O Destino Ficou Contra Nós
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Heriberto faz o selinho se transforma em um beijo cheio de desejo e amor, eles vão se despindo até que ficam nus, Heriberto troca a boca de sua amada pelos ombros e pescoço dela, assim vai descendo os beijos até os seios delas, onde ele beija, chupa, lambe e mordisca um de cada vez, assim que se delícia dos seios de sua amada ele vai baixando seus beijos para o ventre dela até chega na intimidade da mesma, aonde ele afasta as pernas dela uma da outra e abaixa sua cabeça e começa a beijar, chupar e lamber o clitóris da mesma com maestria, Victória gemia de tanto prazer que sentia, Heriberto levava sua amada ao céu e ao inferno ao mesmo tempo, ele intensifica ainda mais as chupadas e lambidas, levando sua amada a um orgasmo maravilho.
Victória: (olhos fechados) Ohhhh... Heribertoooooooo... Ahhhhhhhh...
Heriberto suga todo liquido que sua amada liberou, a boca dele vai de encontro com a boca dela, onde ele da alguns selinhos.
Heriberto: Como pode (selinho) ser tão deliciosa (selinho) meu amor.
Victória: (abre os olhos) Você também é delicioso meu amor (morde o lábio inferior dele e da uma leve puxada até solta).
Heriberto: Sou é (fazendo ela fica por cima dele)?
Victória: Sim (selinho). É tão delicioso que vou me deliciar agora (sussurra no ouvido dele).
Victória lambe a orelha de seu amado e começa a beijar o pescoço e ombros dele, fazendo o mesmo gemer de excitação. Ela continua a fazer seu rastro de beijos, ela desce para o peitoral e logo para a barriga até chegar à ereção dele que estava dura do jeito que sua amada tanto gosta, ela beija a ponta da ereção e com uma de suas mãos ela começa a masturbá-lo, assim da algumas lambidas na ereção dele e logo em seguida abocanha a ereção dele e começa a chupá-lo com maestria, Heriberto fecha seus olhos com tanto prazer que sua amada estava proporcionando a ele, o mesmo segurava o cabelo de sua amada em forma de rabo de cavalo com uma de suas mãos e a ajudava com os movimentos, assim em poucos minutos Heriberto chega a um orgasmo maravilhoso, fazendo com que sua esposa engoliu-se todo seu gozo.
Heriberto: Ahhhh... Victóriaaaaaaa... Ohhh...
A boca de Victória vai de encontro com a boca de seu amado e deposita um selinho.
Victória: Gostou (se senta sobre ele)?
Heriberto: (abre os olhos) Sim... Como sempre você me levou a loucura (segura a mesma pela cintura e há ergue um pouco e a penetrando devagar). Ohhh gostosa.
Victória: Ahhh Delícia. Vai meu gostosão me ame como queira (fecha os olhos ao sentir ele a penetrando com força e rapidez), Ohhhhh.
Heriberto apertava as coxas de sua amada com força enquanto a mesma estava com as mãos apoiadas em seu peito, cavalgando como uma amazona, ela gemia descontroladamente, deixando Heriberto ainda mais excitado, ele distribui alguns tapas nas coxas e no bumbum da mesma a levando a loucura, fazendo com que cavalgasse ainda mais rápido fazendo assim com que os dois chegassem juntos a um orgasmo maravilhoso.
Heriberto: Victóriiiiaaaaaa... Ohhh...
Victória: Heribertoooooo... Ohhh (cai sobre ele).
Heriberto: Foi maravilhoso (ofegante) meu amor.
Victória: Com certeza foi (ofegante) meu bumbum e minhas coxas sentiram isso também (séria).
Heriberto: Machuquei-te? Bati muito forte (preocupado)?
Victória: (começa a rir) Não meu amor, amo quando você liberta esse Heriberto selvagem que só eu conheço (selinho). Amo-te (selinho demorado).
Heriberto: Amo-te mais (selinho). Um banho agora?
Victória: Sim.
Victória sai de cima do seu se amado e ambos se levantam e vão ao banheiro, onde tomam banho entre beijos e caricias, assim que terminam, se secam, colocam suas roupas de dormi e se deitam na cama, Victória coloca sua cabeça sobre o peito de seu amado e em pouco tempo eles já estavam dormindo.
Assim se passa um mês e meio e Henrique Mendonça estava chegando às empresas Sán Román quando encontra Luz Clarita no elevador, a mesma tinha acabado de entrar e antes que a porta se fechasse ele entra, e ela se vira e o olha nos olhos.
