O Despertar - Serie Descendentes
1 Capítulo 1 - Vejo uma mendiga de cabelo branco
Notas iniciais
Mas para as pessoas que estão lendo, muito obrigado por dar uma chance para esse livro.
Espero que goste e se gostar, dê uma estrela.
No começo, pode parecer uma historia agua com açúcar mas depois vai ter MUITA aventura e ação.
Antes que eu me esqueça: EU TAMBEM TENHO UMA CONTA NO WATTPAD ONDE TABEM POSTO ESSE LIVRO!NÃO VENHA ME ACUSAR DE PLAGIAR MEU PROPRIO LIVRO!
Acordo sentindo uns raios de sol no meu rosto. Tenho que comprar logo uma cortina pra essa janela.
Tomo coragem e me sento na cama lentamente. Vou ate a janela e fecho a brecha que permaneceu a noite toda aberta.
Dou um grito de assusto quando vejo o que tem na minha cama.
Ele rapidamente se acorda e se levanta deixando o lençol que o cobria cair.
Dou outro grito, só que mais alto. Ele estava nu. Era um garoto e estava nu na minha cama. Como diabos ele foi parar ai?!
Ele olha pra baixo percebendo que está nu e enrola o lençol em sua cintura.
— Ei. Calma, vamos conversar. – fala se aproximando de mim.
Paro e respiro fundo. Calma, calma.
— Calma? – olho pra ele incrédulo – Claro. Acordo com um estranho, e ainda por cima nu!
— Fica calma. Eu não sei por que estou aqui. Foi na cozinha pegar um copo de agua e ai... Acordo com um grito.
— Se acalma Alex, calma. Esse doido só pode ter bebido noite passada e invadido minha casa e...
— Ei sou eu! O Gustavo seu irmão.
Irmão? Que?
Ah! Esqueci-me do Gustavo! Mas o que esse doido tá fazendo nu na minha?
— Irmão uma ova! É meio-irmão. Mas isso não explica o porquê de você esta no meu quarto.
— Eu não sei o porquê, tá bom?
— Vamos fazer assim, eu vou tomar banho e enquanto isso, você vai para seu quarto.
Ele assente, vou ao guarda-roupa sendo seguida pelo seu olhar.
Me apresso e corro ate o banheiro trancando a porta.
Tomo um banho demorado, pensando um pouco. Termino o banho depois me visto e logo saiu do banheiro.
Começo a pentear meu longo cabelo preto liso.
Vou ter uma conversinha com o senhor anta. Já basta ele vim morar aqui, eu não vou ter que aturar as gracinhas dele. Você acha que eu acreditei na historia da água? Negativo. Eu posso ser um pouco lenta, mas não sou idiota.
Desço as escadas com cuidado até que tudo fica escuro e de repente eu vejo uma mulher de cabelo super branco como a neve, e olhos azuis como o céu, porem, a cabeça dela está sangrando, o cabelo todo despenteado e o rosto com corte por todo lado. Ela segura uma espada com as duas mãos, parece que ela está se esforçando para não cair. A mulher de cabelos brancos dá um sorriso como alguém que ouviu uma piada muito besta e fala num tom sarcástico bastante familiar:
— Os Descendentes despertaram. Vocês não conseguiram!
Quando abro os olhos, estou desmaiada no final da escada. Levanto me apoiando no corrimão da escada.
Vou até a cozinha procurar algo pra comer.
Abro a geladeira e olho o que tem. Pego só o leite.
Ouço o som de passos vindo até a cozinha. Deve ser a anta.
— Oi – fala num tom normal.
Olho pra ele com uma das sobrancelhas levantadas. Ele falou comigo? Serio mesmo?
Vou até o armário e estico-me tentando pegar uma vasilha que ficava na ultima prateleira. Por que fui ter 1,66 de altura?
Sinto um corpo atrás do meu pegando a tigela para mim.
— Obrigado – murmuro de um jeito irritado.
— De nada irritadinha – fala divertido.
Ele fez hora com a minha cara mesmo?
— Cala a boca, idiota!
Vou até a sala com a minha tigela de cereais e leite. Ligo a Tv, deixando no canal das reportagens.
“Aconteceu terremotos em 7 cidades diferentes dos Estados Unidos que destruí-o varias cidades, matando 55 pessoas de 12 anos até 19. E parou de nevar em pleno inverno!”
“- O que Amanda? Parou de nevar em pleno inverno, é isso?”
“- Sim Derek, em pleno inverno! Parece que os Deuses estão com raiva, ou estão caçando alguma coisa.”
Uau! O que os Deuses querem?
— Nossa! Ainda bem que não é aqui.
Dou um pulo do sofá assustada. Como esse garoto veio parar aqui?
— Se teletransportou foi?
— Não, vim andando.
Ele olha pra mim, eu revido com um olhar ameaçador.
— Eu acho que nós começamos com o pé esquerdo. Eu sou o Gabriel, prazer. – estende a mão.
Fico olhando pra mão dele e depois desvio o olhar pros olhos dele e, que olhos! Grandes bolas azuis que o davam cara de bebe assustado.
— É pra você apertar, se não sabe. – dá um sorriso de canto, dando pra ver uma covinha no canto direito da sua bochecha. Isso é um erro genético, não é pra ser tão fofo!
— Vamos Lexy, você precisa acordar. Se lembra quem você é? – fala uma voz doce e ao mesmo tempo desesperada.
Olho pra Gabriel com as sobrancelhas assustada com a voz feminina que acabei de ouvir.
— Você tá bem...?
Não o deixo terminar de falar, dou um grito ensurdecedor de dor. Minha cabeça parece que vai explodir a qualquer momento.
Tudo começa a ficar embaçado.
— Você não se lembra de mim? Não se lembra do seu mundo? A coisa é mais grave do que parece. — a voz assumiu a forma da mulher de minutos atrás.
Agora ela estava mais arrumada. Como seu cabelo branco domado, e sem nenhum arranhão em sua pele branca.
— PARA! EU NÃO ME LEMBRO DE MERDA ALGUMA! SAI DA MINHA CABEÇA! – Grito chorando de dor.
— Minha pobre menininha... Mas você vai ter que lembrar – fala antes de desaparecer da minha cabeça.
Não sei o que aconteceu depois, por que eu desmaiei.
Notas finais
Próximo capitulo respondo essa pergunta.
Até o próximo capitulo.
xoxo :)
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