Quando acordei da pancada que me deram, Susan e Zindu estavam lá, mas April...

–Galera, cadê a April?

–Não sabemos, faz meia hora que estamos procurando-a! — disse Zindu.

Susan começou a chorar e eu a me culpar, se eu não tivesse metido ela nessa história, ela estaria conosco lá. Me levantei rápido e corri até a cabana dela, mas fui segurado pelos dois que me puxavam para trás.

–ME SOLTEM!

–P-para Richard! Minha irmã precisa da gente s-sem ninguém s-saber!

Me virei e olhei para Susan, uma garotinha de cabelos curtos que chorava sem parar. Me agachei e falei para ela se acalmar, na mesma hora, Susan me abraçou. Fomos andando atrás de pistas, até que achei o lencinho de April.

–PESSOAL! ENCONTREI UMA PISTA!

Pensei em algum jeito, mas já era de noite, fomos contar ao Sr. Parker sobre o desaparecimento de April. Ele começou a tremer de raiva e medo e olhava triste para ele.

–Por que minha filha? Por que a April?

–Senhor... — comecei a dizer — Temos algo para falar... Eu sou o culpado disso! Se eu não metesse a April nessa história...

–Que história? — disse Lucy.

Comecei a contar tudo, desde o começo. O Sr. Parker fechou o punho e quase me deu um soco. Fiquei trêmulo, achei que ia morrer. Ele recuou e disse para eu me retirar, Lucy e Susan saíram para falar comigo.

–Escuta, — começou Lucy — Fique um pouco distante de nós, só por um tempo... Meu pai está uma fera! É o seguinte, acione os policiais antes de meu pai, vai deixá-lo orgulhoso, acho que assim, você tem uma chance com a minha mana.

–Não se trata de amor, se trata de tudo!

–OK, tchau!