Luz: Bom... Bom dia Henrique (fica nervosa e sorri).
Henrique: Bom dia Luz (a porta se fecha e ele se aproxima e da um selinho na mesma). Como vai?
Luz: É... É bem, estou bem e você?
Henrique: Bem (encosta o corpo dele no dela). Mais vou fica melhor agora (sorri malicioso).
Luz: (sente a mão dele erguendo a mini saia dela e ele colocando as pontas dos dedos dele em sua intimidade sobre a calcinha) O... O que vai fazer (sente-o fazendo movimentos circulares em sua intimidade)?
Henrique: Relaxe, (com a outra mão ele trava o elevador) e sinta o prazer que quero te dar.
Ele intensifica os estímulos enquanto beija o pescoço da mesma, fazendo com que a mesma em poucos instantes chegasse a um orgasmo maravilhoso, o primeiro de sua vida.
Luz: Ohhhhh Céééuuussss...
Passa alguns segundos ele destrava o elevador e a ajuda a se recompor.
Luz: Porque faz isso comigo? Faz mais de um mês que sempre fica me provocando, me deixando assim (pausa) querendo mais de ti e hoje dentro desse elevador me fez gozar (fala baixa a última palavra).
Henrique: Porque te quero, porque te necessito (selinho). E você será minha, só minha (aperta o bumbum dela com uma de suas mãos, assim o elevador se abre).
Luz: Papai (olha para seu pai que os olhava sério e com uma de suas sobrancelhas levantadas).
Henrique: (se vira e olha para o seu amigo) Bom dia Frederico.
Frederico: Bom dia Henrique. Bom dia filha (eles saem do elevador).
Luz: Bom dia (nervosa).
Frederico: Trouxe o documento que te pedi filha?
Luz: Sim (abre a bolsa e tira uma pasta e entrega para o seu pai). É esse?
Frederico: (abre a pasta e verifica) É sim, obrigado (sorri para mesma).
Luz: Por nada.
Frederico: Aqui está o documento que me pediu Henrique (entrega para o amigo).
Henrique: (pega a pasta) Obrigado. Eu vou levar levá-lo até minha empresa para ler melhor e depois entro em contato contigo (eles dão um aperto de mão). Até amigo.
Frederico: Até.
Henrique: (aperta o botão do elevador e a porta se abre) Vem junto Luz?
Luz: A... A não tenho uma conversa pendente com meu pai.
Frederico: Temos?
Luz: Sim temos. Tchau Henrique (vai para a sala do pai sem deixa Henrique responder).
Henrique entra no elevador aperta o botão térreo e desce e vai para sua empresa e Frederico vai até sua sala.
Sala de Frederico
Frederico: (entra e fecha a porta) O que houve filha?
Luz: (abraça seu pai) Papai eu estou com medo dos meus sentimentos.
Frederico: Como assim filha (corresponde o abraço)?
Luz: Desde que conheci o seu amigo Henrique ele vem perturbando meus sentidos (começa a chorar). Eu estou apaixonada por ele papai mais ele é muito mais velho do que eu e tenho medo que se acontecer de me relacionar com ele o senhor não aceitar (desfaz do abraço, se afasta e se vira de costas para seu pai).
Frederico: Luz Clarita olha pra mim filha.
Luz: (se vira e o olha nos olhos) Desculpa não queria que isso tivesse acontecido.
Frederico: Ninguém manda no coração filha. Henrique já me falou sobre as intenções dele contigo, ele me disse que são as mais sérias possíveis. E que só está esperando ter certeza que você também o queira (segura as mãos de sua filha). Não serei contra o relacionamento de vocês, pelo contrário se vocês se relacionarem darei todo meu apoio e permissão, mais saiba que se ele ferir seu coração ele está ferrado, pois não deixarei ninguém machucar minha princesa (sorri e da um beijo na testa de sua filha).
Luz: Obrigada papai (abraça o mesmo com muita força) te amo muito.
Frederico: Eu te amo mais. Agora para faculdade mocinha.
Luz: Sim senhor. Tchau (da um beijo na bochecha do mesmo).
Frederico: Tchau (ela sai e ele começa a trabalhar).
Assim se passam as horas e toda a família Sán Román e amigos estavam reunidos na mansão da Regy e Geraldo, para um jantar em família. Por algum momento de cansaço e noites sem dormi Regy acabou convidando sua tia avó Carmem sem querer, é claro que a mesma não ia desconvidar, pois não queria brigas com sua tia avó.
