O Cãozinho da Ordem
5 O Grito do Demônio
5. O Grito do Demônio Jok uivava tristemente no elevador, ele saltou de andar em andar, até que Allen usou sua inocence para segura-lo e ele ficou arranhando o piso para que ele não caísse. Mas ligeiramente ele soltou o piso e impulsionou-se no rumo de Allen, dando uma cambalhota no ar e usando os ombros de Allen como suporte para ele continuar sua \'escalada\'. Parou sua \'escalada\' no último andar, então um sorriso sádico apareceu em seu rosto. Totalmente louco. Allen ficou espantado com a hipótese. Mas pior foi ver acontecer. Jok pulou. Seus olhos parecia querer a morte, queria morrer. Mas o instinto de sobrevivencia foi maior e ele conseguiu parar a três andares da onde ele havia se jogado.
Uma lágrima solitária desceu pelo seu rosto. Por que ele era tão convarde ? Ele saiu da bera do andar e chorou no corredor. Então ele soltou um grito de dor. — O que está acontecendo com ele ? — Lenalee perguntou com pena do jovem novato. — Não sei, mas temos que ajudar. — Allen disse usando o Crown Clow* para subir de andar sem as escadas. Lenalee usou as botas, mas quando chegaram no andar em que Jok se localizava, as inocences se desativaram inspontaneamente. Cross apareceu com uma garrafa de Vodka quebrada. — Que merda é essa ? — Cross gritou. Allen apenas apontou para Jok. — Cara isso parece ópera. — Cross analizou novamente o garoto e se espantou a semelhança com Kin. — Quem é ele ? — Ele sussurrou chocado. — Jok. — Allen disse. E logo Cross se lembrou do jovem.Kin havia entrado silenciosamente e levado o jovem Jok até Hevlaska, eles sairam do elevador com uma inocence. Cross apenas observava de longe, mas sabia que isso era contra as regras, pórem Kin ia e vinha tão sorateiramente que ninguém além dele havia percebido que ela havia sumido por quase um dia. Ele caminhou até os irmãos. — Ora, ora. — Cross disse se juntando aos gêmeos. — Quem é seu amiginho, Kin ? — Ele não vai ir com vocês ele não vai ser da Ordem. — A pequena de pouco mais de 6 anos falava furiosa para Cross. — Está bem. Eu não vou contar pra ninguém que você conhece um compatível. Kin suspirou aliviada e sorriu torto. — Meu irmão gêmeo, Jok. — Prazer, senhor. — Jok disse esticando a mão educadamente. Cross retribuiu a educação e o comprimentou. — Você parece ser alguém que bebe muito, senhor. Cross se assustou. — Vejo que também... é muito mulherengo, sem muito suscesso. — Jok disse e soltando a mão de Cross sorriu para o general que estava espantado — Depois eu te ensino a pegar algumas damas bonitas. Jok piscou para Cross e saiu com Kin. Cross havia ficado chocado com a habilidade de Jok, já que parecia que tanto ele quanto a irmã eram cegos. — EI JOK — Cross gritou de onde estava. Não rescebeu resposta. Cross caminhou até Jok e o tocou o ombro. — Você ficou de me ensinar como pegar damas bonitas, esqueceu disso ? — Cross sussurrou para Jok. E subitamente ele parou de gritar e sorriu. — Como eu esqueceria ? Seu mulherengo bêbado. — Ele disse com um sorriso de orelha a orelha. Embora ele parecia ter voltado ao normal, podia se ver um pouco de loucura em seus olhos. — Tente se controlar — Cross disse e Jok colocou novamente a mão nas orelhas. — Muito... barulho — Ele murmurou. Cross ficou pensativo. Muito barulho... era por isso que ele gritava ? — Almas... de Akuma. — Jok continuou murmurando as palavras. — Gritando... Por socorro. Cross continuou sério, embora estivesse totalmente assustado. O garoto ouvia Akumas ? Desde quando ? — Foi por isso... Que... Ela enlouqueceu — Jok murmurava pausadamente. O que isso tinha haver com Kin ? A resposta veio como um relâmpago. — Vocês deram a inocence de Kin para ele ? — Cross perguntou a Allen com os olhos arregalados de espantato. — Hevlaska. — Komui disse sem fôlego após chegar perto de Allen. — Ele vai enlouquecer igual a ela. — Cross gritou em tom de critica.tCross ajudou Jok a se levantar e caminhou com ele, até a arca. — Vamos leva-lo para o QG Asiático. — Alle segui-os para ajuda-los a se guiar pela imensa arca.tQuando chegaram ao QG Asiático, Cross levou Jok até um local aonde havia tipo um lago e colocou Jok boiando lá. Instantaneamente o rosto de Jok relachou. — Silêncio — Jok disse quase dormindo. Mas embora os Akumas fizessem silêncio, as memórias não paravam. Cada descepição, cada erro, cada humilhação, o adeus a família, era o seu maior erro. Ele voltou a choramingar. — Ele ainda está sofrendo, mas por que ? — Cross se perguntava. — Acho que foi por causa da Argentina. Ele perdeu uma luta contra Road na Argentina — Allen disse. Cross se espantou. Como eles deixaram Jok ver um Noah, principalmente Road ? Eles estavam loucos ? Jok poderia se virar contra a Ordem por causa desse erro. — Vocês enlouqueceram ? Jok não pode chegar perto de Road isso só... — Cross parou de pensar nas possibilidades e vicou estático. — Ele pode nos trair!
— Tadaima, Otou-san — Jok sussurrou antes de emanar uma luz muito forte.
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