduras. Ele desceu os lábios pela lateral do pescoço até atingir o ombro nu. Annie estremeceu e agarrou-se a lapela da casaca dele. Sem pressa Jon começou a desabotoar o vestido. Mas parou ao ser surpreendido pelas mãos dela a se enroscarem em seus cabelos.

Recuou um pouco para olhar o rosto feminino, de olhos fechados Annie custou a compreender que ele se afastara. E quando o observou ele pode ver que fisicamente, ela não lhe era indiferente. Sorriu abertamente, sentindo o peito inflar com uma emoção qualquer, e desconhecida.

Ele estava sorrindo? O que aquele sorriso queria dizer? Annie se perguntou, mas não teve tempo de pensar na resposta. Jon voltou a beijá-la com a mesma intensidade de antes. As mãos já não pareciam tranquilas e ponderadas. Elas se moviam em suas costas apertando-a contra ele.

Os cabelos dele eram fartos, sedosos, e roçavam a pele dela provocando arrepios. Nesse momento Annie agradeceu por não terem sido cortados. Inconscientemente, embrenhou os dedos naquele mato castanho enrolando-os e aproximando o rosto do marido do seu.

De repente o vestido se soltou, caiu por seus ombros, aquele talvez fosse o momento em que ela ainda poderia parar aquilo tudo. Mas não tinha forças para isso. Seu corpo todo se movia automaticamente, como se tivesse vida própria. Jon afagou um dos seios, brincou com o mamilo e ela gemeu.

Um gemido forte ecoou perto do ouvido dele e teve o poder de desarma-lo completamente. Os medos de não conseguir satisfaze-la se foram. Descendo os lábios pelo peito abocanhou um dos seios. Annie era magra, mas tinha seios fartos, arredondados e macios.

Suas pernas fraquejavam, havia uma dor pulsante no baixo ventre, e respirar parecia a tarefa mais complicada do mundo. Aquilo era estar com um homem? Não importava se ela o amava ou não. Seu corpo o aceitava prazerosamente.

Jon de repente se afastou, e com cuidado puxou o vestido pelos braços dela, deixando-a apenas com a fina e transparente roupa de baixo. Mas, ele ainda estava vestido, algo que ela descobriria, era a coisa mais simples de se desfazer. Ele puxou a própria gravata, abriu o colarinho e começou a se despir diante dela. O corpo masculino era muito branco, atlético e firme.

Talvez aquela imagem a assustasse se ele tivesse começado assim, mas agora, tudo parecia normal. Ver seu marido despir-se, e mostrar-se inteiramente para ela era como um complemento para tudo o que eles estiveram fazendo até aquele momento.

Mas havia mais.

Jon não se preocupou em ficar completamente nu, a camisa ainda não escapara pelos braços, as pernas ainda estavam vestidas, mas já estava descalço. Em duas passadas chegou perto dela novamente. Olhando-a firme, como no dia em que se conheceram. Como se tivesse o poder de desnuda-la com os olhos.

Deste momento em diante, Annie perdeu todo e qualquer senso de racionalidade e apenas permitiu que seu corpo aproveitasse as sensações que o invadiam através dos beijos, dos toques e das carícias feitas por seu marido.

O tecido fino da roupa de baixo era a última barreira real que o separava da pele dela. E em poucos movimentos Jon o retirou. Deixando a mostra o que Annie escondia de todas as outras pessoas. Sua esposa vestia apenas as meias três quartos que ele só afastaria quando estivesse mais acomodado.

Num movimento rápido a ergueu em seus braços, e caminhou até a cama. Annie não demonstrou qualquer reação contrária, pelo contrário, agarrou-se ao pescoço dele e aceitou seus lábios quando a beijou antes de alojá-la sobre o enorme colchão.

