O Destino

64 Noite de núpcias


Notas iniciais
Agradeçam também a senhora Daiandra, a escritora saliente do fandom por esse capítulo super envolvente escrito por ela, desfrutem!

Emperatriz nem conseguia acreditar que finalmente estavam juntos novamente, sozinhos e agora casados. Seus dedos tremiam em anseios enquanto Alejandro abria as portas do lugar. Fazendo como se deve, ele a agarrou nos braços e entrou suíte a dentro. Os olhos de Triz eram duas esmeraldas de tão brilhantes. Nem em mil anos poderia ter imaginado tamanha dedicação de seu amado para com isso.

Largando-a no chão, Alejandro não hesitou em posiciona-la de costas para ele, caminhando as suas costas.

—Ale... é lindo, meu amor.

Os olhos de Emperatriz viajavam pelo quarto, contemplando a beleza daquele lugar. As Janelas de vidro, dando visão para a linda noite, a cama carregada de pétalas de rosas, o amor soando no vento a espera da entrega de ambos.

E Assim foi. Os dedos de Alejandro abriram com familiaridade o tecido colado a pele de sua amada. Mal podia acreditar que ela estava ali, vestida de noiva, com a aliança no dedo, sendo agora a Senhora Miranda. Era um sonho e Alejandro não queria acordar nunca mais.

As mãos de Alejandro não demoraram a despir completamente sua amada. A Necessidade rugia no corpo de ambos, e Emperatriz, tomada em desejos, não demorou a começar a tirar o terno do amado. Aquela noite era surreal. Mãos nervosas despiam-se ansiosas e Alejandro não conteve um ofegar quando encontrou as meias 7/8 de Empertariz com a ponta dos dedos. Mesmo relutante, ele afastou-se para contemplar tamanha beldade. As meias, a calcinha branca e minúscula, os seios livres... a perdição de Alejandro.

—Pensei que você fosse gostar... -diz ela caminhando novamente até ele. Seus braços rodeiam o pescoço de Alejandro com força, puxando-o para si.

—Senhora Miranda, estás divina.

Uma boca encontra-se com a outra, furiosa, em uma nuvem de desejo. Imediatamente, Alejandro direciona Emperatriz para a cama, deitando-a e cobrindo seu corpo com o dele.

Suas peles tardam em simples carícias. Bocas sedentas, procurando pele desfrutando da infinitude do tempo, ali, um com o outro.

Alejandro não resiste ao toque quando a boca de sua amada implora por mais. Seus dedos deslizam por entre as pernas dela, e com uma pequena carícia ele a enlouquece, fazendo-a gemer de prazer.

Quando por fim, aqueles corpos se encontram nus um contra o outro, a loucura de uma tormenta os toma, deixando que o mundo acabe sem pena ao redor deles. Alejandro a preenche lenta e vagarosamente enquanto os olhos marejados de Emperatriz não saem de encontro aos seus.

—Te amo, Alejandro.... te amo muito.

Ele, nada precisa dizer, apenas a cala com um beijo firme, quente e finalmente se move sobre ela, fazendo-a perder-se contra sua pele

Sons incontroláveis, desejos expressos em atos, a vontade de fundir um corpo no outro. Emperatriz e Alejandro estavam tomados de um calor desesperador. Nenhum dos dois imaginava amar tanto outra pessoa. E quem diria Agora estavam ali, se amando, um nos braços do outro... pra vida inteira. Flashs de memórias invadiam a cabeça de ambos recordando tudo o que passaram e tornava-se quase inexplicável esse amor. Mas, ali estavam. Casados, desfrutando da tão sonhada Lua de Mel.

Emperatriz estava ali, rendida a qualquer Carícia de Alejandro. Seu corpo se movia sobre ela, seus dentes mordendo e chupando sua pele, deixando seus seios como pedra apenas com o roçar de uma pele na outra. Sentindo aquele calor tão familiar e tão presente se apoderar dela, Emperatriz não manteve tempo em rolar sobre seu marido, tomando as rédeas de seu primeiro ato com ele após o casamento. Alejandro, necessitando dos beijos de sua amada, não demorou também a sentar-se a cama, mantendo-a sobre si, deliciando-se com seus beijos.

As mãos de Emperatriz congelaram nas costas de Alejandro, onde suas unhas deslizavam sem pudor algum. Alejandro gemia contra a boca dela perdido com seus movimentos, enlouquecido com a maneira que eles se encaixavam tão bem.

Alejandro não demorou a sentir o copo da mulher implorando por libertação. Sua amada, beijando-lhe a boca apenas sussurrou um "por favor" baixinho, pedindo algo que só ele era capaz de fazer tão bem.

Juntos, um chamando pelo outro, as bocas coladas, o corpo suado, desejando, sentindo, amando vibrando... peles em contado, o tempo completamente parado. Juntos, alcançaram o ápice como tantas vezes já fizeram. Mas ali, agora... era diferente. Ele era esposo daquela linda mulher... e ela, sua Linda e Amada Senhora Miranda.