Mansão da Regy e Geraldo
Família e Amigos se encontravam na sala de estar conversando animadamente, até Carmem estava conversando com seus sobrinhos netos animadamente. Já Regy, Alba, Victória, Maria e Cristina estavam em um sofá afastado dos demais conversando.
Regy: Perdoem-me por ter convidado a tia Carmem para o jantar, mais ando tão cansada e com sono acumulado que na hora nem tinha reparado que tinha convidado ela.
Victória: Fique tranqüila filha. Até que ela está se divertindo hoje, conversando com seus irmãos e primos.
Maria: É só não da à louca nela Regy, resto tudo tranqüilo.
Cristina: Como assim da à louca nela? Ela já é louca há muitos anos.
Alba: Meu Deus, por favor, seque o veneno que está escorrendo no canto da boca de vocês (ri).
Elas continuam a conversar até que os jovens da família e amigos pedem a atenção de todos. Assim anunciam que todos estão noivos. Ângelo de Alma, Greco de Estrela, Thomas de Lupita, Cruz de Fernanda, Max de Renata. Cada casal teve seu momento especial para que acontecesse o pedido de casamentos, mais claro todos decidiram anunciar todos juntos, Henrique que também estava presente decide pedir Luz Clarita em namoro.
Henrique: Regy gostaria da sua permissão para fazer um pedido a Luz Clarita. Será que posso?
Regy: Deve (sorri e da uma pescadinha para ele).
Henrique: (se aproxima de Luz e segura uma das mãos dela) Luz Clarita desde momento em que te vi me encantei por ti, me apaixonei. E desde então tenho uma vontade imensa em ficar mais tempo perto de ti. Luz Clarita aceita namorar comigo (sorri apaixonado)?
Luz o olhava fixamente para Henrique mais antes de responder ela procura seu pai com o olhar e assim que o vê, ele faz sinal com a cabeça que sim e a mesma volta a olhar para Henrique.
Luz: (Emocionada) Sim. Sim eu aceito namorar com você Henrique (sorri apaixonada).
Henrique de imediato a abraça e da um beijo em sua amada, que o corresponde de imediato, eles se esquecem de todos que estavam os observando até que Regy se manifesta.
Regy: Ei... Ei vocês dois, vão para algum lugar mais reservado, por favor.
Luz: (termina o beijo com selinhos) Regy sua louca.
Estrela: Única louca aqui é a tia Carmem.
Fernanda: Estrela sua louca, pare com isso.
Carmem: Respeitem-me suas... Suas...
Regy: Suas lindas (todos riem). Admita tia apesar de ser chata de galocha a senhora ama muito a gente.
Carmem: Vocês são muito convencidas.
Alba: E você insuportável.
Estrela: Começou os insultos que gosto (ri).
Heitor: Só você maninha? Acho que a família inteira gosta.
Regy: Vamos jantar antes de aconteça um briga de verdade.
Assim todos se reúnem na sala de jantar, onde jantam entre brincadeiras, risos, troca de farpas entre Alba e Carmem. Passa algum tempo até que o jantar termina e todos voltam para a sala de estar e continuam a conversar e as mamães amamentando seus pequenos, já Alba estava sentando em um sofá ao lado do Dr. Rubéns, onde os mesmos estavam conversando tranquilamente quando Rubéns pergunta para a mesma sobre um acontecimento do passado.
Dr. Rubéns: Alba o que aconteceu para você ter entregado seus três filhos para seu irmão César cuidar?
Alba: (o olha sem entender) Como? Três filhos? Mais eu só tive um Rubéns e ainda nasceu morto.
Dr. Rubéns: Não Alba, você não teve um filho e que tenha nascido morto. Eu fiz a sua cesárea, a primeira que fiz como médico formado, eu tirei três meninos de dentro do seu ventre, como você tinha desmaiado não conseguiu ver o nascimento deles.
Alba: Meu Deus (chorando). Carmem disse-me que era um e tinha nascido morto.
Dr. Rubéns: O que nasceu morto foi da esposa do seu irmão César e da sua cunhada Ester. Ele nasceu na mesma hora que os seus trigêmeos.
Alba: Santo Deus. Carmem e Ester me enganaram. Meu falecido esposo Evandro morreu sem saber que tivemos três filhos.
Dr. Rubéns: Na verdade ele sabia, ele pegou todos no colo na sala de parto.