O corpo masculino se acomodou ao lado dela, antes que as mãos experientes começassem a puxar as meias para baixo. Lenta, e sedutoramente Jon a beijava quando Annie sentiu um leve toque entre as pernas. Um sobressalto a fez empurrar o rosto do marido.

Jon a observou de forma serena, com o mesmo brilho nos olhos.

— Você vai gostar... – ele sussurrou. – Não vou machucá-la... prometo...

A mão voltou a subir por entre as coxas dela, lentamente. Deixando um rastro de calor por onde passavam. Ele não retomou o beijo, permaneceu perto, encarando-a, olhos nos olhos. Queria ver, queria saber, queria sentir como ela se sentiria. Como reagiria.

Ela apertou levemente as pernas, mesmo assim, ele continuou a acariciar a pele sedosa entre coxas numa insistência delicada, até atingir a área mais quente e úmida. Seu corpo latejava, suas pernas latejavam, havia uma sensação gostosa de dor e formigamento no baixo ventre, mas nada, nada, absolutamente nada que ela sentira até aquele instante se comparava a estupenda explosão de vibrações que a atingiram como um raio.

O gemido alto escapou dos lábios femininos. Annie fechou os olhos e ele sorriu antes de voltar a beijá-la e ser trancafiado entre os braços dela. Seus corpos se esfregaram enquanto ele ainda mantinha os dedos no espaço apertado e quente, dentro dela.

Você vai gostar... você vai gostar... você vai... gostar... ela dizia para si mesma quando uma onda de prazer a sacudiu.

Sua esposa estava pronta, ele pensou enquanto via no rosto dela os sinais do primeiro orgasmo de sua vida. Alguns segundos se passaram, e ela finalmente abriu os olhos e o observou, havia um leve sorriso nos lábios bonitos.

— Prometi que não ia machuca-la... – ele falou se aproximando um pouco, apoiando o cotovelo no colchão, para poder observa-la melhor – Mas, esta é sua primeira vez... não há como evitar...

— Vai doer... eu sei... – ela disse surpreendendo-o – Já me disseram...

Mas não haviam dito que antes da dor, havia tanta, tanta, tanta... felicidade. Sim, ela não sabia que outro nome dar para o que estava sentindo. Que não fosse esse. Felicidade.

— Mas lhe garanto, que será apenas desta vez...

Não fazia diferença. Nada, dor nenhuma poderia apagar o que estava sentindo.

Jon se aproximou, tocou os lábios dela com os seus, as carícias recomeçaram, e a medida que se intensificavam as sensações voltavam com força. Ele a encaixou entre suas pernas. Moveu o dedo lentamente, produzindo uma onda de calor, ela gemeu, e de repente sentiu algo maior, mais firme e mais contundente. Jon desceu a boca pelo pescoço dela e sugou um mamilo enquanto introduzia lenta e gradativamente seu pênis pela abertura estreita.

O corpo todo doía, respirar se transformara numa tarefa complicada. Mas, precisava ser paciente e ir com calma. De repente encontrou, a prova da virgindade dela. Não havia forma fácil de fazer isso, arremeteu de uma única vez. Annie gritou sob seu corpo, apertando seus braços com força. Ele se moveu dentro dela, uma, duas, três, a cabeça parou de funcionar, seus lábios buscaram os de Annie enquanto ele continuava a arremeter. Os braços dela enrolaram seu tronco colando o peito feminino no dele.

Ele parou de se mover, gemeu alto sentindo seu corpo se aliviar, mas não conseguiu se separar dela, continuou a beijá-la e acaricia-la até que seus braços não tivessem mais condições de conter o peso dos dois.

Caiu sobre o corpo de Annie, com o rosto escondido entre os fios loiros que se soltavam do coque dela. Ela silenciou, apenas movia uma das mãos de encontro aos cachos dele enquanto tentava respirar e compreender como chegara até ali.

Notas finais
Não sei se poderei postar amanhã. Conto com a paciência de vocês. BJ e Obrigada a todas que estão acompanhando.