O Depois...
1 Capítulo Único - O Depois...
Notas iniciais
Eu tive essa ideia depois do autor ter adiado a continuação da história, para fazer o Episode Zero. Tomarem que gostem!
Depois de três dias e duas noites, Seiya acordara do coma em sua cadeira de madeira. O moreno imediatamente sentiu os seus sentidos voltarem aos poucos e tentou abrir seus olhos, com pouca dificuldade. Viu que estava num jardim em frente a uma casa de plano aberto.
"Um jardim?"Entreabriu seus lábios da dor restante da espada de Hades que havia sido retirada completamente sem saber. Olhou para seu braço e pousou seu olhar em seu pulso onde havia flores de diversas espécies amarradas ali."Mas o quê?... Naquele instante tudo o que pensou fora na deusa. "Saori... Saori onde?... Cadê você?"Perguntava para si mesmo enquanto tentava se levantar. Seu corpo não correspondia seus pensamentos, o que resultou na queda do garoto. Seu corpo estirado no chão e sem movimento, apenas se via respiração fraca do rapaz."Saori... cadê você? Saori!"Seu fraco cosmo a chamava. Ela não respondia. O rapaz começou a entrar em desespero. De repente seu peito começou a sentir as consequências da falta da espada lhe resultando um grito de agonia. Uma pequena quantidade de sangue começou a sair de sua boca, e acabou cuspindo um fragmento negro que quase havia rasgado sua garganta. Seiya ignorou as dores e mais uma vez tentou se levantar. Com sucesso lhe permitindo ficar quase ereto. Ele olhou para seu pulso e tocou nas flores, sentindo uma sensação de que ela estava ali ao seu lado. "Saori... o houve, será que..."Novamente entrou em seu pequeno desespero. Tentou andar e dera certo. De pequenos passos já conseguia correr para dentro da casa onde chamou por ela e acabou achando sua armadura de bronze intacta num quarto.Mal se aproximara e ela imediatamente se atraiu ao cavaleiro. Ainda fraco e sem saber aonde ir ou a quem recorrer, tocou novamente em seu pulso e acabou sendo direcionado para outra dimensão.Chegando no local, Pegasus tentou mais de uma vez se levantar o que não dera muito certo. Aparentava que estava num campo de batalha e de novo estava num jardim. Seiya não sabia o que realmente estava acontecendo até que novamente se agonizara de dor. Seu peito ardia violentamente, até que fora acudido. Sentiu-se dormente e aliviado. Novamente pusera alguns fragmentos da espada para fora. Sabia que sua consciência estava indo embora aos poucos até que seus cabelos eram tocados de forma protetora e ansiosa. "Saori... — E houve um apagão"Depois de um tempo indeterminado, começou a ouvir vozes. Algumas eram conhecidas e outras não."Então é ele? — Perguntou uma voz desconhecida.— Seiya! O que ele está fazendo aqui? — Perguntou um rapaz que aparentava ser um dos seus irmãos... Shun?— Meu deus será que ele está... — Mais uma voz conhecida, mas quem?A quarta voz apenas se comunicava mentalmente com Seiya."-Como você?... — Era ela."Como sempre, ela estava preocupada. Seiya tentou sorrir mas não tivera forças. Sentia que não iria conseguir fazer mais nada, por mais que a maioria das suas dores havia já acontecido. Ainda temia para o que estava por vir. Se sentia culpado, por ela ter tentado fazer tudo aquilo por ele. Sabia que ela estava retribuindo tudo o que ele havia feito por ela e que estava exausta e talvez machucada, e preferia ter morrido pela espada. Sua braço foi tocado por quatro pessoas, depois, não se soube mais nada."O quê..." Ele abrira os olhos e sentiu o pano úmido em sua testa. Se sentia melhor e estava inquieto. Seu peito estava costurado com linha e havia ainda um pouco de sangue. Automaticamente tentou se mexer e a dor voltara. Tentou levantar seu tronco com sucesso e se levantou da cama. Tirou o pano e o pôs no recinto de água fria ao lado da cama.Andou escorando nas paredes do quarto branco e no closet de madeira até chegar na porta onde se esbarrou num cômodo qualquer e caiu com os cotovelos a sua frente. Não gritou. Apenas gemeu. Até que ouviu passos ofegantes subindo as escadas. A pessoa parou no corredor soltando um leve suspiro de susto. Ele sorriu ao sentir a presença dela.— Você acha que eu estou tão ruim assim, para a deusa em pessoa cuidar de mim? — Perguntou sarcástico enquanto a mulher tentava levantá-lo de volta para a cama.Seiya não compreendia do porque ela não havia dito uma palavra. Assim que ela o pôs na cama, começou a olhá-lo para ver se a costura havia se aberto. Aflita, olhou para os cotovelos dele massageando-os de leve, e perguntou se doía. O rapaz dissera que estava tudo bem e percebera que os cabelos dela estavam curtos, parecia cansada demais para estar cuidando dele de novo. O moreno a puxou para si, sentindo uma leve dor pelo gesto. Ela apenas sorriu para ele com lágrimas no rosto. Seiya a abraçou e beijou carinhosamente a cabeça dela. Ela não se aguentava em lágrimas tentando explicar o que havia acontecido naqueles últimos três dias e ele apenas acariciava a mulher sem responder. Seiya que estava praticamente todo enfaixado por conta da da "viagem do tempo", sua pele ficou mais sensível e estava desidratada sendo assim enfaixada com remédios. Saori que ajeitava a linha branca em seu peito, ainda continuava a dizer o resto do acontecido enquanto ele continuava com o gesto. O moreno a olhava com admiração e beijou seu olho direito com olheiras, sua testa, sua bochecha resultando o silêncio e um leve rubor da parte dela. Seiya sorriu, e a beijou na ponta de seu nariz.
— Saori... obrigado. — Resultando num rubor violento da parte do rapaz. Agora ele sabia como ela se sentia. Constrangido demais. Até que ela o beijou repentinamente.Seiya a respondeu prontamente. A puxando mais para si, afundando sua mão esquerda em seus cabelos curtos sem se importar com os restos dos machucados. E pararam para respirar. Seiya se surpreendeu com o repentino gesto dela e deu um sorriso maroto para ela em resposta. Saori tentou desviar o olhar de vergonha para ele e tentou fugir.— Agora não... — disse pegando em seu braço a puxando, fazendo-a cair em seu corpo. Ele deu um leve gemido de dor e a mulher caiu no outro lado da cama assustada com a reação dele. Seiya voltou-se para ela ficando bem perto de seu rosto, com uma reação de que nada de ruim havia lhe acontecido. A mulher exclamou com ele por ter feito aquilo e resultou num sorriso que ele dera a ela, e a beijou novamente.
Notas finais
Obrigada por ler!
Ainda postarei mais sobre esses dois
Ainda postarei mais sobre esses dois
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
Fale com o autor