O Desafio Lendário
1 Prólogo
Sistema solar, planeta Terra, sete humanos de tempos diferentes foram escolhidos para viver um desafio, a chance de viver entre os mais fortes guerreiros, mas eles ainda não sabem disto, quatros homens três mulheres, cada um com sua personalidade marcante.
O primeiro, um preguiçoso, não tem coragem nem de sair de casa normalmente, mas tem um amigo que lhe sempre da uma ajudinha, o segundo, sempre alegre, o entusiasmado que contagiam pessoas ao seu redor, ambos sempre juntos.
A terceira de um tempo mais antigo, onde samurais ainda existem, guerreiros de honra e perseverança.
O quarto de um tempo mais a frente, onde maquinas começaram uma guerra, onde a tecnologia se desenvolveu a tal ponto, que podemos dizer que tem vida própria.
A quinta... Que tal começarmos a viver o momento?
Era uma quinta-feira, mais ou menos umas três horas, fazia um calor infernal. Eu voltava para casa depois de um longo período de aula quando escuto alguém gritando
– Gunt me espera cara!
Quando eu me viro para trás era o Klan, um velho conhecido, meu vizinho, o amigo.
– A Klan anda logo, estou com pressa, quero ir para casa, estou cansado.
– Calma ai!
Gunt... Eu tenho esse apelido desde que eu me lembre como pessoa, o mesmo caso com o Klan não vejo outras pessoas nos chamando pelos nossos nomes há bastante tempo, algumas vezes questiono-me se Gunt não e meu verdadeiro nome.
– Então oque planejamos fazer esta noite?
– Planejamos?
– Sim eu e você.
– Eu vou para casa dormir, não penso em sair hoje a noite estou muito cansado para isso.
– Você só esta com preguiça.
– Claro.
– Sabia você e sempre assim preguiçoso, parece que tem um pouco de você em sua preguiça.
– Haha, que engraçado vou ate dormir aqui
Nesse clima descontraído que algo inesperado acontece, uma voz começa a ecoar em minha cabeça “prepare-se para o desafio”, “prepare-se para este desafio”, pergunto ao Klan se ele ouviu-o algo, ele confirma minha pergunta, neste momento estamos de costas um do outro esperando algo acontecer, enquanto as vozes começa a ficarem mais altas. Quando de repente tudo fica calmo.
– Esta quieto.
– Quieto demais...
Foi quando um portal apareceu em nossa frente, com uma força incrível começa a nos sugar para ele, mesmo lutando contra nada podemos fazer, acabamos dentro do portal. E uma viagem desagradável, esta tudo obscuro só consigo ver alguns flashes de luz indo e voltando quando finalmente acaba. Só conseguimos ver nuvens e mais nuvens, meus pensamentos estão bagunçados eu ainda não consigo pensar direito em meio aquilo, quando Klan começa a ficar desesperado.
– Vamos morrer cara, vamos morrer.
– Calma, se tiver água lá em baixo nos conseguiremos sobreviver.
Consigo acalmá-lo, mas se não tiver água lá em baixo viraremos pudim ao chegar a terra, a velocidade da queda só aumenta gradativamente a chegar a um ponto que não escutamos mais o vento. Foi quando eu penso “já ultrapassamos a velocidade do som? A sim agora estamos encrencados”. Quando finalmente as nuvens acabam eu consigo ver o chão só consigo dizer uma palavra
– Água!
– Podemos sobrevive.
Depois da queda brusca, notamos que na verdade não sentimos dor direito apesar da altura e velocidade, acho que leis da física não se aplicam aqui, encostamo-nos a uma arvore ali perto e descansamos. Depois de muito tempo calado e ofegando ouso perguntar
– Onde estamos?
– Quem sabe?
– Eu sei.
Uma voz vinda de trás da arvore nos pega de surpresa nos assustando e nos fazendo distanciar rapidamente, com certa distancia pergunto:
– Quem esta ai? Revele-se
Quando me deparo e uma jovem garota que sai da arvore toda de branco. Depois de nos analisar por inteiro ela pergunta:
– São novos aqui?
– Aqui onde? — pergunto.
– Na terra dos deuses e onde vocês estão.
– e seu nome é?
– Pan.
– Espera terra dos deuses? – disse Klan
Por um momento questiono o nome da bela garota será que ate mesmo aqui existe casos como o nosso? Mas não questiono a perguntar mais sobre seu nome e sim onde estamos e porque estamos na terra dos deuses
– Somos Gunt e Klan como viemos parar aqui?
– Eu ainda não entendo muito bem, mas nos somos os "guerreiros celestiais"
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