Alba: (chora mais forte) Ele, minha irmã e minha cunhada tiraram de mim a alegria de ser chamada de mamãe todos esses anos, me tiraram o prazer de amamentá-los (se levanta).
Dr. Rubéns: Aonde vai (se levanta e fica do lado dela)?
Alba: Vou tirar essa história a limpo (vai até onde Carmem estava).
Carmem estava de pé conversando com seus três sobrinhos, até que Alba chega e a chama.
Alba: Carmem?
Carmem: (se vira) Sim?
Alba: Sua maldita (da um tapa no rosto da irmã).
Carmem: O que deu em você? Porque me bateu?
Alba: Bati-te por ter mentido para mim, para o nosso irmão César e para os seus três sobrinhos (da outro tapa).
Estevão, Heriberto e Frederico as observavam sem entender assim como os demais.
Carmem: Esqueci que o inútil do seu falecido marido esqueceu-se de calar Dr. Rubéns (olhar sínico). Mais agora você já está sabendo da verdade não é mesmo (irônica). Perdeu todos os momentos porque era a tia e não a mãe. Que triste, mereceu tudo que eu fiz contigo, mereceu por ter sido sempre enganada pelo safado do seu marido, mereceu que a Ester tenha pegada seus três filhos para criar, educar e enganar o trouxa do César (gargalhada).
Estevão: Da para explicarem do que vocês estão falando (nervoso)?
Heriberto: Tia Carmem a senhora quer dizer que não somos filhos que quem achamos que somos (mais nervoso do que os demais)?
Frederico: (irritado) Fala logo sua velha louca (grita).
Carmem: (se vira para eles e olha cada um) Vocês três são filhos da Alba com o miserável do Evandro, aquele maldito infeliz, que preferiu se casar com ela do que comigo que sempre o amei, ele só me enganou.
Frederico: (se aproxima dela) Como pode fazer isso com a gente? Como pode ser tão miserável e invejosa? Como?
Carmem: Porque Alba sempre teve tudo, sempre foi a mais bonita, mais sorridente, brincalhona, sempre teve todos os homens aos seus pés, sempre tirava tudo de mim, então me vinguei tirando você e seus irmãos dela.
Frederico: Sua desgraçada (levanta a mão para bater nela).
Alba: (segura à mão do filho) Não filho, por favor, não faça isso (olha nos olhos furiosos de Frederico).
Heriberto: Abaixe a mão Frederico.
Estevão: Não cometa essa loucura.
Frederico: Se a senhora fosse um homem, pode ter certeza que eu bateria (abaixa a mão que continuava sendo segurada por Alba).
Carmem: Ai, ai. Vou deixa vocês curtindo o momento familiar (ironiza e pega sua bolsa e vai embora).
Frederico tira sua mão da mão de sua mãe e se afasta dela, se juntando aos irmãos que estavam em silêncio assim como os demais, até que Geraldo se aproxima de Alba.
Geraldo: Você está bem Alba? Está pálida?
Alba: Sim (pausa) bem eu não sei. É muita coisa pra minha cabeça (olha para os três filhos que continuava em silêncio).
Netos de Alba se aproximaram da mesma.
Estrela: Vovó?
Alba: (olha para onde veio a voz, e viu todos seus netos juntos) Meus amores (emocionada).
Fernanda: Não chora mais não.
Luz: Não queremos ver a senhora chorando.
Heitor: Queremos ver a senhora sorrindo como sempre.
Ângelo: Queremos a senhora puxando nossa orelha como sempre.
Thomas: Queremos a senhora sempre nos motivando a sermos melhores do que podemos ser.
Max: Queremos que a senhora sempre nos diga qual o melhor caminho a se seguir. Queremos a senhora sempre com a gente, mais agora como nossa avó (todos sorriem emocionados para ela).
Regy: Queremos que a senhora sempre faça as comidas maravilhosas que amamos muito (todos riem, e Irmãos Sán Román só olhando). Gente nós temos uma avó linda, que nos ama, que sempre quer nosso bem, que sempre está com a gente em todos os momentos. Ahhhhh (grita e vai até Alba e a abraça assim como os irmãos e primos se aproximam e abraçam-nas).
Alba: Obrigada meus amores, minhas vidas (chorava de emoção, assim desfaz do mega abraço). Obrigada de coração (sorri e sente uma tontura e acaba desmaiando e Geraldo a segura).
E, F e H: Mamãe...
Fale com o autor