Notas iniciais
Oi dengos! Hoje sou eu que estou postando o cap, que aliás está curto, mas já está engrenando mais no que vai acontecer daqui em diante. Eu que escreverei uma fic sobre a Nova Geração com a ajuda da Vic, ela me passa as ideias e eu escrevo. A Vic pediu pra avisar que parte desse capítulo foi do momento de criatividade que surgiu nela quando a secssy da Lady Who a deixou falando sozinha e a Vic acabou escrevendo isso no momento de vácuo. Até!

UMA LULA CHAMADA KEILA

POV DRACO

Era madrugada quando voltamos a andar, nunca havia imaginado o quão largo o Lago Negro era. Retomamos a trilha ao redor do lago e já havíamos feito algumas pausas para descanso. Estávamos na terceira. Resolvemos parar para almoçar, afinal já era hora, o que tinha na mochila para o almoço de hoje era uma romã e frutas secas. Se trouxéssemos comida de verdade, poderíamos chamar a atenção de animais inconvenientes, como os tronquilhos .

– Olha a Lula Gigante! – surpreendeu-se Rolf ao olhar a lula se erguendo na água ao longe – Sempre quis saber as propriedades mágicas de sua tinta! Sabem, elas são raras! Hogwarts tem sorte por ter essa belezinha!

– Rolf, creio que nunca poderá fazer algo com Keila. McGonagall nunca permitiria. – cortou-o Julian. Como assim Keila?

– É uma garota? Que esplêndido! Quem deu o nome? – era engraçado o brilho infantil que estava nos olhos do Scamander, acabei por deixar escapar uma ligeira risada.

– O professor Dippet pediu para Dumbledore perguntar aos sereianos. Aquele velhinho era fascinado pela Lula. Ele a chamava de Turner, mas os sereianos avisaram que se tratava de uma fêmea, então ele mudou para Keila. – Julian riu, como se tivesse vivido aquela época e achasse engraçado tudo aquilo. Era engraçado e ele realmente deve ter idade para ter vivido naquele tempo, pensando bem.

Todos rimos e passamos a refeição olhando Keila – a Lula Gigante. Enchemos nossas garrafas com água e a purificamos com um simples feitiço antes de retornarmos a caminhada.

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Já tinha anoitecido quando nos distanciamos novamente da margem do lago pra levantar acampamento. Neville começaria, depois Rolf, eu e Julian.

Estava no décimo quarto sono quando ouvi um grito, não sabia bem ao certo quem estava na vigília, mas fiquei preocupado, abri a barraca e não vi Julian no canto, dormindo em pé como todo centauro, muito menos Neville ou Rolf, não sei ao certo quem estava na vigília. Antes que pudesse gritar para chamá-los, senti uma batida na cabeça.

E tudo escureceu.

POV ASTÓRIA

– Estou preocupada com Neville – disse Ana.

– Eles devem estar bem! Relaxe!

– Luna, você nem ao menos disse o que aconteceu de tão engraçado e assustador quando você e a Ast foram procurar os narguilés!

Eu e as meninas estávamos na casa de Gina, Harry havia ido com Ronald para uma missão do Departamento de Aurores. Era semana mas eu consegui permissão do ministério da Noruega para visitar as garotas.

– Vamos abrir o jogo, Luna! Bem, foi o seguinte, quando a gente estava andando, nos deparamos com diabretes...

– Ah, não! No meu segundo ano o farsa do Lockhart levou esses monstrinhos para a sala de aula! – suspirou Hermione.

– E o Nev se ferrou. – começamos a rir, Ronald não perdia a chance de lembrar à Ana aquele episódio.

– Pois então, nos deparamos com eles e eles fizeram o que diabretes fazem: aperreiam. Acabamos sendo levados pelos monstrinhos para conhecer a colônia deles e fomos submetidas à cócegas durante dois dias. Eles achavam legal! Haviam pausas para eles puxarem nossos cabelos e roubarem mexerem nas nossas coisas, mas Luna tem um riso tão estranho que até me assustei.

– E como vocês escaparam? – perguntou Gina.

– Eu lembrei do feitiço para neutralizá-los, coisa que deveria ter sido feito pela nossa corvina aqui, mas ela também não se lembrava. – ri com a cara de indignação da Luna.

– O Nev vai ter um treco se ver esses bichos de novo! Por quê não me disseram?

– Ana, você mesmo disse que queria pegar uma peça nele por ter demorado a pedi-la em casamento! Eu e Ast achamos que seria legal.

– É, além do mais, Julian achou que tivéssemos nos perdido, já que fomos “sequestradas” à noite, mas como ele já sabe sobre os diabretes, eu enviei para ele uma câmera trouxa, que Gabi me emprestou, para eu me divertir com a cara do Malfoy ao conhecer os monstrinhos! – comentei. Seria uma cena engraçada.

– Vou querer o vídeo então. – disse Ana.

Mudamos de assunto para Gabriela. Ela ainda estava triste por mais um possível relacionamento que desandou e no fim das contas, nossa sabe tudo Mione conseguiu arranjar a solução perfeita!

– Eu sei que a Gabi e o Tom se conhecem há tempos e que ele gosta dela e pelo que você nos contou, Ast, ela também parece ter lá no fundo um sentimento por ele, então que tal fazê-la perceber isso?

– Como assim, Mione? – perguntamos.

– É simples, ciúmes. Funcionou com o Ron e o Harry.pode funcionar com ela. E se o Tom mudasse? Não totalmente, mas e se ele mostrasse que pode sair por aí e conhecer mulheres? Ele pode começar a frequentar os mesmos lugares que a Gabi e ficar paquerando outras. Só é preciso que uma chefe mandona diga à ele se divertir e lhe dê os endereços dos lugares mais badalados. – falou a bruxa dando um sorriso cúmplice pra mim. Sorri de volta e todas as meninas assentiram.

– Bom, já está no horário de eu ir. Tenho trabalho amanhã e marquei a ida para a Noruega daqui a meia hora, tenho que ir logo ao Ministério. Boa noite garotas, vou ver quando poderei voltar para Londres e envio um patrono à vocês! Tchau!

– Até Astória! – responderam.

Notas finais
Espero que comentem!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.